O Estado do País

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isso é problema do Cavaco.

Governo não existe como se percebeu hoje quando a secretária de estado do tesouro disse em comissão parlamentar que a ministra das finanças mentiu descaradamente sobre os swaps.

Como em política nada fica vazio, o espaço deixado vago por um governo que não existe é ocupado por propostas alternativas.

Mas nenhum tipo de regime governativo tem legitimidade para tal sem que seja a força política mais votada por sufrágio. E esse, tenho muita pena, é caso do PSD.
 
Almancil, Vale do Lobo, Vilamoura. Só style. Mas depois há a pobreza escondida em Quarteira, Olhão, Monte Gordo, Vila Real de Santo António...

Tendo as condições naturais que tem o Algarve já devia ter um PIB igual ou superior à média europeia.

Vivi 1 ano em Albufeira e nunca tinha visto tanta miséria na minha vida. As aparências iludem e não estava à espera do que encontrei nesse local.
Mas penso que o problema não é apenas localizado no Algarve, é mais grave nos locais mais urbanos e sujeitos a emigração/imigração.
 
Certamente... além do secretário de estado da cultura que mandou alguém tomar no traseiro... o ministro adjunto relvas demitiu-se por causa de um grau académico falso... o ministro das finanças gaspar demitiu-se porque não tinha credibilidade... o ministro dos negócios estrangeiros portas demitiu-se porque não concordava com a nomeação da ministra das finanças albuquerque... a secretária de estado do tesouro elsa santos afirmou que o ministra das finanças albuquerque mentiu todas as vezes que falou sobre os contratos especulativos swaps... tudo isto fora os outros secretários de estado que também foram remodelados...

Há governo? siga! :lol:
 
Já o PCP, o BE e os Verdes são de uma seriedade e credibilidade a toda a prova. Sendo 3 entidades "distintas", são no final de contas uma e a mesma coisa, o PC.
Criaram uma fantochada aos olhos de todos que permite multiplicar por 3 o que devia ser coisa unitária: pode o PC pedir 3 moções de censura, pode ter mais tempo de antena, e recebe mais do erário publico com este fenómeno de multiplicação. Isto é uma aldrabice descarada e sem vergonha!
Sorte para todos nos que a SGTP não pode pedir moções, não faria mais nada o Parlamento.
No que diz respeito ao futuro deste pais o sinal é claro: até o PS vos bateu com a porta na cara.
Podem berrar, saltar, partir e bater. O poleiro esta cada vez mais longe e a teta do estado a fechar-se...
 
Certamente... além do secretário de estado da cultura que mandou alguém tomar no traseiro... o ministro adjunto relvas demitiu-se por causa de um grau académico falso... o ministro das finanças gaspar demitiu-se porque não tinha credibilidade... o ministro dos negócios estrangeiros portas demitiu-se porque não concordava com a nomeação da ministra das finanças albuquerque... a secretária de estado do tesouro elsa santos afirmou que o ministra das finanças albuquerque mentiu todas as vezes que falou sobre os contratos especulativos swaps... tudo isto fora os outros secretários de estado que também foram remodelados...

Há governo? siga! :lol:

Mas que visão tão cingida... E que me vai dizer de Assunção Cristas, Mota Soares, e outros?
Principalmente Paulo Portas (esquecendo a dita cuja polémica) e Santos Pereira que, não tirando todo o protagonismo às empresas, foram abrindo portas em todo o mundo para novos mercados e permitir aumentos de vários pontos percentuais nas exportações!

E agradecia-se uma cura nessa linguagem de brejeiro, que isto é local de debate contido, não é a berma da esquina...
 
Índice de Poder de Compra (2009)


A região de Lisboa (134,2) e do Algarve (100,4) constituíam as regiões NUTS II com valores acima do poder de compra per capita médio nacional.
(...)
Por outro lado, 185 municípios (60% do número total de municípios) apresentavam valores de IpC inferiores a 75. Dos 12 municípios com menor poder de compra per capita manifestado, 10 pertenciam ao Interior da região Norte, distribuindo-se pelas sub-regiões Tâmega, Douro e Alto Trás-os-Montes, e dois ao Interior da região Centro (Dão-Lafões).

