Política e economia internacional 2020

Tens muito a aprender com ele sobre como fazer desaparecer 'pedras no sapato', de facto.





Não compreendes mesmo? A sério?

 
Estou curioso para ver o resultado destes tumultos nas eleições. Quem pensa que prejudicam Trump pode estar enganado. O abstencionismo na comunidade afro-americana é elevado e essa abstenção ajudou a eleger Trump. Hillary, ao contrário de Obama, não mobilizou muito bem a comunidade. Veremos se Joe Biden sabe aproveitar a situação para mobilizar os afro-americanos.

A chave das eleições está nos eleitores caucasianos pobres, que abandonaram o Partido Democrata e votaram Trump. Muitos desses eleitores preferem Sanders a Biden, pois é um eleitorado que se tornou anti-sistema, muito dogmático, idêntico ao eleitorado inglês contra a UE. Acredito que estes tumultos até vão reforçar a popularidade de Trump nestes eleitores.

Para a Europa é fundamental que vença o Partido Democrata, mas não sei se estes tumultos vão ajudar ou prejudicar Biden!
 
Um facto interessante que diferencia os EUA do Brasil é o grau de miscigenação. O Brasil é uma sociedade com origem numa cultura católica, que foi levada para lá pelos portugueses. Uma cultura católica de miscigenação. Mais de 80% dos colonos portugueses eram homens. No Brasil, normalmente não casavam com negras ou nativas, mas engravidavam muitas. Há relatos de portugueses que terão tido mais de cem filhos de negras e nativas. Hoje em dia mais de 50% dos brasileiros são miscigenados. A população branca actual descende de emigrantes europeus que foram para o Brasil nos últimos 150 anos, a maioria italianos, alemães, minhotos, suíços, libaneses, sírios e polacos. Nos locais com colonização portuguesa mais antiga, como a Bahia, predominam os «pardos».

Por outro lado, os colonos holandeses, franceses e ingleses levavam as mulheres. Nos EUA, nas áreas colonizadas originalmente por ingleses e franceses, havia uma separação racial. Ainda hoje se fala em afro-americanos, hispânicos, nativos e brancos. E nas cidades americanas, há locais onde se concentram as diferentes «tribos». Há bairros hispânicos, bairros gay, bairros chineses, bairros afro-americanos, bairros classe-média branca, etc. Nos EUA, na prática, não há uma integração social total. Há liberdade, mas na prática é algo do género, «podes ser livre mas vai para o lado dos que são como tu e vive com eles à tua maneira».
 
Três palavras: Ge-ni-al. Não fosse a equipa de reportagem...

 
Um facto interessante que diferencia os EUA do Brasil é o grau de miscigenação. O Brasil é uma sociedade com origem numa cultura católica, que foi levada para lá pelos portugueses. Uma cultura católica de miscigenação. Mais de 80% dos colonos portugueses eram homens. No Brasil, normalmente não casavam com negras ou nativas, mas engravidavam muitas. Há relatos de portugueses que terão tido mais de cem filhos de negras e nativas. Hoje em dia mais de 50% dos brasileiros são miscigenados. A população branca actual descende de emigrantes europeus que foram para o Brasil nos últimos 150 anos, a maioria italianos, alemães, minhotos, suíços, libaneses, sírios e polacos. Nos locais com colonização portuguesa mais antiga, como a Bahia, predominam os «pardos».

Por outro lado, os colonos holandeses, franceses e ingleses levavam as mulheres. Nos EUA, nas áreas colonizadas originalmente por ingleses e franceses, havia uma separação racial. Ainda hoje se fala em afro-americanos, hispânicos, nativos e brancos. E nas cidades americanas, há locais onde se concentram as diferentes «tribos». Há bairros hispânicos, bairros gay, bairros chineses, bairros afro-americanos, bairros classe-média branca, etc. Nos EUA, na prática, não há uma integração social total. Há liberdade, mas na prática é algo do género, «podes ser livre mas vai para o lado dos que são como tu e vive com eles à tua maneira».

A identidade individual. Se não fosse assim não seria EUA.
 
Última edição:
Hell, yeah.



A melodia não é grande coisa mas o poema é muito bom. :lol:

 


Onde é que, normalmente, os jornalistas são alvos?

 
Se Israel comprar as terras, negociando e pagando o preço justo a quem quiser voluntariamente vender, tudo bem.

Não compreendes mesmo as motivações dos intervenientes.

Agora uma anexação pura e dura é algo perigoso, como nos ensina a História da Europa na primeira metade do século XX.

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2 cenários completamente distintos. E não se está a falar da Europa.

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