Política e economia internacional

Estado
Fechado para novas mensagens.
Aprox. 640 Euros, por baixo de Grecia que ten 680.

Os que trabalhan na agricultura oficialmente perceben eso, mais oficialmente.

Moitos trabalhan sen contrato nenhumo, o que se diz "trabajar en negro" pois nao consta que fiquen trabalhando, e eses nao perciben eso, pode ser que perciban menos.

Oficialmente na Andalucía o desemprego e alto, sim, e verdade, mais moitas persoas "trabajan en negro", esto quer dizer que oficialmente nao ten contrato, oficialmente nao trabalhan, e fican desempregados, pois nao consta o seu trabalho en organismo alguno.

Em Portugal, conta como desempregado quem esteja inscrito no centro de emprego, sem qualquer rendimento de trabalho ou de estágios remunerados. População activa é assim o conjunto de pessoas que tem rendimentos de trabalho por conta de outrem, ou por conta própria, ou que seja membro de órgão estatutario (remunerado ou não). População não activa, é sempre superior ao número de desempregados, pois nem todas as pessoas se inscrevem no centro de emprego.

Quem trabalhe sem contrato laboral (economia paralela, vulgo "biscate" ou "emprego negro") sem qualquer outro rendimento de trabalho, e não se encontre inscrito no centro de emprego, não conta como desempregado (pertence à população não-activa, mesmo que o seja não-oficialmente).

Existe ainda um caso especial, relativo a pessoas que mesmo não trabalhando, têm rendimentos por serem conjuges de trabalhador independente, isto acontece apenas em certas actividades (ex: agricultura, alguns estabelecimentos comerciais), não sendo consideradas desempregadas (são população activa).
 
O sucesso do IKEA além do conceito de mobiliário e a inesgotável capacidade de reinvestir sem recorrer a financiamento...

Uma série de empresas em cascata com a raiz domiciliada num paraíso fiscal qualquer.

A Fundação Interogo com domicílio fiscal no Liechtenstein e propriedade da família Kamprad, é dona da Inter IKEA que por sua vez é dona da marca IKEA e através desta recebe uma percentagem sobre todas as vendas efectuadas em loja.

Através da BBC Peter Day's World of Business

http://downloads.bbc.co.uk/podcasts/radio/worldbiz/worldbiz_20120526-0030a.mp3
 
O Vaticano classificado oficialmente como paraíso fiscal, por cumprir apenas 8 das 16 directivas comunitárias sobre branqueamento de capitais, tem agora o ex-Diretor (destituído em finais de maio passado) Ettore Gotti Tedeschi do Instituto de Obras Religiosas (Banco do Vaticano) ser acusado de lavar dinheiro proveniente do tráfico de armas...

Em concreto procura saber-se se Gotti Tedeschi, amigo íntimo do presidente Giuseppe Orsi da Finmeccanica (fabricante italiano de diverso tipo de armamento) teve conhecimento ou participação em várias operações financeiras ilegais nomeadamente uma venda de 12 helicópteros Agusta Westland à Índia em 2009 por um valor de 560 milhões de euros dos quais a investigação descobriu que 51 milhões entraram na conta de um intermediário e mais 10 milhões apareceram numa conta de um banco suiço pertencente à Liga Norte, partido xenófobo e separatista dirigido à data por Umberto Bossi.

Apesar de terem ocorrido alterações na legislação daquela organização financeira calcula-se que pelo Banco do Vaticano terão sido lavados até setembro de 2010, 150 mil milhões de euros por ano.

Sobre a lavagem de dinheiro e o tráfico de armas, o Secretário de Estado do Vaticano, nº2 na hierarquia, Cardeal Tarcísio Bertone, respondeu ontem que são conspirações do Diabo para desestabilizar a igreja...

