Floresta portuguesa e os incêndios

Si es verdad, Duero! Há muito mais prédios urbanos e prédios rústicos que portugueses! Esses 10 milhões de prédios rústicos (proprieadades, terras) que o Agreste muito bem fala, são hoje em dia, mais do dobro! Desde 1949 passaram já 60 anos, pelo que as propriedades foram muitas delas divididas ao meio pelos filhos na herança, provavelmente em alguns casos 2 gerações, ou seja, ainda mais uma divisão. São já muitas vezes parcelas pequenas, algumas com 100m2, ou seja, com área 0.01 ha!

As causas já foram ditas neste tópico:
- despovoamento
- envelhecimento
- desregulação administrativa do território
- falta de política de ordenamento florestal
- Incêndios
- indústria florestal em quase monopolio
- o fim do negócio de exploração da resina do pinheiro
- a proibição de produção de álcool a partir do medronho (aguardente)
- a falta de informação das populações, muitas vezes o políticos se explicam mal preferindo fazer ameaças de expropriação
- floresta demasiado dependente do pinheiro, pouco variada
- a falta de recursos financeiros das populações:
Este é um ponto importante pois, sem dinheiro não se pode investir, muito menos fazer manutenção da floresta! Porquê? É preciso conhecer a realidade sócio-económica daquelas populações, no pinhal sul não se passa fome, atenção!! Falta é dinheiro.. Por mais que se cultive, por mais que se crie gado, isso não gera dinheiro, pois não há mercado para isso (lá toda a gente tem um pouco de tudo, por essa razão não há mercado), fazia-se algum dinheiro vendendo azeite, presunto, mel, lã ou pele de cabra, o dinheiro é necessário para despesas de educação, saúde e vestuário. A floresta e sua resina era o que devolvia ainda algum dinheiro, mas eu já não vendo nenhum pinheiro há 30 anos, a partir daí, acabou o negócio da resina e os incêndios sucederam-se uns a seguir aos outros numa média de 1 por década!

É muito triste.. Mas temos de entender como vivem as populações rurais, qualquer solução deve passar por aí!

Desde 1949 passaram já 60 anos, pelo que as propriedades foram muitas delas divididas ao meio pelos filhos na herança, provavelmente em alguns casos 2 gerações, ou seja, ainda mais uma divisão. São já muitas vezes parcelas pequenas, algumas com 100m2, ou seja, com área 0.01 ha!

Mesmo asim é nos Ancares, como eu dixe a minha familia somos propietarios de 3 ha. en 18 predios diferentes, algunas nem ten 0'1 ha. pois temos una de 500 m2, mesmo 0'05 ha.

De esas 18 predios, só aproveitamos 3 que nao chegan a 1 ha. para frutais, como cereixos, e nogais e castaños. As otras fican con matos e ninguen fai nada por elas.
 
Posibles soluciones:

-Reconcentración parcelaria: si una familia tiene 3 ha. en 10 predios separados, se le da una parcela de 3 ha. en un mismo lugar. Seguramente los 10 millones de predios pasan a ser 1 millon de predios.

-Mercado de tierras: muchas personas hoy viven en ciudades y no quieren o interesan las tierras. Obligar a pagar impuestos por las tierras a esas personas, asi esas personas deben venderlas, al estado, a la camara municipal o a otras personas.

-Obligación de vecinos y camara municipal de mantener limpios los caminos.

-Obligación de limpiar las tierras por parte de privados o cámara municipal.

Y los mas importante

-OBLIGACIÓN DE POR CADA PINHEIRO O EUCALIPTO PLANTAR UN ÁRBOL AUTOCTONO CADUCIFOLIO: CASTAÑO, NOGAL, CARVALHO, ETC....

Si la persona planta 3 ha. de eucalipto debe plantar 3 ha. de nogal, castaño, abedul (betula).

LA MADERA DE NOGAL VALE 25 VECES MAS QUE LA MADERA DE EUCALIPTO.

-Exección de impuestos a las personas que planten árboles caducifolias autoctonas y vivan en el medio rural.


Creo que la cuestión de los fuegos es falta de auténtica voluntad política.
 
Posibles soluciones:

-Reconcentración parcelaria: si una familia tiene 3 ha. en 10 predios separados, se le da una parcela de 3 ha. en un mismo lugar. Seguramente los 10 millones de predios pasan a ser 1 millon de predios.

-Mercado de tierras: muchas personas hoy viven en ciudades y no quieren o interesan las tierras. Obligar a pagar impuestos por las tierras a esas personas, asi esas personas deben venderlas, al estado, a la camara municipal o a otras personas.

