Pandemia da COVID-19 2021

Se as pessoas se comportarem como seres racionais e inteligentes, não me parece que haja grandes problemas. Se se comportarem como no ano passado, só não correrá tão mal como em 2020 porque há vacinas. Está nas mãos de cada um de nós. Como sempre esteve, aliás.
 

Vacina, máscara e ventilação. A “receita” dos especialistas para um Natal seguro​



Se tiver frio, a malta logo vai abrir as janelas para fazer ventilação, como as casas em Portugal são uma maravilha, a música é a mesma do ano passado.

Entretanto, o Costa já convocou uma reunião com o Infarmed para a próxima 6ª feira, lá vão "salvar" o Natal outra vez. :D

Para em Janeiro estar tudo confinado.

Como estamos em termos de troca de compotas que um fez? Mantém-se a regra do patamar da escadas? Estamos a um mês e pouco, a DGS que esclareça já.
 

:unsure:


Número de casos de Covid no Natal "pode vir a ser superior" ao do ano passado​

Manuel Carmo Gomes admite que, para combater a evolução de casos, todos os cenários estão em cima da mesa.

O epidemiologista Manuel Carmo Gomes diz que, se nada for feito para travar o nível atual de contágios, no Natal deste ano o número de casos pode ser ainda superior ao do ano passado. Por isso mesmo, o especialista apela desde já a que se comprem testes rápidos para fazer no Natal.

O nosso Natal iria ser com mais casos por dia do que aqueles que tivemos no ano passado, o que quer dizer muito, mas também temos uma arma que não tínhamos no Natal passado. Temos os testes rápidos muito acessíveis, podem ser adquiridos a um preço acessível e as pessoas, com o aproximar das festividades, devem ter esses testes à mão antes de estarem com os outros familiares com os quais normalmente não coabitam. Isto é especialmente importante quando na família existem pessoas mais fragilizadas ou com comorbilidades", explicou à TSF Manuel Carmo Gomes.

O especialista, que já fez parte do conselho ouvido pelo Governo, pediu, no entanto, escusa há já alguns meses. Manuel Carmo Gomes admite que, para combater a evolução de casos, todos os cenários estão em cima da mesa, mas não diz o que, na sua opinião, deveria ser feito. Lembra é que, apesar de a vacinação vir ajudar bastante, o impacto que a pandemia tem nos profissionais de saúde e no SNS é sempre preocupante.


Nada alarmistas estas previsões, mas de certa maneira já estamos habituados a que falhem, ou seja, já vimos este "filme" antes...
 
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Será a sub-variante Delta a responsável pela "explosão" de casos no Algarve:

Mais dez casos de variante Delta AY.4.2 em Portugal elevam total para 38. Maioria dos casos no Algarve​




Olhão com mais 19 casos ontem :shocking:
 
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António Costa: “Não podemos ignorar os sinais. Quanto mais tarde actuarmos, maiores serão os riscos”​


Primeiro-ministro diz que é preciso avaliar quais são “as medidas adequadas e estritamente necessárias”.


Eu propunha o fecho dos restaurantes ao fim de semana às 13 h, proibição de circulação entre concelhos ao fim de semana, não mais que 50 mil ou 60 mil adeptos num estádio e sem uso obrigatório de máscara a berrar...discotecas abertas e sem obrigatoriedade do uso de máscara na pista de dança.... :rolleyes:

Estou curioso para saber que medidas eficazes vão sair dali e que eventualmente não tenham ainda sido tomadas... :unsure:
 
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Julgo que o uso obrigatório de máscara em espaços fechados deve voltar. Aliás, nunca devia ter deixado de existir. Se começar a verificar-se pressão no SNS, teletrabalho sempre que possível e a eventual reavaliação da lotação de alguns locais/eventos pode ser equacionada.
 
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Julgo que o uso obrigatório de máscara em espaços fechados deve voltar. Aliás, nunca devia ter deixado de existir. Se começar a verificar-se pressão no SNS, teletrabalho sempre que possível e a eventual reavaliação da lotação de alguns locais/eventos pode ser equacionada.
Sim, não faz ir mais além do que essas medidas.
No entanto, seria importante haver estudos epidémicos mais aprofundados sobre os locais de contágio, para se actuar com o máximo de eficácia e o mínimo de impacte na vida em sociedade, mas parece que não há grande vontade de os fazer (onde estão os resultados dos eventos-piloto da cultura realizados em abril?).
 
Sim, não faz ir mais além do que essas medidas.
No entanto, seria importante haver estudos epidémicos mais aprofundados sobre os locais de contágio, para se actuar com o máximo de eficácia e o mínimo de impacte na vida em sociedade, mas parece que não há grande vontade de os fazer (onde estão os resultados dos eventos-piloto da cultura realizados em abril?).
Não faz sentido se não houver grande pressão sobre o SNS, sim. Se houver... Não estou a par da questão dos eventos-piloto mas dada a taxa de vacinação de então e a de agora também não sei qual seria a validade dos dados.
 
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Não faz sentido se não houver grande pressão sobre o SNS, sim. Se houver... Não estou a par da questão dos eventos-piloto mas dada a taxa de vacinação de então e a de agora também não sei qual seria a validade dos dados.
Parece que se está a chegar à conclusão que o efeito da vacinação sobre os contágios é residual, podendo até ter um impacte negativo, uma vez que havendo uma quantidade muito superior de assintomáticos, haverá mais infectados a não ser identificados como tal. Parece que a única diferença é que um vacinado contagia durante menos tempo, mas enquanto contagia fá-lo com a mesma intensidade de um não-vacinado.
O resultado dos eventos-piloto seriam muito importantes para, por exemplo, diferenciar a lotação entre eventos de massas ao ar livre e em recintos fechados...
 
