Política e economia internacional

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FMI prepara plano de ajuda a Espanha que pode ascender a 300 mil milhões

O Fundo Monetário Internacional (FMI) já começou a trabalhar num cenário que contemple um resgate de Espanha. Isto somente no caso de o país não conseguir reunir os recursos necessários para recapitalizar o Bankia, que é o terceiro maior banco espanhol por activos e que pediu na semana passada uma ajuda de 19 mil milhões de euros – que, a juntar-se a uma assistência anterior, eleva a assistência estatal a este banco a 23,5 mil milhões de euros.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=560223

Espanha parece estar de joelhos.... Esta situação não vai ser muito favorável para nós....
 
Espanha parece estar de joelhos.... Esta situação não vai ser muito favorável para nós....

Somos capazes de sofrer mais nos como o sofrimento deles que eles próprios :rolleyes::rolleyes:
 
Historiador considera Alemanha "rainha das dívidas"

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Michael Kappeler, Epa

O historiador Albrecht Ritschl evoca hoje (NOTA: 21 de Junho de 2011) em entrevista ao site de Der Spiegel vários momentos na História do século XX em que a Alemanha equilibrou as suas contas à custa de generosas injecções de capital norte-americano ou do cancelamento de dívidas astronómicas, suportadas por grandes e pequenos países credores. Ritschl começa por lembrar que a República de Weimar viveu entre 1924 e 1929 a pagar com empréstimos norte-americanos as reparações de guerra a que ficara condenada pelo Tratado de Versalhes, após a derrota sofrida na Primeira Grande Guerra. Como a crise de 1931, decorrente do crash bolsista de 1929, impediu o pagamento desses empréstimos, foram os EUA a arcar com os custos das reparações.
A Guerra Fria cancela a dívida alemã - Depois da Segunda Guerra Mundial, os EUA anteciparam-se e impediram que fossem exigidas à Alemanha reparações de guerra tão avultadas como o foram em Versalhes. Quase tudo ficou adiado até ao dia de uma eventual reunificação alemã. E, lembra Ritschl, isso significou que os trabalhadores escravizados pelo nazismo não foram compensados e que a maioria dos países europeus se viu obrigada a renunciar às indemnizações que lhe correspondiam devido à ocupação alemã.
No caso da Grécia, essa renúncia foi imposta por uma sangrenta guerra civil, ganha pelas forças pró-ocidentais já no contexto da Guerra Fria. Por muito que a Alemanha de Konrad Adenauer e Ludwig Ehrard tivesse recusado pagar indemnizações à Grécia, teria sempre à perna a reivindicação desse pagamento se não fosse por a esquerda grega ficar silenciada na sequência da guerra civil.
À pergunta do entrevistador, pressupondo a importância da primeira ajuda à Grécia, no valor de 110 mil milhões de euros, e da segunda, em valor semelhante, contrapõe Ritschl a perspetiva histórica: essas somas são peanuts ao lado do incumprimento alemão dos anos 30, apenas comparável aos custos que teve para os EUA a crise do subprime em 2008. A gravidade da crise grega, acrescenta o especialista em História económica, não reside tanto no volume da ajuda requerida pelo pequeno país, como no risco de contágio a outros países europeus.
Tiram-nos tudo - "até a camisa" - Ritschl lembra também que em 1953 os próprios EUA cancelaram uma parte substancial da dívida alemã - um haircut, segundo a moderna expressão, que reduziu a abundante cabeleira "afro" da potência devedora a uma reluzente careca. E o resultado paradoxal foi exonerar a Alemanha dos custos da guerra que tinha causado, e deixá-los aos países vítimas da ocupação. E, finalmente, também em 1990 a Alemanha passou um calote aos seus credores, quando o chanceler Helmut Kohl decidiu ignorar o tal acordo que remetia para o dia da reunificação alemã os pagamentos devidos pela guerra. É que isso era fácil de prometer enquanto a reunificação parecia música de um futuro distante, mas difícil de cumprir quando chegasse o dia. E tinha chegado.
Ritschl conclui aconselhando os bancos alemães credores da Grécia a moderarem a sua sofreguidão cobradora, não só porque a Alemanha vive de exportações e uma crise contagiosa a arrastaria igualmente para a ruína, mas também porque o calote da Segunda Guerra Mundial, afirma, vive na memória colectiva do povo grego. Uma atitude de cobrança implacável das dívidas actuais não deixaria, segundo o historiador, de reanimar em retaliação as velhas reivindicações congeladas, da Grécia e doutros países e, nesse caso, "despojar-nos-ão de tudo, até da camisa".

António Louçã

RTP
 
Acho curioso que os dois movimentos independentistas de Portugal, o da Madeira e o dos Açores se estejam a reavivar. Estas coisas não acontecem por acaso, e de algum lado vem o dinheiro. A Flama, após o 25 de Abril, por exemplo, andou a tentar financiar-se na Líbia, com o dinheiro de Kadafi.

