Nada de novo, o mesmo foi feito na aldeia de Viganella na região italiana de Piemonte. Aliás a ideia dos espelhos nessa localidade da Noruega foi tirada do que foi feito em Viganella em 2007. Duas imagens de Viganella (Itália):
Investigadores procuravam a solução há 13 anos... Longe vão os tempos do soviético Tetris. «In 2011, people playing Foldit, an online puzzle game about protein folding, resolved the structure of an enzyme that causes an Aids-like disease in monkeys. Researchers had been working on the problem for 13 years. The gamers solved it in three weeks.» Em 2011, várias pessoas que jogavam o Foldit - puzzle online sobre a ligação molecular de proteinas - resolveram a estrutura de ligação de uma enzima que causava uma doença semelhante à sida nos macacos. Os investigadores andavam em busca da solução para o problema há 13 anos. http://www.theguardian.com/technolo...s-solving-sciences-biggest-problems?CMP=fb_gu
Espero que isto não pareça publicidade gratuita a esta empresa... Outro brinquedo desta empresa Jan de Nul. Eles estão habituados aos canais portanto tem lógica.
http://zap.aeiou.pt/carro-voador-apresentado-em-feira-de-tecnologia-na-europa-47001 Que vos parece? Por mim brilhante! It's the beginning
Os carros sem condutor tem estado envolvidos em mais acidentes do que se esperava. Embora em geral sejam acidentes de pouca gravidade, são contudo o dobro da média. Mas sempre por culpa alheia. O problema? Aparentemente conduzem bem demais, são demasiado respeitadores da lei, demasiado cautelosos, com "demasiada" atenção ao que se passa na estrada e velocidade de reacção "demasiada" rápida. Exemplos: Um carro sem condutor detecta muito antecipadamente um comportamento ou trajectória de risco dum peão junto à estrada e começa a travar por cautela, surpreendendo quem segue atrás. Ou por ex., em estradas congestionadas mas com bom ritmo de circulação, ao respeitar limites de velocidade e distâncias de segurança tende a gerar pequenos engarrafamentos. Outro exemplo curioso, durante um congestionamento entrar à "bruta" numa rotunda ou cruzamento , coisa que muitas vezes é inevitável se ter que fazer, o software tem bastante dificuldade em lidar com esse tipo de situação. A solução para isto levanta dilemas, tornar os carros mais humanos, desrespeitar pontualmente leis, menos "educados"? Outra temática que se tem levantado é moral. Nunca aconteceu mas várias pessoas tem questionado o assunto. Imaginemos que um carro destes enfrenta uma situação em que só existem dois desfechos possíveis. um choque violento com outra viatura que provavelmente destruirá a viatura e matará os passageiros, ou um desvio para a berma aonde poderá, imaginemos, matar um grupo de crianças que por ali circulava. Como lidará o software com isso ? Leitura interessante: Humans Are Slamming Into Driverless Cars and Exposing a Key Flaw http://www.bloomberg.com/news/artic...-into-driverless-cars-and-exposing-a-key-flaw
o problema é os pc's desses carros serem basicamente estúpidos pois seguem um um programa a risca e dali não saem, não fazem o mesmo que o que temos entre as orelhas que analisa e reflecte o que fazer para o mal e para o bem, todos conhecemos aquela situação do peão nas passadeiras que vai para seguir e depois para ora suspeito que os popós da google param logo sem querer saber quem vem a traz parece que os programadores não pensaram nisso.
É claro que os computadores nunca podem ser comparados aos nossos cérebros, mas estes computadores vão tendo capacidades de aprendizagem. Relativamente aos peões nas passadeiras, o mesmo se passa com outros obstáculos que surgem de forma brusca à frente do veículo. Este tem que parar porque tem sensores que identificam obstáculos sem fazer restrições. Se o peão não estiver na trajectória do veículo, este não vai parar. Quem vier atrás só tem que tomar atenção, como se de um veículo normal se tratasse. Mas os veículos inteligentes apenas são úteis em auto-estradas e viagens em vias sinalizadas. Acho que usar o modo automático em plena cidade, é uma autêntica burrice que pode trazer sérios problemas como já foram aqui referidos.
o problema é que não aprendem, os programas vão sendo melhorados e suspeito que tenham no código algo para prever a trajectória dos peões quanto aos outros não podemos ser narcisistas eu conto sempre com os outros ( é cansativo) não travo sem ter em conta tudo o que me rodeia e já evitei muito acidente
Published on Feb 23, 2016 A new version of Atlas, designed to operate outdoors and inside buildings. It is specialized for mobile manipulation. It is electrically powered and hydraulically actuated. It uses sensors in its body and legs to balance and LIDAR and stereo sensors in its head to avoid obstacles, assess the terrain, help with navigation and manipulate objects. This version of Atlas is about 5' 9" tall (about a head shorter than the DRC Atlas) and weighs 180 lbs.