O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Qual o espanto? Não é estado o accionista? O accionista não tem interesse no bom funcionamento do banco?

accionista estado=contribuinte. o cartoon foste tu q o puseste, n fui eu q brinquei com situacao delicada do bes.
de cada vez q a cgd aumentava capital qts vezes como contribuinte colocaste as ordens subscriccao d aumento capital ?

O accionista não colocou como prioridade à CGD o apoio às empresas?

hahahaha. berado, fino, bcp, cimpor e essas coisas todas durante anos e anos ...


Um banco que está tradicionalmente associado aos particulares que está a fazer um esforço enorme para apoiar a economia, com resultados já demonstrados.

mudou ? isso e' elogio ao governo ?

Atenção que a CGD não recorreu nem poderia recorrer aos €€€ da Troika

recorreu sim dai' a minha pergunta, qd a cgd paga emprestimo ? digo-te ja' q nao vai pagar, cgd como e' estado e' sempre a enterrar la' €€€€€. aumenta-se capital e pronto como ficou explicito na t 1ª frase. mas isso n vale um cartoon.


do mesmo modo que o accionista no tempo das vacas gordas vai lá "buscar o dele" é a coisa mais natural que se chegue à frente no tempo da vacas magras!

compara dividendos a todos aumentos capital ao longo ultimos 8 anos na cgd
 
Geralmente valorizo e gosto muito das suas intervenções, mas com tudo o que agora respondeu não posso concordar e na minha opinião não são válidas, a CGD não recebeu 1 cent da TROIKA:

Incluindo já nos cálculos os 1,85 mil milhões de euros que o BCP pretende devolver ao Estado, os bancos privados que solicitaram apoio público devolveram, ou estão em vias de devolver, quatro mil milhões de euros, mais de 70% do apoio concedido à banca privada. No total, e excluindo a CGDque foi recapitalizada com fundos que não faziam parte dos empréstimos das ‘troika', oEstado injectou 5,6 mil milhões de euros (4,9 mil milhões através de instrumentos híbridos de capital e 700 milhões directamente em acções do Banif).

Económico

http://economico.sapo.pt/noticias/bpi-e-o-primeiro-banco-a-devolver-100-da-ajuda-estatal_196325.html

O accionista fez o que lhe competia e agora está a colher os frutos dessa gestão, que espero continuem no futuro, afinal é positivo para todos nós! Como disse e bem o estado somos nós!

Pois é! O negrito no texto, lá está a CGD a segurar o sistema bancário nacional, BPN, BANIF e mais o que for necessário... verdade?

Em relação ao financiamento à economia e os exemplos que deu são todos verdadeiros e felizmente passado que não orgulham ninguem! Até o ajudo... também foi a CGD a financiar os estudos do Eng. Sócrates sem qualquer garantia, portugalidades!
 
"Os seres humanos têm uma quase infinita capacidade de acreditar em coisas que não existem, um pensamento mágico. Tantas pessoas têm medo da falência do BES porque isso seria o "dilúvio", quando A VERDADE É QUE SE O BES NÃO FALIR FALIMOS NÓS. Se isso devia ser claro para alguém é justamente para os portugueses. Vivemos num país que salvou a Banca em 2008 e o preço a pagar para isso são 1 milhão e 400 mil desempregados, 47% de pobres, emigração em massa, despejos de casas, fome infantil e 870 milionários que têm uma fortuna equivalente a 45% do PIB. Tudo isto depois do Estado ter emitido dívida para salvar a Banca. Dívida que passou de 70% para 130% do PIB e que foi garantida pela destruição do Estado Social universal. E ainda alguém tem medo da falência do BES. É isso que mete medo? Não são os pobres, os desempregados, a péssima educação, os adultos em casa dos pais até aos 40 anos, a saúde a ser destruída, a marginalização dos idosos. Isso não assusta ninguém?".

Raquel Varela
 
Geralmente valorizo e gosto muito das suas intervenções, mas com tudo o que agora respondeu não posso concordar e na minha opinião não são válidas, a CGD não recebeu 1 cent da TROIKA:

Vem na propria noticia, CGD recebeu mt dinheiro do estado para se recapitalizar. no caso do banco publico apenas parte passou via troika como ja' antes tinha recebido mt antes da troika. o dinheiro da troika, grande troika! q era dirigido aos bancos privados ale'm de ter juros de cerca do dobro a q a troika financiou estado, exigia intervencao e cuscovilhice do estado nas proprias contas do banco, p alguma razao o BES prescindiu da ajuda, so' hoje em dia percebemos pq... no caso da cgd, o estado e' o proprio proprietario, se lhe apetecer amanha espeta c + 5 ou 10 mil milhoes sem dar justificacoes a ninguem. infelizmente.