A Madeira e os Açores nunca serão independentes. Mesmo que Portugal de lá saia outro país controlará as ilhas. Os Açores cairão nas mãos dos EUA, como os Havai. A Madeira ficará provavelmente nas mãos do Reino Unido, ou dos EUA ou Espanha. Como tem sucedido com estas indepêndencias, as ilhas ficarão nas mãos de um grupo de famílias, pequenos tiranetes, como Angola ou outros países africanos.

Ambos os arquipélagos são culturalmente idênticos ao Continente. Um madeirense está para um lisboeta assim como um algarvio está para um minhoto. Falamos a mesma língua, temos a mesma religião e cultura de raiz católica. Situação diferente sucede em Espanha, onde ha diferenças linguísticas assinaláveis, e diferenças culturais profundas entre várias regiões. A Galiza e as Astúrias, por exemplo, são regiões com uma cultura típica da Europa Média, e línguas distantes do castelhano, mas próximas do português. O País Basco também é culturalmente idêntico à Europa Média, e tem uma língua que não descendes das línguas indo-europeias, um caso único em toda a Europa. O resto da Espanha tem uma cultura mediterrânica, mas há ainda a Catalunha, com uma língua distinta do castelhano, e diferenças históricas e culturais assinaláveis.

Na Bélgica, o norte, a Flandres, fala um dialecto idêntico ao holandês, e a região tem uma cultura idêntica à dos países vizinhos com línguas germânicas. Já o Sul da Bélgica é latino. Sublinhe-se que no passado o Sul da Bélgica era mais rico, mais próspero que o Norte. A pobreza não é sina dos países latinos, nem o atraso cultural.

Em Itália, o Norte é rico, ao passo que o Sul é pobre, e está dominado pelas famílias e redes de vários grupos de Máfia. A unificação da Itália ocorreu no século XIX. O país tem vários dialectos muito distintos entre si, alguns constituem mesmo línguas isoladas, como o sardo. Se o Norte de Itália fosse independente, seria um dos 5 países mais ricos do mundo.

Ora estas diferenças não existem entre os nossos arquipélagos e o continente. Creio até que o Continente tem sido muito generoso. A Madeira nas últimas décadas recebeu transferências generosas. Os estudantes da Madeira e dos Açores têm muito mais facilidade no acesso ao superior, e para ser sincero, creio que os contigentes regionais são uma grande injustiça. Um aluno de Mértola ou de Miranda do Douro está tão isolado como um aluno da Povoação ou de Santana. Ficando as ilhas independentes, estão em crer que os vossos futuros padrinhos seriam tão generosos como Portugal Continental? Para além disso, a larga maioria da população não deseja a independência.

É preciso ter muito cuidado com estes movimentos. Portugal no passado facilitou e ofereceu de bandeja as ex-colónias a interesses estrangeiros. Mários Soares admitiu recentemente que se arrependia da independência de Cabo-Verde. Acrescento São Tomé e Príncipe ou Timor-Leste.

O que eu assinalei não é verdade, também o húngaro, o finlandês e o estónio (só para dar uns exemplos, há mais) não têm origem indo-europeia.
 
Haja alguém que não engole acriticamente a tendenciosa comunicação social ocidental. Ron Paul:

War Drums for Syria?

War drums are beating again in Washington. This time Syria is in the crosshairs after a massacre there last week left more than 100 dead. As might be expected from an administration with an announced policy of "regime change" in Syria, the reaction was to blame only the Syrian government for the tragedy, expel Syrian diplomats from Washington, and announce that the US may attack Syria even without UN approval. Of course, the idea that the administration should follow the Constitution and seek a Declaration of War from Congress is considered even more anachronistic now than under the previous administration.

It may be the case that the Syrian military was responsible for the events last week, but recent bombings and attacks have been carried out by armed rebels with reported al-Qaeda ties. With the stakes so high, it would make sense to wait for a full investigation -- unless the truth is less important than stirring up emotions in favor of a US attack.

There is ample reason to be skeptical about US government claims amplified in mainstream media reports. How many times recently have lies and exaggerations been used to push for the use of force overseas? It was not long ago that we were told Gaddafi was planning genocide for the people of Libya, and the only way to stop it was a US attack. Those claims turned out to be false, but by then the US and NATO had already bombed Libya, destroying its infrastructure, killing untold numbers of civilians, and leaving a gang of violent thugs in charge.

Likewise, we were told numerous falsehoods to increase popular support for the 2003 war on Iraq, including salacious stories of trans-Atlantic drones and WMDs. Advocates of war did not understand the complexities of Iraqi society, including its tribal and religious differences. As a result, Iraq today is a chaotic mess, with its ancient Christian population eliminated and the economy set back decades. An unnecessary war brought about by lies and manipulation never ends well.

