O Estado do País

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A constituição da república, compõe-se de um conjunto de leis criadas para garantir um conjunto de direitos e deveres para os cidadãos e seu governo, é um tratado de democracia.

Porém foi escrito para garantir um estado social, mesmo que insustentável. Além de conter coisas completamente obsoletas.. E foi escrito de tal forma, que tem de ser interpretada pelo tribunal constitucional.

Outra coisa que podemos afirmar é que foi escrita, tendo em conta um país com moeda própria, e isto é muito importante dizer-se e pensar um pouco:

O mesmo tribunal que impede que haja cortes, ora porque não garantem igualdade (apesar dos cortes pretenderem atingir a igualdade de regimes diferentes), ora porque não garantem o princípio da confiança (apesar de se viver na insustentabilidade, e apesar do mesmo conceito ser diferente consoante o regime), é ao fim de contas o mesmo tribunal que nada tem a dizer num país com moeda própria e que a faz desvalorizar até ao tutano, gerando cortes e despedimentos generalizados!

Então a desvalorização da moeda é constitucional, e a tomada de medidas que tornem o país sustentável e competitivo é inconstitucional??
 
o tribunal constitucional também deveria de ouvir os parceiros sociais
para um melhor julgamento
mas também não posso deixar de referir que se acabarem com esse tribunal qualquer dia andamos a trabalhar por um prato de sopa
 
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Sócrates sem inclinação para "voltar a depender do favor popular"
O ex-primeiro-ministro José Sócrates disse em entrevista publicada hoje pelo Expresso, que não pretende voltar a depender do "favor popular", em resposta a uma questão sobre as próximas presidenciais, embora se defina como "um homem de ação".

"Não sinto nenhuma inclinação para voltar a depender do favor popular. Embora seja mais um homem da ação que da vida contemplativa que tive nestes dois anos, que não é o que sei fazer", afirmou o ex-líder socialista, que disse só saber viver em "determinação" e "contingência".

Sócrates voltou a justificar o regresso ao comentário político por estar a ser "atacado sem defesa", depois de se ter fixado em Paris para estudar quando perdeu as legislativas em 2011: "Nem sabia que existiam vidas tão boas."

Na entrevista, o atual comentador político recordou o período que antecedeu o pedido de assistência financeira internacional, insistindo que o Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) IV podia tê-la evitado, "mas os filhos da mãe da direita em Portugal deram cabo de uma solução apenas para ganharem uma eleição".

Sócrates descreveu um encontro, no início de 2011 em Berlim, com a chanceler alemã, juntamente com o "estupor" do ministro das Finanças, Wolgang Shäuble, que "todos os dias punha notícias nos jornais" contra Portugal, e citou Angela Merkel a dizer que era "a única na Alemanha” que achava que Lisboa não precisava de ajuda.

"[Durão] Barroso esteve sempre do nosso lado" e “defendeu Portugal, foi um patriota", lembrou o socialista, referindo que muito do que se construiu no PEC IV foi com o presidente da Comissão Europeia. "Regresso de Berlim e acho que temos isto feito", acrescentou.

O ex-chefe de Governo mencionou um encontro, após a reunião em Berlim com o então líder do PSD, Pedro Passos Coelho, "para lhe dar conta da situação" e dizer que urgia salvar Portugal.

Ao ser confrontado na entrevista com a questão de que Passos Coelho sempre disse que não sabia de nada, Sócrates respondeu que ele "mentiu e deixou que outras pessoas mentissem".

O Presidente da República também foi visado na entrevista ao Expresso: "Fizeram-me uma malandrice. Pensada a partir de Belém. Foi o momento escolhido para dar cabo do Governo, criar uma crise política e levar-nos a assinar o memorando. Resisti o mais que pude, mas a realidade impôs-se."

