Política e economia internacional 2015

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Estado
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E a Rússia faz drásticas alterações na venda do gás:

Russia plans to shift all its natural gas flows crossing Ukraine to a route via Turkey, a surprise move that the European Union’s energy chief said would hurt its reputation as a supplier.

Gazprom, the world’s biggest natural gas supplier, plans to send 63 billion cubic meters through a proposed link under the Black Sea to Turkey, fully replacing shipments via Ukraine, Chief Executive Officer Alexey Miller said during the discussions. About 40 percent of Russia’s gas exports to Europe and Turkey travel through Ukraine’s Soviet-era network.

Gazprom has reduced deliveries via Ukraine after price and debt disputes with the neighboring country that twice in the past decade disrupted supplies to the EU during freezing weather.

“Transit risks for European consumers on the territory of Ukraine remain,” Miller said in an e-mailed statement. “There are no other options” except for the planned Turkish Stream link, he said.

“We have informed our European partners, and now it is up to them to put in place the necessary infrastructure starting from the Turkish-Greek border,” Miller said.

Bloomberg
 
No dia 18 de Fevereiro vai haver uma conferência sobre segurança na Casa Branca. Os tópicos certamente serão interessantes:

French Interior Minister Bernard Cazeneuve said after the meeting that European interior ministers had agreed to boost cooperation in an effort to thwart further jihadist attacks.

"We need to work more closely with Internet companies to guarantee the reporting and if possible removal of all content that amounts to an apology of terrorism or calls for violence and hatred," he said.

Portanto, qualquer 'desculpa' para o terrorismo ou violência vai ser censurada e sujeita a intervenção governamental. Por outras palavras, qualquer versão diferente da do governo vai ser 'perigosa'.

Quanto à França, muitas mudanças virão. Mais 54 foram vítimas da 'liberdade de expressão':

France announced Wednesday that 54 people had been arrested since the Paris terror attacks in a country-wide crackdown on hate speech, anti-Semitism and the glorification of terrorism.

The government is also working on new phone-tapping and other intelligence efforts against terrorism that it wants nailed down by next week, government spokesman Stephane Le Foll said Wednesday.

The government is launching a deeper project to rethink education, urban policies and its integration model, in an apparent recognition that the attacks exposed deeper problems of inequality both in France and especially at its neglected, often violence-ridden suburban housing projects.
 
como disse e bem o Bruno Nogueira isto é só cinismo, centenas são mortas na Nigéria as mãos do boko haram e ninguém diz je sui Nigeria. E com isto tudo os estados querem aproveitar para restringir as liberdades na Internet, e parece 4 judeus valem mais que 12 jornalistas e centenas de nigerianos e para acabar se o anti-semitismo e crime (e bem) porque não o anti-islamismo ou anti-cristianismo, quando as mentes brilhantes da al qaeda destruiu estátuas milenares de Buda ninguém quis saber, preparem-se pois mais dia menos dia temos de ter muito cuidado no que procuramos na net pois um dia o ti zé pode procurar bomba e ser preso , quando só queria uma bomba hidaulica
 
Já de vez, e como a imagem mais estranha do dia, deixo a capa da revista Economist para 2015. Quanto ao significado do simbolismo (estranho mas intencional), cada um terá a sua opinião:

89cgJ0I.jpg
 
E depois do ministro das finanças grego dizer que os depositantes tinham absoluta confiança nos bancos e ninguém se tem que preocupar:



E os heróis de guerra de uns são os criminosos de guerra de outros:



Se os Taliban fizessem um filme a glorificar o 11/9 ou as mortes dos americanos no Iraque, Afeganistão e países afins é que iam ser elas.
 
@Orion não costumas ver muito cinema ou séries pois não ?

Que exagero :). Vi essa notícia do filme e fiz apenas um comentário para relativizar (tudo é relativo nesta vida incluindo os filmes - não, não é ódio aos americanos).

Curiosamente, e fazendo outro comentário abrangente, a Europa está-se a tornar no que critica. Odeia a intolerância alheia e qual é a sua resposta? Ser intolerante.
 
Uma operação antiterrorismo foi iniciada esta quinta-feira pela polícia em várias cidades da Bélgica, tendo resultado na morte de dois suspeitos jihadistas em Verviers, no leste do país, que alegadamente planeavam ataques iminentes, uma semana depois dos atentados de Paris. A operação policial de grande envergadura, dada como concluída esta manhã, levou à detenção de 13 pessoas que, segundo as autoridades belgas, estavam a organizar ataques para “matar polícias”.

SIC

Nada de pânico. Já se sabia dos planos há semanas:

 
Perguntei porque já em tempos fiquei com essa sensação, a propósito daquele filme (fracote por acaso) lá da morte do Kim Jong-Un.

Outro 'Charlie Hebdo'. Se não fosse pelo ataque informático provavelmente teria sido cancelado. Pelo menos ganharam (muito?) dinheiro com a publicidade.
 
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Israel is planning to demand an apology for a controversial cartoon that appeared in the British Sunday Times, Israel’s ambassador to London said Monday, while one minister mulled steps against the paper.

One day after the caricature sparked outrage among Jewish groups for its depiction of a bloodthirsty Prime Minister Benjamin Netanyahu building a wall with the blood and bodies of Palestinians, leading Israelis joined the chorus of condemnation.

TI

Não sei porquê mas acho que não haverá mais uma manifestação para a proteção da liberdade de expressão. Até porque já foi feito o pedido de desculpas:

Rupert Murdoch, the billionaire CEO of News Corp., which owns The Times, nevertheless tweeted a harshly worded apology.

Gerald Scarfe has never reflected the opinions of the Sunday Times. Nevertheless, we owe major apology for grotesque, offensive cartoon.

Conclusão: Pode-se insultar tudo e todos. Todos menos os judeus e respetivos políticos (o rótulo de antissemita está sempre presente). Agora o importante é embirrar com os muçulmanos. Porque a estes sim, podemos e devemos insultar quando quisermos.

Novamente, não percebo o spin-off do tiroteio de Paris como um ataque aos judeus. Até foi um muçulmano numa loja judaica que protegeu muita gente. É pena que a propaganda nem os discursos políticos façam referência a isto com mais ênfase. Ao menos seria um ataque fulcral no crescimento da extrema-direita francesa e, pelo menos, seria uma tentativa para apaziguar os ânimos.

Mais estranho é isto:

If governments are unable to protect Jews in Europe, at least a few people in each Jewish community should be permitted to carry a gun, Rabbi Menachem Margolin, General Director of the European Jewish Association, told RT.

Eu proponho que se crie um rácio. Quantas vidas muçulmanas vale uma vida ocidental? E quantas vidas não-judaicas vale uma vida judaica?
 
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