Pandemia da COVID-19 2021

Se o limite de capacidade de testagem for ultrapassado (certamente, em alguns locais já foi ultrapassado), não há previsões que nos valham. A não ser que comecem a basear-se no número de mortes.

É um cenário horrendo:
- Com este governo não há metas, logo, não há compromissos. É uma gestão política das falhas..
- Em alguns institutos na área da saúde, o conselho de administração optou selecionar trabalhadores sem qualquer critério, portanto, seleção "aleatória". Alguns estão em teletrabalho e já foram vacinados, outros estão doentes ou de quarentena e foram chamados para vacinação, e outros em contacto direto com os utentes aguardam com angustia ser chamados para vacinar.

A questão é: quando não há regras, a suposta seleção aleatória, na verdade é apenas uma forma encapotada de escolher uns em vez de outros.

Os Governos trabalham em Portugal sem metas ha decadas, logo qual e a admiracao? Em termos de gestao somos umn pais atrasadissimo. Mesmo com uma troika em cima as metas nao foram cumpridas. Quando estudei ja se falava em analise de custo-beneficio em Saude, gestao hospitalar, ter metas, mas o tema fora da sala de aulas era tabu. Ninguem tinha coragem de falar abertamente com objectividade com medo de ofender susceptibilidades de colegas medicos ou doentes. Na verdade quando trabalhamos com metas e objectivos, ter por exemplo x novos casos ate ao dia y, mesmo que as coisas nao corram como o previsto acabaremos quase sempre por ter melhores resultados do que trabalhando sem planos e sem objectivos e metas. Mas esta cultura nao existe na Administracao Publica, e quando existe e por pressao de Bruxelas. E no privado so existe nas grandes empresas.
 
Parece que agora é "moda" saber os dados antes da divulgação oficial, já se fala "por ai" em mais de 19 mil casos hoje, ainda não se sabe o número de mortos, espero que estejam redondamente enganados e não passe de um boato de muito mau gosto, é prudente esperar pelos dados oficiais ... :unsure:
Dados falsos, a DGS já avançou que os números oficiais são divulgados após a hora de almoço

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They initially found that 69 percent of the population would need to be vaccinated with the Pfizer vaccine, or 93 percent of the population with the Oxford vaccine, to bring the R number below one.

However, when they took into account the new more transmissible COVID-19 variant, they found that vaccinating the entire population with the Oxford vaccine would only reduce the R value to 1.325. Meanwhile the Pfizer vaccine would require 82 percent of the population to be vaccinated to control the spread of the new variant.

"Vaccinating 82 percent of the population with the Pfizer vaccine would control the spread of the virus—but it isn't licensed for use on under 16s, who make up 19 percent of the population.

Herd immunity may not be achievable even with high vaccine uptake
 
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Dados falsos, a DGS já avançou que os números oficiais são divulgados após a hora de almoço

Ontem erraram no numero de mortos, mas o número de novos casos foi avançado antes e coincidiu com o número divulgado, o que me leva a crer que há informação a ser transmitida cá para fora antes do comunicado oficial, a CMTV por exemplo, já sabia muito antes que andávamos perto dos 15 mil casos ontem... :unsure:

Dados de hoje:

Portugal registou um novo máximo de vítimas mortais por covid-19. São mais 221 vidas subtraídas, num dia em que foram reportados 13554 infetados.

A escalada de morte em Portugal não dá sinais de abrandar. Dia a dia o número de mortos supera o registo anterior. Esta quinta-feira são 221 os óbitos reportados pela Direção-Geral da Saúde (DGS). Mais duas mortes do que as 219 registadas ontem e também acima das 218 anotadas na terça-feira, quando o país passou, pela primeira vez, a improvável barreira das 200 vidas perdidas de uma assentada para a covid-19.

No total, desde 16 de março, morreram 9686 pessoas por causas associadas à covid-19, 2780 nos primeiros dias deste mês de janeiro.

A Direção-Geral da Saúde reportou, oficialmente, 13554 casos de covid-19 registados até à meia-noite de quarta-feira, quando fecharam as contas. O segundo pior registo de sempre, só superado pelos 14647 casos de quarta-feira.

Os números dão que pensar. Os 21 dias de janeiro somam já 181481 infeções, bem mais que as cerca de 140 mil reportadas nos primeiros sete meses de pandemia, de março a setembro. Mais 24 mil que o total do negro novembro, que era o pior mês de sempre, com 156782 casos.

Desde 2 de março, quando foram detetados os dois primeiros casos de covid-19 em Portugal, foram já identificadas oficialmente 595159 infeções.