-Obligación de vecinos y camara municipal de mantener limpios los caminos.

-Obligación de limpiar las tierras por parte de privados o cámara municipal.

Y los mas importante

-OBLIGACIÓN DE POR CADA PINHEIRO O EUCALIPTO PLANTAR UN ÁRBOL AUTOCTONO CADUCIFOLIO: CASTAÑO, NOGAL, CARVALHO, ETC....

Si la persona planta 3 ha. de eucalipto debe plantar 3 ha. de nogal, castaño, abedul (betula).

LA MADERA DE NOGAL VALE 25 VECES MAS QUE LA MADERA DE EUCALIPTO.

-Exección de impuestos a las personas que planten árboles caducifolias autoctonas y vivan en el medio rural.


Creo que la cuestión de los fuegos es falta de auténtica voluntad política.

Concordo com tudo o que disseste! Mas já pagamos impostos sobre prédios rústicos, embora seja uma quantia anual pequena. Pago inclusive impostos por terras que não são minhas, nem da família, e conheço alguns vizinhos que pagam impostos de propriedades minhas! :) Está assim mal o cadastro nacional português! Uma desgraça.. :) Mas sim, apresentaste muito boas e realistas soluções! Aquela solução de reagrupar propriedades pode ainda levantar algum incômodo, porque algumas seriam melhores que outras (com acesso por estrada, caminho, com ribeira, ou poços de água, umas mais perto e outras mais longe) mas a verdade é que já ninguém se afasta muito da povoação, tudo o que demore mais de 30min a pé já é raro ir até lá tratar de alguma coisa, mas isso não significa que não pertença aos donos por direito sucessório, comprado ou não.
 
-OBLIGACIÓN DE POR CADA PINHEIRO O EUCALIPTO PLANTAR UN ÁRBOL AUTOCTONO CADUCIFOLIO: CASTAÑO, NOGAL, CARVALHO, ETC....

Si la persona planta 3 ha. de eucalipto debe plantar 3 ha. de nogal, castaño, abedul (betula).

Em algumas regiões de Portugal nem é necessário plantar os pinheiros. Após um incêndio as sementes rebentam fazendo com que toda a área fique cobertos de com elevada densidade de pequenos pinheiros.
 
Em algumas regiões de Portugal nem é necessário plantar os pinheiros. Após um incêndio as sementes rebentam fazendo com que toda a área fique cobertos de com elevada densidade de pequenos pinheiros.

Entonces es preciso hacer limpieza de montes cada pocos años, dejando los árboles de mejor forma, mas fuertes y con mas madera, ir eliminando pinheiros cada 5 años por ejemplo.

5 años........corta de 40% de pinheiros, permance 60%
10 años......corta de 40% (sobre el 60%), permanece un 36% de pinos total.
15 años......corta de 40% (sobre el 36%), permanece aprox. un 20% de pinos.
20 años......corta de 40% (sobre 20%), permanece un 12% de pinos totales.
30 años......corta final.
 
Em algumas regiões de Portugal nem é necessário plantar os pinheiros. Após um incêndio as sementes rebentam fazendo com que toda a área fique cobertos de com elevada densidade de pequenos pinheiros.

O plantar simientes de ABEDULES (betula), especie colonizadora que en el Norte de Portugal crecería bien.
Es muy dificil los fuegos en zonas de especies caducifolias.
 
Concordo com tudo o que disseste! Mas já pagamos impostos sobre prédios rústicos, embora seja uma quantia anual pequena. Pago inclusive impostos por terras que não são minhas, nem da família, e conheço alguns vizinhos que pagam impostos de propriedades minhas! :) Está assim mal o cadastro nacional português! Uma desgraça.. :) Mas sim, apresentaste muito boas e realistas soluções! Aquela solução de reagrupar propriedades pode ainda levantar algum incômodo, porque algumas seriam melhores que outras (com acesso por estrada, caminho, com ribeira, ou poços de água, umas mais perto e outras mais longe) mas a verdade é que já ninguém se afasta muito da povoação, tudo o que demore mais de 30min a pé já é raro ir até lá tratar de alguma coisa, mas isso não significa que não pertença aos donos por direito sucessório, comprado ou não.

Otra solución sería que el estado o la cámara municipal comprase algunas propiedades para hacer bosque autóctono, con especies nativas (sin pretensión económica).

Seguro hay muchos predios que ya no se trabajan, los dueños tienen ya edad avanzada y los hijos prefieren vivir en las ciudades o trabajar en otra cosa y no tienen interes ninguno en las tierras.
 