«The Vatican's number 2 accused the media on Monday of trying "to imitate Dan Brown" in their coverage of the VatiLeaks scandal and said the Roman Catholic Church's latest travails were part of the Devil's attempt to destabilise it.»

http://in.reuters.com/article/2012/06/18/vatican-leaks-idINL5E8HIEMM20120618

Portugal tem um convénio de favor com esta organização criminosa. Avisadamente ainda está a tempo de cancelar todas as relações com aquele "estado".

http://www.publico.es/internacional...ncumple-la-mitad-de-las-normas-sobre-blanqueo
 
Ingratidão e falta de memória

A Alemanha regista a pouco honrosa distinção de ter entrado em bancarrota em 1920 e em 1953. Da última vez, Berlim contou com a ajuda financeira da Grécia

imagem-imagem-foto1-ok.jpg

Reuters

A ingratidão dos países, tal como a das pessoas, é acompanhada quase sempre pela falta de memória. Em 1953, a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em default, falência, ficou Kaput, ou seja, ficou sem dinheiro para fazer mover a actividade económica do país. Tal qual como a Grécia actualmente.
A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela França e pelo Reino Unido. Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no pós--guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA), de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto na crescente economia alemã.
O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a Grécia, a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA e a Jugoslávia. As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às empresas. Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer pagamento da dívida.
Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou participar no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que se encontrava. Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados em 162 mil milhões de euros sem juros. Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército alemão de ocupação. As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38 960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome). Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor incalculável.
Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida. Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas, defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota. “Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus credores”, disseram ao jornal “Bild”. Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.
O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou recentemente à “Spiegel” que a Alemanha foi o pior país devedor do século xx. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a dívida grega de hoje parecer insignificante. “No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há memória”, afirmou. “Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje detém o estatuto de locomotiva da Europa. Esse facto, lamentavelmente, parece esquecido”, sublinha Ritsch. O historiador sublinha que a Alemanha desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações ou adiaram-nas. A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade económica a outros países. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se desconte o que a Grécia deve actualmente.

Sérgio Soares

Ionline
 
Let's Make Money (Legendado PT)

[ame="http://www.youtube.com/watch?v=lQH--Sd-C2Q"]Let's Make Money (Legendado PT) - YouTube[/ame]

picklock2010

(Alemanha, 2008, 108min. - Direção: Erwin Wagenhofer)

Documentário de altíssimo nível, essencial para se entender o mundo em que vivemos pela ótica financeira internacional. Dos mesmos criadores do documentário "We Feed the World". Apesar de todo o velho discurso feito pelos neoliberais de que a globalização traria benefícios para todos os países ajudando a diminuir a pobreza no 3° Mundo, o que viu-se de fato foi em geral aumento desenfreado da miséria, onde o salário de um indivíduo geralmente mal cobre uma pobre subsistência.
O documentário mostra as chamadas "economias emergentes" por dentro, na visão de grandes investidores, bem como o cotidiano miserável dos homens, mulheres e crianças trabalhadoras nesses países. Mostra também as idéias do Consenso de Washington, responsável pelas políticas liberais que moldaram nosso mundo econômico atual, assim como os mecanismos de colonização moderna como o FMI e Banco Mundial, perpetuando a injusta dívida dos países mais pobres em troca de suas riquezas. Explica o que são os paraísos fiscais, por onde passa a maioria do capital financeiro para encobrir os donos corruptos.
John Perkins, antigo assassino de economias, que também já apareceu aqui no documentário "The War on Democracy", explica detalhadamente como era o seu ofício de levar as riquezas de países de 3° Mundo, sob a supervisão das instituições internacionais. Passa ainda pela miséria que aflora nos EUA e pelas raízes da crise econômica espanhola causada pela bolha imobiliária.
"Na privatização, a sociedade é privada de um determinado bem ou serviço público no qual um investidor está interessado por razões de lucro."