Assim se espera:

"Só poderemos respirar de alívio quando houver vacinas bloqueantes da transmissão"​

A incidência e o ritmo de transmissão do SARS-CoV-2 continua a aumentar. No domingo, o país atingiu mesmo os 15 óbitos, o que não acontecia desde julho (ontem foram oito). O governo já marcou reunião com peritos no Infarmed para sexta-feira para discutir a situação. Ao DN, o imunologista Manuel Santos Rosa defende que "só precisamos de ganhar mais algum tempo ao vírus para vencermos a batalha", porque a segunda geração de vacinas que está a ser desenvolvida vai atacar a transmissão e deve chegar já em 2022.

 
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Parece que se está a chegar à conclusão que o efeito da vacinação sobre os contágios é residual, podendo até ter um impacte negativo, uma vez que havendo uma quantidade muito superior de assintomáticos, haverá mais infectados a não ser identificados como tal. Parece que a única diferença é que um vacinado contagia durante menos tempo, mas enquanto contagia fá-lo com a mesma intensidade de um não-vacinado.
O resultado dos eventos-piloto seriam muito importantes para, por exemplo, diferenciar a lotação entre eventos de massas ao ar livre e em recintos fechados...
Bom, só o facto confirmado de que os vacinados infectam durante menos tempo terá impacto, principalmente tendo os vacinados sintomas menos relevantes ou sendo até assintomáticos. Que os vacinados podem infectar-se e infectar outros, não há dúvidas. Que o façam na mesma proporção que os não-vacinados, não li ainda nada que o comprove.
Ainda hoje estive duas horas com dois 'fungosos' que se diziam constipados. Mas sei lá eu... Eu vacinada e eles também. Tudo de máscara. Ela fez teste rápido ontem (a miúda é particularmente sensível e faz auto-testes com frequência) mas ele não fez, julgo. Uma coisa é certa: as máscaras resultam, apesar de continuar a odiar usá-las. Não só não apanhei (ainda!) Covid como desde Março de 2020 que não tenho uma única constipação, ranhoca, tosse, dor de goela, etc. Eu era menina para apanhar três, quatro ou cinco por época, apesar de gripe ter tido pela última vez em 2005.
 
Que o façam na mesma proporção que os não-vacinados, não li ainda nada que o comprove.
Há cerca de 3 semanas andavam a circular algumas notícias sobre a carga viral entre vacinados e não vacinados ser idêntica, principalmente devido á variante Delta.

Provavelmente se não tivesse aparecido essa nova variante, a transmissão poderia ser menor com as vacinas. No entanto, penso que esteja claro que as vacinas não impedem a infeção, portanto este aumento de casos já seria de esperar mais tarde ou mais cedo. Vê-se por aí muita situação em que mais parece que já não há vírus.
O facto dos internamentos estarem a aumentar todos os dias é o que mais preocupa, mas ainda assim não tem sido um crescimento exponencial e esperemos que assim continue.
 
Haverá um efeito cumulativo na propagação do vírus que relaciona directamente com a mobilidade das pessoas. Não é possível determinar locais ou contextos preferenciais de contágio, apenas se sabe que quando as pessoas se movem mais, o vírus propaga-se mais. Este problema afecta várias nações, muitas das quais fizeram extensivos e detalhados estudos nos últimos 2 anos e não ouvi falar nunca de restrições cirúrgicas em 2 ou 3 contextos diferentes que fizesse a diferença.

E em linha com o que digo acima, esse é o problema dos eventos de massas, mesmo ao ar livre. A questão não é se 2 pessoas infectadas vão infectar 100 mil num concerto ao ar livre. Já sabemos que não é assim. A questão é como é que essas pessoas se vão mover até ao evento de massas. Vão em transportes públicos atafulhados? Vão 5 num carro? Vão comer juntas? Virão de várias proveniências diferentes ter com amigos para assistir ao evento? Nesse contexto, pouco importa se o evento decorre num pavilhão fechado, com janelas semi-abertas, ou ao ar livre.
 
Assim se espera:

"Só poderemos respirar de alívio quando houver vacinas bloqueantes da transmissão"​

A incidência e o ritmo de transmissão do SARS-CoV-2 continua a aumentar. No domingo, o país atingiu mesmo os 15 óbitos, o que não acontecia desde julho (ontem foram oito). O governo já marcou reunião com peritos no Infarmed para sexta-feira para discutir a situação. Ao DN, o imunologista Manuel Santos Rosa defende que "só precisamos de ganhar mais algum tempo ao vírus para vencermos a batalha", porque a segunda geração de vacinas que está a ser desenvolvida vai atacar a transmissão e deve chegar já em 2022.


-> https://www.newscientist.com/articl...d-19-vaccine-may-work-better-than-injections/

Vaccines delivered this way tend to elicit stronger immune responses because the skin is full of immune cells, says Muller. For example, when the flu vaccine is administered via this skin patch, a sixth of the normal dose can be used because it produces a stronger response.
Mice treated with the patch developed more coronavirus antibodies than those injected with the vaccine and were completely protected from getting sick, even with a single dose.

Demasiado otimista, não? As doses de reforço também geram respostas robustas... à semelhança do que acontecia após as doses iniciais.

Quanto muito, refere-se à terceira geração. Porque a 'segunda' não aparenta ser muito melhor.

De qualquer das formas, a BnT e a Moderna estão a testar as vacinas modificadas para a variante delta. Vacinas personalizadas só para os países ricos... e a um preço mais 'jeitoso'.