Pandemia da COVID-19 2021

Até me dei ao trabalho de ver...

Na Czéquia só o 1º e 2º ano tem escola presencial. Uma diferença colossal, de facto.

As escolas vão gradualmente abrir a partir do dia 1, com testagem (comunicado dia 15).



De resto, há restrições até Abril e continuarem a usar os testes rápidos, se calhar não se fica por aqui.

Mais semana, menos semana de abertura das escolas. Não sejam 'José Manuel Fernandes' porque o Costa é o principal interessado em abrir tudo.

É isso que está descrito na imagem, escolas parcialmente abertas.
O interesse das escolas abrirem é dos miúdos e dos pais e em última instância do país. Não mudo de opinião apenas porque o Costa tem a mesma opinião que eu.
 
Até me dei ao trabalho de ver...

Na Czéquia só o 1º e 2º ano tem escola presencial. Uma diferença colossal, de facto.

As escolas vão gradualmente abrir a partir do dia 1, com testagem (comunicado dia 15).



De resto, há restrições até Abril e continuarem a usar os testes rápidos, se calhar não se fica por aqui.

Mais semana, menos semana de abertura das escolas. Não sejam 'José Manuel Fernandes' porque o Costa é o principal interessado em abrir tudo.
O Costa tem mais uma dificuldade em mudar o status quo que outra coisa. Enquanto está tudo aberto, teima que não se fecha. Depois de se ter fechado, demora imenso a voltar a abrir
Mas são critérios. E são sugeridos por quem andou o último mês e meio com a corda no pescoço, a inventar camas, a transferir doentes centenas de km´s e que saberá certamente qual o estado das equipas que coordena e a sua "capacidade de encaixe" para os próximos meses. Ultrapassou-se os limites de elasticidade e entramos no campo da deformação permanente que levará alguns meses a recuperar. É preciso ter-se noção que ainda hoje aterrou mais uma equipa de médicos internacional em Portugal para prestar ajuda humanitária em Lisboa. O sistema ultrapassou muito os seus limites, e continua muito acima dos seus limites. Quem está no terreno sabe isso bem, quem está no governo sabe isso bem, as acções do governo (ou inacção no que toca a estipular datas de desconfinamento) são mais condizentes com o que se passa no terreno, do que aquilo que é dito publicamente.
Infelizmente, a falta de coragem no início de Janeiro para tomar acções rapidamente e fechar o que tinha que ser fechado a seguir ao período natalício culminou naquilo que vivemos agora e que, provavelmente, vamos viver até à Páscoa. Sem surpresas.
Ou seja, como supostamente a nossa capacidade atual de lidar até com um mini-surto está altamente comprometida (e não digo que seja mentira, não faço a mínima ideia), inventam-se critérios praticamente impossíveis de serem cumpridos para se ter uma desculpa de ficarmos fechados eternamente? Se a razão é dar umas semanas de "férias" aos médicos sejam quais foram os números, que se diga isso
 
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O Costa já veio dizer que é até à Páscoa, portanto será até à Páscoa. Na primeira vaga o primeiro-ministro também sempre afirmou, que era depois do Dia do Trabalhador que ocorreria o desconfinamento, e foi. É que até o próprio Marcelo disse que vai ser até à Páscoa, portanto vai ser mesmo. Os critérios impossíveis apresentados pelo Infarmed apenas servem para que esta decisão política ocorra, é que só não vê isso quem não quer... Outra coisa que vale a pena salientar, e que já foi falado por aqui, é que a situação nos hospitais portugueses ainda está péssima e vai durar até que a coisa fique controlada. :rolleyes:

Sinceramente eu não acredito muito que façam confinamentos eternos cá em Portugal, como aquele em que a Argentina está metida e que está a levar o país à ruína. Mesmo que tentassem fazer isso por cá, mais cedo ou mais tarde o Governo teria que acabar com o confinamento geral por força da oposição ou mesmo do povo (de relembrar que o primeiro confinamento foi quase algo imposto pelo povo, nem era bem sequer uma decisão dos especialistas). :hmm:
 
Última edição:
A growing number of the Polish population is opposed to getting a Covid vaccine, according to an opinion poll published on Tuesday, despite government warnings about a rising third wave of infections.

The survey conducted by pollsters CBOS this month found 33% of Poles do not want to get vaccinated, against 55% who said they were in favour.

In a previous poll in January, the proportion had been 30% against getting a vaccine and 56% in favour.

Less than half the respondents aged under 45 want to be vaccinated, according to the latest poll of 1,179 people conducted from 1-11 February.

Nao venham é depois culpar Bruxelas pela lentidao na vacinacao ou falta de vacinas.
 
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Tendo em conta que o pico semanal de casos nas últimas semanas tem ocorrido sempre à quarta-feira, digamos que, embora a queda dos casos já não seja tão grande como há uns tempos, a queda continua a ser notável. :shocking:
Na semana passada, o pico semanal foi de 2324 casos e esta semana, caso o padrão se mantenha, será de 1480 casos, uma queda de 844 casos, e vale a pena também referir o número de mortes hoje, em valores de finais de outubro. Diria que, na próxima semana, o pico semanal já será abaixo de 1000 casos. :intrigante:
 
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Tendo em conta que o pico semanal de casos nas últimas semanas tem ocorrido sempre à quarta-feira, digamos que, embora a queda dos casos já não seja tão grande como há uns tempos, a queda continua a ser notável. :shocking:
Na semana passada, o pico semanal foi de 2324 casos e esta semana, caso o padrão se mantenha, será de 1480 casos, uma queda de 844 casos, e vale a pena também referir o número de mortes hoje, em valores de finais de outubro. Diria que, na próxima semana, o pico semanal já será abaixo de 1000 casos. :intrigante:
A média a 2 semanas já está abaixo dos 2000 casos diários, e a média desta semana já está abaixo dos 1500. Tendo em conta que há 3 semanas andavam ambas acima dos 10000, é uma descida notável. O número de mortes parece-me mais fiável, no entanto, e a descida desde o pico não é tão grande, mas não deixa de ser significativa
 
O número de mortes parece-me mais fiável, no entanto, e a descida desde o pico não é tão grande, mas não deixa de ser significativa
O Fernando Tordo esteve 28 dias internado, as mortes ainda deverão demorar mais umas semanas a estabilizar, considerando o facto que a maioria das mortes ocorre em críticos.
 
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'sucesso'



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