Fonte da descrição: http://docverdade.blogspot.com/2010/08/vamos-fazer-dinheiro-lets-make-money.html
 
Chipre recebe hoje troika para negociar resgate

O Chipre recebe esta segunda-feira a delegação da troika que vai negociar com o país os termos da ajuda externa. O país continua, no entanto, a estudar empréstimos bilaterais com outros países. A equipa de técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Central Europeu (BCE) e Comissão Europeia (CE) chega ao país no dia em que este assume a presidência da União Europeia, com o intuito de avaliar o estado da banca cipriota e das contas do Estado.
O Chipre viu-se forçado a pedir auxílio financeiro externo na sequência das elevadas perdas registadas no setor financeiro, particularmente exposto à Grécia. Os bancos não conseguiram reunir o capital suficiente para atingir os rácios exigidos pelo regulador europeu até ao final de junho. Só o segundo maior banco cipriota necessita do equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) daquele que é o terceiro país mais pequeno da Zona Euro.
A expetativa no mercado é que o Chipre peça 2 mil milhões de euros para a recapitalização da banca, mais 6 mil milhões de euros para financiamento do próprio Estado. No entanto, algumas agências internacionais avançam que o país poderá pedir 10 mil milhões de euros. A verificar-se, o valor representa mais de metade do PIB cipriota, que ronda os 17,3 mil milhões.
Ainda este fim-de-semana, o porta-voz do Governo, Stefanos Stefanou, afirmou que «o nosso pedido tem um ponto base de necessidades para a recapitalização da banca. Como se sabe há uma data limite para todos os bancos de 30 de Junho». O executivo cipriota espera conseguir condições pouco exigentes em troca do empréstimo, já que, no seu entender, tem feito grandes avanços em reformas chave, como a da saúde, das pensões e da Segurança Social. «Acreditamos que isto é bastante satisfatório e vai ser valorizado pelas instituições europeias como uma ação voluntária e política que tem conduzido a República do Chipre na direção da resolução dos problemas estruturais e na melhoria dos procedimentos no Chipre», disse ainda.
Bruxelas tem exortado o país a reduzir o seu défice, que se situou nos 6,3% do PIB em 2011. Para este ano, o Chipre tem como meta um défice de 2,5%.

Fonte: Agência Financeira
 
Ingratidão e falta de memória

A Alemanha regista a pouco honrosa distinção de ter entrado em bancarrota em 1920 e em 1953. Da última vez, Berlim contou com a ajuda financeira da Grécia

imagem-imagem-foto1-ok.jpg

Reuters

A ingratidão dos países, tal como a das pessoas, é acompanhada quase sempre pela falta de memória. Em 1953, a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em default, falência, ficou Kaput, ou seja, ficou sem dinheiro para fazer mover a actividade económica do país. Tal qual como a Grécia actualmente.
A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela França e pelo Reino Unido. Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no pós--guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA), de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto na crescente economia alemã.
O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a Grécia, a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA e a Jugoslávia. As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às empresas. Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer pagamento da dívida.
Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou participar no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que se encontrava. Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados em 162 mil milhões de euros sem juros. Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército alemão de ocupação. As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38 960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome). Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor incalculável.
Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida. Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas, defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota. “Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus credores”, disseram ao jornal “Bild”. Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.
O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou recentemente à “Spiegel” que a Alemanha foi o pior país devedor do século xx. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a dívida grega de hoje parecer insignificante. “No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há memória”, afirmou. “Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje detém o estatuto de locomotiva da Europa. Esse facto, lamentavelmente, parece esquecido”, sublinha Ritsch. O historiador sublinha que a Alemanha desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações ou adiaram-nas. A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade económica a outros países. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se desconte o que a Grécia deve actualmente.

Sérgio Soares

Ionline

SIEMPRE APARECE LO MISMO.

Debemos dejar claro lo siguiente: la ocupación de Grecia no fué iniciada por Alemania sino por Italia.

Alemania nao tina interes ninguno na Grecia, Italia fizera a ocupación mais os gregos resistieran e entao pidieran ajuda aos alemaes. Os alemaes entao foran e ocuparan Grecia, MAIS, o plan aleman nao era ocupar a Grecia, pois o interes de Alemania fora a Rusia e Ucrania.