Pois é! O negrito no texto, lá está a CGD a segurar o sistema bancário nacional, BPN, BANIF e mais o que for necessário... verdade?

em parte e' verdade, mt contabilidade paralela e limpeza ativos esta' a ser feita via CGD mas tb há mt lixo toxico q saiu da CGD e outros bancos p contas das sociedades liquidatarias do BPN.

Em relação ao financiamento à economia e os exemplos que deu são todos verdadeiros e felizmente passado que não orgulham ninguem! Até o ajudo... também foi a CGD a financiar os estudos do Eng. Sócrates sem qualquer garantia, portugalidades!

Nada me move contra "engenheiro" sócrates q ate' foi um PM arrojado nos 1ºs anos e estou convencido q aquelas coisas do freeport nem tiveram diretamente a ver com ele mas c esquemas de financiamento partidario do ps, problemas do pai's sao bem + profundos q isso, e a falencia da familia espirito santo e' capaz de ate' ser boa noticia, mas apenas queria alertar q neste assunto ha' mt desinformacao e guerras de controlo accionista, nesta altura n interessa a ninguem julgo eu afundar banco como bes. nem imagino as consequencias q teria p a economia, acho q ha' mt gente a brincar com fogo.
Lutas de poder como estas sao intestinas e nestas guerras n existem inocentes, apenas grandes sharks servidas c grandes doses de propaganda e maniupulacao d parte a parte q enchem os telejornais.
 
Agora voltamos a estar em sintonia em quase tudo, apenas reafirmo que sim a Caixa foi recapitalizada pelo accionista estado e será sempre que for necessário certamente, mas não foi em nenhuma medida com dinheiros da troika.

Aumento de capital da CGD será feito sem recurso aos 12 mil milhões de euros da 'troika'

O aumento de capital da Caixa Geral de Depósitos será feito fora da linha de recapitalização da banca de 12 mil milhões de euros prevista no programa da 'troika', afirmou, esta terça-feira, o ministro das Finanças.

"Para o necessário aumento de capital o Estado disponibilizará recursos financeiros fora do fundo de recapitalização previsto no contexto do programa", afirmou hoje Vítor Gaspar, durante a conferência de imprensa de apresentação dos resultados da terceira avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira pela 'troika'.

O Governo garantiu no entanto que continuará a tomar as medidas necessárias para que a CGD cumpra os critérios da Autoridade Europeia de Bancos.

O ministro adiantou ainda que a legislação necessária para que os bancos possam utilizar a linha de recapitalização de 12 mil milhões de euros estará finalizada brevemente.

As declarações do ministro das Finanças, Vitor Gaspar, estão a ser feitas numa conferência de imprensa, no mesmo dia em que a 'troika' anuncia os resultados da terceira avaliação ao programa de ajustamento português.

Vítor Gaspar já disse que Portugal vai receber os 14,6 mil milhões de euros previstos.

28/02/2012

JN

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2330934&page=2

Ver aqui: http://conteudos.sibace.pt/noticias/pdfs/201203091.pdf
 
apenas reafirmo que sim a Caixa foi recapitalizada pelo accionista estado e será sempre que for necessário certamente, mas não foi em nenhuma medida com dinheiros da troika.

Ai. Esta' a ser assim tao dificil perceberes q nao ha' diferenca, ou a haver e' para pior ? No caso da CGD so' tem sido mais facil recapitalizar sem ter q dar grandes satisfacoes a ninguem nem pagar juros.
 
Ai. Esta' a ser assim tao dificil perceberes q nao ha' diferenca, ou a haver e' p pior ? No caso da CGD so' tem sido mais facil capitalizar sem ter q dar grandes satisfacoes.

Eu percebi isso, mas a verdade é que a CGD não tinha problemas em apresentar as contas tal como teve o BES (percebemos agora a razão), aliás isso esteve em cima da mesa, simplesmente o FMI não permitiu que a CGD acedesse a esses fundos.

http://conteudos.sibace.pt/noticias/pdfs/201203091.pdf
 
Eu percebi isso, mas a verdade é que a CGD não tinha problemas em apresentar as contas tal como teve o BES

Sim, ja' todos sabemos, obviamente q BES/GES andou esconder mts contas
A licao a tirar d tudo e' de q nao deveria haver banca comercia/financeira associada a grupo economico por detras, tal como n bpn/sln o q correu mal aqui foi grupos economicos estarem a ser financiados p banco controlado pelo proprio grupo ao qual davam credito sem garantias.
Mas o q queria mesmo dizer e' q a banca publica faz exactamente esse erro ha' decadas, , cgd e afins em tds paises estao sempre refens d grupo de interesses q as controlam politicamente, e bancos publicos sao os + faceis de controlar.