Sócrates referiu-se também à nacionalização do BPN, dizendo que inicialmente "não sabia o que aquilo era" mas depois considerou que o "risco sistémico era real e "[o ministro das Finanças] Teixeira dos Santos estava apavorado com esse risco e uma corrida aos bancos".

"Arrependermo-nos é errarmos duas vezes. Posso ser ingénuo, mas nunca me ocorreu que aquilo fosse o que foi", declarou Sócrates ao Expresso, reiterando que o seu erro foi, em 2009, "ter aceite um governo minoritário".

"Custou-me os olhos da cara pedir ajuda. A alternativa era o "default". Assinei. O que é que podia fazer? Já ninguém lá fora dava nada por nós. Foi o que a direita quis, obrigar a pedir a ajuda e o PS assinar o memorando", afirmou. "Ficou como a minha pedra no sapato."

Sócrates comentou a sua disputa com Manuel Alegre no PS, considerando que é "um engano" pensar que o histórico socialista é mais de esquerda do que ele, e disse que é o "chefe democrática que a direita sempre quis ter", embora as suas características que "a direita acha que são de direita não são".

O ex-líder socialista lança o seu livro "A Confiança no Mundo", na quarta-feira em Lisboa, que resulta da sua dissertação em 2013 no Institut d'Études de Paris para o grau de Mestre em Teoria Política.

O livro, que será apresentado pelo ex-Presidente brasileiro Lula da Silva, "talvez o melhor amigo dos tempos da ação política", dedica-se ao tema da tortura, e foi escolhido por Sócrates após se confrontar com a prática de violação de direitos humanos para efeitos de confissão pelos Estados Unidos.

"Uma das razões porque escrevi este livro foi porque senti que os Estados Unidos enganaram muitos dos seus aliados", afirmou na entrevista o político socialista, mantendo que nunca teve provas da passagem de suspeitos terroristas na base das Lajes, a caminho da prisão de Guantánamo, e criticando a prática de assassínios seletivos pela administração de Barack Obama.

Embora enquadrada numa reflexão sobre o Estado e a democracia, Sócrates disse que "a responsabilidade de um político perante a comunidade que o elegeu é o respeito pela Constituição e da lei".

"A partir do momento em que um traste de um político invoca a razão de Estado para pôr em causa a Constituição e a lei, ele atravessa a minha linha vermelha. Ele não está a defender o estado, está a matá-lo!", concluiu.
http://www.ionline.pt/artigos/portug...-favor-popular





em relação ao Pedro Passos Coelho ter sido informado do PEC, vai no sentido de algo que ontem disseram num documentário do Odisseia sobre a crise em Portugal. Em que diziam que tudo sobre o resgate tinha sido conversado entre os três partidos (CDS, PSD e PS) e que os dois últimos depois tinham feito de conta que não sabiam nada. Assim Pedro Passos Coelho sabia bem que aquilo que prometia em campanha eleitoral era inexequível...

 
Editado por um moderador:
A constituição da república, compõe-se de um conjunto de leis criadas para garantir um conjunto de direitos e deveres para os cidadãos e seu governo, é um tratado de democracia.

Porém foi escrito para garantir um estado social, mesmo que insustentável. Além de conter coisas completamente obsoletas.. E foi escrito de tal forma, que tem de ser interpretada pelo tribunal constitucional.

Outra coisa que podemos afirmar é que foi escrita, tendo em conta um país com moeda própria, e isto é muito importante dizer-se e pensar um pouco:

O mesmo tribunal que impede que haja cortes, ora porque não garantem igualdade (apesar dos cortes pretenderem atingir a igualdade de regimes diferentes), ora porque não garantem o princípio da confiança (apesar de se viver na insustentabilidade, e apesar do mesmo conceito ser diferente consoante o regime), é ao fim de contas o mesmo tribunal que nada tem a dizer num país com moeda própria e que a faz desvalorizar até ao tutano, gerando cortes e despedimentos generalizados!

