Astronomia e Ciências Espaciais 2015

Tópico em 'Astronomia' iniciado por Orion 1 Jan 2015 às 17:42.

  1. meteoamador

    meteoamador
    Expand Collapse
    Cumulus

    Registo:
    6 Jan 2014
    Mensagens:
    237
    Local:
    Vila Verde ( 310m)
    Collapse Signature Expandir Assinatura
    Albifriorento, guisilva5000 e StormRic gostaram disto.
  2. cloud9

    cloud9
    Expand Collapse
    Cirrus

    Registo:
    13 Set 2007
    Mensagens:
    56
    Local:
    Lisboa

    Portanto:

    A fase brilhante, ou seja a fragmentação durou cerca de 1 segundo, a duração total deverá ter sido entre os 2,5s a 3s
    A altitude não tenho ideia, foi muito alto, acima dos 20 kms
    O tempo para o boom foi á vontade uns 2 minutos talvez 3,

    [​IMG]
     
    jorgeanimal e StormRic gostaram disto.
  3. Duarte Sousa

    Duarte Sousa
    Expand Collapse
    Staff

    Registo:
    8 Mar 2011
    Mensagens:
    5,052
    Local:
    Loures
    Se o tempo entre a explosão e o som foi de 2 a 3 minutos, o meteoro fragmentou-se a ~50km de altitude.
     
  4. StormRic

    StormRic
    Expand Collapse
    Furacão

    Registo:
    23 Jun 2014
    Mensagens:
    11,759
    Local:
    Póvoa de S.Iria (alt. 140m)
    Obrigado pelos dados :thumbsup:

    Pelo atraso na chegada do "boom" será portanto uma distância de 40 a 60Km em linha recta.
    A altura, como a marcaste no planisfério celeste, será à volta de 45º, o que dará para a altitude cerca de 28 a 43 Km (para estas altitudes a depressão do horizonte é desprezável).

    Se puderes dar uma olhada nas imagens deste link de procura no Google, consegues indicar uma foto que seja o mais parecida possível com o que viste?

    https://www.google.pt/search?q=fire...2&ved=0CB4QsARqFQoTCPP5uYqp8sYCFYNtFAod79wBWw

    O dado de observação mais importante para a sua localização e avaliação da altitude a que ocorreu a desintegração, e portanto do provável tamanho do meteorito, é o tempo que levou o som a chegar (tal como no caso de um raio o tempo do trovão é uma medida que permite calcular de forma bastante precisa a distância a que se deu a descarga).

    A trajectória que desenhaste no hemisfério celeste é bastante curta, portanto a direcção de entrada apontava para próximo da área de observação e consequentemente o ângulo de entrada na atmosfera não era muito diferente da altura da observação acima do horizonte em graus.
     
  5. StormRic

    StormRic
    Expand Collapse
    Furacão

    Registo:
    23 Jun 2014
    Mensagens:
    11,759
    Local:
    Póvoa de S.Iria (alt. 140m)
    Menos do que isso, há que multiplicar esse valor pelo seno do ângulo da altura da observação acima do horizonte.
     
  6. StormRic

    StormRic
    Expand Collapse
    Furacão

    Registo:
    23 Jun 2014
    Mensagens:
    11,759
    Local:
    Póvoa de S.Iria (alt. 140m)
    Talvez queiras reportar o evento:

    http://www.amsmeteors.org/members/imo/report_intro
     
  7. Orion

    Orion
    Expand Collapse
    Furacão

    Registo:
    5 Jul 2011
    Mensagens:
    16,826
    Local:
    Ponta Delgada, Açores
  8. Orion

    Orion
    Expand Collapse
    Furacão

    Registo:
    5 Jul 2011
    Mensagens:
    16,826
    Local:
    Ponta Delgada, Açores
    DAYTIME PLANETS: Usually, astronomers wait until the sun sets to start taking pictures of the heavens. On July 28th in Malaysia, astrophotographer Shahrin Ahmad showed that darkness is not required. "I photographed four planets in broad daylight," he says. Here they are bracketed by the sun and Moon:

    [​IMG]

    From left to right are crescent-shaped Venus, Jupiter, Mercury, and ringed Saturn. "We were blessed with a good clean sky over Sri Damansara," says Ahmad. "Mercury was surprisingly easy to spot, despite the fact that it was located about 5º from the Sun."