Parece que alguém leu o fórum e o blogue http://ambio.blogspot.com/2010/08/as-economias-baseadas-na-gestao-de.html
Projeto transfronteiriço utiliza cabras para prevenir fogos

Um projeto que aposta na utilização de cabras para prevenção de incêndios florestais em territórios transfronteiriços foi hoje apresentado na Guarda por um agrupamento de cooperação territorial, que abrange 187 entidades de ambos os lados da fronteira.

Segundo José Luís Pascoal, presidente do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Duero-Douro, o projeto denominado ´Self-Prevention` visa a prevenção de incêndios com recurso à reintrodução de 150 000 cabeças de gado caprino e o «desenvolvimento económico e rural» das zonas raianas dos distritos da Guarda, Bragança, Zamora e Salamanca.

O responsável que apresentou o plano numa sessão realizada no Governo Civil da Guarda, referiu que a ideia é fazer com que os animais atuem como «limpadores naturais» dos campos agrícolas abandonados e montes, «deixando livres de vegetação zonas de potencial perigo de incêndio».
Diário Digital / Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=465794
 
Concordo em parte, mas também reforço a a opinião do Dan, que explicou que tal cenário de expropriações seria catastrófico, não é preciso ser nenhum génio para perceber que expropriações teriam como efeito imediato uma série de gente furiosa pronta a incendiar tudo o que estivesse à mão. Até uma criança de 10 anos deve perceber isso, mas incrivelmente temos ministros que dizem disparates desses, o que me deixa mesmo muito perturbado e preocupado com esta gente que dirige o o país, que nos seus gabinetes e assessorias de comunicação vivem completamente alienados da realidade, realidade que não conhecem, muito menos compreendem, e afinal é o país que eles dirigem. São gente perigosa, tomam medidas no Terreiro do Paço que depois tem efeitos devastadores no país real. Tem sido assim na saúde, na educação, e em muitos outros sectores. Tenho medo desta gente, a sério.

Eu até sou da opinião que algo de importante terá que ser feito, onde o Estado terá que ter um papel fundamental. Não sou fundamentalista do privado ou do mercado, compreendo que algo público tem que se feito neste sector, o "privado" atou um valente nó neste caso que alguém terá que desatar, não vamos lá pela "mão invisível". Mas claro, isso não passaria nunca pelas ideias venezuelanas de algumas almas marxistas perigosas que pululam por aí. Os especialistas a sério, que discutam estas coisas, que façam um plano com pés e cabeça, mas digo especialistas, não esta gente que anda pelos corredores do poder.


No blogue Ambio houve um comentário interessante, sobre o que se tem feito em Mação. Talvez merecesse alguma reflexão aqui pelo fórum.




Penso que o comentário é bastante bom, pois reflecte também a frustração de um concelho que tudo fez no passado (e a larga maioria nada faz mas muitas vezes são esses os que mais se queixam), mas mesmo apesar dos esforços foi devastado em 2003. Conheço pessoalmente alguns outros exemplos, como Mortágua ou Lousã, em que muito também tem sido feito ao longo das ultimas décadas, com bons resultados, mas penso eu de que é apenas uma questão de tempo até que todos os esforços dessas autarquias "modelo" sejam também eles transformados em cinzas. A coisa pode ser minimizada, adiada, etc, mas a mudança terá que ser de fundo, alterar toda a politica florestal, das espécies, etc. Não é a propriedade, pública ou privada, que mudará o que quer que seja, é o resto. Falar de expropriações sem falar de mais nada é simplesmente patético, declarações patéticas para uma audiência provavelmente também patética, dum país que se ilude permanentemente a si próprio, nesta e noutras questões importantes.


Numa nota off-topic, graças a esse comentário soube que existem várias estações meteorológicas nesse concelho:
http://mail.cm-macao.pt/~servicos/meteo/index.php

É de enaltecer o esforço da autarquia, pois a politica das últimas décadas de acabar com tantas estações meteorológicas, acaba por também prejudicar o país nesta questão dos incêndios como em muitas outras. Não sei como poderão funcionar bem os vários índices de risco de incêndio sem que existam estações locais a alimentar os mesmos. Porque como todos aqui sabemos, os modelos e as interpolações escondem muita realidade.

Confesso que só li até aparecer a palavra expropriar!

Será que estão todos inocentes??

Pelo amor de Deus, façam a seguinte experiência científica:

- Amostra controlada A: um cubo de vidro/acrílico 10x10x15 m3 contendo 1 pinheiro e mato de 4m de altura. Elevem a temperatura interior do cubo até digamos, 70C e HR=10%. Chega? Pois bem, admirem-se, não arde!!

