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Benfica TV com 32 mil assinantes nas duas primeiras semanas

Canal espera atingir os 40 mil subscritores até ao final deste mês e está a negociar direitos com outros clubes.

Duas semanas depois de se ter tornado um canal pago, a Benfica TV registou um total de 32 mil subscritores. A estimativa do clube é de que este número se aproxime dos 40 mil até ao final de Julho.


O primeiro balanço, a que o Diário Económico teve acesso, é feito numa altura em que o canal já está disponível nos principais operadores de televisão paga: Zon, Meo e Cabovisão. Em negociações está ainda a presença na plataforma da Vodafone. No entanto, as assinaturas deverão aumentar com o arranque da Liga Zon Sagres, cujo primeiro jogo está marcado para 18 de Agosto.

Fonte: Económico

Afinal, um país em crise mas para canais da bola é tudo a querer pôr. :rolleyes:
 
PCP e CGTP avisam para castigo do povo ao PS em caso de alinhamento à direita

Os secretários-gerais do PCP e da CGTP alertaram hoje os dirigentes do PS para um futuro castigo eleitoral caso os socialistas cheguem ao acordo sugerido pelo Presidente da República com o PSD e o CDS-PP.

"Se o PS persistir nessa política, até porque ninguém é dono dos votos dos portugueses, um dia eles podem querer mudar, sentindo-se enganados. As eleições poderiam ser bastante clarificadoras", afirmou o líder comunista, Jerónimo de Sousa, após encontro com o dirigente da CGTP, Arménio Carlos, na sede lisboeta daquela central sindical.

O líder comunista criticou o partido "rosa", porque, "sempre, em última análise, acaba por se entender e fazer política de direita em vez da assunção de uma política alternativa, patriótica e de esquerda".

"Oxalá isso não aconteça, mas se o fizer (o PS) fica imediatamente co-responsável por uma política que vai inevitavelmente flagelar o povo português e o país", afirmou, prevendo o "aprofundamento da crise, da recessão, do desemprego e um novo assalto aos rendimentos de quem trabalha e de quem vive da sua pensão de reforma".

Por seu turno, o líder da CGTP concordou que "se o PS assinar algum compromisso no sentido de prolongar a política do memorando [da 'troika'], que tanto sofrimento tem trazido aos portugueses e ao país, naturalmente não ficará bem visto e sofrerá as respectivas consequências".

"Para se ser de esquerda não basta dizê-lo, é preciso prová-lo. Se o PS der cobertura a isto, mesmo que seja com um parágrafo genérico, então assume as suas responsabilidades e torna-se cúmplice desta política, a qual pensamos que não pode continuar", concluiu Arménio Carlos.

Jerónimo de Sousa mostrou-se convicto dos resultados do "empenhamento" dos contactos dos comunistas "com outras forças políticas e sociais, à procura da convergência sobre as grandes questões, respeitando as diferenças que existem, nomeadamente em relação ao Bloco de Esquerda".

Arménio Carlos rejeitou ainda a opinião de que os portugueses têm sido passivos, ao salientar a realização de "mais de 3.000 manifestações e de quatro greves gerais nos últimos dois anos", embora frisando que a CGTP não confunde protestos com violência "nem outras implicações para o bem-estar ou o património das pessoas".

Fonte: Lusa/SOL

Vejam lá se o castigo não é dado é ao PCP e à CGTP.
 
