Jordan writes, arguing that the #FreeMelania hashtag ought to be retired because of her consistent support of her husband and her moves to stay in the White House.
“She is . . . much more like him than it appears,” Jordan adds.
She attended a highly competitive architecture program at the University of Ljubljana but did not graduate, although she claimed in sworn testimony to have a bachelor’s degree.
There’s also little evidence to suggest that her claims of being able to speak four or five languages fluently are true.
Jordan found little evidence even of the story of how they met — he saw her at a club during Fashion Week in 1998 with a more famous model, but was fixated on Melania, who refused to give him her phone number. Multiple sources, including a German modeling agent she was working for that year, told Jordan that they had heard Melania was already dating Trump before the timeline they laid out.
She was a key reason Trump chose Mike Pence as his running mate, after Trump arranged a weekend for Melania to get to know him and his wife, Karen. She argued that Pence would be a better choice than Christie or Newt Gingrich. “She believed that he would be content in a number-two spot and not gun for the top job,” Jordan writes, “which was something she could not say about the other two.”
Também há boas notícias. Ainda me lembro, há tantos anos, de andar à nora para traduzir anemia falciforme.
Influências do Antigo Regime, que impôs esta cultura das "palavras caras". Isso é notável, por exemplo, na questão dos palavrões, em que palavras como "c******", "f***-se" ou "c***" foram proibidas durante muito tempo, porque eram palavras informais e do povo. Esta questão, aliás, é bem visível em todos os povos que foram influenciados por ideais absolutistas, porque nem todas as línguas têm palavras proibidas. E no caso da ciência é igualzinho...PS: Porque é que nós não temos a informalidade dos ingleses e dizemos algo como "anemia das foices"? Que mania portuguesa de usar palavras caras, até nas legendagens noto isso quando falo a língua que estou a ouvir...

Boa notícia, espero que cure muitos!
PS: Porque é que nós não temos a informalidade dos ingleses e dizemos algo como "anemia das foices"? Que mania portuguesa de usar palavras caras, até nas legendagens noto isso quando falo a língua que estou a ouvir...

É uma questão de hábito, duvido que "sickle cell disease" soe mal a algum inglês, e "anemia falciforme" no fundo quer dizer "anemia (com a forma) das foices", só o diz por outras palavrasEh pá, normalmente concordaria mas 'anemia das foices' soa mesmo mal. Além disso iria levantar questões e os direitolas começavam logo a estrebuchar e a dizer que isso era a marxização da medicina. É melhor não correr riscos desnecessários.![]()
Lembro-me de estar a ler um livro de espiões e ver uns criminosos a falar em "delatores", ou de como via desenhos animados em castelhano em que diziam "mierda" e as legendas diziam "bolas" ou algo assimInfluências do Antigo Regime, que impôs esta cultura das "palavras caras". Isso é notável, por exemplo, na questão dos palavrões, em que palavras como "c******", "f***-se" ou "c***" foram proibidas durante muito tempo, porque eram palavras informais e do povo. Esta questão, aliás, é bem visível em todos os povos que foram influenciados por ideais absolutistas, porque nem todas as línguas têm palavras proibidas. E no caso da ciência é igualzinho...![]()

só o diz por outras palavras
Influências do Antigo Regime, que impôs esta cultura das "palavras caras". Isso é notável, por exemplo, na questão dos palavrões, em que palavras como "c******", "f***-se" ou "c***" foram proibidas durante muito tempo, porque eram palavras informais e do povo. Esta questão, aliás, é bem visível em todos os povos que foram influenciados por ideais absolutistas, porque nem todas as línguas têm palavras proibidas. E no caso da ciência é igualzinho...![]()