    This kind of daytime astronomy is made possible, in part, by modern GOTO telescopes. Once the computerized telescope is aligned on the sky, it can find planets and other objects at any time of day. Some targets, like Venus, are arguably more beautiful when surrounded by daytime blue than nighttime black.

    http://spaceweather.com/
     
    Collapse Signature Expandir Assinatura
  9. Albifriorento

    Albifriorento
    Expand Collapse
    Nimbostratus

    Registo:
    4 Dez 2010
    Mensagens:
    502
    Local:
    Castelo Branco
  10. StormRic

    StormRic
    Expand Collapse
    Furacão

    Registo:
    23 Jun 2014
    Mensagens:
    11,759
    Local:
    Póvoa de S.Iria (alt. 140m)
    Nunca tinha visto nada semelhante! Não só a visão conjunta como simultaneamente o lado oculto da Lua totalmente iluminado.
    O furacão visível deve ser o Dolores, penso que era essa a sua posição no dia 16 de Julho.
     
    guisilva5000 e Albifriorento gostaram disto.
  11. Ruipedroo

    Ruipedroo
    Expand Collapse
    Cumulonimbus

    Registo:
    6 Out 2010
    Mensagens:
    3,117
    Local:
    Braga, Merelim (60m)
    Este ano ainda não dediquei muito tempo às Perseidas. Costumo ver todos os anos. Este ano sem lua promete ser interessante (desde que não hajam nuves ou fumo). O último ano que valeu mesmo a pena assistir a esta chuva foi o de 2012. Vi várias dezenas e ainda deu para ver cerca de três bólides quando ainda nem tinha anoitecido totalmente. A ver se este ano se repete.

    Sempre que me ponho a observar os céus nesta altura deparo-me sempre com uns pontos individuais brilhantes em movimento, como se fosse uma estrela a deslocar-se. Umas vezes pouco brilhantes, outras que do nada ganham um brilho intenso e desaparecem rapidamente, sempre a uma velocidade lenta. Já vi isto noutras alturas do ano mas quando chegam as Perseidas eles aparecem com muita frequência mesmo. Alguém mais entendido sabe do que se trata? Já me falaram em satélites mas duvido muito que hajam tantos a cruzar os céus numa noite e dá-me sempre a ideia que é algo ligado à chuva de meteoros.
     
    Collapse Signature Expandir Assinatura
    StormRic gostou disto.
  12. StormRic

    StormRic
    Expand Collapse
    Furacão

    Registo:
    23 Jun 2014
    Mensagens:
    11,759
    Local:
    Póvoa de S.Iria (alt. 140m)
    São satélites certamente, pelo seu movimento lento quando comparado com a rapidez das estrelas cadentes (meteoritos e bólides) nunca poderiam estar ligados à chuva de meteoros.
    Há satélites que reflectem muito a luz do sol em certas posições, por exemplo vê as fotos que o Teles costuma pôr, e como vão rodando sobre si próprios esse refelexo da luz vai variando:

    http://www.meteopt.com/forum/topico/astronomia-e-ciencias-espaciais-2015.8069/page-13#post-494336
     
    Ruipedroo e CptRena gostaram disto.
  13. Orion

    Orion
    Expand Collapse
    Furacão

    Registo:
    5 Jul 2011
    Mensagens:
    16,826
    Local:
    Ponta Delgada, Açores
     
    Collapse Signature Expandir Assinatura
    StormRic e Garcia gostaram disto.
  14. Mr. Neves

    Mr. Neves
    Expand Collapse
    Cumulonimbus

    Registo:
    22 Jan 2013
    Mensagens:
    3,726
    Local:
    Tondela-290m
    Collapse Signature Expandir Assinatura
    StormRic e guisilva5000 gostaram disto.
  15. Albifriorento

    Albifriorento
    Expand Collapse
    Nimbostratus

    Registo:
    4 Dez 2010
    Mensagens:
    502
    Local:
    Castelo Branco
    Já vi uma estrela cadente, foi estranho, até porque nunca tinha visto nenhuma a entrar de sul para norte.

    Já agora, alguém sabe de algum fenómeno astronómico que faça com que uma estrela pisque de forma acentuada, desapareça e depois volte a piscar de forma acentuada e depois desaparecer? Isto claro, sem deslocação aparente. Provavelmente terá sido apenas uma nuvem a passar em frente de uma estrela, mas parecia mais um avião, embora não se deslocasse.
     
    guisilva5000, StormRic e Mr. Neves gostaram disto.

Partilhar esta Página