mercado esta' a destruir o grupo bes apos decadas compadrio economico em diferentes regimes

simplesmente o FMI não permitiu que a CGD acedesse a esses fundos.

http://conteudos.sibace.pt/noticias/pdfs/201203091.pdf

vou tirar isso a limpo um dia destes. se n permitiu foi p alguma boa razao.

e antes q venha para ai' um comuna qq a falar de crise capitalismo acrescento q o q provavelmente rebentou c o GES foi o comunismo-capitalisa-corrupto angolano. E a petrolífera publica da venezuela q e' socia do GES. O GES ha' uns anos tinha bons activos em variadas industrias, do turismo, industria ao petróleo, mas nos ultimos anos p ganancia ou desespero deve ter-se enfiado em regimes q n devia.
 
O problema é a ganancia e negociatas tipo bpn, que comprou terrenos onde estava planeado o hospital de Lisboa que alguém bufou a amiginhos , mas como nunca avançou ficaram a arder. Em angola é a mesma coisa os dirigentes aprenderam bem connosco e a corrupção é muito forte não é por nada que as famílias ligadas ao governo estão milionárias. Como disse o Ricardo A. Pereira o dinheiro que saiu do ges foi equivalente a um tir de notas de 5
 
Até o FMI já admite que a dívida é de alto risco e poderá ser reestruturada

A dívida pública portuguesa, que segundo dados oficiais recentes já terá ultrapassado os 135% do PIB, é de alto risco e poderá não ser sustentável a prazo, defendeu esta semana o representante permanente do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Portugal. A solução para casos deste calibre passa pela "reestruturação ou recalendarização da dívida", observou Albert Jaeger.

Numa altura em que surgem dúvidas crescentes sobre a capacidade do país cumprir o Pacto Orçamental europeu - entregar excedentes primários todos os anos, reduzir a dívida ao longo de duas décadas ou mais, e ainda assim crescer de forma sólida durante este período), o chefe do FMI em Lisboa levanta sérias dúvidas à viabilidade deste processo de ajustamento.

Não está sozinho. Em março, Aníbal Cavaco Silva, o Presidente da República, também levantou a questão, avisando que "o cumprimento desta regra [do Tratado] por parte de Portugal apresenta-se bastante exigente". Mais céticos, quatro economistas portugueses - Ricardo Cabral, Francisco Louçã, Eugénia Pires e Pedro Nuno Santos - apresentaram esta semana um roteiro para uma reestruturação profunda da dívida pública e bancária.

Nesse mesmo dia, noutro local, Jaeger foi um dos oradores do seminário "Mercados financeiros e a evolução dos mercados de dívida pública desde 2010", organizado pela Universidade de Lisboa, com o apoio da SEDES. Eram para intervir Vítor Bento (SIBS) e João Moreira Rato (IGCP), mas tal não aconteceu por estarem em trânsito para a liderança do BES, banco que, ironicamente, está ameaçado por um problema grave de endividamento do Grupo Espírito Santo.

O economista austríaco explicou como funciona e quais os critérios da análise de sustentabilidade da dívida pública (ASD), um exercício conduzido regularmente pelo FMI para perceber se Portugal é viável deste ponto de vista. Durante os três anos do ajustamento o escrutínio foi permanente, mas os parâmetros tiveram várias atualizações. Para pior.

O FMI assume oficialmente que a dívida pública portuguesa é sustentável tendo em conta pressupostos teóricos como o compromisso do Governo em manter a consolidação orçamental e cumprir as regras do Tratado, haver uma maioria política (PSD, PS e CDS) em torno deste pacto europeu e uma relativa paz social no país.

Dinheiro Vivo
 
O problema é a ganancia e negociatas tipo bpn, que comprou terrenos onde estava planeado o hospital de Lisboa que alguém bufou a amiginhos , mas como nunca avançou ficaram a arder. Em angola é a mesma coisa os dirigentes aprenderam bem connosco e a corrupção é muito forte não é por nada que as famílias ligadas ao governo estão milionárias. Como disse o Ricardo A. Pereira o dinheiro que saiu do ges foi equivalente a um tir de notas de 5

E quem comprou terrenos em Alcochete e está com o dinheiro «a arder» porque ainda não houve novo aeroporto?
 
Estado
Fechado para novas mensagens.