Earlier still, we were told lies about genocide and massacres in Kosovo to pave the way for President Clinton's bombing campaign against Yugoslavia. More than 12 years later, that region is every bit as unstable and dangerous as before the US intervention – and American troops are still there.

The story about the Syrian massacre keeps changing, which should raise suspicions. First, we were told that the killings were caused by government shelling, but then it was discovered that most were killed at close range with handgun fire and knives. No one has explained why government forces would take the time to go house to house binding the hands of the victims before shooting them, and then retreat to allow the rebels in to record the gruesome details. No one wants to ask or answer the disturbing questions, but it would be wise to ask ourselves who benefits from these stories.

We have seen media reports over the past several weeks that the Obama administration is providing direct "non-lethal" assistance to the rebels in Syria while facilitating the transfer of weapons from other Gulf States. This semi-covert assistance to rebels we don't know much about threatens to become overt intervention. Last week Gen. Martin Dempsey, Chairman of the Joint Chiefs of Staff, said about Syria, "I think the military option should be considered." And here all along I thought it was up to Congress to decide when we go to war, not the generals.

We are on a fast track to war against Syria. It is time to put on the brakes.

http://paul.house.gov/index.php?opt...-syria&catid=62:texas-straight-talk&Itemid=69
 
Mais do que todas as críticas que se possam fazer aos países da Europa do sul, eu estou cada vez mais convencido da hipótese da conspiração nesta história da crise do Euro.

Agora é a Espanha. Vemos constantemente provas de uma guerra economica autêntica travada contra a Europa. No sentido de derrubar a Europa, começando por Grécia, Portugal e continuando agora à Espanha, e no mesmo dia se baixa o rating de bancos austríacos e alemães. Ou seja, nem esses são poupados.

Os capitalistas desses países obviamente não desejam o seu próprio colapso, ou seja há aqui interesses obscuros que desejam vergar a Europa e o Euro.

Quem? Não faço ideia mas já não creio mais que esta crise seja puramente resultado de especulação, excessos ou estupidez económica. Não. Acho que há um interesse deliberado em acabar com o Euro. Uma parte está ferozmente a tentar preservar o Euro, outra a tentar quebrá-lo. Alguém mais vê isso a acontecer ou estarei eu a fantasiar?

Espanha parece estar de joelhos.... Esta situação não vai ser muito favorável para nós....
 
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O cientista político francês Pierre Hilard publicou em 2005 uma obra de profunda acuidade, La décomposition des nations européennes, de que saíu, há meses, uma segunda edição aumentada.

Porque se trata de um trabalho de notável reflexão sobre a desagregação planificada dos países europeus que, com avanços e recuos, segue uma trajectória que os seus autores pretendem irreversível, e atendendo à situação que hoje se vive no Velho Continente, afigura-se conveniente tecer algumas considerações sobre tão importante obra.

No Balanço introdutório, Hillard considera que a ratificação do Tratado de Lisboa e a eleição de Herman van Rompuy para a presidência do Conselho Europeu, em 2009, marca uma viragem decisiva nas ambições mundialistas. Segundo o autor, a União Europeia não é mais do que a componente de um vasto programa visando a emergência de blocos continentais dotados, cada um, de uma moeda, uma cidadania, um parlamento único, etc., devendo o conjunto destes blocos tonar-se num governo mundial. Citam-se outros blocos em formação ou já constituídos: Comunidade Económica Euroasiática (Rússia, Bielorússia, Cazaquistão, etc.); União das Nações Sul-Americanas (todo o continente à excepção da Guiana Francesa); Sistema de Integração Centro-Americano (América Central); Organização da Unidade Africana (depois União Africana); Conselho de Cooperação do Golfo; uma união asiática (sob a égide de três actores principais: Japão, China e Coreia do Sul); uma união norte-americana (englobando os Estados Unidos, o Canadá e o México).

Procede Pierre Hillard a uma rápida digressão sobre o poderio financeiro e aristocrático anglo-saxónico, desde a instauração da Magna Carta. Refere as companhias London Staplers, London Mercers Company e British East India Company, como pontas de lança do imperialismo britânico. Detém-se em Cecil Rhodes (curiosa figura, que viveu sempre rodeado das suas jovens amizades masculinas), ardoroso defensor do Império Britânico, convencido da superioridade da "raça" anglo-saxónica cuja preeminência deveria ser assegurada pela união de todos os países anglo-saxónicos (ou, mais exactamente, pela instauração de um bloco reunindo o Império Britânico e os Estados Unidos), precursor da ligação ininterrupta do domínio britânico do Cairo ao Cabo (que inutilizou o português mapa cor-de-rosa) e cujo nome haveria de ser dado a uma colónia britânica, a Rodésia, depois dividida em Rodésia do Norte e Rodésia do Sul, hoje os países independentes Zâmbia e Zimbabwe. A sua acção foi continuada por Lord Alfred Milner, seu sucessor e filho espiritual, que foi chefe do gabinete de guerra do primeiro-ministro Lloyd George durante o conflito 1914/1918, e a quem se deve realmente a redacção da célebre Declaração Balfour (emanada do ministro britânico dos Estrangeiros Arthur James Balfour) e dirigida a Lord Walter Rothschild, líder da comunidade judaica britânica, a fim de ser transmitida à Federação Sionista Internacional, e que preconizava a instalação na Palestina de um Lar Nacional para o Povo Judeu.

