O Estado do País

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Mais uma boa notícia, a taxa de desemprego continua a descer e lá a esquerdalha dizer que os números devem ser falsos e blá blá blá.

Também não acredito que a taxa de desemprego esteja a descer por via de crescimento de emprego.

Deve existir um equilíbrio na relação empregos criados e destruídos, o que se pode considerar uma boa notícia.
 
Também não acredito que a taxa de desemprego esteja a descer por via de crescimento de emprego.

Deve existir um equilíbrio na relação empregos criados e destruídos, o que se pode considerar uma boa notícia.

Ainda há poucos anos os números do desemprego eram escondidos com formação profissional. Além de outros métodos menos ortodoxos, tais como enviar uma carta para casa, para se apresentar no centro de emprego e depois eliminar a inscrição no centro de emprego, caso faltasse.

Além da taxa de desemprego, seria interessante ter uma evolução em números absolutos: número de empregados vs número de desempregados, assim como a criação mensal de emprego/desemprego.
 
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O mais certo é que os estrangeiros não voltem, dadas as condições no nosso país.

Já os portugueses, talvez voltem um dia, pois lá fora também já não é como antigamente..

Aqui, no Algarve já são muito menos os croatas, romenos, ucranianos, kosovares e de outras nacionalidades do leste que vieram para cá trabalhar quando a construção estava no seu auge. Muitos deixaram lá a família e partiram para a sua terra natal e conheço alguns.

Eu conheço pelo menos 3 casos de amigos meus que partiram em busca de uma vida melhor lá fora, tinham contrato e um bom salário, tiveram lá 6 meses e regressaram porque simplesmente a realidade de lá é bem diferente da nossa e que as promessas não eram bem aquelas quando eles assinaram os contratos e simplesmente voltaram com uma mão à frente e outra a trás.

A crise é uma janela aberta de oportunidades e cada um tem que descobrir qual o seu caminho.
 
Aqui, no Algarve já são muito menos os croatas, romenos, ucranianos, kosovares e de outras nacionalidades do leste que vieram para cá trabalhar quando a construção estava no seu auge. Muitos deixaram lá a família e partiram para a sua terra natal e conheço alguns.

Eu conheço pelo menos 3 casos de amigos meus que partiram em busca de uma vida melhor lá fora, tinham contrato e um bom salário, tiveram lá 6 meses e regressaram porque simplesmente a realidade de lá é bem diferente da nossa e que as promessas não eram bem aquelas quando eles assinaram os contratos e simplesmente voltaram com uma mão à frente e outra a trás.

A crise é uma janela aberta de oportunidades e cada um tem que descobrir qual o seu caminho.

À exceção de estrangeiros oriundos de PALOP, interroguei-me sempre porque razão, vêm europeus que atravessam toda a Europa, em busca de oportunidades em Portugal! Quando pensamos emigrar, pensamos em países no eixo inglaterra/frança/alemanha/suíça/áustria/norte de itália, porque razão ainda chegavam cá estrangeiros europeus?

Nunca ninguém me soube responder..
 
Não se esqueçam que a questão do desemprego, e pelo menos eu falo por mim, quando andava a estudar também inscrevi-me no Instituto de Emprego pois precisava de um part-time para ajudar a pagar a Faculdade de algo que não fosse apenas sazonal, inscrevi-me indiquei as áreas e o regime que precisava e as propostas que tive nem lembrava ao diabo, nem o horário nem as áreas ... tanto que desisti e procurei eu mesmo até que consegui, gostei do trabalho e agora trabalho lá há muitos anos, e acaba por estar relacionado com o curso que frequentei.
Isto para dizer o quê. No IEFP temos aqueles que estudam e procuram trabalho para conciliar com os estudos, temos os que acabam o curso e procuram o 1º emprego/trabalho (são coisas completamente distintas) e temos aqueles que já tiveram o 1º/2º ou N trabalho e que recebem o subsidio de desemprego.
Temos ainda um 4º caso que é aqueles que continuam inscritos mas que não já não recebem por terem perdido o direito ao subsidio de desemprego.

Penso que a maior fatia destes casos tem a ver com aquelas pessoas que já caminham para os 50 anos, ou que já passaram dos 50 anos.

Quem dá emprego a pessoas com essa idade? Nem no café sequer .....

