Arrisco-me a dizer que desde a luta contra o comunismo, o Vaticano nunca esteve tão ativo politicamente. Será interessante ver as reações que isto vai criar na ala mais direita do eleitorado e dos partidos políticos americanos. Não obstante serem uma nação, teoricamente, mais protestante e, como consequência, mais distante do papado, a resolução de Cuba demonstra a grande influência do pequeno estado italiano. Um estado palestiano não se coaduna com a elite zionista, que prega paz mas pratica limpeza étnica. O anti-semitismo ainda está presente na doutrina católica romana. É algo estranho tendo em conta que Jesus era judeu mas é essa a realidade.
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