Visita de Cavaco às Selvagens custa 160 mil euros
Os meios militares envolvidos na deslocação do Presidente da República às ilhas Selvagens representam uma despesa de cerca de 160 mil euros. Para a visita, que decorre entre hoje e amanhã, estão a ser mobilizados uma fragata (a Vasco da Gama), um navio patrulha oceânico (Viana do Castelo), um navio hidrográfico (Gago Coutinho) e um helicóptero EH101. Segundo fontes da Marinha ouvidas pelo SOL, o custo diário de operações da fragata (o maior navio da Marinha, com capacidade para uma guarnição até 200 efectivos) é de cerca de 20 mil euros. Em comparação, o custo do navio hidrográfico é de metade, cerca de 10 mil euros. Tendo em conta que a fragata saiu terça-feira de Lisboa, rumo ao Funchal, e só voltará sábado ao final do dia, só a deslocação deste navio custará cerca de 100 mil euros.
O navio hidrográfico, que está a ser operado actualmente pela Estrutura de Missão de Extensão da Plataforma Continental, já se encontra na região autónoma da Madeira.
O navio patrulha oceânico, que inicialmente não estava nos planos da visita, foi chamado para transportar material de apoio logístico (como geradores) e partiu de Lisboa na segunda-feira.
O helicóptero EH101 da Força Aérea, por seu lado, faz parte do destacamento da região autónoma da Madeira.
Contactadas pelo SOL, a Marinha e a Presidência da República não quiseram comentar os custos da visita. Fonte oficial de Belém sublinha que “o Presidente está no exercício das suas funções” e que esta é uma visita “programada há muito tempo”.
Segundo nota da Presidência, Cavaco Silva visita as Selvagens, “por ocasião do 50º aniversário da primeira expedição científica às Ilhas Selvagens, a fim de sublinhar a importância das suas dimensões científica, ambiental e estratégica”.
Os anteriores Presidentes, Jorge Sampaio e Mário Soares, também se deslocaram a este sub-arquipélago atlântico (o ponto mais a sul do território nacional), bem como uma delegação da Assembleia da República, chefiada por Jaime Gama, em 2009.

Fonte: Sol
 

Podia ser mais barato, é verdade, mas estas viagens são essenciais para garantir a soberania portuguesa das ilhas, porque sabe-se bem que Espanha já as cobiçou como suas...

Deixei passar um dia para ver se obtinha resposta, mas parece que não... (Agreste)
 
Mas nenhum tipo de regime governativo tem legitimidade para tal sem que seja a força política mais votada por sufrágio. E esse, tenho muita pena, é caso do PSD.

Caro Pedro, segundo a nossa Lei Fundamental, ou Constituição da Républica Portuguesa, o governo é nomeado pelo Presidente da Républica, tendo em conta o resultado das eleições e após audição dos partidos. A escolha do governo não é obrigatória ser baseada em prol de eleições embora o devesse ser.

No entanto em caso de caos politico como é o caso, qualquer um deles que mostre capacidade o pode ser desde que o Presidente da Républica o entenda. Daí que entendimentos à esquerda ou direita podem muito bem surgir nesta altura.
 
Caro Pedro, segundo a nossa Lei Fundamental, ou Constituição da Républica Portuguesa, o governo é nomeado pelo Presidente da Républica, tendo em conta o resultado das eleições e após audição dos partidos. A escolha do governo não é obrigatória ser baseada em prol de eleições embora o devesse ser.

No entanto em caso de caos politico como é o caso, qualquer um deles que mostre capacidade o pode ser desde que o Presidente da Républica o entenda. Daí que entendimentos à esquerda ou direita podem muito bem surgir nesta altura.

Não acho bem, e decerto que 99% dos portugueses não sabe disso...:unsure:
 
Caro Pedro, segundo a nossa Lei Fundamental, ou Constituição da Républica Portuguesa, o governo é nomeado pelo Presidente da Républica, tendo em conta o resultado das eleições e após audição dos partidos. A escolha do governo não é obrigatória ser baseada em prol de eleições embora o devesse ser.

No entanto em caso de caos politico como é o caso, qualquer um deles que mostre capacidade o pode ser desde que o Presidente da Républica o entenda. Daí que entendimentos à esquerda ou direita podem muito bem surgir nesta altura.

O governo indigitado pelo PR tem que apresentar um programa de governo na Assembleia da República. Caso este programa seja rejeitado pela AR, o governo cai. Com a actual composição da AR, é impossível que um programa de governo que tenha a concordância de PS, CDU e BE seja aprovado. Portanto, sem eleições, um governo com os 3 partidos de esquerda duraria poucas horas.
 