Cita-se também Lionel Curtis, participante do Tratado de Versalhes e autor da expressão Commonwealth of Nations e que teve um papel determinante na criação do think tank inglês, o Royal Institut of International Affairs (RIIA), conhecido como Chatam House (1920). E a Sociedade Fabiana (1884), impulsionada por Sydney Webb, George Bernard Shaw, Robert Owen, John Ruskin, etc., e cuja designação deriva do nome de Fabius Cunctator (contemporizador), general romano do tempo das guerras púnicas que praticava a política de guerrilha a fim de atingir os seus fins sem brusquidão mas implacavelmente. Os fabianos estiveram na origem da criação da London School of Economics, que formou no seu espírito gerações de políticos não só ingleses como de outras nacionalidades. Impregnado do ideal fabiano, o escritor Herbert George Wells desenvolveu os seus pontos de vista em numerosos livros, nomeadamente em The Open Conspiracy (1928), em que preconiza um estado mundial controlando tudo, e The New World Order (1940), em que retoma o tema da nova ordem mundial.

Outra instituição visando a criação do estado mundial é a Round Table (1910), devida a Lord Milner que, sendo grande admirador de Karl Marx, convenceu Lloyd George a apoiar firmemente a revolução bolchevique. Para dotar a Round Table de maior eficácia, foi decidido criar dois think tank em ambas as margens do Atlântico: do lado inglês, o já citado RIIA, do lado americano, o Council on Foreign Relations (CFR), em 1921, sob a égide de Edward Mandell House, conselheiro do presidente Wilson e personagem central entre o grupo Milner e os grandes de Wall Street (J.P. Morgan, Vanderlip, Rockfeller, Warburg, etc.). Warburg, que esteve à frente da Reserva Federal Americana (FED) desde a sua criação (1913), foi uma figura de primeiro plano na oligarquia anglo-saxónica.

Um outro instituto chamado a desempenhar um papel de primeiro plano na construção europeia é a Paneurope. Criada devido á acção do aristocrata austríaco Richard de Coudenhove-Kalergi (1894-1972), o seu objectivo era a unificação da Europa a fim de a integrar no quadro de uma organização política mundial unificada. O seu primeiro congresso paneuropeu teve lugar em Viena, em 1926, sob a égide do presidente do Conselho francês Aristide Briand, que era o seu presidente de honra. Kalergi contribuiu largamente para a união parlamentar europeia, permitindo a criação, em 1949, do Conselho da Europa, e recebeu em 1950 o Prémio Carlos Magno, a mais alta distinção europeísta. Sucedeu-lhe à cabeça da Paneurope o arquiduque Otto de Habsburgo.

Nas manobras tendentes à concretização do governo mundial, importa referir a importância, óbvia, dos meios financeiros, muito bem explicada na obra que apreciamos. O apoio prestado pela aristocracia comercial e apátrida anglo-saxónica ao comunismo, ao nazismo e à tomada do poder por Franklin Delano Roosevelt encontra-se descrita na trilogia de Antony Sutton: Wall Street and the Bolshevik Revolution: The Remarkable True Story of the American Capitalists Who Financed the Russian Communists; Wall Street and the Rise of Hitler e Wall Street and FDR. Parecendo uma contradição, Sutton sustenta que o socialismo soviético, o nacional-socialismo e o New Deal são designações diferentes para a instalação de um socialismo monopolístico, ideal de organização que deveria ver o dia à escala planetária no quadro da nova ordem mundial. A guerra de 1939-1945 alterou os dados mas permitiu a instauração de dois blocos aparentemente antagonistas mas obedecendo ao princípio hegeliano da tese e da antítese, sendo os dois mundos irrigados pelas mesmas fontes financeiras.

Após a Segunda Guerra Mundial, foi Winston Churchill quem relançou a ideia da unificação da Europa, no discurso de Zurique de 19 de Setembro de 1946: "É preciso construirmos uma espécie de Estados Unidos da Europa".

