Transição Energética em Portugal

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Por acaso acho que se podia ter deixado a chaminés como arqueologia Industrial, uma relíquia do tempo em que os combustíveis fosseis moviam ainda mais o Mundo. Já as de Setúbal achei que podiam ter ficado e também foram demolidas.
Parvoíces e palermices. Devia ter sido transformado num museu ou num centro de interpretação com todo o processo de produção, isso sim, criava riqueza histórica ao país. É triste, ver tudo destruído e nada aproveitado.
 
Devia ter sido transformado num museu ou num centro de interpretação com todo o processo de produção
Como aliás foi feito com a Central Tejo, um notável museu integrado até no MAAT. Perderem-se estes marcos da evolução tecnológica é um apagamento boçal da história, semelhante à destruição de edifícios históricos de arquitectura e funções notáveis e até monumentos e vestígios seculares e milenares.
 
Como aliás foi feito com a Central Tejo, um notável museu integrado até no MAAT. Perderem-se estes marcos da evolução tecnológica é um apagamento boçal da história, semelhante à destruição de edifícios históricos de arquitectura e funções notáveis e até monumentos e vestígios seculares e milenares.
Já deve haver um projecto de refinaria para o local certamente ou melhor uma central fotovoltaica.
 

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"[...] a área de implantação do projecto Sophia incluir montados de sobro e azinho e zonas abertas intercaladas com matos pouco densos. Estes espaços são considerados “fundamentais” para espécies como a águia-imperial-ibérica (Aquila adalberti, uma espécie criticamente ameaçada em Portugal), a cegonha-preta (Ciconia nigra), o tartaranhão-cinzento (Circus cyaneus), o sisão (Tetrax tetrax) e o cortiçol-de-barriga-preta (Pterocles orientalis).
Idanha-a-Nova abriga porções do Parque Natural do Tejo Internacional, do Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional, da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Tejo-Tajo Internacional [...]
[...] instalação de mais de 425 mil módulos fotovoltaicos, com uma potência total de 266 Megawatt (MW), numa área de 524,4 hectares que ocupa porções dos concelhos de Castelo Branco e Idanha-a-Nova."




 
Última edição:
Ver anexo 27370

"[...] a área de implantação do projecto Sophia incluir montados de sobro e azinho e zonas abertas intercaladas com matos pouco densos. Estes espaços são considerados “fundamentais” para espécies como a águia-imperial-ibérica (Aquila adalberti, uma espécie criticamente ameaçada em Portugal), a cegonha-preta (Ciconia nigra), o tartaranhão-cinzento (Circus cyaneus), o sisão (Tetrax tetrax) e o cortiçol-de-barriga-preta (Pterocles orientalis).
Idanha-a-Nova abriga porções do Parque Natural do Tejo Internacional, do Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional, da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Tejo-Tajo Internacional [...]
[...] instalação de mais de 425 mil módulos fotovoltaicos, com uma potência total de 266 Megawatt (MW), numa área de 524,4 hectares que ocupa porções dos concelhos de Castelo Branco e Idanha-a-Nova."




Nao foi esta zona que por coincidencia ardeu no Verao?
 

Garrafas e latas vão pagar depósito de 10 cêntimos a partir de abril: saiba como receber o reembolso​



"As embalagens recolhidas serão enviadas para seis centros de processamento e duas unidades de triagem, localizadas em Lisboa e Porto, garantindo que o material possa ser transformado em nova matéria-prima e reinserido numa lógica de economia circular."


Já agora, se as embalagens vão todas para Lisboa ou Porto, quantas toneladas de CO2 vão lançar para a atmosfera com essa medida e já agora se a recolha for tão boa como nos ecopontos com as ditas máquinas cheias ou fora de serviço. :rolleyes:

Também vão baixar a taxa que se passa na factura da água? :rolleyes:

Se não tiver o rótulo ou tampa vai para o ecoponto amarelo e não existe recompensa nenhuma. :lol:
 
Nao foi esta zona que por coincidencia ardeu no Verao?

Não! E essa insinuação é ridícula. Acham mesmo que é necessário arder o que quer que seja para implementar parques solares? Se os quiserem fazer e passarem no crivo ambiental fazem, independente do que lá haja. E não é por arder que mais facilmente passa no estudo de impacto ambiental...
 
Não! E essa insinuação é ridícula. Acham mesmo que é necessário arder o que quer que seja para implementar parques solares? Se os quiserem fazer e passarem no crivo ambiental fazem, independente do que lá haja. E não é por arder que mais facilmente passa no estudo de impacto ambiental...
Em último caso, "criam-se" as condições para o projeto se tornar um PIN e siga.
 
Ainda a malta pensa, que os governos estão preocupados com a ecologia, o clima ou seja do que for, os governos querem é criar mais taxas, taxinhas e continuarem a gamar. Vai ser no UK e em breve na Europa ou pensam que quando os eléctricos tiverem uma relevante quota de mercado vão continuar isentos de IUC como até aqui, só para lunático. Curiosamente, quem tem um eléctrico que percorra cerca de 10 mil kms por ano, vai pagar 340 € por ano, o dobro do que pago de IUC. :rolleyes:

 
Em último caso, "criam-se" as condições para o projeto se tornar um PIN e siga.

Sim, mas para isso não precisa de arder nada... O mesmo é valido para a teoria de que andam a largar fogo para instalar posteriormente minas de lítio. A sua instalação não depende em nada se a área foi queimada ou tem lá uma floresta.