A notícia do dia é certamente a aproximação dos EUA a Cuba. Boas notícias, sim. Contudo, a altura é algo estranha. Até agora os meios para destabilizar Cuba foram sempre encobertos. Desde já, os Democratas vão ter mais um aumento massivo do apoio da comunidade latina.
Disto tudo, o aspeto mais relevante é a influência do Vaticano. Porquê agora? Porquê Cuba? Bom, vou desviar-me um pouco da retórica habitual que diviniza a bondade do homem. A curto prazo, o Papa ganhará a admiração dos católicos sul-americanos, cujo número nas últimas décadas tem caído significativamente.
A longo prazo, a estratégia do Vaticano insere-se num plano ecuménico de unir todas as diferentes configurações do Cristianismo (e outras religiões incluíndo o Islão) sob o seu jugo e autoridade. Um bom exemplo é o dos Ortodoxos Russos. Até já se discutiu a implementação das Nações Unidas da religião.
A maior mentira que é dita por este papa é que Muçulmanos e Judeus/Cristãos veneram o mesmo Deus:
Não entrando muito nesse tema, uma das maiores diferenças entre as duas religiões refere-se às ações dos profetas. Jesus pregava paz, Maomé fez coisas muito semelhantes à ISIS (matando e pilhando). Um pregava tolerância (daí a desilusão dos Judeus da altura e o eventual surgimento do Cristianismo), o outro foi um conquistador militar, unindo as diversas tribos. Uma das profecias bíblicas, entre tantas outras, refere que os judeus, no fim dos tempos, aceitarão Jesus como seu salvador. Quer se seja crente ou não, penso que é unânime que são coisas interessantes
.
Mas, ainda é muito cedo para perceber a geoestratégia da 'coisa'. Com o tempo certamente novos dados aparecerão.
Disto tudo, o aspeto mais relevante é a influência do Vaticano. Porquê agora? Porquê Cuba? Bom, vou desviar-me um pouco da retórica habitual que diviniza a bondade do homem. A curto prazo, o Papa ganhará a admiração dos católicos sul-americanos, cujo número nas últimas décadas tem caído significativamente.
A longo prazo, a estratégia do Vaticano insere-se num plano ecuménico de unir todas as diferentes configurações do Cristianismo (e outras religiões incluíndo o Islão) sob o seu jugo e autoridade. Um bom exemplo é o dos Ortodoxos Russos. Até já se discutiu a implementação das Nações Unidas da religião.
A maior mentira que é dita por este papa é que Muçulmanos e Judeus/Cristãos veneram o mesmo Deus:
Não entrando muito nesse tema, uma das maiores diferenças entre as duas religiões refere-se às ações dos profetas. Jesus pregava paz, Maomé fez coisas muito semelhantes à ISIS (matando e pilhando). Um pregava tolerância (daí a desilusão dos Judeus da altura e o eventual surgimento do Cristianismo), o outro foi um conquistador militar, unindo as diversas tribos. Uma das profecias bíblicas, entre tantas outras, refere que os judeus, no fim dos tempos, aceitarão Jesus como seu salvador. Quer se seja crente ou não, penso que é unânime que são coisas interessantes
.Mas, ainda é muito cedo para perceber a geoestratégia da 'coisa'. Com o tempo certamente novos dados aparecerão.



. Por acaso, não tenho ódio nenhum aos EUA. O governo deles é igual a muitos outros. Engana o seu povo consoante os desejos de poucos.