Então a desvalorização da moeda é constitucional, e a tomada de medidas que tornem o país sustentável e competitivo é inconstitucional??

Quem dá com uma mão tira com a outra. Que classe média havia antes do 25 de Abril? Quem construiu a que surgiu depois? Como surgiu? Em que áreas? Pois...
 
O Doutor Bambo
O doente está com cancro, diagnosticado tarde e más horas. O paciente não quis saber de tratamento até os sintomas se fazerem sentir com força. O tratamento teve que começar à bruta, quando o doente desmaiou a caminho do hospital. Desde essa altura, perdeu o cabelo todo, deixou de sentir a mão esquerda e anda agarrado às máquinas. É difícil distinguir o que são os efeitos do tratamento dos efeitos da doença não tratada. Não é certo que sobreviva.
A dona Fátima organiza um debate. Para alimentar o debate, monta-se um desfile de familiares do doente. Os familiares estão tristes por o doente já não parecer a mesma pessoa, pela deterioração do seu estado de saúde e da sua capacidade física. O filho queixa-se que a mesada baixou, o irmão que já não tem um amigo para ir para os copos e a mulher de ter que arcar com todas as responsabilidades domésticas. Todos eles concluem o mesmo: gostavam bastante mais do doente antes de ele ter desmaiado à porta do hospital e começado o tratamento. A culpa dizem, é dos médicos, que ele nos dias antes do tratamento ainda ia para os copos e ajudava lá em casa. A dona Fátima convida para o debate um médico e o Dr Bambo. O médico é insultado, culpado pela deterioração das capacidades físicas do doente, mas a única resposta que pode dar é de que a alternativa é deixar o doente morrer. O médico sabe que, mesmo com o tratamento, o doente pode acabar por morrer e ele arcar com as culpas, mas prefere tentar. Do outro lado o Dr Bambo ouve e simpatiza com as pessoas, está do seu lado. Segundo o Dr Bambo, o que os médicos estão a fazer, retirar o doente do convívio da família, é frio e desumano. O Dr Bambo diz que é possível curar o doente sem o obrigar a passar pelas dores do tratamento. O Dr Bambo acredita no efeito do pensamento positivo, que se o doente voltar para os copos com os amigos, o cancro curar-se-à por si mesmo. Um chá de asas de morcego teria bastado, diz ele, perante o aplauso da família. A família gosta do Dr Bambo. O Dr Bambo é um covarde irresponsável.

http://montanhadesisifo.wordpress.com/2013/10/22/o-doutor-bambo/

Adorável.
 
Depois de uma série de cortes, depois de uma série de trapalhadas e atropelos aos direitos mais básicos dos portugueses, depois de uma caça às bruxas quase apelidando alguns portugueses de preguiçosos e improdutivos, depois de convites a emigrar, depois de arrufos de comadres coligadas (parceiros coligação), depois de muitas asneiras contínuas, o resultado ou balanço da governança do nosso (des)governo apadrinhado pelo sr. Presidente da Républica foi este:

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Fonte da Noticia: http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO284359.html
 
O Carlos Pinto é um democrata, não sabemos onde vota mas sabemos que não vota no partido comunista.

«Os partidos corruptos do centro farão sempre aquilo que acharem que lhes garante mais votos»

«são os comunistas, através do domínio da rua, que manipulam essa percepção.»

«À falta de poder democrático, os partidos corruptos do centro farão sempre aquilo que acharem que lhes garante mais votos»

«mas os comunistas dominam o maior lóbi do país, a função pública, e têm, através desse domínio, impedido qualquer reforma, contribuindo como ninguém para o empobrecimento do país.»

«Os partidos corruptos do centro podem dominar o espaço governativo»

«mas são eles, os comunistas, que mais influenciam as políticas.»

«Os partidos corruptos do centro farão sempre aquilo que acharem que lhes garante mais votos»

«Eles são acima de tudo uma seita que acredita nos benefícios da sua ideologia totalitária.»