Nao é por defender a Alemania, mais penso que devemos dizer a verdade, a ocupación alemana foi por pedido de Italia.

Nao lembro agora de que persoa dizera isto, mais acho que un bocado de verdade ten: "Italia é ese país que nao importa o bando onde comienze a guerra, pois sempre finaliza a guerra no bando dos vencedores".
 
Banqueiros atrás das grades

2961_banker%20cuffs_1_460x230.png


Os grandes bancos foram surpreendidos em um enorme escândalo de manipulação das taxas de juros globais, surrupiando milhões de pessoas em hipotecas, empréstimos estudantis, entre outros. Se fosse conosco, iríamos para a cadeia por conta disso, mas o banco Barclays apenas teve de pagar uma multa, uma pequena fração de seus lucros! A indignação está crescendo e essa é nossa chance de finalmente virar a mesa contra o reinado dos banqueiros sobre nossas democracias.
O regulador de finanças da UE, Michel Barnier, está enfrentando o lobby de poderosos bancos e defendendo uma reforma que iria colocar os banqueiros atrás das grades por fraudes como esta. Se a UE tomar a iniciativa, esse tipo de responsabilização pode rapidamente se espalhar pelo globo. Mas os bancos estão fazendo lobby contra essa medida e precisamos de um gigante apoio popular para conduzir essas reformas.
Se conseguirmos 1 milhão de assinaturas em apoio a Barnier nos próximos 3 dias, isso lhe dará forças para enfrentar a lobby bancário e para pressionar os governos em prol de uma reforma bancária. Assine a petição ao lado. O número de assinaturas será representado por atores fantasiados de banqueiros em uma prisão em frente ao Parlamento da UE.

ASSINE A PETIÇÃO: http://www.avaaz.org/po/bankers_behind_bars_f/?bChSGab&v=15989
 
A escola Goldman Sachs...

Açambarcar carvão para fazer subir os preços... estes vigaristas não param!

http://www.publico.es/dinero/439459/goldman-sachs-acumula-carbon-colombiano-en-asturias

Para além das aldrabices feitas pela Goldman Sachs, realizadas quase sempre em conluio com regimes fortemente estatizados, esse artigo refere isto:

La convivencia de carbón importado con mineral autóctono es habitual en Asturias (y en todas las zonas mineras de España, de hecho) y está detrás de un fraude que es la bestia negra de muchos de sus habitantes. Se trata de que las extractoras hacen pasar por carbón nacional (que las térmicas deben pagar a un precio fijado por ley con criterios políticos, para ayudar a sostener las comarcas que dependen de la actividad minera) material adquirido a bajo coste en el mercado internacional.

Agora eu pergunto, seria possível efectuar esta fraude se o preço do carvão espanhol não estivesse fixado por lei? A resposta é óbvia.

A esquerda devia perceber que todas estas aldrabices que denuncia, e com razão, são bastante facilitadas por tudo aquilo que a própria esquerda defende (intervenção estatal, pseudo-protecção social, rigidez do código laboral).
 
Sexta feira negra a de ontem... Com as taxas exigidas a Espanha a disparar e o prémio de risco com novos máximos históricos...

Fecho dos mercados ontem:

Taxas exigidas a 10 anos:

Espanha 7,27%
Alemanha 1,17%
Reino Unido 1,49%
França 2,07%
Italia 6,17%
Portugal 10,54%

Prémio de risco:

Espanha 610
França 91
Italia 500
Portugal 937
Bélgica 131
Grecia 2.442

Salientar que as taxas espanholas estão há largas semanas a rondar os 7%, pontualmente ultrapassando esta barreira, nunca como ontem avançou tanto... até aos 7.3%... Portugal aguentou apenas 2 semanas com taxas acima dos 7%...:unsure::unsure::unsure:
 
Será que é desta que ELES vencem? Na década de 30 saiu-lhes o tiro pela culatra.

Entretanto no Ocidente a campanha de mentiras contra Assad continua.
 
Estado
Fechado para novas mensagens.