O "caos" e a "situação dramática" dos hospitais fica patente nos números do relatório da DGS: O total de internados não pára de subir e está, agora, em 5630, contando com mais 137 internamentos nas últimas 24 horas, dos quais, 21 em estado grave - os doentes em Unidades de Cuidados Intensivos são agora 702.


https://www.jn.pt/nacional/novo-reg...om-mais-13554-casos-de-covid-19-13258291.html
 
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Não deixou de ter piada, que um jornalista, por lapso :unsure: perguntou ao António Costa, se as escolas iam fechar durante 15 minutos... :D

Bem, na realidade, 15 dias pouco mais efeito irá ter que 15 minutos dada a gravidade ( muito maior do que em Março passado) da situação, não são capazes de fazer um confinamento a sério e mais prolongado, que possa, efetivamente fazer baixar os números, isto claro com a colaboração das pessoas, o que implica também coimas severas a quem não cumpre.
 
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É óbvio que se deve decretar o encerramento das escolas pelo menor período de tempo possível desde que seja o suficiente para se notar algum efeito. Passadas duas semanas, reavalia-se. Ou queriam que se decretasse já o fecho das escolas até à Páscoa? Decretar o fecho por duas semanas não significa que ao fim dessas duas semanas não continuem fechadas. Acho que boa parte das pessoas não tem a menor noção das consequências de um fecho prolongado das escolas nos miúdos, nomeadamente os mais novos.
 
Aulas interrompidas por 15 dias sem ensino à distância

Interrupção será compensada no calendário escolar. Os pais que tiverem de usar dias de férias para apoiar os filhos receberão 66% do seu vencimento. Universidades podem ter de reajustar calendário de exames. Costa justifica recuo com forte crescimento da estirpe britânica, que é mais transmissível.

O primeiro-ministro anunciou que as creches, as escolas e as universidades vão fechar durante 15 dias a partir de sexta-feira. O encerramento de todos os níveis de ensino será, na prática, um período de férias que será compensado noutro período de férias. Não haverá ensino à distância durante estes 15 dias.

https://www.publico.pt/2021/01/21/politica/noticia/escolas-encerram-durante-15-dias-1947323

OK, na prática será um periodo de férias compensado noutro periodo de férias, se for necessário renovar ( mais que provável) mais 15 dias continuamos em férias, compensado noutras férias e por aí fora, e pior,sem ensino à distância, ou aí já admitem colocar o ensino à distância? Mais uma vez "navegação à vista"? :huh:
 
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Se o confinamento for total, 15 dias com as escolas e tudo o resto encerrado (que na prática devido à colagem com o fim de semana significam 17 dias), o número de novos casos diários terá que descer para níveis que permitem uma gestão tranquila do sistema de saúde. Se forem cortadas as cadeias de contágio, em 17 dias os recém-infectados ou serão assintomáticos e 99% deles estarão negativos a 8 de fevereiro ou desenvolverão sintomas e serão identificados sem contagiar ninguém fora do respectivo agregado familiar. Um confinamento total e rápido é o mais desejável para todos, para não termos que passar os próximos meses com medidas restritivas da liberdade praticamente inúteis do ponto de vista do combate à pandemia e com os hospitais sempre cheios.
 
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Fechar agora por 15 dias significa apenas que estes 15 dias de paragem terão de ser compensados por ensino à distância daqui a um mês ou mais. Se já era difícil compensar 15 dias de paragem de forma presencial, a carga será muito maior para compensar de forma não presencial. É só empurrar um problema com a barriga.

Mas há uma boa notícia. O grupo que mais cresce em infecções está oficialmente de férias. Não era o PM que dizia que era as férias dos jovens que faziam os números subir?
 
Já está tudo a ficar farto das máscaras e dos políticos...:D

Coitado do Marcelo...

 
Fechar agora por 15 dias significa apenas que estes 15 dias de paragem terão de ser compensados por ensino à distância daqui a um mês ou mais. Se já era difícil compensar 15 dias de paragem de forma presencial, a carga será muito maior para compensar de forma não presencial. É só empurrar um problema com a barriga.

Mas há uma boa notícia. O grupo que mais cresce em infecções está oficialmente de férias. Não era o PM que dizia que era as férias dos jovens que faziam os números subir?

quando os jovens estão de férias, as famílias tendem a deslocar-se, o que é péssimo, pois agrava a disseminação do vírus. Encerrar as escolas com um confinamento geral e rigoroso, vai diminuir as deslocações, diminuindo a disseminação do vírus. Se daqui a 15 dias conseguirmos que os números estabilizem em 6 ou 7mil novas infeções por dia, parece-me poder-se reabrir as escolas mantendo tudo o resto fechado e restringindo deslocações por mais algum tempo...