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Em países corruptos, como Portugal, todas as pessoas "importantes" alvo de buscas têm conhecimento prévio das mesmas através de "amigos". Ou acham que o Pinto Monteiro foi almoçar com o Sócrates para falar de literatura? E que o Sócrates resolveu adiar a viagem para Lisboa à última hora por ser indeciso?
 
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Em países corruptos, como Portugal, todas as pessoas "importantes" alvo de buscas têm conhecimento prévio das mesmas através de "amigos". Ou acham que o Pinto Monteiro foi almoçar com o Sócrates para falar de literatura? E que o Sócrates resolveu adiar a viagem para Lisboa à última hora por ser indeciso?

Certo. Mas 4 meses depois da escandaleira ser pública já nem devem precisar dos avisos dos 'amigos'.
 
As palavras do papa e o filho soares demonstram o clima de impunidade dos políticos dizendo que um exprimeiro ministro só pode ser preso em flagrante delito num crime de sangue, todos conhecemos casos de pessoas que foram presas e levadas a tribunal por roubar um chocolate em hiper's e não se poupou dinheiro para os levar a justiça faz-se o mesmo a estes senhores e é uma escandaleira
 
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Os Transportes Urbanos de Braga (TUB) vão investir €135 milhões, a dez anos, na criação de um sistema de metro de superfície e na compra de autocarros novos para a frota já existente.

O objectivo é ligar a Universidade do Minho à estação de comboios de Braga, de maneira a facilitar a mobilidade dos actuais estudantes e também a atrair potenciais estudantes no futuro pelas boas condições de acesso à instituição de ensino.

O projecto foi anunciado pelo gestor da TUB, Baptista da Costa, que indicou que “logo que abram as candidaturas” ao quadro comunitário de apoio Portugal 2020, os TUB vão candidatar um projecto – com um custo estimado entre €100 a €200 milhões – para a instalação de um sistema eléctrico de transporte urbano tipo BRT (Veículo Rápido de Transporte), que ficará concluído dentro de uma década.

Batista da Costa indicou ainda que a restante verba, €15 a 20 milhões, será investida na renovação da frota de 120 autocarros, escreve o portal Menos um Carro.

Greensavers

Um metro de superfície Universidade/Estação de Comboios :huh: Já há um autocarro exclusivo para esse transporte que é rápido. :maluco:

Atrai mais estudantes com bolsas, não com obras desnecessárias.
 
Lembram-se de vos dizer que isto ainda ia animar muito?... Começou...

Gestor de falência do ESFG considera "ilegal" resolução do BES e quer extinção do Novo Banco

O gestor de falência nomeado pelo Tribunal luxemburguês quer anular a resolução do BES, determinada pelo Banco de Portugal, e, como consequência, extinguir o Novo Banco. Quer recuperar os activos e os passivos e anular todo o processo.
Laurence Jacques foi nomeado pelo Tribunal do Luxemburo como gestor de falência da "holding". Neste âmbito, o seu objectivo é tentar recuperar activos e proteger "exclusivamente" os interesses dos credores da Espírito Santos Financial Group (ESFG).
O gestor de falência da ESFG "acredita que a decisão do Banco de Portugal de resolução do BES, tomada a 3 de Agosto, é ilegal", uma vez que, de acordo com especialistas, "viola a Constituição portuguesa e a lei da UE." Acima de tudo, a resolução do BES é "ilegalmente danosa para a ESFG como accionista do BES e para os seus credores", de acordo com uma nota enviada pela PLMJ – Sociedade de Advogados, que será o representante da ESFG em Portugal e terá a missão de tratar dos processos interpostos pelo gestor de falência da ESFG.
Tendo em consideração estas conclusões, o gestor de falência da ESFG decidiu interpor dois processos no Tribunal Administrativo de Lisboa.
Um processo pede para que seja declarado "nula e vazia a decisão de resolução do BES adoptada pelo Banco de Portugal" e "consequentemente a extinção do Novo Banco", bem como transferência de "todos os activos e responsabilidade do Novo Banco (ou o seu valor)" de volta para o BES, explica a nota.
O segundo processo quer que seja determinada a nulidade "da decisão adoptada pelo Banco de Portugal a 30 de Julho de 2014 de suspender os direitos de voto da ESFG no BES e recuperar o exercício irrestrito dos direitos de votos directos e indirectos do BES."
O Banco de Portugal accionou a resolução do BES a 3 de Agosto, tendo divido a instituição no Novo Banco, que ficou com os activos e passivos "bons", e no banco mau, que ficou com os activos considerados tóxicos. Os accionistas do BES perderam tudo e, entre eles, está a ESFG, "holding" financeira do Grupo Espírito Santo (GES).
A ESFG tinha pedido a entrada em gestão controlada a 24 de Julho de 2014, tendo sido rejeitada pelo tribunal do Luxemburgo no início de Outubro, o que acabou o pedido de insolvência posteriormente. Os factores que, segundo a ESFG determinaram a rejeição do pedido de gestão controlada são a resolução do BES e a "apropriação" da Tranquilidade, que ficou nas mãos do Novo Banco.
Aliás, umas das batalhas da ESFG tem estado relacionada com a Tranquilidade, com a "holding" a alegar que tem direito a receber parte do dinheiro da venda da seguradora.

