Pandemia da COVID-19 2021

No Algarve, a taxa de incidência está brutal:

Região: 993 casos por 100 mil habitantes

Por concelhos:

São Brás de Alportel: 1398 casos por 100 mil habitantes
Portimão: 1306 casos por 100 mil habitantes
Lagoa: 1288 casos por 100 mil habitantes
Faro: 1017 casos por 100 mil habitantes
Loulé. 1000 casos por 100 mil habitantes
Olhão: 924 casos por 100 mil habitantes
Lagos: 922 casos por 100 mil habitantes
Silves. 897 casos por 100 mil habitantes
Monchique: 844 casos por 100 mil habitantes
Vila do Bispo: 835 casos por 100 mil habitantes

A Omicrón ainda não foi detectada por cá, pelo menos, é essa a última informação.
 
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No Algarve, a taxa de incidência está brutal:

Região: 993 casos por 100 mil habitantes

Por concelhos:

São Brás de Alportel: 1398 casos por 100 mil habitantes
Portimão: 1306 casos por 100 mil habitantes
Lagoa: 1288 casos por 100 mil habitantes
Faro: 1017 casos por 100 mil habitantes
Loulé. 1000 casos por 100 mil habitantes
Olhão: 924 casos por 100 mil habitantes
Lagos: 922 casos por 100 mil habitantes
Silves. 897 casos por 100 mil habitantes
Monchique: 844 casos por 100 mil habitantes
Vila do Bispo: 835 casos por 100 mil habitantes

A Omicrón ainda não foi detectada por cá, pelo menos, é essa a última informação.
Os casos atuais no Algarve são quase todos Delta+ (subvariante nepalesa). Aliás, foi a primeira região do país a registar estes casos, possivelmente por causa do turismo vindo do Reino Unido, sendo que uma das razões pelas quais a região ainda está a ter grandes crescimentos está relacionada exatamente com isso. Nas outras regiões, só agora é que se está a tornar predominante, tanto que nos últimos dias houve um certo crescimento na transmissão (ainda que nada de preocupante, para já). :rolleyes:
 
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O recorde de casos será batido pela Ómicron”: variante representará 30% das infeções até domingo e será dominante no Natal em Portugal.​


16 DEZEMBRO 2021 13:51
https://expresso.pt/autores/2015-05-05-Vera-Lucia-Arreigoso
"Vamos ter uma transmissão brutal” e no pior momento possível. O aviso é feito pelo investigador e elemento da equipa responsável pela estratégia contra a pandemia Óscar Felgueiras. Raquel Duarte, pneumologista e investigadora do Instituto de Saúde Pública do Porto, lança algumas pistas para a contenção da propagação que “têm de estar todas em cima da mesa”

Confirma-se o pior receio: o SARS-Cov-2 tem uma variante super transmissível e já está instalada entre nós e a propagar-se velozmente na comunidade. Capaz de duplicação em dois ou três dias, a Ómicron vai aumentar a sua presença dos 10% estimados pelo Instituto Ricardo Jorge (INSA) nesta quarta-feira, para 20% a 30% no próximo fim de semana.

(notícia paga)


Nova variante já deverá ser dominante no Natal, dizem especialistas

“Extremamente contagiosa”, a nova variante Ómicron entrou há dias em Portugal e pode representar 80% dos novos casos no início de Janeiro, segundo matemáticos que estudam a evolução da epidemia.



Mesmo extremamente contagiosa e com uma "transmissão brutal" se for menos grave é menos mau...contudo, e como já tinha referido, será a afluência das pessoas ao SNS que pode ser problemática, e não tanto os internamentos, UCI e óbitos por causa da Omicron. :unsure:

 

Há risco de termos mais casos de covid-19 no fim do ano do que em janeiro.​

Hoje às 08:39

Ómicron pode levar infeções diárias acima das 15 mil. Especialistas admitem regresso de lotação dos espaços.

Os mais recentes dados sobre a prevalência da ómicron e a sua duplicação a cada dois dias fazem antever um disparar das infeções diárias. Mais do que duplicando. Podendo mesmo Portugal chegar ao final deste ano com mais casos do que no histórico mês de janeiro de 2021, acima dos 16 mil.

( notícia paga)


Pois eu só espero que, e à semelhança de outras previsões anteriores de picos com milhares de casos por dia, estas também falhem redondamente.

16 mil casos ou mais por dia, mesmo com bastantes menos hospitalizações, causariam de novo o caos no SNS com tudo a "correr" para o hospital aos mínimos sintomas, e o governo, se continua nesta de contar o casos e subidas exponenciais ( que vão sempre existir ) não me admiraria se implementasse outro confinamento ou confinamentos parciais... :unsure:
 
O meu filho está em isolamento desde 2af devido a um miúdo que testou positivo nesse dia na escola, em Matosinhos. A escola informou os pais que o delegado de saúde local tinha decretado o confinamento da turma porque era contactos de alto risco e que o delegado de saúde iria contactar cada um dos pais para o agendamento dos testes e passar a declaração de isolamento. A actual norma diz que os contactos de alto risco devem ser testados ao 5o e ao 10o dia com teste PCR e, se negativos, terminam o isolamento.

