Biodiversidade



Snifa

Furacão
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Esta tarde em Vila do Conde:

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Thomar

Cumulonimbus
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19 Dez 2007
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Cabanas - Palmela (75m)
Aqui nesta zona começaram a aparecer em força há uns 10 anos, nos últimos 2/3 anos diria que a população se encontra estabilizada. Mas aqui noto que quando nidificam são muito sensíveis ao barulho.
 

Davidmpb

Super Célula
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7 Jul 2014
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Portalegre( 600m)/ Fundão
Aqui nesta zona começaram a aparecer em força há uns 10 anos, nos últimos 2/3 anos diria que a população se encontra estabilizada. Mas aqui noto que quando nidificam são muito sensíveis ao barulho.
Aqui também estavam em força, todos os dias via e ouvia o canto delas... Mas nos últimos 3/4 anos noto claramente que tem havido cada vez menos, não sei se a espécie está em risco de extinção ou haverá outro fator até climático para explicar esta redução...
 

Pek

Cumulonimbus
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24 Nov 2005
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Menorca
Aqui também estavam em força, todos os dias via e ouvia o canto delas... Mas nos últimos 3/4 anos noto claramente que tem havido cada vez menos, não sei se a espécie está em risco de extinção ou haverá outro fator até climático para explicar esta redução...

Em princípio, trata-se de uma espécie sem problemas de conservação e que ainda mantém alguma força nos aumentos nas novas zonas de expansão. No entanto, este aumento é particularmente notório na região mediterrânica, especialmente na metade sul, que foi colonizada mais recentemente, em comparação com uma situação mais estável na região ocidental e na região euro-siberiana, onde a população está estabelecida há mais tempo. Embora a tendência para o conjunto da península continue a ser positiva, poderá tender para uma maior estabilização, uma vez que os aumentos anuais estão a diminuir progressivamente.

Em termos de problemas que causam declínios locais, foram observados problemas ocasionais com a recorrência de ondas de calor e a ausência de fontes de água e com o incremento em ambientes urbanos de pombos-torcazes e pegas que aumentam a competição e a predação das ninhadas.
 

Pek

Cumulonimbus
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24 Nov 2005
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Menorca
Devido à escassez de citações com material gráfico, tenho estado a dar uma rápida olhada a alguns relatórios recentes (2020-2023) de um dos mamíferos mais esquivos e menos seguidos da fauna ibérica: o arminho (Mustela erminea).

Mais imagens ibéricas dos últimos meses deste fantástico mamífero

- 2023. Províncias das Astúrias e Leão.

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Captura de pantalla 2024-02-22 161824.png



Arminho com picanços de dorso ruivo (Lanius collurio), muito preocupados com a sua presença.




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- 2024. Pirenéus Aragoneses, província de Huesca

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hurricane

Cumulonimbus
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11 Nov 2007
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Genval, Bélgica
Mais imagens ibéricas dos últimos meses deste fantástico mamífero

- 2023. Províncias das Astúrias e Leão.

FrbfcvFWcAA5LqG




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FpbeaOFXEAwbk1M


Ver anexo 9886


Arminho com picanços de dorso ruivo (Lanius collurio), muito preocupados com a sua presença.




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- 2024. Pirenéus Aragoneses, província de Huesca

GGubXn-W0AAvJo5





Ver anexo 9884


Que coisa mais fofa!
 

Thomar

Cumulonimbus
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19 Dez 2007
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Cabanas - Palmela (75m)
Uma coisa que reparei o ano passado aqui onde resido foi a queda acentuada de libelinhas e libélulas. Via sempre aqui desde que me lembro, libelinhas escarlate nos meses de julho e agosto todos os dias 2 ou 3 exemplares, o ano passado quase não as vi e as libélulas também sofreram redução mas menos.
 

Thomar

Cumulonimbus
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19 Dez 2007
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Cabanas - Palmela (75m)
Ainda uma curiosidade sobre as libélulas e libelinhas, aqui as libelinhas aparecem por por volta das 12h até às 15h e as libélulas das 8h ás 10h e ao final do dia das 18h ás 20h. Não sei se mais alguém reparou a que horas elas aparecem ou não, mas achei este facto curioso das horas.
 

StormRic

Furacão
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23 Jun 2014
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Póvoa de S.Iria (alt. 140m)
Uma coisa que reparei o ano passado aqui onde resido foi a queda acentuada de libelinhas e libélulas. Via sempre aqui desde que me lembro, libelinhas escarlate nos meses de julho e agosto todos os dias 2 ou 3 exemplares, o ano passado quase não as vi e as libélulas também sofreram redução mas menos.
Aqui na margem norte/ocidental do estuário do Tejo, linha da Póvoa, nos últimos anos tem sido o contrário, tem aumentado o número de observações até no ambiente urbano.
Até nem sei contar mas houve alturas do verão passado que se viam às dezenas, três ou quatro por arbusto. Será que se deslocam mais para norte? Ou terá mais aves predadoras por essa zona?

Ainda uma curiosidade sobre as libélulas e libelinhas, aqui as libelinhas aparecem por por volta das 12h até às 15h e as libélulas das 8h ás 10h e ao final do dia das 18h ás 20h. Não sei se mais alguém reparou a que horas elas aparecem ou não, mas achei este facto curioso das horas.
Confirmo esse horários, embora o do início da manhã não tenha oportunidade de verificar. O das 12h às 15h ou até às 17h é o período de maior número de avistamentos.