Negócios

Aguardemos os próximos capítulos...

Totta sobre o Novo Banco: "Digam-me o que lá está e direi se estou interessado"

António Vieira Monteiro continua a assegurar que o Santander Totta está a acompanhar o processo de venda do Novo Banco. Mas decisões só quando houver certezas do que há lá.
"Digam-me lá o que lá está e direi se estou interessado". O líder do Santander Totta, que falava no Fórum Banca do Diário Económico, define assim a posição do banco face à venda do Novo Banco.
António Vieira Monteiro defende que a posição do Totta sempre foi "muito clara": "O Santander está muito contente com a operação em Portugal".
"O que está a fazer é olhar para o que se está a passar no mercado", acrescentou. "Não há dúvida nenhuma que estamos a olhar".
Contudo, o banco com accionista espanhol quer ver o balanço de abertura, que deverá ser tornado público esta semana. "Até lá, é posição de acompanhamento".

Negócios

Haverá filé-mignon?
 
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Jardim demite-se a 12 de Janeiro

O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim vai formalizar a sua demissão junto do Representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, a 12 de Janeiro.

http://www.sol.pt/noticia/119670

Bem que época vivemos, os impérios tão todos a cair.
 
Última edição:
Em Novembro, o programa dos vistos gold atraiu 101 milhões de euros, dos quais 90 milhões de euros (89%) para o sector imobiliário e 11 milhões por transferência de capital, anunciou nesta quinta-feira a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI).

Público


No tópico dos vistos Gold. Desde o início do ano que o Canadá restringiu a atribuição. Agora sabe-se que só aceitarão 50 por ano. 64% dos milionários chineses emigraram ou pretendem emigrar.

A Estónia, é provavelmente, o país mais avançado nesse tipo de coisas.
 
Erro meu. No campo dos vistos, a Ucrânia é o país mais avançado. Dá a nacionalidade a políticos estrangeiros para governar o país.



(fim de referências ao estrangeiro)
 
:lmao::lmao::lmao:Neste momento o país suspira por Salgado, afinal não é ladrão é um "Santo"!

A moral matinal de Salgado

Quando se trata de defender a honra ou a imagem da família, o discurso entra em valorações morais, mas quando se tem que falar do banco e do grupo, todo o texto assenta em factos, datas, cartas, números. A moral desaparece, esfuma-se, não existe.