É preciso portanto ver que no IEFP existem aqueles que andam á procura de trabalho e quem anda á procura de emprego. É as diferenças entre um licenciado e quem fez um 9º ano.

A questão do emprego, do aumento ou diminuição ... eu pergunto quantos desses que arranjam agora emprego/trabalho não é trabalho a termo certo, ou seja a prazo ....
Nem fazem ideia das condições que são oferecidas por vezes ás pessoas, apenas porque sabem que elas precisam mesmo daquele trabalho.

Tenho um amigo que é programador, ofereçam trabalho a 50 km de casa na área dele, tinha que ir para lá, deslocações na viatura dele, almoço por conta dele ... e um salário de programador ... junior segundo eles na ordem dos 500 euros.
Acham que ele devia ter aceite, é muito fácil falar quando se está barriga ... mas quem tem dificuldades é que sabe !
 
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Estava a espera que alguém viesse a colocar um post desses.... No entanto as contas são fáceis de fazer..... as pessoas seguiram o conselho do chefe do (des)governo emigraram... O DESEMPREGO DESCEU DEVIDO AO SALDO MIGRATÓRIO DESFAVORÁVEL.... Daqui a pouco não temos cá ninguém.... Até porque é notório que com estes sortes sucessivos não há consumo, logo não há novo emprego....

A titulo de curiosidade, emigrou mais gente do que nasceu...

Fica aqui um gráfico interessante do Jornal Público:

807172

Fiquei preplexo por verificar que há gente que acredita na "palha" que os media dá a comer!

Claro que os nomes de milhares de Portugueses estão a desaparecer dos cadernos... emigraram!!! E o mais grave de tudo é que se trata da geração mais bem preparada que este país jamais teve... e jamais voltarão...
 
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A notícia já tem alguns dias, mas fica uma prova quee de facto o poder autárquico pouco tem a ver com aquilo que é a política nacional (assunto que foi aqui largamente debatido há tempos...)

A CDU de Loures assumiu nesta segunda-feira a existência de “um acordo de princípio” de governação com o PSD que passa pela entrega de pelouros aos sociais-democratas, com o objectivo de “encontrar soluções para a estabilidade na gestão da câmara” agora presidida pelo comunista Bernardino Soares. Em comunicado, a CDU acrescenta que tal “não prejudica” a aplicação do seu programa, opções e prioridades, “nem a posição da CDU em relação à política do Governo em geral”.

O social-democrata Fernando Costa, eleito vereador pela coligaçãoLoures Sabe Mudar, disse nesta segunda-feira que vai assumir o pelouro dos Serviços Jurídicos no executivo municipal liderado pelo antigo líder parlamentar do PCP, depois de ter sido estabelecido “um acordo de princípio” com a CDU. Nas eleições de 29 de Setembro, a coligação PCP-PEV elegeu cinco vereadores, o PS quatro e o PSD dois.

“Há muitos pontos em comum nos dois programas autárquicos e isso facilitou o acordo. Tanto a coligação Loures Sabe Mudar como a CDU defendem uma gestão mais rigorosa e uma redução dos impostos municipais”, justificou o vereador Fernando Costa. O rigor nas contas municipais foi, de resto, a prioridade apontada pelo novo presidente da câmara, Bernardino Soares, no discurso de tomada de posse, na semana passada.

Da coligação Loures Sabe Mudar, que integrou, além do PSD, o Movimento Partido da Terra e o Partido Popular Monárquico, irá também assumir pelouros o vereador social-democrata Nuno Botelho, que ficará com as áreas do Turismo, Polícia Municipal, coordenação do Contrato Local de Segurança e serviços do veterinário municipal.

PS sondado
Em comunicado divulgado ao final da tarde desta segunda-feira, a CDU de Loures sublinha que também encetou contactos com o PS, “visando a sua participação na gestão da câmara e procurando soluções que, tendo em conta a situação de maioria relativa, assegurassem o regular funcionamento da autarquia”. Segundo a coligação, o partido recusou “a proposta concreta de responsabilidades que lhe foi apresentada” e apresentou uma outra, que Bernardino Soares não aceitou.

“Tratava-se de uma contraproposta que, ao propor a atribuição ao PS de importantes áreas na gestão da câmara, não corresponderia, a ser aceite, à vontade de mudança expressa pela população de Loures”, continua a CDU, defendendo que os eleitores do concelho “não compreenderiam que fossem atribuídas ao PS elevadas responsabilidades nalgumas das mais importantes áreas do governo do município”.

