camrov8
Cumulonimbus
Isso é muito bonito, mas onde se estabelece o limite? A ti irritam-te fumadores e gordos. E se eu não quiser gastar do meu dinheiro para tratar malta que tem avcs e cirroses por enfardar sal e beber como esponjas? E se o meu vizinho do lado não quiser gastar do seu dinheiro para tratar diabéticos que se encheram de guloseimas e não fizeram exercício físico? E se o meu pai não quiser gastar o dinheiro dele a pagar tratamentos a quem vai a 100 Km/h onde devia ir a 70 ou 80? E a malta carregadinha de ácido úrico porque não deixa de comer as coisinhas que gosta? Algum de nós tem alguém na família que não tenha tido ou até falecido de algum problema de saúde que poderia, de uma forma ou de outra, ter evitado ou minimizado? O problema é que os Portugueses são muito críticos com o vizinho do lado e pouco ou nada consigo próprios.
Também sou dadora de sangue e medula e não perco um segundo a pensar em isenções. Aliás, nunca usufruí dela(s) e espero nunca ter de usufruir.
Com as taxas de impostos que se pagam neste país, todos, sem excepção, devíamos ser tratados como realeza no sistema nacional de saúde. E se há problemas, eles só existem por péssima gestão, pois pouco faltará para vivermos como norte-africanos mas pagamos impostos como se fossemos nórdicos.
Também me orgulho de não necessitar de isenções e podes não comer um único grama de açúcar e teres diabetes, mas até aceito que o dinheiro é mal gerido visto a saúde e a educação serem logo dos primeiros lugares que os cortam governos, quem sabe para engordar as seguradoras e a treta dos seguros de saúde, na verdade sou apologista do sistema social só me custa ter alguns a aproveitarem-se do resto
(In)felizmente há 'pior'. A 