Ricardo Costa
10:37 Terça feira, 9 de dezembro de 2014

Confesso que sinto algum fascínio por quedas no mundo financeiro. Não porque as deseje ou festeje, longe disso, mas porque são quedas com um estilo muito particular: são lentas, assessoradas por imensa gente, acompanhadas por um jargão muito próprio e propositadamente opaco, com revisões históricas muito parciais e uma versão muito bem estruturada e linear. Com um problema e duas particularidades: não são verdadeiras e são contadas por pessoas que se acham donas do mundo e onde não se vislumbra qualquer resquício de arrependimento ou dilema moral.
A questão moral não é menor em todo o discurso que Ricardo Salgado fez esta manhã. Os únicos momentos em que notei alguma frase com preocupações morais foi num provérbio chinês que usou em sua defesa e quando falou da sua família. Ou seja, quando se trata de defender a honra ou a imagem da família, o discurso pode entrar em valorações morais. Quando se tem que falar do banco, do grupo e do desastre que os levou ao fundo, todo o texto assenta em factos, datas, cartas, números. A moral desaparece, esfuma-se, não existe.
O texto de Ricardo Salgado não me surpreendeu em nada. É um texto bem feito, apoiado por economistas, advogados e professores de Direito. Um monumento de factos parciais que têm como único objetivo a não condenação judicial ou regulatória do ex-presidente executivo do BES. Nada mais do que isso. Tudo o resto, ou seja, o arrependimento, o perdão, a desculpa ou mesmo a vergonha, não existem.
É essa absoluta falta de qualquer traço moral que me choca, como já me tinha chocado na defesa de ex-administradores do BCP ou do BPP, por exemplo. Do BPN nunca esperei nada, confesso, mas de banqueiros com alta formação profissional e que pertencem - por berço, carreira e negócios - às chamadas elites nacionais, o mínimo que se exigia é algum arrependimento. Mas isso nunca acontece e é por isso que as quedas no mundo financeiro são tão fascinantes.
Dois pequenos exemplos:
a) A queda do BES/GES começou com a decisão ilegal (e, já agora, imoral) de falsificar as contas da ESI em 2008. Foi esse problema, que cresceu de ano para ano até ter sido descoberto em 2013 que contaminou tudo. Ora, para Salgado, o problema só existe a partir do momento em que foi detetado, como um "passivo não registado na ESI" (sic). A origem do problema, a que ele esteve ligado, é um pormenor que pura e simplesmente não existiu na defesa de Ricardo Salgado.
b) É hoje óbvio porque é que o BES evitou por todas as formas a intervenção da troika. Ricardo Salgado afirma que isso "não foi fruto de uma fuga, de um temor ou de um plano secreto". Pois não, foi fruto de uma coisa bem mais simples: a entrada da troika no BES teria apanhado o buraco do Grupo Espírito Santo e obrigado a vender todas as empresas não financeiras, dando cabo de uma fonte de receitas, poder e influência de uma família.
Podia dar mais vinte exemplos. Mas penso que estes dois chegam. A moral matinal de Ricardo Salgado é muito peculiar. E duvido que mude ao longo do dia.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/a-moral-matinal-de-salgado=f901755#ixzz3LPYF2R6f
 
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Este senhor defendeu há uns anos a saída do euro caso a Alemanha não mudasse de política em relação ao Sul da Europa. É mais um rendeiro do Regime abrileiro que cai.
 
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António Costa, à semelhança do Juncker, propõe 'engenharias financeiras complexas':

O secretário-geral do PS defendeu hoje que a comparticipação dos Estados-membros no novo plano europeu para o investimento estratégico não deve ser contabilizada para apuramento do défice, caso contrário os países endividados terão participação limitada neste programa.

I

As instituições internacionais já há algum tempo andavam a olhar para as estatísticas do emprego com alguma desconfiança e até incredulidade. Reconheciam que a evolução do mercado de trabalho estava a superar o que seria expectável face ao desempenho da economia. Em Novembro, numa entrevista ao Jornal de Negócios, o responsável do FMI Subir Lall chegou a afirmar: "Ninguém percebeu como é que o desemprego está a baixar."

(...)

Nesta quarta-feira, o Banco de Portugal acabou aparentemente por desvendar o mistério. Segundo uma análise do banco central, existem diferenças metodológicas que contrariam as estatísticas do INE e que levam a concluir que, para o mesmo período de análise, o emprego por conta de outrem no privado cresceu apenas 2,5%, muito longe dos 6% estimados pelo Instituto de Estatística.

Mais do que fazer contas à dimensão de crescimento do emprego, a análise do Banco de Portugal acaba por questionar a própria qualidade dessa criação de emprego, já que, segundo a instituição liderada por Carlos Costa, um terço do emprego criado tem a ver com estágios profissionais que foram lançados pelo Governo. E a grande incógnita é saber o que acontecerá às estatísticas quando terminarem os apoios que estão a ser dados pelo IEFP.

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