O governo indigitado pelo PR tem que apresentar um programa de governo na Assembleia da República. Caso este programa seja rejeitado pela AR, o governo cai. Com a actual composição da AR, é impossível que um programa de governo que tenha a concordância de PS, CDU e BE seja aprovado. Portanto, sem eleições, um governo com os 3 partidos de esquerda duraria poucas horas.

Daí os tais entendimentos, formar maiorias para não estarem expostos a moções de censura e à passagem do programa de governo. Não quer dizer que seja o caso, caso haja eleições duvido que alguém ganhe com maioria. Por isso é imperativo estabelecerem acordos.
 
Daí os tais entendimentos, formar maiorias para não estarem expostos a moções de censura e à passagem do programa de governo. Não quer dizer que seja o caso, caso haja eleições duvido que alguém ganhe com maioria. Por isso é imperativo estabelecerem acordos.

Claro, mas certamente que concordas que uma eventual coligação PS+CDU+BE, não representando metade dos deputados eleitos nesta legislatura, não tem qualquer condição para formar governo. Nunca o CDS e o PSD aprovariam um programa de governo com a base programática da CDU e do BE.
 
Isso do entendimento à esquerda não existe, o PCP e BE não servem para nada, nunca serão solução de nada pois não faz parte do DNA deles, são partidos "revolucionários" que só sobrevivem devido à demagogia e aldrabice sem qualquer ligação à realidade.

A extrema-esquerda está apenas a entalar o PS, divertindo-se com o facto do PS como um partido essencial e supostamente responsável da democracia entrar em constante contradição no discurso demagógico que apresenta actualmente, quase cópia do da extrema-esquerda.

A própria moção do PEV não é contra o governo, é apenas para o PS. Recorde-se que o próprio PEV não é um partido, é uma aberração da democracia, uma entidade virtual que nunca foi a eleições usada pelo PCP para estas e outras circunstâncias e sacar mais dinheiro e tempo de antena do Estado.

Continuam todos a brincar com o país e a tratar da vidinha deles (votos nas próximas eleições). Os partidos nacionais arriscam-se a que apareça algum palhaço versão tuga que amealhe muitos votos nas próximas eleições. Se for minimamente inteligente, pode até ganhá-las.

Isto das reuniões não serve para nada, só lá vai com eleições, o PS ganha sem maioria, e aí é que nascerá o suposto governo de salvação "nacional". Será o PS no futuro a pedir a própria reforma constitucional para reformar o Estado e cortar fortemente na despesa pública. Se não cortarem, restará o default, poupar nos juros mas ter que viver sem crédito, viver sem défices e sair do Euro e empobrecer via inflação. É de resto essa a milagrosa solução da extrema-esquerda para o futuro.



Vince se bem tem recordas foi o próprio PS nos primeiros anos de Sócrates que tentou algumas reformas, o António Costa deu uma entrevista a defender a extinção de concelhos, o Ministro da Saúde encerrou urgências e maternidades, e creio que só não avançou com a exclusividade dos médicos no SNS por haver faltas de médicos, creio também que mexeram naquela regra de reformarem-se x funcionários mas entrarem apenas y, a Ministra da Educação avançou com a avaliação dos professores, e concordava com essa avaliação mas não com o modelo proposto, pois muitos professores cometem abusos muito graves. Nessa altura houve contestação forte dos lobbies mas as sondagens estavam boas para o PS e só começou a queda quando surgiram os escândalos de Sócrates. Como sabes o ímpeto reformista foi sol de pouca dura pois rapidamente vieram as PPP's, estudos para obras públicas e afins, e o Estado paralelo engordou ainda mais. Sei também por fontes internas que havia boas reformas preparadas para o Superior que só não avançaram porque o PS depois caiu, mas eram reformas boas que iriam mexer com lobbies. Portanto não me admira que o PS de Seguro volte atrás e faça os cortes que agora rejeita. Eleições ou governo de iniciativa presidencial são a melhor solução e não esta palhaçada promovida pelo PR.
 
