Seguimento Meteorológico Livre - 2026

  • Thread starter Thread starter Gilmet
  • Data de início Data de início
Alguma razão?
Talvez... darmos por isso, sensação de ter perdido um seguimento, fica gravada na memória? :unsure::intrigante:
Porque estatisticamente os eventos de inverno com depressões e frentes chegam a qualquer hora, não param ou aceleram a meio do Atlântico para chegarem cá à tabela (noite).
 
Pois gostava também de saber
Talvez... darmos por isso, sensação de ter perdido um seguimento, fica gravada na memória? :unsure::intrigante:
Porque estatisticamente os eventos de inverno com depressões e frentes chegam a qualquer hora, não param ou aceleram a meio do Atlântico para chegarem cá à tabela (noite).
E também não esquecer que, nesta altura do ano, a noite é maior que o dia, o que torna mais provável que chegue de noite...
 
estatisticamente os eventos de inverno com depressões e frentes chegam a qualquer hora, não param ou aceleram a meio do Atlântico para chegarem cá à tabela (noite).
Até concordava com isso não estivesse esta última inicialmente estado vários dias prevista a chegada (pelos modelos) para o meio da manhã e depois ter-se adiantado. :D

Quanto às estatísticas, não sei.. De todas as tempestades que tenho memória, e tendo passado muito tempo em Viseu, infelizmente, posso dizer que são muitas, recentemente só me lembro de uma (Elsa ou Fabien em 2019) que tenha sido de dia. E nem é bem uma questão de horas de dia/noite porque a maioria é sempre entre as 00:00 e as 06:00, o que excetuando ali o meio/final de Junho, é quase sempre noite. Terá certamente algo a ver com o mecanismo que despoleta estes eventos ser mais comum numa altura específica do dia, e a travessia do Atlântico ser mais coisa menos coisa semelhante para todas elas, daí chegarem quase todas de noite (exceto a Kristin, claro, que vinha cheia de pressa para chegar a horas).
 
  • Gosto
Reactions: joselamego
Entretanto, só dar nota do auto-intitulado e pseudo-climatologista Mário Marques que já foi à SIC dizer que preveu muito bem este evento. Se bem me lembro, ontem estava a falar que as rajadas não iriam superar os 130km/h, mas hoje o discurso é outro...
Ainda bem que ontem tivémos a Maria João Frada a falar em impactos possivelmente catastróficos e ventos a superar os 160km/h e a ANPC emitiu, de Setúbal a Braga, SMS de alerta.
A crítica é importante, todos falhamos... mas constantemente "sacudir a água do capote", como se costuma dizer, é de rir...
 
Última edição:
Entretanto, só dar nota do auto-intitulado e pseudo-climatologista Mário Marques que já foi à SIC dizer que preveu muito bem este evento. Se bem me lembro, ontem estava a falar que as rajadas não iriam superar os 130km/h, mas hoje o discurso é outro...
Ainda bem que ontem tivémos a Maria João Frada a falar em impactos possivelmente catastróficos e ventos a superar os 160km/h e a ANPC emitiu, de Setúbal a Braga, SMS de alerta.
É incrível o tempo de antena que se lhe continua a dar, pois vai a todos os canais. :wacko: Eu ouvi-o a ser entrevistado pela CNN e disse que não compreendia o porquê de ter acontecido o que aconteceu porque às 2 da manhã ele já sabia que o impacto do centro da depressão iria ocorrer mais a sul do que inicialmente previsto.
Os modelos estavam muito imprevisiveis. O IPMA colocou, a meio da madrugada, o distrito de Leiria e posteriormente o distrito de Lisboa em aviso vermelho porque já se estava a ver que iam ser mais atingidos do que o que se esperava ontem. O que é que ele queria que se fizesse mais? Se fosse ele a mandar conseguia salvar tudo da força do vento só pode.
Enfim, haja paciência para esta comunicação social que prefere entrevistar pseudo-climatologistas que só sabem criticar, ao invés dos nossos meteorologistas que exercem funções num órgão oficial. Os avisos foram lançados e as entidades estavam prontas para o seu impacto que já se esperava ser significativo, mas mais não se podia fazer.
 
Entretanto, só dar nota do auto-intitulado e pseudo-climatologista Mário Marques que já foi à SIC dizer que preveu muito bem este evento. Se bem me lembro, ontem estava a falar que as rajadas não iriam superar os 130km/h, mas hoje o discurso é outro...
Ainda bem que ontem tivémos a Maria João Frada a falar em impactos possivelmente catastróficos e ventos a superar os 160km/h e a ANPC emitiu, de Setúbal a Braga, SMS de alerta.
A crítica é importante, todos falhamos... mas constantemente "sacudir a água do capote", como se costuma dizer, é de rir...
Pior do que isso. De manhã, antes de eu sair para trabalho, esteve na TVi ou CNN a dizer que tinha sido menos forte que o que se esperava. Eu achei estranho, pois não havia dados alguns da zona de Leiria por causa da falta de luz...e ele a dizer tal coisa!!!
 
Este tipo de situações é altamente imprevisível (basta ver a salgalhada que os modelos estavam) e é a razão porque há meteorologistas nos serviços de previsão que trabalham 24/7/365 por turnos, com acesso a imagens de satélite, radar e muito mais em tempo real. É necessário acompanhamento constante, que foi feito, com avisos que foram emitidos atempadamente, assim como comunicações para os OCS (bom exemplo esse da Mª João Frada que não teve papas na língua e admitiu que poderia ser uma situação catastrófica, com rajadas que poderiam chegar a muito mais de 140-160 km/h), e serviços de proteção civil nos seus briefings diários.

Se há coisa que tenho para dizer ao IPMA são os meus parabéns. Drama dá audiências, infelizmente, e é assim que acabamos com pessoas sem credenciais a fazer de comentadores. Uma das pessoas envolvidas nesses comentários andava há uns anos a fazer previsões só pelas fases da lua... "climatologia", dizem eles :D
 
A maior parte das pessoas do distrito de Leiria foi para a cama sem haver um aviso vermelho de vento lançado no distrito. Isso é factual. Não estou a dizer que com aviso vermelho lançado às 20h ou 21h não tinham sido levantadas telhas, mas é um apontamento que pode e deve ser feito.

Deve haver maior alinhamento entre a comunicação da ANPC e os avisos do IPMA. A maior parte dos frequentadores deste fórum pode fazer a distinção, mas a maioria da população em geral leu foi as letras garrafais "Porto, Aveiro e Coimbra em aviso vermelho".