«Os partidos corruptos do centro podem dominar o espaço governativo»

«Eles andam aí, prontos a aproveitar uma crise no sistema para atacar, prontos para utilizar a insatisfação em relação ao sistema que minaram por dentro durante anos para nos imporem a solução final de Cuba ou da Coreia do Norte.»

«Os partidos corruptos do centro farão sempre aquilo que acharem que lhes garante mais votos»

«É importante não baixar as defesas: o perigo do totalitarismo e escravidão comunistas não desapareceu.»

O Carlos Pinto escreve em mais blogues mas o Montanha de Sísifo acima citado é o seu blogue e lá podemos escavar este tipo de conclusões.
 
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O Carlos Pinto é um democrata, não sabemos onde vota mas sabemos que não vota no partido comunista.

Convém enquadrar o post, que foi escrito em resposta a uma barbaridade escrita pelo deputado comunista Miguel Tiago. Está escrita alguma mentira?

Ao contrário do resto do Mundo ocidental, Portugal é um bom local para ser comunista. Talvez porque, à excepção do período 74-75, Portugal tem estado sempre distante do perigo comunista. Chegavam-nos histórias da União Soviética, mas que eram demasiado longínquas para criar as defesas em relação ao comunismo que foram criadas noutras zonas da Europa. Os comunistas, ao contrário dos seu congéneres totalitários de extrema direita, fazem parte do sistema. A ausência prolongada de cargos governativos permitiu-lhes ainda excluir-se de qualquer decisão difícil: os comunistas são sempre o polícia bom do parlamento que exige salários e pensões mais altas, mais redistribuição, mais emprego público, mais dinheiro para a cultura e cada um dos lóbis eleitorais, mas com a possibilidade de se esconder na altura de assumir os custos dessas exigências.
Eles podem sobreviver como partido longe do governo porque tal não os afasta dos tachos necessários à sobrevivência no sistema partidário. Os comunistas beneficiam do tipo de tachos que qualquer partido aspiraria a ter: tachos permanentes não sujeitos ao escrutínio democrático. São os tachos nos sindicatos, em empresas Municipais e associações de “cidadãos” (tudo pago com dinheiro público). Eles não têm votos, mas com uma presença desproporcional nos meios de comunicação social influenciam as decisões políticas ao manipular a opinião pública e, acima de tudo, ao manipular a percepção do que é a opinião pública. Eles não têm votos, mas, tal como no PREC, dominam as manifestações de rua, fazendo crer a muitos (até aos partidos rivais) que a opinião pública quer aquilo que eles acham que deveria querer. Os partidos corruptos do centro farão sempre aquilo que acharem que lhes garante mais votos e são os comunistas, através do domínio da rua, que manipulam essa percepção. À falta de poder democrático, os comunistas dominam o maior lóbi do país, a função pública, e têm, através desse domínio, impedido qualquer reforma, contribuindo como ninguém para o empobrecimento do país. Os partidos corruptos do centro podem dominar o espaço governativo, mas são eles, os comunistas, que mais influenciam as políticas.
Mas que não se iludam aqueles que pensam que os comunistas tendo tanto a ganhar com o sistema actual, não deitariam tudo a perder em nome da ideologia. Eles são acima de tudo uma seita que acredita nos benefícios da sua ideologia totalitária, apesar de todas as evidências em contrário. Não se deixem iludir pela fachada democrática que assumem durante tempos mais serenos. Eles andam aí, prontos a aproveitar uma crise no sistema para atacar, prontos para utilizar a insatisfação em relação ao sistema que minaram por dentro durante anos para nos imporem a solução final de Cuba ou da Coreia do Norte. Não se iludam aqueles que pensam que bastava esperar que os velhos líderes morressem: há aí uma nova geração de Miguel Tiagos, criada entre as seringas da Festa do Avante, pronta a assaltar o país. É importante não baixar as defesas: o perigo do totalitarismo e escravidão comunistas não desapareceu.