Foi de mim ou o Tozé Seguro já é primeiro ministro ? É que pela forma como falou e lavou as mãos do acordo entre os partidos parecia alguém com muito poder, aquela discurso fez-me lembrar algum chefe de estado importante. Já não é a primeira vez que fico com a impressão que é o PS que manda, ou acha que está no poder.

Nunca o humor esteve tão certo.

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As eleições neste momento têm um contra, não sairá nenhum governo com maioria e o pântano político irá manter-se. Serão acordos fragilizados e a prazo. O melhor será aguentar-se esta pseudo-coligação com os seus falhanços e equívocos políticos. Deixar queimá-los um pouco mais, para depois em eleições se conseguir uma maioria absoluta e que possa governar.
"Por vezes é melhor dar um passo atrás para depois se dar dois em frente ". (Lenine, 1918)
 
muito sinceramente não vejo o Seguro como 1º,será mais do mesmo.
o ideal era termos uma sociedade capaz de criar um movimento politico-social de esquerda para ir a eleições e marcar uma posição politica.
na Grécia foi essa acção politica que conseguiu resolver problemas que antes não tinham resposta.
Por aqui parece que vamos continuar a levar do mesmo e a dar assento aos amigos

o Louçã(não sou seu seguidor mas aprecio a sua inteligência) disse na sicN que estas propostas não são para ser levadas a sério, e considerou que ambas representam seguros de vida dos partidos para o caso das negociações falharem - isto é, as verdadeiras propostas não foram estas - caso contrário seria incompreensível a posição de Mário Soares por exemplo.
 
muito sinceramente não vejo o Seguro como 1º,será mais do mesmo.
o ideal era termos uma sociedade capaz de criar um movimento politico-social de esquerda para ir a eleições e marcar uma posição politica.
na Grécia foi essa acção politica que conseguiu resolver problemas que antes não tinham resposta.
Por aqui parece que vamos continuar a levar do mesmo e a dar assento aos amigos

A Grécia não tem conseguido resolver muitos problemas. E se te referes ao Syriza, foi o primeiro partido, logo após as eleições, a descartar-se da resolução de problemas, ao afirmar que não entraria no governo (ficaria na oposição, continuando a capitalizar os votos do descontentamento).

caso contrário seria incompreensível a posição de Mário Soares por exemplo.

Há muito tempo que as posições do Mário Soares só são compreensíveis no âmbito de um problema de demência senil, que costuma afectar pessoas com mais idade. Incompreensível mesmo é que lhe dêem tempo de antena na comunicação social.

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A declaração de ontem de António José Seguro seria de rir às gargalhadas, se não fosse um assunto sério. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso sabe que:

1 - As propostas apresentadas por Seguro são, na sua esmagadora maioria, fantasiosas e impossíveis de cumprir;
2 - Mesmo que fossem possíveis de cumprir, quando Seguro fosse PM não faria nada daquilo que propôs;
3 - Se, por estar afectado por um estado de insanidade mental grave, tentar pôr em prática algumas das medidas que referiu, as instituições internacionais que financiam o nosso regabofe "fechariam a torneira". Seria interessante ver Seguro a governar com défice zero.

E não deixa de ser curioso verificar que o PS levou umas largas dezenas de propostas irrealizáveis para a negociação com o PSD e o CDS, e segundo se percebeu das palavras de Seguro, não queria abdicar de nenhuma delas. Para o PS a palavra "negociação" significa impor as suas próprias ideias.

Há uns tempos alguém postou um texto a relacionar a postura do PS com crianças mimadas. O PS é uma criança mimada. Paulo Portas também. Os partidos da extrema-esquerda são crianças alucinadas. As bases do PSD, com medo de perderem os doces (autarquias) choram baba e ranho. O estado mental do Presidente da República aproxima-se paulatinamente do estado mental de Mário Soares. Por incrível que pareça, e para grande surpresa minha, o único resquício de bom senso ainda vem de Pedro Passos Coelho.
 
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