Política e economia internacional

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a economia não mente


Pera lá a ver se eu entendo, portanto, os protestos no Brasil estão já ocorrer de forma violenta e ainda estão a ser governados pela esquerda, quando vier a direita vão fazer o quê ? Ou pensam que o que andam agora a fazer para o mundial não se vai pagar ?

o rui a. é o mesmo que escreveu que não deviam ser permitidas quaisquer greves. Já sobre os protestos... depende do resultado final. :lol:

Sobre a greve de hoje, parece evidente que ela em muito ultrapassa qualquer legítima defesa dos eventuais direitos dos grevistas, os professores da escola pública portuguesa. Ademais, se pode haver um bom exemplo de uma greve ilegítima (em minha opinião, nos dias de hoje, no mundo ocidental, todas o são) é a que prejudica interesses de terceiros de boa fé, que nada têm a ver com a relação contratual entre grevistas e os seus patrões. No caso concreto, não se percebe por que razão hão-de os alunos servir de meio de pressão para que os professores obtenham melhores condições de trabalho.
 
No Brasil, agora as manifestações são pela "tarifa zero" nos transportes
O anúncio em São Paulo e Rio de Janeiro de que as tarifas dos transportes públicos já não vão sofrer aumentos foi recebida com comemorações mas a tão esperada resposta àquele que foi um dos motivos principais para as manifestações da última semana no Brasil não parece ter posto um ponto final aos protestos. Durante a madrugada desta quinta-feira os protestos continuaram e durante o dia estão previstas novas manifestações, agora de celebração, mas também para pedir “tarifas zero”.

Ainda esta quarta-feira, surgiu o tão aguardado anúncio: em São Paulo, o bilhete de autocarro, metro e comboio volta para três reais (cerca de um euro) e no Rio fica sem efeito o aumento de 20 centavos (sete cêntimos de euro) na tarifa de autocarro, que fica em 2,75 reais (0,95 euros).

Segundo o jornal Folha de São Paulo online, outras cidades seguiram o mesmo exemplo e recuaram no aumento do preço dos transportes. Foi o caso de Osasco, Guarulhos, Capinas, Araraquara e Sertãozinho.

O presidente da câmara de São Paulo, Fernando Haddad, sublinhou que o recuo na questão das tarifas vai representar um “enorme sacrifício” financeiro e que investimentos previstos noutras áreas irão sofrer cortes. Esta posição é partilhada pelo autarca do Rio, Eduardo Paes. Segundo Paes, este recuo vai custar à cidade cerca de 500 milhões de reais (cerca de 170 milhões de euros) por ano.

Após o recuo das autoridades na questão das tarifas o resultado não foi o esperado pelo Governo. Os protestos mantiveram-se. Segundo a BBC, em São Paulo e em Brasília houve bloqueio de estradas para comemorar e repetir outras das reivindicações que se têm ouvido nos últimos dias. No Rio de Janeiro ocorreram confrontos entre manifestantes e a polícia, entretanto serenados durante a noite. O mesmo se passou em Niterói. A BBC indica que autocarros terão sido apedrejados e a polícia e os manifestantes envolveram-se em confrontos. Em Belo Horizonte e Brasília a população manteve-se nas ruas, mas não houve registo de incidentes significativos.

Estes verificaram-se em Fortaleza, antes do jogo da selecção de futebol brasileira com o México, no âmbito da Taça das Confederações, um dos grandes eventos desportivos no Brasil, que tal como o Mundial de 2014 e os Jogos Olímpicos, tem sido também alvo de protestos, devido aos gastos que exigem à economia do país.

Protestos são agora pela “tarifa zero”

Para esta quinta-feira estão previstas novas manifestações. Um dos movimentos envolvidos chamado Passe Livre, garantiu ao Folha de São Paulo online que haverá uma manifestação na Avenida Paulista, na zona centro de São Paulo, agora para exigir uma “tarifa zero”. Pedro Bernardo, de 28 anos, diz ao jornal que o objectivo é que o lucro da empresa de transportes seja reduzido, tendo em conta o poder económico da população.

Matheus Dantas, 18 anos, um dos jovens que se manifestou em Fortaleza contra as verbas aplicadas na construção de estádios e nos preparativos para receber o Mundial e os Jogos Olímpicos, explicou à AFP que as manifestações continuam a justificar-se: “Vamos continuar a protestar porque o dinheiro investido nos estádios que deve ir para a educação e a saúde. Montaram um circo aos olhos do mundo.”

A redução de tarifas não parece ter sido suficiente para refrear os protestos. David Fleischer, professor de Ciência Política na Universidade de Brasília, explica à Reuters que isso se deve às motivações diferentes de cada movimento envolvido nas manifestações. “É difícil antecipar o que pretende o movimento porque não existe uma imagem clara de que são ou o que irão exactamente fazer”, diz.