Passaram os 5 dias e não houve qualquer contacto do delegado de saúde. Não há qualquer teste agendado para o meu filho e não tenho qualquer declaração de isolamento para mostrar à entidade patronal, a não ser o email da escola que nem refere turmas, etc. O teste ao 5o dia permite saber se o contacto ficou infectado. Se ele estivesse infectado nós tínhamos que nos isolar, mas não fazemos ideia e até lá vamos continuar a fazer a nossa vida normal.

Liguei para a linha SNS24 e disseram-que que é o delegado quem tem que agendar o teste mas que sabem que eles não conseguem dar vazão ao número "enorme" de casos. A ARS Norte tem mais de 3 milhões de pessoas e tem tido 1000 casos diários. 1000 casos diários é o que é preciso para derrubar o sistema e quebrar todo o protocolo.

Ontem um dos colegas teve febre e o SNS24 disse que tinha de ser visto pelo médico antes de marcar teste. Mandaram para as urgências do hospital de Matosinhos e chegaram la e deram com o nariz na porta porque não tem urgência pediátrica nocturna. Foram enviados para o São João.

Um colega meu testou positivo e os 3 com quem teve o mesmo tipo de contacto ligaram para o SNS24. Estão todos vacinados e os 3 tiveram instruções diferentes do SNS24, desde um que não tem que fazer qualquer isolamento até outro que tem de ficar 10 dias em isolamento com 2 testes.

Dois anos disto e ainda andam aos papéis...
 
O RU discute a hipotese de um confinamento após o Natal. Os casos diarios sobem verticalmente.
 
O RU discute a hipotese de um confinamento após o Natal. Os casos diarios sobem verticalmente.

+10 mil casos só no dia de hoje.

7 mortos e 85 hospitalizações por Omicron no RU, de um total de 25 mil detectados. O lag entre a detecção dos casos e as hospitalizações/óbitos ainda não permite tirar conclusões muito sólidas.
 
+10 mil casos só no dia de hoje.

7 mortos e 85 hospitalizações por Omicron no RU, de um total de 25 mil detectados. O lag entre a detecção dos casos e as hospitalizações/óbitos ainda não permite tirar conclusões muito sólidas.
Muito mais que 10 mil casos da Omicron certamente. Houve um crescimento de mais de 40 mil casos face à semana passada, depois de 5 meses em que o número de positivos se manteve relativamente estável entre os 40 e os 50 mil casos diários. Certamente que hoje a Omicron já é dominante no UK.
O número de óbitos mantém-se em descida ligeira, bem como o número de internados em UCI. O número de internados em cuidados intermédios continua com subida ligeira, impulsionado pela região de Londres, a única onde este parâmetro está a aumentar.
 
E agora, para baralhar ainda mais as contas, temos uma novidade da província de Gauteng, foco da propagação da Omicron na África do Sul. Sem qualquer medida de confinamento o número de casos esta semana desceu cerca de 10% face à semana anterior. O número de casos activos baixou 93 mil a 11 de dezembro para 65 mil hoje...

Redução de 28000 casos activos, somando-se os 56000 novos casos desta semana dá um total de 84000 desfechos de infecção na semana que passou. 104 óbitos, 83900 recuperações. O majorante da taxa de letalidade é de 0,12%, partindo-se do princípio de que todos os casos de infecção foram detectados (bastante irreal). A taxa de letalidade da gripe comum na África do Sul é de aproximadamente 0,10% (link).
 
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E agora, para baralhar ainda mais as contas, temos uma novidade da província de Gauteng, foco da propagação da Omicron na África do Sul. Sem qualquer medida de confinamento o número de casos esta semana desceu cerca de 10% face à semana anterior. O número de casos activos baixou 93 mil a 11 de dezembro para 65 mil hoje...

Redução de 28000 casos activos, somando-se os 56000 novos casos desta semana dá um total de 84000 desfechos de infecção na semana que passou. 104 óbitos, 83900 recuperações. O majorante da taxa de letalidade é de 0,12%, partindo-se do princípio de que todos os casos de infecção foram detectados (bastante irreal). A taxa de letalidade da gripe comum na África do Sul é de aproximadamente 0,10% (link).
É encorajador, a questão aqui é se o Rt da Omicron é superior à Delta, havendo mais casos não poderá a percepção da mortalidade ser superior ou igual à Delta pela simples proporção se letalidade?
 
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Ainda é cedo para se retirarem conclusões acerca da omnicron.
Sei é que por todo o lado se vêm espaços lotados (restaurantes, cafés, bares, centros comerciais, marginais, etc) e que as pessoas já se estão a danar para isto.
Já não chegam recomendações. Precisamos de regras mais apertadas, pois caso contrário teremos os casos a subir de forma violenta dentro de dias, com a consequente pressão para o SNS.
Vai ser um Janeiro bem penoso...