- Amostra controlada B: um cubo de vidro/acrílico 10x10x15 m3 contendo 1 pinheiro e SEM mato. Mantenham a temperatura interior do cubo até digamos, 30C e HR=10%. Chega? No seu interior, coloquem um indivíduo que tenta pegar fogo com 1cigarro e 6 fósforos juntando um molhe de agulhas de pinheiro na base da árvore. Pois bem, admirem-se arde!! Não só arde, com têm de tirar de lá o pobre homem que não tem culpa da experiência!

Eu juro que não consigo explicar melhor! Expropriando, também não significa que houvesse mais incendiarios, as pessoas têm os seus haveres e a sua criação!

Digam o que disserem, a sabedoria popular diz tudo: "No tempo de Salazar não havia incêndios florestais!"

Se o estado pretende expropriar, que tenha primeiro vergonha e cuide dos seus próprios parques naturais!

O mato faz parte da nossa flora durante séculos e milénios, muitos e muitos milénios, retém as terras e contribui com matéria orgânica.
Há apenas uma verdade, com mato abundante e alto torna mais difícil o combate às chamas, e demora muito mais a extinguir um incêndio. Mas não se lhe pega o fogo de livre e espontânea vontade, ok??

Tenho dito.
 
Desculpem as palavras.. Não é que eu seja fascista e muito menos seguidor de salazar! :)

Mas no tempo desse senhor, não havia tanto lixo na floresta, não havia tantos fumadores, não havia tantas estradas à mercê de fumadores, não havia tantas idas ao campo (para acampar, para fazer piqueniques, para o que fosse), tudo tinha dono. Havia muita gente que trabalhava habitando muitas horas do dia na floresta. E os cidadãos das aldeias entreajudavam-se, não esperavam pelos bombeiros, incêndios? Muito, mas muito raro! Também não havia tantos espectáculos pirotecnicos, e embora não houvesse postos de vigia, havia guarda rios, a GNR territorial também zelava pela floresta!

São estas pequenas diferenças, que dizem tudo, e que fazem toda a diferença!
 
Confesso que só li até aparecer a palavra expropriar!

Será que estão todos inocentes??

Pelo amor de Deus, façam a seguinte experiência científica:

- Amostra controlada A: um cubo de vidro/acrílico 20 m3 contendo 1 pinheiro e mato de 4m de altura. Elevem a temperatura interior do cubo até digamos, 70C e HR=10%. Chega? Pois bem, admirem-se, não arde!!

- Amostra controlada B: um cubo de vidro/acrílico 20 m3 contendo 1 pinheiro e SEM mato. Mantenham a temperatura interior do cubo até digamos, 30C e HR=10%. Chega? No seu interior, coloquem um indivíduo que tenta pegar fogo com 1cigarro e 6 fósforos juntando um molhe de agulhas de pinheiro na base da árvore. Pois bem, admirem-se arde!! Não só arde, com têm de tirar de lá o pobre homem que não tem culpa da experiência!

Eu juro que não consigo explicar melhor! Expropriando, também não significa que houvesse mais incendiarios, as pessoas têm os seus haveres e a sua criação!

Digam o que disserem, a sabedoria popular diz tudo: "No tempo de Salazar não havia incêndios florestais!"

Se o estado pretende expropriar, que tenha primeiro vergonha e cuide dos seus próprios parques naturais!

O mato faz parte da nossa flora durante séculos e milénios, muitos e muitos milénios, retém as terras e contribui com matéria orgânica.
Há apenas uma verdade, com mato abundante e alto torna mais difícil o combate às chamas, e demora muito mais a extinguir um incêndio. Mas não se lhe pega o fogo de livre e espontânea vontade, ok??

Tenho dito.

O mato faz parte da nossa flora durante séculos e milénios, muitos e muitos milénios, retém as terras e contribui com matéria orgânica.
Há apenas uma verdade, com mato abundante e alto torna mais difícil o combate às chamas, e demora muito mais a extinguir um incêndio. Mas não se lhe pega o fogo de livre e espontânea vontade, ok??


En verdade moito de ese mato é degradaçao das florestas, en una boa floresta de Quercus robur ou betulas apenas ha mato, pois pouca luz chega a superficie.

