Pandemia da COVID-19 2021

Mas o que problema para mim é irmos abrir logo no dia a seguir, não é estar surpreendido por um suposto mau comportamento quando abrimos e/ou durante a Páscoa @ClaudiaRM

A única coisa que eu quis dizer é que 1) houve restrições nesta Páscoa e 2) todos vimos o que aconteceu no Natal. Continuar com o plano de desconfinamento não deveria, então, acarretar qualquer problema. Se levanta preocupações, voltamos ao de sempre: o problema somos nós. Como sempre fomos. Há um ano o mérito foi nosso, em Dezembro o demérito foi nosso. O abrupto decrescer de casos foi, de novo, graças ao nosso comportamento e se, agora, voltar a dar m**** outra vez, a responsabilidade continua a ser unicamente nossa. It's on us.
 
Bem, estava a ver se conseguia ir no próximo fim-de-semana a um restaurante e depois visitar um museu, mas parece que, devido ao estado de emergência atual, tanto os restaurantes como os museus têm que fechar à uma da tarde por causa do Estado de Emergência em vigor. Parece que ainda não será desta! :pray:
 
Na semana de 18 de Janeiro apenas 40% dos miúdos frequentaram o pré-escolar nas escolas dos meus filhos. Multiplicavam-se as notificações nos nossos emails de casos nas escolas e os pais decidiram, de sua consciência, deixar de levar os filhos à escola naquele período. Consultando amigos meus com filhos em escolas diferentes, de uma forma geral muita gente levou os filhos pequenos pela última vez à escola no dia 15 de Janeiro. Tenho conhecimento que mesmo na primária (ensino obrigatório) foi registada uma taxa de ausência elevada. Isto apesar de nesta altura o Governo bombardear-nos com informação a dizer que a escola não representava qualquer problema. Um exemplo da capacidade de discernimento e reacção da população mesmo perante um governo lento, apático, perdido.
 
Na semana de 18 de Janeiro apenas 40% dos miúdos frequentaram o pré-escolar nas escolas dos meus filhos. Multiplicavam-se as notificações nos nossos emails de casos nas escolas e os pais decidiram, de sua consciência, deixar de levar os filhos à escola naquele período. Consultando amigos meus com filhos em escolas diferentes, de uma forma geral muita gente levou os filhos pequenos pela última vez à escola no dia 15 de Janeiro. Tenho conhecimento que mesmo na primária (ensino obrigatório) foi registada uma taxa de ausência elevada. Isto apesar de nesta altura o Governo bombardear-nos com informação a dizer que a escola não representava qualquer problema. Um exemplo da capacidade de discernimento e reacção da população mesmo perante um governo lento, apático, perdido.
É pena a população depois não ter discernimento e reação em cumprir as normas de distanciamento social, higienização etc...aí parece que fica lenta, apática e perdida...
 
É pena a população depois não ter discernimento e reação em cumprir as normas de distanciamento social, higienização etc...aí parece que fica lenta, apática e perdida...

Em Portugal, cerca de 1 milhão de crianças frequenta o ensino básico. Os pais e avós destes (que serão alguns milhões), por muitos cuidados que tenham no dia a dia em termos de distanciamento social, higienização, etc, se fizerem parte do mesmo agregado não conseguem evitar o que entra em casa e o consequente contágio em casa é quase inevitável. Estou em crer que a maior parte dos portugueses age preventivamente e cumpre as regras. Mas há coisas que quem mora/convive sozinho ou só com outros adultos consegue evitar e controlar, mas para alguns milhões portugueses que partilham o dia a dia com pequenos seres esta tarefa está dificultada.

É aí que deve entrar o governo. Não devia ser necessário perante tamanha evidência serem os pais a retirar os filhos da escola por sua iniciativa. A forma lenta, apática e perdida com que o governo geriu a questão da escola em Janeiro culminou em muitas mortes eventualmente evitáveis.
 
Na rua onde trabalho, para além de esplanadas cheias, vêm-se filas de gente para entrar em farmácias (uma delas faz testes de covid) e na papelaria, sem qualquer distanciamento.
Muita gente sem mascara, ou com ela no queixo ou mesmo com ela agarrada ao cotovelo.
Creio que o que poderá salvar isto é o facto da radiação solar estar a comerçar a agir como efeito dissuasor... :(
Caso contrário, vamos voltar a confinar em Maio.
É visivel que muita gente já se está a borrifar para isto, o que psicologicamente falando, percebe-se nesta fase.
Mas temos de ser mais racionais!
 
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Agência Europeia do Medicamento confirma relação entre vacina da AstraZeneca e trombose (jn.pt)

Se efectivamente se provar a relação causa-efeito, o problema é mais difícil de resolver do que o antecipado. Quando se fala em relação risco-benefício é preciso ter em conta que o "risco" é uma variável complexa já que se trata de um risco combinado e subjectivo. Na realidade a probabilidade de alguém morrer de Covid é um risco combinado de apanhar Covid e, tendo Covid, vir a morrer. Poderá dar-se o caso de haver pessoas que pesando os pratos da balança, considerem que o risco da vacina continua a ser superior (não estou a afirmar que é). A questão seria mais fácil de resolver se se provasse que a vacina dava imunidade bastante prolongada e evitava a infecção/transmissão. Ainda muitos ses, infelizmente...
 
Última edição:
Caso contrário, vamos voltar a confinar em Maio.
Vi situações muito piores no verão passado aqui em Portugal do que aquelas a que te referes e a situação da COVID em agosto de 2020 esteve incrivelmente controlada em comparação com o que acontecia na grande maioria dos outros países europeus. A grande diferença? As escolas estavam fechadas por serem férias de verão... :rolleyes:

Veremos qual é verdadeiramente o efeito das escolas na evolução da pandemia... :unsure:
 
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Em Portugal, cerca de 1 milhão de crianças frequenta o ensino básico. Os pais e avós destes (que serão alguns milhões), por muitos cuidados que tenham no dia a dia em termos de distanciamento social, higienização, etc, se fizerem parte do mesmo agregado não conseguem evitar o que entra em casa e o consequente contágio em casa é quase inevitável. Estou em crer que a maior parte dos portugueses age preventivamente e cumpre as regras. Mas há coisas que quem mora/convive sozinho ou só com outros adultos consegue evitar e controlar, mas para alguns milhões portugueses que partilham o dia a dia com pequenos seres esta tarefa está dificultada.

É aí que deve entrar o governo. Não devia ser necessário perante tamanha evidência serem os pais a retirar os filhos da escola por sua iniciativa. A forma lenta, apática e perdida com que o governo geriu a questão da escola em Janeiro culminou em muitas mortes eventualmente evitáveis.
Tenho 2 filhos em idade pre escolar. Não ha nenhuma necessidade de aglomeração de gente no trajeto casa escola e vice versa. O que não pode (não deve) acontecer é aproveitar o momento de entrega/recolha das crianças para por a conversa em dia...e dali ir para o supermercado passear...o problema esta aí!
 
COVID-19: Mais 2 mortos e 874 infetados. Mas 599 casos são do fim de semana

O título de grande parte das notícias é enganador porque não diz que quase 600 são acertos do fim de semana. Quando li a notícia completa da sic notícias, não referiam lá isso, mas já adicionaram.
Vamos ver ao longo dos próximos dias como será a evolução.

Está numa nota do boletim:
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