Pelé não é pelas manifestações

Pelé, tricampeão do mundo pela selecção brasileira em 1958, 1962 e 1970 e embaixador do Mundial de futebol do Brasil, foi umas personalidades do desporto que se pronunciou sobre os protestos, nomeamente os que constestam os investimentos nas provas desportivas que vão decorrer no país. Num depoimento em vídeo, gravado antes do jogo Brasil-México, o brasileiro apresenta-se não como Pelé, mas como "Edson, do tempo da Confederação Brasileira de Desportos", e como "torcedor brasileiro".

"Vou pedir mais uma vez aos brasileiros para não confundirem as coisas. Estamos iniciando uma preparação para a Copa do Mundo. A Copa das Confederações serve muito para a gente ter uma base de como vai ser a nossa equipe", defendeu, deixando depois uma mensagem a quem tem estado nas ruas nos últimos dias.

"Vamos esquecer toda essa confusão que está acontecendo no Brasil e vamos pensar que a selecção brasileira é o nosso país, é o nosso sangue. Não vamos vaiar a selecção. Vamos apoiar até o final", disse.

Publico

Mal vi o governo a ceder percebi logo que ia acabar nisto...
 
As pessoas continuam sem entender nada.

O império americano humilha-nos espiando-nos, esquadrinhando tudo em nossa casa, do rodapé ao tecto, dos bolsos das calças ao olho do (..) e nós damos graças, apressamo-nos a servi-los em tudo o que peçam.

Que se lixe a CPLP e a influência que temos estado a conseguir na América do Sul mesmo com as viagens patéticas de Cavaco onde não se fala de Saramago. Que importa que gostem de nós se só servimos aquilo que o império quer.
 
Argumentos patetas...

Considerações técnicas foi a justificação. Assim, 2 palavras. Que considerações técnicas foram essas ninguém sabe. Sei eu, foram ordens de cima, ordens do império. Portugal é uma colónia americana e o paulinho do CDS, obedece.

Espero que os países sul americanos humilhem Cavaco Silva ou qualquer outro membro do governo desgraçado que vai caindo aos pedaços na mesma medida em que estas considerações técnicas ocorreram e os mandem aterrar numa pista de terra batida no Acre.
 
Luis Bárcenas, ex-tesoureiro do Partido Popular espanhol, partido herdeiro do fascismo espanhol de Franco, afirmou ontem numa entrevista que esse Partido Popular terá beneficiado durante mais de 20 anos de um esquema de subornos pago por empresários de construção civil e de outras áreas em troca de contratos nas diversas áreas de poder em que o PP esteve como governante.

«(...) el extesorero del PP le explicó que durante al menos los últimos 20 años el PP ha estado financiándose de forma ilegal, recibiendo donaciones en metálico de constructores y otros empresarios que a su vez obtenían adjudicaciones o contratos de las Administraciones gobernadas por el partido. Bárcenas confirmaba así la información que EL PAÍS ha publicado desde que reveló la contabilidad B que el extesorero realizaba sobre las finanzas del partido de Gobierno.»

http://politica.elpais.com/politica/2013/07/07/actualidad/1373195334_212201.html
 
Portas garante que informou Bolívia “atempadamente” sobre a recusa de escala


O ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas assegurou que autorizou sobrevoo do avião do Presidente da Bolívia no território nacional e informou o país “atempadamente” sobre a recusa da escala por motivos técnicos.

“Mantenho sem nenhuma dúvida, que a Bolívia é um país amigo”, afirmou Paulo Portas na comissão de Negócios Estrangeiros, mantendo o argumento de que a não autorização para uma escala se deveu a “motivos técnicos”, embora sem especificar quais.

O ministro e líder do CDS garantiu ainda que o Estado português não pediu quaisquer informações sobre quem vinha a bordo do avião de Evo Morales.

Portas recusa envolver Portugal na questão do ex-colaborador da CIA Eduard Snowden, no que diz respeito à sua “atitude, trânsito e eventual asilo”.

“Por isso não pedimos informações sobre quem vinha a bordo nem exigimos garantias. Tão pouco queremos importar um problema que não é de Portugal nem tem de passar a ser”, afirmou, garantindo que o Governo português não violou qualquer lei ou convenção internacional.

Fonte: Público

Não sei qual a razão do país em meter-se em polémicas que nada têm de interesse nacional.
 
Fonte: Público

Não sei qual a razão do país em meter-se em polémicas que nada têm de interesse nacional.

Provavelmente porque é chique, deverá ter a ver com a nossa pequenez do costume. Afinal até há eventos internacionais importantes onde está envolvido Portugal, nem que eles passem "por cima" de nos como é costume e já não é a primeira vez que acontece semelhante.
 
Ele sabe tudo sobre o voo do Evo Morales... só não sabe é porque é que a escala não foi autorizada. A pista devia estar impedida com algum submarino.

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