A árvore mais significativa é a faia (Fagus sylvatica). Mesmo un día de verao sen nubes nenhuma, una pesoa entra en una floresta de faias e pareze que fizerase de noite, pois é pouca a luz que chega a superficie.
As florestas de faia nao ten mato nenhum, parezen todas limpinhas, mais é por que dentro da floresta tudo e sombra de facto nem crecen outras arvores, en floresta de esas os quercus sempre sao moito velhos de cando ainda nao chegaran as faias.


Acontece, menos, mais tamben acontece esto con florestas de betulas e quercus robur.
En boas florestas de eses especies ha pouco pouco mato, ainda mais, o chao ten mais humedade pois nao chega moito sol, e nas florestas de esas especie as temperaturas mesmo sao mais baixas.

É moito dificil arder un abedular (floresta de betulas) ou un bon carbalhal (de q. robur), e imposivel arder un faial (de Fagus sylvatica).

EU FIZE ESTAS FOTOS O MESMO DIA DE VERAO CON FORTE CALOR NAS HORAS MAIS QUENTES DO DIA.

OLHAR A GRANDE DIFERENCIA DAS FLORESTAS NATURAIS DE BETULAS, E AS REFORESTAÇOES QUE FIZERA A ADMINISTRAÇAO DE PINUS SILVESTRIS.

As betulas fican ben, grandes, dentro da floresta pouco sol ten, o chao ten humedade, as folhas das betulas tudas verdes, as árvores con musgo.

A reforestaçao de pinus tudo contrario, dentro da floresta tanto calor como fora, o chao cheio de madeira seca, basta un raio para tudo arder.

imgp1371l.jpg


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imgp1413a.jpg
 
O mato faz parte da nossa flora durante séculos e milénios, muitos e muitos milénios, retém as terras e contribui com matéria orgânica.
Há apenas uma verdade, com mato abundante e alto torna mais difícil o combate às chamas, e demora muito mais a extinguir um incêndio. Mas não se lhe pega o fogo de livre e espontânea vontade, ok??


En verdade moito de ese mato é degradaçao das florestas, en una boa floresta de Quercus robur ou betulas apenas ha mato, pois pouca luz chega a superficie.

A árvore mais significativa é a faia (Fagus sylvatica). Mesmo un día de verao sen nubes nenhuma, una pesoa entra en una floresta de faias e pareze que fizerase de noite, pois é pouca a luz que chega a superficie.
As florestas de faia nao ten mato nenhum, parezen todas limpinhas, mais é por que dentro da floresta tudo e sombra de facto nem crecen outras arvores, en floresta de esas os quercus sempre sao moito velhos de cando ainda nao chegaran as faias.


Acontece, menos, mais tamben acontece esto con florestas de betulas e quercus robur.
En boas florestas de eses especies ha pouco pouco mato, ainda mais, o chao ten mais humedade pois nao chega moito sol, e nas florestas de esas especie as temperaturas mesmo sao mais baixas.

É moito dificil arder un abedular (floresta de betulas) ou un bon carbalhal (de q. robur), e imposivel arder un faial (de Fagus sylvatica).

EU FIZE ESTAS FOTOS O MESMO DIA DE VERAO CON FORTE CALOR NAS HORAS MAIS QUENTES DO DIA.

OLHAR A GRANDE DIFERENCIA DAS FLORESTAS NATURAIS DE BETULAS, E AS REFORESTAÇOES QUE FIZERA A ADMINISTRAÇAO DE PINUS SILVESTRIS.

As betulas fican ben, grandes, dentro da floresta pouco sol ten, o chao ten humedade, as folhas das betulas tudas verdes, as árvores con musgo.

A reforestaçao de pinus tudo contrario, dentro da floresta tanto calor como fora, o chao cheio de madeira seca, basta un raio para tudo arder.

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Tens razão num aspecto, é que quando as árvores chegam a velhas, e os pinheiros bravos também chegam a velhos (>40anos) o mato se reduz a quase nada, devido à sombra das árvores! Falaste das betulas e das faias, acredito que sim, são boas alternativas ao pinheiro. Quanto ao gênero quercus, já coloco algumas dúvidas, pois aí depende um pouco do clima da região! Repara, aqui na zona este do concelho de castelo branco existe uma reserva natural que se estende até ao Tejo Internacional, mas digamos que na zona de Monforte (freguesia de castelo branco) existem bastantes sobreiros e azinheiras bem velhos e contudo o mato chega a 4m de altura, digamos que tratando-se de uma região quente e seca não ajuda muito a desenvolver outros gêneros quercus (exemplo quercus robur=roble=vermelho=carvalho alvarinho). O mato faz parte daquela região onde os veados se passeiam por entre matos altos entre sobreiros e azinheiras.