Desde que as coimas não sejam ridículas. Ainda assim, não há agentes para multar tanta gente. Além da questão prática: estamos, ainda assim, sempre dependentes da boa fé das pessoas (não há outra alternativa!). Já disse isto na primeira fase. Se uma pessoa quiser pode sair todos os dias, múltiplas vezes por dia. Se for interpelado, vai às compras, à farmácia, ao dentista, ao ginecologista, passear o cão, ao restaurante comprar comida, à padaria comprar pão, à loja de ferragens porque a porta emperrou, ao veterinário comprar um medicamento para o gato, à loja de informática porque o rato avariou, despejar o lixo, buscar o puto à escola, etc. Estas excepções têm de existir porque estas situações podem mesmo ocorrer. Mas, claro, são usadas abusivamente. Resumindo, estamos sempre dependentes do comportamento das pessoas, da sua responsabilidade, do seu civismo, da sua cooperação. A não ser que se defenda um estado policial e autoritário o que, quero acreditar, poucos defendem.