Já o PS, que elegeu quatro vereadores, alega que a proposta feita pela CDU “não respeitava” o partido. Ricardo Leão, presidente da concelhia do PS e vereador da Câmara de Loures, disse ao PÚBLICO que aquilo que Bernardino Soares ofereceu ao partido foi a entrega de um pelouro (o da coordenação do Contrato Local de Segurança) a apenas um vereador, que ficaria na autarquia a meio-tempo.

Ricardo Leão acrescenta que a contraproposta do seu partido foi feita “em analogia” com o que ocorreu em 2001, quando o PS conquistou a presidência da autarquia à CDU, e lhe entregou áreas como a habitação e o ambiente, além de lugares na administração dos serviços municipalizados de Loures e da Parque Expo.

O presidente da concelhia de Loures do PS critica duramente Bernardino Soares pela entrega de pelouros ao PSD. “É um candidato de âmbito nacional que durante 18 anos teve na Assembleia da República um discurso político intenso contra a política de direita. Esta colagem ao PSD não lhe fica bem”, acusa. “É no mínimo muito estranho e demonstra uma falta de coerência tremenda”, conclui Ricardo Leão.

No comunicado emitido esta segunda-feira, a CDU de Loures desvaloriza as críticas dos socialistas. O entendimento com o PSD, diz a coligação, “mantém na responsabilidade directa da CDU as principais responsabilidades da câmara e dos SMAS [Serviços Municipalizados de Água e Saneamento] e não prejudica em nenhum aspecto nem a aplicação do programa da CDU e das suas opções e prioridades, nem a posição da CDU e da câmara em relação à política do Governo em geral e, em concreto, no que diz respeito às autarquias locais e aos interesses do concelho”.

Bernardino Soares, antigo líder de bancada do PCP no parlamento, venceu as eleições autárquicas de Setembro em Loures com 34,74% dos votos, longe, portanto, da maioria absoluta.

In Público
 
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Regressando à campanha eleitoral de Loures.

«A Cidade e Freguesia de Loures há muito que sentem a acção negativa da orientação do PS na Câmara Municipal, no que respeita ao Urbanismo.

Continua a polémica, e o desagrado da população da Cidade, face ao gigantismo do edifício em construção, na Rua da República, em frente ao campo desportivo do Sportivo de Loures e à Escola Secundária José Afonso.

É um edifício descomunal, que rompe com toda a linha arquitetónica e com a orientação urbana de toda a Cidade de Loures.

Poderão ter sido respeitados os limites legais de construção - o que falta provar - mas o que não deixa dúvidas, é que a Câmara Municipal deu, ao urbanizador, todas as possibilidades de levar a construção até ao limite da rentabilidade, contra a defesa de valores urbanos e a memória da Cidade.

Inquirido, pela CDU em reunião da Assembleia Municipal sobre a questão, o vereador responsável pelo Pelouro e vice Presidente da Câmara Municipal, João pedro Domingues, o melhor que soube responder, foi que "retiradas as protecções, com a obra concluída, toda a gente verá que está tudo bem"!!!

Mas infelizmente para a população da Freguesia este não é o único crime urbanístico cometido pelo PS na Cidade e na Freguesia.

Basta olharmos para a urbanização gigante que está construída na ex-mata do Barro, que envolveu o abate de muitas árvores de espécie protegida, ou a Urbanização da Quinta do Covão, a qual foi em parte implementada à custa de áreas de cedência disponibilizadas pelos proprietários do Bairro Vitória.

Falta ainda ver o crime urbanístico maior, já aprovado, que, colocará um "infantado" nas Almoínhas, Loures.

Não esquecendo a própria Urbanização do Infantado que cresceu desmesuradamente, com a aprovação do PS, o que constitui não só um desastre ambiental como urbanístico, cujas consequências na impermiabilização dos solos estão à vista, tendo contribuído para o desgaste do viaduto da autoestrada com a necessidade de desviar o trânsito de pesados para o interior da Cidade de Loures, o que conduziu a uma perda da qualidade de vida da população durante mais de 2 anos.

Verificamos asim um fio condutor na orientação definida pelo executivo PS, no sentido de maximizar ganhos dos promotores imobiliários, deixando para segundo plano as responsabilidades de zelar por um urbanismo regulado, ambientalmente integrado que tenha como objectivo último o bem-estar da população.