http://montanhadesisifo.wordpress.com/2013/07/15/perigo-eminente/
 
Depois de uma série de cortes, depois de uma série de trapalhadas e atropelos aos direitos mais básicos dos portugueses, depois de uma caça às bruxas quase apelidando alguns portugueses de preguiçosos e improdutivos, depois de convites a emigrar, depois de arrufos de comadres coligadas (parceiros coligação), depois de muitas asneiras contínuas, o resultado ou balanço da governança do nosso (des)governo apadrinhado pelo sr. Presidente da Républica foi este:


Fonte da Noticia: http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO284359.html

... e depois de um chumbo do Tribunal Constitucional.
 
Convém enquadrar o post, que foi escrito em resposta a uma barbaridade escrita pelo deputado comunista Miguel Tiago. Está escrita alguma mentira?

Citação:
Ao contrário do resto do Mundo ocidental, Portugal é um bom local para ser comunista. Talvez porque, à excepção do período 74-75, Portugal tem estado sempre distante do perigo comunista. Chegavam-nos histórias da União Soviética, mas que eram demasiado longínquas para criar as defesas em relação ao comunismo que foram criadas noutras zonas da Europa. Os comunistas, ao contrário dos seu congéneres totalitários de extrema direita, fazem parte do sistema. A ausência prolongada de cargos governativos permitiu-lhes ainda excluir-se de qualquer decisão difícil: os comunistas são sempre o polícia bom do parlamento que exige salários e pensões mais altas, mais redistribuição, mais emprego público, mais dinheiro para a cultura e cada um dos lóbis eleitorais, mas com a possibilidade de se esconder na altura de assumir os custos dessas exigências.
Eles podem sobreviver como partido longe do governo porque tal não os afasta dos tachos necessários à sobrevivência no sistema partidário. Os comunistas beneficiam do tipo de tachos que qualquer partido aspiraria a ter: tachos permanentes não sujeitos ao escrutínio democrático. São os tachos nos sindicatos, em empresas Municipais e associações de “cidadãos” (tudo pago com dinheiro público). Eles não têm votos, mas com uma presença desproporcional nos meios de comunicação social influenciam as decisões políticas ao manipular a opinião pública e, acima de tudo, ao manipular a percepção do que é a opinião pública. Eles não têm votos, mas, tal como no PREC, dominam as manifestações de rua, fazendo crer a muitos (até aos partidos rivais) que a opinião pública quer aquilo que eles acham que deveria querer. Os partidos corruptos do centro farão sempre aquilo que acharem que lhes garante mais votos e são os comunistas, através do domínio da rua, que manipulam essa percepção. À falta de poder democrático, os comunistas dominam o maior lóbi do país, a função pública, e têm, através desse domínio, impedido qualquer reforma, contribuindo como ninguém para o empobrecimento do país. Os partidos corruptos do centro podem dominar o espaço governativo, mas são eles, os comunistas, que mais influenciam as políticas.
Mas que não se iludam aqueles que pensam que os comunistas tendo tanto a ganhar com o sistema actual, não deitariam tudo a perder em nome da ideologia. Eles são acima de tudo uma seita que acredita nos benefícios da sua ideologia totalitária, apesar de todas as evidências em contrário. Não se deixem iludir pela fachada democrática que assumem durante tempos mais serenos. Eles andam aí, prontos a aproveitar uma crise no sistema para atacar, prontos para utilizar a insatisfação em relação ao sistema que minaram por dentro durante anos para nos imporem a solução final de Cuba ou da Coreia do Norte. Não se iludam aqueles que pensam que bastava esperar que os velhos líderes morressem: há aí uma nova geração de Miguel Tiagos, criada entre as seringas da Festa do Avante, pronta a assaltar o país. É importante não baixar as defesas: o perigo do totalitarismo e escravidão comunistas não desapareceu.

http://montanhadesisifo.wordpress.com/2013/07/15/perigo-eminente/

De facto não vejo nenhuma mentira, de um lado os que querem utilizar um cargo "para terem êxito no privado" e de outro os que querem procuram um cargo "para terem profissão".
 