Uma outra etapa é a criação em Montreux (Suíça), em Agosto de 1947, sob a égide de Max Habicht do World Federalist Movement (WFM) e da Union of European Federalists (UEF). A Declaração da WFM propõe, entre outras coisas, a "limitação das soberanias nacionais", a "transferência para a Confederação dos poderes legislativo, executivo e judicial", a "criação de uma força armada supra-nacional" e "uma justa perspectiva federalista que deve integrar os esforços feitos nos planos regional e funcional. A formação de uniões regionais (sublinhado do autor) - na medida em que não constituem um fim em si e não correm o risco de se cristalizar em blocos - pode e deve contribuir para o bom funcionamento da Confederação mundial". Paralelamente, a UEF defende o ideal de uma Europa unificada segundo o princípio federal e inspirada no modelo suíço. Tem "filiais" em vários países europeus e inspirou a "Constituição Giscard", que foi um prelúdio ao Tratado de Lisboa. O "grupo Milner" e os fabianos foram sempre favoráveis à unificação da Europa,desde que esta se fizesse sob direcção anglo-saxónica. Por isso, no decurso das duas guerras mundiais, as tentativas de unidade europeia sob direcção alemã, potência terrestre, não podiam ser aceites por Londres e por Washington, porque a talassocracia anglo-saxónica se encontrava excluída dos assuntos do velho continente.

O Congresso da Haia (7-10 maio 1948), sob a presidência de honra de Churchill, que reuniu cerca de 800 militantes pró-europeus, lançou os primeiros fundamentos de uma Europa unificada. A figura de proa deste Congresso foi o seu secretário-geral Joseph Retinger (1888-1960), que, como a maioria dos verdadeiros actores da história, permaneceu nos bastidores.


Não cabe aqui referir todos os aspectos, personalidades, organizações e acontecimentos mencionados por Pierre Hillard. Anotemos apenas a Fundação Bertelsmann, o Clube de Bilderberg (cujo primeiro presidente foi o príncipe Bernardo da Holanda e é hoje dirigida pelo visconde Étienne Davignon), a Trilateral (criada em 1973 por David Rockfeller e Zbigniew Brzezinski), o Komitee für eine Demokratische UNO (KDUN), a própria Igreja Católica (declarações de João XXIII e Bento XVI). Tudo coroado pelo Tratado de Lisboa. Na prossecução dos objectivos descritos importa não esquecer a acção das principais figuras das realezas europeias.

Cita-se o curioso pormenor de Herman van Rompuy, que foi convidado por Davignon para presidente do Conselho Europeu, ter sido submetido previamente a uma prova oral, em 12 de Novembro de 2009, perante os representantes do Clube de Bilderberg, entre os quais o antigo secretário de Estado americano Henry Kissinger.

Transcrevemos a conclusão da Introdução de Hillard:

«Cette rapide description de l'histoire des tenants du mondialisme remontant du Moyen Âge jusqu'au début du XXIe siècle souligne que cette tendance est très ancienne. Elle repose sur une cupidité sans limites, le contrôle complet des richesses planétaires et le rejet d'une autorité spirituelle qui rappelait la primauté de l'au-delà sur la recherche effrené des biens terrestres. Cette évolution n'a fait que prendre de la vitesse au fur et à mesure que le "clergé" mondialiste, successeur de Nimrod, réussissait à imposer son mode de pensée au niveau temporel et spirituel en faveur du nouvel ordre mondial. Depuis la chute du mur de Berlin, les événements s'accélerent; la crise aussi. La décennie 2010 sera décisive por le genre humain car le mondialisme est un messianisme pressé. Que peut-on dire d'autre? Humainement, ils ont gagné la partie... fermez le ban.»

Recomenda-se a leitura do livro para se perceber bem como a primazia outorgada aos regionalismos em detrimento das unidades nacionais é vital para o desmembramento das nações europeias. Um programa prosseguido com avanços e recuos, mas cujo objectivo permanece inalterado. Nesta obra constata-se igualmente a progressiva preponderância da Alemanha sobre o resto do continente europeu, na tradição do Santo Império Romano-Germânico (o Primeiro Reich). Aniquilados o Segundo e o Terceiro, os alemães tentam agora impor o Quarto.Uma "composição" de interesses devidamente analisada por Hillard, a partir das unidades de regionalização transfronteiriças alemãs.

Serão os homens mais felizes se, destruídas as nações, forem dirigidos por um Governo Europeu? Ou, caso extremo, por um Governo Mundial? Parece altamente improvável! Num mundo que apenas sacrifica no altar da finança, será o "socialismo" teoricamente subjacente a alguns dos ideais unitários um socialismo real ou apenas um simulacro para satisfação das oligarquias reinantes? Cabe a cada um tirar as devidas conclusões.


http://domedioorienteeafins.blogspot.pt/



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Acho curioso que os dois movimentos independentistas de Portugal, o da Madeira e o dos Açores se estejam a reavivar. Estas coisas não acontecem por acaso, e de algum lado vem o dinheiro. A Flama, após o 25 de Abril, por exemplo, andou a tentar financiar-se na Líbia, com o dinheiro de Kadafi.

A Madeira e os Açores nunca serão independentes. Mesmo que Portugal de lá saia outro país controlará as ilhas. Os Açores cairão nas mãos dos EUA, como os Havai. A Madeira ficará provavelmente nas mãos do Reino Unido, ou dos EUA ou Espanha. Como tem sucedido com estas indepêndencias, as ilhas ficarão nas mãos de um grupo de famílias, pequenos tiranetes, como Angola ou outros países africanos.