Perde a Cidade de Loures, perdem as localidades da Freguesia, perdemos todos nós os que vivemos e gostamos de Loures razão pela qual a CDU continuará a denunciar e lutar contra estas medidas.»
 
E Espanha renova mínimos de 2011, baixou hoje da fasquia dos 4% a 10 anos no mercado secundário de dívida pública, quanto a Portugal, a Grécia tá quase a apanhar-nos! Nem os mercados acreditam!
Espanha: 2013-11-01 3,99%
Alemanha: 2013-11-01 1,69%
Reino Unido: 2013-11-01 2,65%
França: 2013-11-01 2,23%
Italia: 2013-11-01 4,09%
Portugal: 2013-11-01 6,14%
Grécia: 2013-11-01 8,28%
 
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Vendas de carros novos crescem 24% em Outubro

Renault, Volkswagen, Peugeot, BMW e Mercedes continuam a ser as marcas mais vendidas.

As vendas de carros novos em Portugal mantém a tendência de crescimento. Em Outubro passado foram vendidas 11.041 viaturas, mais 24% que em igual período do ano passado.

De acordo com a Associação Automóvel de Portugal (ACAP), "o mercado voltou a crescer em Outubro, aliás, em linha com o que já se tinha verificado nos quatro meses anteriores". Porém, a associação relembra que "o mercado encontra-se abaixo dos níveis de 2011 e de anos anteriores, sendo de assinalar que o volume de vendas verificado no ano passado foi anormalmente baixo".

Renault, Volkswagen, Peugeot, BMW e Mercedes continuam a ser as marcas mais vendidas.

Entre Janeiro e Outubro, foram comercializados no mercado nacional 102.826 veículos automóveis, o que corresponde a um crescimento de 7,4% face ao mesmo período de 2012.

O segmento de veículos ligeiros (ligeiros de passageiros mais comerciais ligeiros) registou um crescimento de 23,7%, em Outubro de 2013, e de 7,6% no global do ano.

Segundo Helder Pedro, secretário-geral da ACAP, "no ano 2013 deverão ser matriculados cerca de 100 mil ligeiros de passageiros e 15 mil comerciais ligeiros. Para 2014 a previsão aponta nos mesmos valores."

Fonte: DE

Afinal só falam da crise e bla bla e a venda de carros aumentam 24% em relação ao Outubro do ano passado, isto é que vai para aqui uma crise. :rolleyes:
 
Afinal só falam da crise e bla bla e a venda de carros aumentam 24% em relação ao Outubro do ano passado, isto é que vai para aqui uma crise. :rolleyes:

Eh, eh.. Isto é que vai uma crise! :)

Há por aí uns poucos deputados a viver na miséria, apesar de ganharem 3mil eur mais ajudas de custo, têm 7 e 8 créditos a pagar, coitadinhos.. :)
 
Afinal só falam da crise e bla bla e a venda de carros aumentam 24% em relação ao Outubro do ano passado, isto é que vai para aqui uma crise. :rolleyes:

E os carros de alta cilindrada são aqueles que mais têm tido um aumento das vendas.
Crise é para aqueles que todos os meses precisam de fazer contas á vida para pagar as contas e tentar poupar alguma coisa.
Pessoas que trabalham uma vida inteira ... para conseguir comprar alguma coisa !

Existem aqueles que pagam os impostos, e aqueles que compram carros topo de gama, com o dinheiro que devia ser dos impostos !
 
E os carros de alta cilindrada são aqueles que mais têm tido um aumento das vendas.
Crise é para aqueles que todos os meses precisam de fazer contas á vida para pagar as contas e tentar poupar alguma coisa.
Pessoas que trabalham uma vida inteira ... para conseguir comprar alguma coisa !

Existem aqueles que pagam os impostos, e aqueles que compram carros topo de gama, com o dinheiro que devia ser dos impostos !

Hoje à noite fui ao Norte Shopping e quase não consegui mesa para jantar. Estava cheio, nem parece que há crise.

Mas simultaneamente há muita miséria.

Hoje foi noticiado que há inúmeras famílias sem electricidade no Porto porque não têm dinheiro para pagar as facturas.

As diferenças sociais em Portugal são gritantes. Que vergonha...
 
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Reactions: JoaoCodeco
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