Começo então pela Galiza, a região que, devido à cultura e língua, torna uma união mais provável (embora mesmo assim improvável).

Uma união desta magnitude faria com que fosse necessária uma regionalização do território. O país ficaria mais ou menos assim:
Os nomes das regiões são claramente discutíveis. No entanto, acho que não faz muito sentido continuar a chamar "Norte" à região que deixou de ser o "Norte".
A nível económico, a Galiza seria a quarta região mais rica, depois de Lisboa, Algarve e Madeira, e ligeiramente mais rica que o atual Norte. O PIB nominal da Galiza teria alguma influência no PIB do país, já que corresponde a cerca de 1/3 do PIB total do país.

Também seria a segunda maior região do país, mas bem superada pelo Alentejo.
A nível populacional, o país passaria a ter 13 milhões de pessoas. No entanto, as assimetrias continuariam bem visíveis, já que 9.700.000 dos 13 milhões viveriam numa faixa no Litoral entre Setúbal e a Corunha. Ou seja, grande parte do país continuaria a ser despovoado.
A nível geográfico, o ponto mais alto no Continente passaria a ser a Pena Trevinca, com mais de 2000 metros, mas mesmo assim abaixo do Pico, nos Açores. O país passaria a ter uma costa setentrional, ocidental e meridional. Os portos mais importantes seriam os de Sines, Leixões e Vigo.
