Política e Economia internacional 2026

:D -> https://www.amazon.com/Goy-Israels-Gentile-Abrahamic-Religions/dp/0198744900

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Eu sei. E isto tem de ser discutido, como se chegou aqui em termos de aumento do custo de vida.

Mas não é isso que estás a sugerir. Estás a querer mandar as pessoas ter filhos. Só um irresponsável tem um filho sem saber se lhe consegue dar condições de vida dignas. Não falo de luxos. Enquanto isso não estiver garantido, esquece. Há razões para as coisas acontecerem ou não acontecerem.
 
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Reactions: "Charneca" Mundial
É redutor resumir a baixa natalidade a uma questão financeira. A geração europeia em idade fértil não tem filhos, não porque não têm dinheiro, mas porque não estão dispostos a abdicar de nada para tê-los. É uma geração não só consumista mas também egoista, não só na parte financeira como na da utilização do próprio tempo. As pessoas simplesmente não estão dispostas a dispender tempo, que acham que é só seu, para os outros. São opções, não critico, mas é algo estrutural e que não vai mudar com cheques-bebé de 400 euros.
 
É redutor resumir a baixa natalidade a uma questão financeira. A geração europeia em idade fértil não tem filhos, não porque não têm dinheiro, mas porque não estão dispostos a abdicar de nada para tê-los. É uma geração não só consumista mas também egoista, não só na parte financeira como na da utilização do próprio tempo. As pessoas simplesmente não estão dispostas a dispender tempo, que acham que é só seu, para os outros. São opções, não critico, mas é algo estrutural e que não vai mudar com cheques-bebé de 400 euros.
As pessoas em Israel, sim, em Israel, têm muitos filhos. Sejam pobres ou ricas. Não pensam em creches, roupas, se vão ou não para a universidade. Aliás, na sociedade de lá, sejam judeus, muçulmanos ou cristão ir para a universidade nem sequer é uma prioridade. Se forem tudo bem, se não forem tudo bem na mesma. O nível de vida face aos rendimentos é muito mais alto que em Portugal. Vi as classes médias com hábitos que os portugueses tinham décadas atrás. Gastar dinheiro em creches? Nada disso, as crianças ficam com familiares. Roupas de marca? Só os ricos sabem o que é isso, usa-se «da feira» e passa de uns irmãos para os outros. Comer fora? Só em ocasiões muito especiais. Estive na casa de uma família de classe média e observei como viviam.

Na questão da natalidade em países como Portugal existe uma dimensão económica, mas também existe uma dimensão cultural, de valores. Em Israel, na sociedade de lá, é mais importante ter família do que ter um canudo...
 
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Mesmo que isso resultasse, o que duvido, reduzir a natalidade a uma questão de incentivos fiscais agressivos é própria de utopias comunistas ou equivalentes, em que se obriga/ incentiva a população a abdicar da sua vontade individual em prol de algum objectivo colectivista. Quem não quer ter filhos, tem todo o direito de não os ter, sem ser penalizado por isso. E quem quer tê-los, tem todo o direito também, devendo ter alguns benefícios, proporcionais à maior dificuldade de ter de alimentar mais bocas que não ajudam nas despesas.

Adicionalmente, financiar certas pessoas que não têm condições psicológicas/ mentais para criar um filho, é um incentivo pernicioso, perigoso e imbecil. Há muita gente que não deveria ter filhos, e que mesmo assim decide trazer crianças ao mundo sem necessitar de qualquer incentivo, e que os deixa a crescer sozinhos, a olhar para um ecrã, porque dá muito trabalho educar um miúdo, e é preferível que eles estejam calados a olhar para o telemóvel. Nem quero imaginar quando estes indivíduos começarem a receber um forte incentivo financeiro para colocarem mais miúdos a olhar para telemóveis.

O problema da natalidade, olhando para a globalidade do mundo, não existe. Pelo contrário, se existe algum problema é a falta de recursos do planeta, que só graças a um enorme avanço científico nas passadas décadas pôde suportar um aumento de 35% de habitantes em cerca de 25 anos.
Se a população mundial está mal distribuída, podemos também discutir uma idiotice do género, financiar estrangeiros para virem viver para Portugal, para combater a baixa natalidade. Resolveria o problema. Mas não preciso de explicar porque razão isso também seria uma idiotice.
 
O problema da natalidade, olhando para a globalidade do mundo, não existe. Pelo contrário, se existe algum problema é a falta de recursos do planeta, que só graças a um enorme avanço científico nas passadas décadas pôde suportar um aumento de 35% de habitantes em cerca de 25 anos.
Se a população mundial está mal distribuída, podemos também discutir uma idiotice do género, financiar estrangeiros para virem viver para Portugal, para combater a baixa natalidade. Resolveria o problema. Mas não preciso de explicar porque razão isso também seria uma idiotice.

Tenho um problema moral com esta questão mais global. E é um pouco assustador a propagação dessa afirmação, grandemente difundida por uma corrente animalista europeia. A ideia de que somos os legítimos arrendatários do planeta e concluir que não há espaço para mais porque nós estamos cá. Engloba-se na tal visão egoísta que referi acima, em que se considera que o meu direito de viver até aos 100 anos (e consequente consumo de recursos) sobrepõe-se à injecção de sangue novo no mundo. Afirmar que não tenho de ajustar meu consumo em função dos vindouros. Levará a espécie de definhar social colectivo, uma sociedade amorfa e impotente que de resto já se vê na Europa. Esta é uma questão demasiada profunda à qual a política não dará respostas.
 
Ministro de Segurança Nacional israelita:



Será que vão perguntar ao condenado se é homossexual?



Ultrajante! Vergonhoso! Alguém tem que fazer algo!

O tipo com patente mais elevada das FDI é impotente face aos soldados das FDI que diariamente protegem o banditismo! Ajudem-no!
 
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Reactions: baojoao e hurricane
O que envolve a portuguesa, não identificada.



Israeli and foreign activists often stay with Palestinians seen as at risk of settler attacks on the theory that their presence can offer a measure of deterrence.

Ms. Lang said that she was awakened by the screams of a Portuguese activist outside the tent, but that the attackers began beating them before any of them could react.

“They were asking our names, where we’re from, saying, ‘We’re going to kill you,’ and ‘This is our land; we’re Jewish,’” she said.
 
O que envolve a portuguesa, não identificada.



Tendo em conta o enorme crescimento populacional, é uma excelente estratégia para controlar os preços da habitação: Gamar os terrenos dos outros.

O mais difícil é a fase inicial. Depois de algum tempo, faz parte do passado e o revisionismo depois branqueia o banditismo.

Mesmo procedimento das últimas décadas.
 
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Ainda não há bem noção do enorme problema que isto representará.

A defesa anti-aérea da maior parte do mundo em desenvolvimento é um canhão dos anos 70 na traseira de um Toyota.

É uma enorme vantagem para qualquer insurgente.

 
Não vai cair bem em certos círculos mas boa parte do público alvo já pratica um cristianismo buffet.



O Sócrates lá do sítio intencionalmente estruturou a frase para provocar o judeu ignorado por outros judeus (incluindo ele). Do livro, a única associação é esta:

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Importante relembrar que Jesus foi crucificado, sentença reservada a inimigos do estado romano. Insurgentes, rebeldes.

Se houve ou não conivência das autoridades judaicas e se o caso foi baseado em acusações verdadeiras ou falsas, provavelmente nunca se saberá.
 
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