Convém enquadrar o post, que foi escrito em resposta a uma barbaridade escrita pelo deputado comunista Miguel Tiago. Está escrita alguma mentira?

http://montanhadesisifo.wordpress.com/2013/07/15/perigo-eminente/

Eu acredito claramente no que lá está escrito. O Carlos Pinto prefere votar em partidos corruptos do que votar em partidos comunistas. Eu levo o Carlos Pinto a sério, acho que é a mentalidade de muita gente. É melhor votar em partidos corruptos do que em partidos comunistas. Por causa de Cuba e da Coreia do Norte mais vale entregar o poder aos corruptos... alguma coisa nos há-de calhar a nós.

A questão é simples: não se discutem nem salários nem pensões por causa da urgência orçamental. Porém, as taxas ao capital nas empresas da energia é motivo de todo o tipo de reuniões e simpatias. Nós percebemos tudo, percebemos quem é que manda. Afinal os comunistas são donos do maior grupo de interesses que é a função pública. Os comunistas bloqueiam tudo.

O ministro do Ambiente e da Energia, Jorge Moreira da Silva, vai reunir esta semana com a China Three Gorges. Em discussão estará a contribuição extraordinária para o sector energético criada no Orçamento do Estado para 2014 que já levou os maiores acionistas da EDP a enviar uma carta ao Governo português a condenar a decisão.

http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO284292.html
 
:assobio:

Mas ninguém tira a licenciatura a José Sócrates?


Quando o homem estava no retiro parisiense, a questão não era premente. Até era bonito termos um ex-pm a estudar em terras gaulesas, dava um certo ar aristocrático à nação. Era uma cena fofa, no fundo. Mas entretanto a fofice desapareceu, porque o homem regressou à pátria, pior, voltou ao centro da nossa vidinha colectiva. Agora é mesmo um imperativo categórico colocar a questão: depois do que aconteceu a Miguel Relvas, por que razão ninguém tira a licenciatura a José Sócrates? O que distingue o grau académico de Relvas do grau académico de Sócrates? Nada. Ambos foram obtidos por diversas e divertidas portas do cavalo. Se existirem diferenças, as ditas são de grau e não de natureza. Tal como Relvas, Sócrates conseguiu uma tonelada de equivalências injustificadas e ainda deu uso ao fax e ao domingo para fazer testes e para receber notas e o título de "Eng.".

Recorde-se ainda que a dimensão política do escândalo Sócrates é superior à dimensão política do escândalo Relvas. Quando fez a sua manigância académica, Relvas não ocupava cargos públicos. Sócrates, ao invés, era secretário de Estado. No tal teste de inglês conduzido pelo reitor, o perito em tortura enviou um cartão de visita oficial anexado ao exame. Mais: quatro das cadeiras foram leccionadas por António de Morais, que era assessor de outro secretário de Estado, Armando Vara, que, por sua vez, era amigo de Sócrates. Isto não era um curso, era um clube de chá guterrista. Se Relvas apresentou demissão, Sócrates devia ter apresentado uma demissão elevada ao cubo.

O ex-pm não apresentou demissão e, mais grave, ninguém vai ter a coragem para lhe retirar aquele indecoroso grau académico. Como se sabe, existe um duplo padrão moral entre nós. A esquerda gera os filhos, a direita providencia os enteados façanhudos. Como menino do PS, José Sócrates está numa categoria à parte, uma categoria que toma infusões de impunidade da mesma forma que eu tomo chá de camomila.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/mas-ninguem-tira-a-licenciatura-a-jose-socrates=f836920#ixzz2iUwcZje3


:assobio:
 
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