INE

Sem surpresa, os concelhos do interior estão no fundo da lista do estudo desenvolvido pela Universidade da Beira Interior. Lisboa, Porto e Albufeira lideram o indicador concelhio de desenvolvimento económico e social. O estudo, desenvolvido pela Universidade da Beira Interior, reforça a ideia de que o país não anda todo à mesma velocidade.
Os 30 municípios que ocupam os últimos lugares estão essencialmente em áreas rurais e a maioria pertence ao Norte do país, seguindo-se a região Centro. São concelhos envelhecidos, onde o principal sector de actividade é a economia social, como disse à Renascença o coordenador do estudo José Pires Manso. Neste grupo de municípios com pior qualidade de vida estão Celorico de Basto, Baião, Miranda do Corvo e Castelo de Paiva.
No grupo dos primeiros 30 classificados, o Algarve é a região que coloca mais municípios, numa lista liderada pela capital. “Os municípios mais desenvolvidos são os mais jovens e onde há mais emprego, designadamente Lisboa, Porto, Oeiras e Albufeira”, elencou.
Para José Pires Manso o país anda a três velocidades: “Uma para os municípios do litoral, entre Setúbal e Braga, com mais alguns concelhos do Algarve; e uma outra, mais lenta, para o Interior; a hipótese de uma terceira velocidade é sobretudo para os concelhos mais urbanos associados a cidades de média dimensão com desenvolvimentos intermédios”.
O indicador concelhio de desenvolvimento económico e social já vai na terceira edição. Lista dos 30 primeiros classificados e pontuação no índice:

1.º Lisboa: 128,635; 2.º Porto: 90,726; 3.º Albufeira: 84,482; 4.º Funchal: 62,224; 5.º Coimbra: 60,844; 6.º Marvão: 60,583; 7.º Constância: 59,961; 8.º Cascais: 59,544; 9.º Loulé: 58,838; 10.º Oeiras: 57,967; 11.º Vimioso: 56,409; 12.º Vila do Bispo: 56,231; 13.º Portimão: 56,153; 14.º Lagos: 55,586; 15.º Sines: 54,255; 16.º Alter do Chão: 54,217; 17.º Barrancos: 53,024; 18.º Santa Cruz das Flores: 52,515;
19.º Tavira: 52,404; 20.º Faro: 51,834; 21.º Aljezur: 51,833; 22.º Castro Marim: 51,368; 23.º Vila Real de Santo António: 51,205; 24.º Castro Verde: 50,114; 25.º Lagoa: 50,063; 26.º São João da Madeira: 50,056; 27.º Castelo de Vide: 49,149; 28.º Pedrógão Grande: 49,014; 29.º Góis: 48,960; 30.º Ponta Delgada: 48,355.

Lista dos últimos 30 classificados e pontuação no índice:

279.º Vila Pouca de Aguiar: 23,629; 280.º Gondomar: 23,522; 281.º Amarante: 23,438; 282.º Carrazeda de Ansiães: 23,383; 283.º Ribeira Brava: 23,374; 284.º Amares: 23,236; 285.º Valpaços: 23,181; 286.º Castro Daire: 22,940; 287.º Póvoa de Lanhoso: 22,893; 288.º Santa Marta de Penaguião: 22,672; 289.º Ribeira Grande: 22,594; 290.º Soure: 22,479; 291.º Moita: 22,473; 292.º Trofa: 22,461; 293.º Cinfães: 22,134; 294.º Paredes: 22,078; 295.º Vila Verde: 21,774; 296.º Marco de Canaveses: 21,691; 297.º Vizela: 21,678; 298.º Penalva do Castelo: 21,413; 299.º Ponte da Barca: 21,342; 300.º Lousada: 20,423; 301.º Vila Franca do Campo: 20,383; 302.º Sátão: 20,091; 303.º Castelo de Paiva: 19,985; 304.º Miranda do Corvo: 19,624; 305.º Baião: 19,580; 306.º Celorico de Basto: 18,344; 307.º Nordeste: 17,447; 308.º Câmara de Lobos: 14,500.

Fonte: Diário de Trás-os-Montes
 
Não é SGTP... é CGTP. :D

O PCP não é o mesmo que o BE... o próprio BE une vários outros partidos.

De Paulo Portas não é preciso dizer mais nada.

Francisco José Viegas disse ou não disse? Até foi muito aplaudido aqui.

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3052687

PCP e Verdes vai dar ao mesmo, e não me venha com falinhas mansas, que nas eleições formam a CDU. Por isso mesmo ainda não percebi bem porque é que depois no Parlamento aparecem dois partidos separados, já que o que foi eleito foi um único.
BE é esquerda arrogante, tal qual PCP/PEV, que espera apenas uma oportunidade para derrubar quem legitimamente ocupa o lugar de governante, porque pobres coitados nunca lá chegarão, assim espero, "Graça´ a Deus".

Vão-se consciencializando que Portugal não é Cuba nem China, é Europa, é país livre, não um regime ridículo e ditatorial, como tencionam impor, por mais que o neguem (que saiba não há país em que o PC governe e seja democracia dita e feita; se houver, informem-me), basta relembrar o Verão de ´75.
E achava bem retirar da constituição o artigo estupidíssimo e incompatível com a democracia, que diz "Portugal é um país rumo ao socialismo". Portugal é um país rumo ao que o povo quiser e acabou.
 
E achava bem retirar da constituição o artigo estupidíssimo e incompatível com a democracia, que diz "Portugal é um país rumo ao socialismo". Portugal é um país rumo ao que o povo quiser e acabou.