Ambos os arquipélagos são culturalmente idênticos ao Continente. Um madeirense está para um lisboeta assim como um algarvio está para um minhoto. Falamos a mesma língua, temos a mesma religião e cultura de raiz católica. Situação diferente sucede em Espanha, onde ha diferenças linguísticas assinaláveis, e diferenças culturais profundas entre várias regiões. A Galiza e as Astúrias, por exemplo, são regiões com uma cultura típica da Europa Média, e línguas distantes do castelhano, mas próximas do português. O País Basco também é culturalmente idêntico à Europa Média, e tem uma língua que não descendes das línguas indo-europeias, um caso único em toda a Europa. O resto da Espanha tem uma cultura mediterrânica, mas há ainda a Catalunha, com uma língua distinta do castelhano, e diferenças históricas e culturais assinaláveis.

Na Bélgica, o norte, a Flandres, fala um dialecto idêntico ao holandês, e a região tem uma cultura idêntica à dos países vizinhos com línguas germânicas. Já o Sul da Bélgica é latino. Sublinhe-se que no passado o Sul da Bélgica era mais rico, mais próspero que o Norte. A pobreza não é sina dos países latinos, nem o atraso cultural.

Em Itália, o Norte é rico, ao passo que o Sul é pobre, e está dominado pelas famílias e redes de vários grupos de Máfia. A unificação da Itália ocorreu no século XIX. O país tem vários dialectos muito distintos entre si, alguns constituem mesmo línguas isoladas, como o sardo. Se o Norte de Itália fosse independente, seria um dos 5 países mais ricos do mundo.

Ora estas diferenças não existem entre os nossos arquipélagos e o continente. Creio até que o Continente tem sido muito generoso. A Madeira nas últimas décadas recebeu transferências generosas. Os estudantes da Madeira e dos Açores têm muito mais facilidade no acesso ao superior, e para ser sincero, creio que os contigentes regionais são uma grande injustiça. Um aluno de Mértola ou de Miranda do Douro está tão isolado como um aluno da Povoação ou de Santana. Ficando as ilhas independentes, estão em crer que os vossos futuros padrinhos seriam tão generosos como Portugal Continental? Para além disso, a larga maioria da população não deseja a independência.

É preciso ter muito cuidado com estes movimentos. Portugal no passado facilitou e ofereceu de bandeja as ex-colónias a interesses estrangeiros. Mários Soares admitiu recentemente que se arrependia da independência de Cabo-Verde. Acrescento São Tomé e Príncipe ou Timor-Leste.


Situação diferente sucede em Espanha, onde ha diferenças linguísticas assinaláveis, e diferenças culturais profundas entre várias regiões. A Galiza e as Astúrias, por exemplo, são regiões com uma cultura típica da Europa Média, e línguas distantes do castelhano, mas próximas do português. O País Basco também é culturalmente idêntico à Europa Média, e tem uma língua que não descendes das línguas indo-europeias, um caso único em toda a Europa. O resto da Espanha tem uma cultura mediterrânica, mas há ainda a Catalunha, com uma língua distinta do castelhano, e diferenças históricas e culturais assinaláveis.

Nao é asim.:nono:

Asturias tiene como lengua mayoritaria el castellano. Existe una lengua que hoy se habla en el mundo rural que se denomina bable, mais nao é mais proxima ao portugues que ao castellano, de feito moitas palavras do balble sao totalmente diferentes as palavras portuguesas e castellanas.

A cultura de esas áreas nao é identica a cultura da Europa Media, é parecida igual que a cultura da Castilla (a área Norte).

Castilla nao ten una cultura mediterranea, nao especialmente, nao mais que Galicia o Asturias, de feito a cultura de Castilla sería mais proxima a Europa Media que a cultura mediterranea.

A única provincia española con nome germánico é BURGOS, que é onde nasce Castilla.

A maior cantidade de haplogrupo I1 que chegara por cá con os germanos é nas montañas do Este de Castilla, onde nasce o Douro, e onde os povos e aldeas ten nome germánico.

A leyenda do nacismento de Castilla (o cabalo e o azor) e similar a leyendas dos Nibelungos.

A maioria dos visigodos ficaran entre Segovia, Toledo, Soria e Burgos, no centro de Castilla.

Mesmo a música tradicional en moitas ocasioes ten moitos vínculos con a Europa Media.


O País Vasco nao pode ter una cultura idéntica a ninguén, pois a sua lingua, as suas tradicioes, a sua música nao asemelha a nenguna outra na Europa.

Catalúña e Valencia e Baleares si ten cultura mais mediterranea.

Mais o caso de España nao é único, ao contrario, é o común na Europa.

