Política e economia internacional 2020

Nós não dizemos. É mesmo gramaticalmente uma língua simples. O artigo definido não tem singular nem plural, nem masculino nem feminino. Espetam-lhe um The atrás e fica o problema resolvido. Em Português tem número e, muito pior, género, que salvo raras excepções são aleatórias (o que torna o Português um inferno para se aprender. Como se explica a quem aprende que objectos tenham género? Que a casa seja feminino e o carro masculino? Não se explica. Marra-se). Os adjectivos idem, nem número, nem género. Não há comparação com o Português. E já nem falo do pesadelo do Alemão que tem três géneros (masculino, feminino e neutro mas que tem palavras como 'Mädchen' que significa 'rapariga' que são neutras, portanto 'das Mädchen'. Go figure! Pronomes, substantivos e adjectivos são declináveis e existem 4 casos gramaticais: nominativo, acusativo, dativo e genitivo. Não é, portanto, uma sensação. É uma realidade.

Para mim isso são detalhes.
Nem falo da alemã porque não é, mas as línguas latinas são-nos sempre mais próximas.
 
Não conheço o alemã com pormenor, mas o inglês é péssimo. Enough, through, though não rimam, I, eye, rye e buy rimam. Quem é que inventou isto?!

siebentausendzweihundertvierundfünfzig = 7254 = sete mil, duzentos e cinquenta e quatro. :lol:
 
Para mim isso são detalhes.

Detalhes? :lol: Aprende Inglês e Alemão (e Português mas no teu caso não se aplica porque é a tua língua) como línguas estrangeiras e depois falamos. Não são, definitivamente, detalhes. O Português de Portugal é muito difícil de aprender como língua estrangeira e não é só por causa da gramática e por causa da ortografia (há, à, ah) mas porque falamos para dentro e basicamente engolimos sílabas inteiras, ao contrário dos Brasileiros. Por isso há tanto diplomata em Portugal a falar com 'musiquinha' do Brasil. Enquanto os Brasileiros dizem 'tê-lê-fo-ni' nós fizemos 'tefone' (soa beto mas na oralidade sai assim muitas vezes).
 
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eu não falo alemão), mas continuo a achar o inglês pior

Não se pode comparar duas línguas se não se conhece e fala uma delas, desculpa. Dou-te um minúsculo resumo:

k09pvrQ.png


Tudo isto, em Português, corresponde a 'o', 'a', 'os', 'as'. Em Inglês corresponde a 'the'.

Agora multiplica pelos artigos indefinidos, negativos, pronomes pessoais, relativos, interrogativos, possessivos, adjectivos, etc.
 
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Não se pode comparar duas línguas se não se conhece e fala uma delas, desculpa. Dou-te um minúsculo resumo:

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Tudo isto, em Português, corresponde a 'o', 'a', 'os', 'as'. Em Inglês corresponde a 'the'.

Agora multiplica pelos artigos indefinidos, negativos, pronomes pessoais, relativos, interrogativos, possessivos, adjectivos, etc.
Mas eu não falei da gramática, aí o inglês é simplíssimo, nem se põe em causa, estava apenas a comentar acerca da ortografia
 
Mas eu não falei da gramática, aí o inglês é simplíssimo, nem se põe em causa, estava apenas a comentar acerca da ortografia

Mas um idioma não é um aspecto. É o conjunto. O Inglês é, das que conheço como falante e como aluna, a língua mais simples de ensinar e de aprender. E dou graças por não ter de ensinar Português como Língua estrangeira.
 
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É curioso que falem tanto do inglês, e a gramática é fácil, e a ortografia é simples... :rolleyes:

Mas sabem qual é a língua que tem mesmo uma gramática e ortografia mais fácil para nós, portugueses, e que tenha um número considerável de falantes? O espanhol.
A língua obviamente que não se aprende dum dia para o outro, mas a gramática é muito mais parecida com a nossa do que a inglesa. Talvez a parte mais complicada do espanhol seja a ortografia, porque eles trocam os acentos na palavra e o número de falsos amigos é relativamente grande, mas mesmo assim a semelhança é muito maior... :eek:

Talvez as pessoas não entendam, mas o português e o galego são das línguas românicas mais complicadas. Todavia, isso fica para outro tópico. ;)
 
e a gramática é fácil, e a ortografia é simples...
A ortografia é péssima e ridiculamente inconsistente, já dei alguns exemplos, é tudo menos simples. Isto deve-se em parte ao facto de o inglês, ao contrário da nossa língua ou do espanhol não ter uma entidade que defina a sua escrita. Já a gramática essa sim, é extremamente simples.

Mas um idioma não é um aspecto. É o conjunto. O Inglês é, das que conheço como falante e como aluna, a língua mais simples de ensinar e de aprender. E dou graças por não ter de ensinar Português como Língua estrangeira.
Não sei até que ponto parte da facilidade não vem da enorme exposição que temos ao inglês, embora seja inegável que seja uma língua com uma gramática bem mais fácil que o português ou o alemão

1 vida em abstracto = 1 vida em abstracto. Não há vidas em abstracto que valham mais do que outras.
Certo, mas eu não disse o contrário em momento algum, disse que racionalmente entendo que as vidas de desconhecidos valem todas o mesmo
 
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@N_Fig Aprendi Inglês (o básico claro!) sozinha em criança antes de começar com Inglês na escola. Sempre estive exposta também ao Francês (aliás, eu sou precisamente da geração da transição do Francês para o Inglês) e nunca tal aconteceu.

Então estamos de acordo. É tão tráfico alguém morrer de Covid-19 no S. João (ou de cancro, ou AVC ou atropelado) como alguém morrer afogado a atravessar o Mediterrâneo. As famílias e os amigos choram as mesmas lágrimas e sofrem com as mesmas saudades. A dor é universal.
 
para limpar a pandemia cada país terá de apresentar 14 dias sem novos casos...

os fundamentais capitalistas não vão aguentar.

Tenho de te dar razão. Estamos habituados a viver numa economia de supérfluos. É incrível que hoje em dia haja o risco de colapso do sistema por se suspender tanta coisa que nas guerras do século passado eram totalmente dispensáveis. E mesmo assim faltam ventiladores...
 
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