Não é um artigo, é uma introdução.

Portugal é um país rumo ao que o povo quiser e acabou.

Óptimo, facilitem a vida ao presidente e apresentem a demissão para se convocarem novas eleições. Se o PCP, o BE e outros partidos não têm qualquer hipótese, não deve haver medo de demonstrar na prática a superioridade.

Há mais Gerofil...

O Algarve foi a região que mais cresceu nos últimos dez anos, (13,98% ) em relação aos Censos de 2001, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).Veja os concelhos que mais ganharam e os que mais perderam.


O facto explica-se com condições climáticas amenas, migração de portugueses e imigração de estrangeiros, considerou o presidente da Grande Área Metropolitana (AMAL), Macário Correia (PSD) citado pela Agência Lusa.

"Esta subida da população prova que o Algarve é uma região de atração onde existe um conjunto de condições naturais que fixam pessoas", explicou à Lusa Macário Correia.

Segundo o presidente da AMAL, o aumento de pessoas na região deve-se também à migração de portugueses que vêm viver e trabalhar para o Algarve, mas também por causa de pessoas oriundas de países terceiros, como da Europa Central e Leste, África e cidadãos nórdicos.

O Algarve é também a região do país com mais nascimentos de bebés filhos de casais estrangeiros, um fator que prova a atração que o Algarve tem tido pelas condições de desenvolvimento da sua economia.

Os novos residentes não são por natalidade intrínseca da população algarvia, mas por migração da população, quer de dentro do país, quer de fora do Algarve.

A capital do distrito do Algarve, Faro, ganhou 10,19 de população residente em relação aos últimos censos, enquanto Albufeira foi o concelho algarvio, entre os 16, que mais ganhou (28,89), logo seguido de Portimão (24,54).

Lagos (21,09) e Loulé (18,73) também registaram um nível considerável de habitantes residentes, comparando com Monchique que desceu (menos 13,44) e Alcoutim (menos 23,21).

Alcoutim, Monchique e Vila do Bispo únicos concelhos a perder habitantes

Alcoutim, Monchique e Vila do Bispo foram os concelhos dos 16 do Algarve que perderam habitantes, segundo os dados preliminares do Censos 2011.

Em comparação com o Censos 2001, Alcoutim foi o concelho algarvio que em dez anos perdeu mais habitantes, com uma variação negativa de 23,21, seguido de Monchique (-13,44) e de Vila do Bispo (-1,38).

No Algarve, as maiores subidas foram registadas em Albufeira (28,89), Portimão (24,54), Lagos (21,09) e Loulé (18,73).

Entre os maiores crescimentos, e acima dos dois dígitos, estão ainda Lagoa com 11,52 pontos percentuais, Aljezur (11,27), Olhão (11,21) e Faro (10,19).
 
Óptimo, facilitem a vida ao presidente e apresentem a demissão para se convocarem novas eleições. Se o PCP, o BE e outros partidos não têm qualquer hipótese, não deve haver medo de demonstrar na prática a superioridade.

Gostava também que me confirmasse se há algum país comunista verdadeiramente democrático. Agradecido.

Mas para quê eleições, se há um programa para terminar, cuja interrupção é mais penosa que o processo de encerramento e um governo de maioria, eleito e que terá seu tempo para ser julgado?

Não percebo a pressa... Cheia a poleiro, é? Eu faço figas para as eleições serem depois de maio de 2014 para poder contribuir com um voto contra comunas e derivados.
 
Índice de Poder de Compra (2009)


A região de Lisboa (134,2) e do Algarve (100,4) constituíam as regiões NUTS II com valores acima do poder de compra per capita médio nacional.
(...)
Por outro lado, 185 municípios (60% do número total de municípios) apresentavam valores de IpC inferiores a 75. Dos 12 municípios com menor poder de compra per capita manifestado, 10 pertenciam ao Interior da região Norte, distribuindo-se pelas sub-regiões Tâmega, Douro e Alto Trás-os-Montes, e dois ao Interior da região Centro (Dão-Lafões).

INE

Góis tem um índice de poder de compra de 32,47%. Pela lógica devem ser todos desabrigados, a escarafunchar os caixotes do lixo.
Quem conhece Lisboa e Góis não compreende este índice.
 
Agreste, existe algum país comunista verdadeiramente democrático? Não fujas à pergunta.

Continuo à espera... :unsure:

Mas eu respondo por ele. Países comunistas, neste momento, são China, Coreia do Norte, Vietname, Cuba e Laos. Não me tem chegado informação de que algum destes seja verdadeiramente democrático...

E já agora, desde quando o artigo que referi ontem é uma introdução? Está na Constituição de 1975 desde, precisamente 25 de abril desse mesmo ano... Ai, ai...

De Paulo Portas nem comenta mais, e dos restantes membros?
 
titulo tipo CM :cool:


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