Francia, Reino Unido, Suiza, Bélgica, Italia, Noruega, Suecia, Finlandia, Rusia, Ucrania, Bielorrusia, Austria, Eslovaquia, Rumania, Dinamarca, etc..... Tudos eles ten mínorias culturales, varias linguas e por vezes grandes diferencias étnicas dentro do país.
 
Mais do que todas as críticas que se possam fazer aos países da Europa do sul, eu estou cada vez mais convencido da hipótese da conspiração nesta história da crise do Euro.

Agora é a Espanha. Vemos constantemente provas de uma guerra economica autêntica travada contra a Europa. No sentido de derrubar a Europa, começando por Grécia, Portugal e continuando agora à Espanha, e no mesmo dia se baixa o rating de bancos austríacos e alemães. Ou seja, nem esses são poupados.

Os capitalistas desses países obviamente não desejam o seu próprio colapso, ou seja há aqui interesses obscuros que desejam vergar a Europa e o Euro.

Quem? Não faço ideia mas já não creio mais que esta crise seja puramente resultado de especulação, excessos ou estupidez económica. Não. Acho que há um interesse deliberado em acabar com o Euro. Uma parte está ferozmente a tentar preservar o Euro, outra a tentar quebrá-lo. Alguém mais vê isso a acontecer ou estarei eu a fantasiar?

Os capitalistas desses países obviamente não desejam o seu próprio colapso, ou seja há aqui interesses obscuros que desejam vergar a Europa e o Euro.:huh::huh::huh:

Cando no mundo romano acontecía una coisa o primero a preguntar era:

QUI PRODEST? A quien va beneficiar?

O Euro podera ser moito forte e botar pra fora ao Dollar. Desde o inicio o Euro é un competidor para o Dollar.

Acho que nao é preciso dizer mais.
 
Não sei se haverá mais candidatos. Tudo dependerá do comportamento de Hollande. Mas olhando para o historial da Esquerda não será de admirar que a França em poucos anos esteja na ruína.

Voltando à Espanha. A Andaluzia, a região com mais desemprego, tem um número de imigrantes idêntico ao de desempregados. As fábricas de conserva perto da fronteira têm muitos portugueses. Na agricultura trabalham marroquinos, colombianos, polacos, bolivianos. Nos hotéis também há imigrantes a trabalhar, e até há portugueses em caixas de supermercado. Os espanhóis não trabalham por menos de 1000 euros. Uma amiga que estudou Medicina em Reus disse-me que por lá um jovem recebe uma mesada média de 1000 euros da família.

Depois, há as asneiras. Junto à fronteira com Ayamonte está uma cidade fantasma incompleta para 20 ou 30 mil pessoas. Parte da costa entre a foz do Guadiana e Huelva está destruída com urbanizações. As moradias espanholas têm fama de ter má qualidade, e muitos espanhóis preferem comprar casa no Algarve, pois a nossa construção é melhor.

A Andaluzia sempre teve uma taxa de desemprego elevada. Sendo uma região onde a agricultura tem um peso muito forte, bem como o turismo, boa parte da população apenas conseguia ter emprego sazonal, nos períodos das colheitas ou durante o Verão.

Durante a última década a bolha imobiliária e os apoios sociais mascararam os problemas estruturais da Espanha.

Importa salientar que há digamos duas Espanhas. Há uma diferença brutal entre os PIB das regiões do Noroeste do país e as restantes regiões espanholas. O Noroeste está neste momento a sofrer com as deslocalizações de indústrias para a Europa de Leste ou para outros continentes, o que explica parte da taxa de desemprego em regiões como o País Basco ou a Catalunha.

A Espanha tem muitas vantagens estruturais em relação a Portugal. Um melhor sistema de Justiça, mais cultura de iniciativa individual, mais agressividade em termos de concorrência internacional, uma forte indústria turística, uma sociedade civil real e dinâmica.
 
Não sei se haverá mais candidatos. Tudo dependerá do comportamento de Hollande. Mas olhando para o historial da Esquerda não será de admirar que a França em poucos anos esteja na ruína.

Voltando à Espanha. A Andaluzia, a região com mais desemprego, tem um número de imigrantes idêntico ao de desempregados. As fábricas de conserva perto da fronteira têm muitos portugueses. Na agricultura trabalham marroquinos, colombianos, polacos, bolivianos. Nos hotéis também há imigrantes a trabalhar, e até há portugueses em caixas de supermercado. Os espanhóis não trabalham por menos de 1000 euros. Uma amiga que estudou Medicina em Reus disse-me que por lá um jovem recebe uma mesada média de 1000 euros da família.

Depois, há as asneiras. Junto à fronteira com Ayamonte está uma cidade fantasma incompleta para 20 ou 30 mil pessoas. Parte da costa entre a foz do Guadiana e Huelva está destruída com urbanizações. As moradias espanholas têm fama de ter má qualidade, e muitos espanhóis preferem comprar casa no Algarve, pois a nossa construção é melhor.

A Andaluzia sempre teve uma taxa de desemprego elevada. Sendo uma região onde a agricultura tem um peso muito forte, bem como o turismo, boa parte da população apenas conseguia ter emprego sazonal, nos períodos das colheitas ou durante o Verão.

Durante a última década a bolha imobiliária e os apoios sociais mascararam os problemas estruturais da Espanha.

Importa salientar que há digamos duas Espanhas. Há uma diferença brutal entre os PIB das regiões do Noroeste do país e as restantes regiões espanholas. O Noroeste está neste momento a sofrer com as deslocalizações de indústrias para a Europa de Leste ou para outros continentes, o que explica parte da taxa de desemprego em regiões como o País Basco ou a Catalunha.

A Espanha tem muitas vantagens estruturais em relação a Portugal. Um melhor sistema de Justiça, mais cultura de iniciativa individual, mais agressividade em termos de concorrência internacional, uma forte indústria turística, uma sociedade civil real e dinâmica.

Voltando à Espanha. A Andaluzia, a região com mais desemprego, tem um número de imigrantes idêntico ao de desempregados. As fábricas de conserva perto da fronteira têm muitos portugueses. Na agricultura trabalham marroquinos, colombianos, polacos, bolivianos. Nos hotéis também há imigrantes a trabalhar, e até há portugueses em caixas de supermercado. Os espanhóis não trabalham por menos de 1000 euros. Uma amiga que estudou Medicina em Reus disse-me que por lá um jovem recebe uma mesada média de 1000 euros da família. :lmao::lmao::lmao::lmao::lmao::lmao::lmao:

No conozco Andalucía, mas por personas con las que he hablado en la agricultura quienes de verdad trabajan son polacos y algunos bulgaros, e tambien ucranianos, persoas do Este da Europa.

Los españoles si trabajamos por 1000 euros y por menos, por desgracia si.

Un joven recebe una mesada media de 1000 euros da familia :lmao::lmao:

Onde é ese joven? pois eu ainda nao vi nenhumo.

As moradias espanholas têm fama de ter má qualidade,

Pode ser en Andalucía o Murcia, mais nao no resto do país, o clima nao permite, mesmo no Norte do país ten boa calidade.

Mais esas urbanizaciones fican cheia de ingleses, alemaos e escandinavos. Só en Andalucía moran unos 50.000 suecos (da Suecia).

Importa salientar que há digamos duas Espanhas. Há uma diferença brutal entre os PIB das regiões do Noroeste do país e as restantes regiões espanholas. O Noroeste está neste momento a sofrer com as deslocalizações de indústrias para a Europa de Leste ou para outros continentes, o que explica parte da taxa de desemprego em regiões como o País Basco ou a Catalunha. :huh::huh::huh:

O Noroeste de España é Galicia, Asturias, Leao, ....esas áreas sempre ficaran con un Pib por baixo da media. Galicia por ejemplo sempre fora una regiao pobre dentro da España. Nao é a mesma pobreza que Andalucía, pois as diferencias sociais sao moito menores, mais Galicia nao fora una regiao moito desenvolvida. Leao ainda menos.

Melhor dizer o Noreste (Cataluña), mais tambien a área do Este como Valencia ou Baleares, e o centro Norte como Navarra, Rioja e o País Vasco.

Sim, en Cataluña ja houvera moitas deslocalizaciones, sobre tudo o textil.

A Espanha tem muitas vantagens estruturais em relação a Portugal. Um melhor sistema de Justiça, mais cultura de iniciativa individual, mais agressividade em termos de concorrência internacional, uma forte indústria turística, uma sociedade civil real e dinâmica.

Nao conhezo o sistema de justicia portugués mais nao acerto como podería ser ainda peor que o noso sistema de in-justicia.


No obstante, as diferencias dentro do país mais grandes da Europa fican en Italia, onde o Norte, a Padania é casi centroeuropeo, onde fican as industrias italianas, mientras a Sicialia, Apulia e Calabria sao áreas moito poco desenvolvidas que nao sao moito diferente da Andalucía o Extremadura.
 
Qual é o salário mínimo em Espanha? Não é de 600€ e tal? Esses emigrantes que trabalham na agricultura recebem isso:rolleyes:?

Aprox. 640 Euros, por baixo de Grecia que ten 680.

Os que trabalhan na agricultura oficialmente perceben eso, mais oficialmente.

Moitos trabalhan sen contrato nenhumo, o que se diz "trabajar en negro" pois nao consta que fiquen trabalhando, e eses nao perciben eso, pode ser que perciban menos.

Oficialmente na Andalucía o desemprego e alto, sim, e verdade, mais moitas persoas "trabajan en negro", esto quer dizer que oficialmente nao ten contrato, oficialmente nao trabalhan, e fican desempregados, pois nao consta o seu trabalho en organismo alguno.
 
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