O Estado do País 2015

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Estado
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e vem aí a carta por pontos, este governo é profissional em fazer coisas nas costas do povo nos ditos concelhos de ministros mais uma uma para onde o povo não pode fugir,


Os conselhos de ministros estão mandatados democraticamente Ca , na Suécia , na Inglaterra , em qualquer pais democrático , não e nada clandestino , caso ainda não te tenhas apercebido .

E qual e o problema da carta por pontos ?
Acho muito bem , excelente medida .
 
A "elite do poder" deste país continua a trabalhar afincadamente para destruir o que resta dele...
A PT, perdão Pharol... em queda livre em bolsa, já perdeu metade do valor desde o início do ano...
TAP vendida por tuta e meia, dizem que porque a dívida fica na empresa! Fica? Até pode ficar, mas a garantia continuará a ser estatal! Grande negócio para a Azul!
Se fosse para bancos...

Pires de Lima TAP: Governo quer fechar venda "no tempo mais curto possível"
A proposta do consórcio que junta David Neeleman e Humberto Pedrosa foi a escolhida pelo Governo. A TAP vai assim passar para mãos privadas. "Vamos fazer tudo o que está ao nosso alcance para concretizar o negócio no tempo mais curto possível, por necessidade da própria TAP”, afirmou o ministro da Economia esta noite na antena da TVI.

“Para a TAP poder crescer é fundamental que tenha capital”, argumentou Pires de Lima, acrescentando que “a alternativa seria manter a empresa em esfera pública, ter de repetir uma recapitalização pública, que seria acompanhada de um saneamento muito agressivo”, o que afetaria tanto funcionários como rotas.

Sobre os contornos do negócio, numa altura em que o Governo tem sido criticado pelo valor baixo conhecido de venda (10 milhoes de euros), Pires de Lima explicou que a estes 10 milhões acresce "a possibilidade de conseguirmos um valor de 134 milhões nos próximos anos, com a venda dos restantes 34%”.
Além do mais, “é importante registar que o consórcio vencedor garantiu a capitalização da TAP em 338 milhões de euros até ao final do ano 2016”, assim como irá assumir a “dívida de 1.050 milhões de euros”.
“O valor, dependendo de algumas circunstâncias, oscila entre 354 milhões de euros, mínimo, e 478 milhões”, para lá deste assumir de dívida, pormenorizou.
Sobre a transportadora, Pires de Lima disse que a “TAP continua a ser uma das companhias mais seguras”. Porém, sobre se haverá despedimentos, o responsável pela tutela adianta que “não há nenhuma empresa que possa assegurar que não há despedimentos em nenhuma circunstância”.
O que ficou acordado sobre este aspeto é que os acordos de empresa com os sindicatos – e recordemos que em dezembro decorreram negociações entre as partes – serão válidos “por um período mínimo de 30 meses a partir da data de privatização e os acionistas estão impedidos de fazer despedimentos coletivos durante os próximos 36 meses [três anos]”.
Pires de Lima insistiu ainda que foi garantido “escrupulosamente o cumprimento das cláusulas que estavam no caderno de encargos”, explicando que a melhor forma de evitar que a sede da empresa saída de Portugal, após os 10 anos em que está impedida de o fazer, “É através da competitividade da própria TAP” e “assegurando que Portugal continua a ser um destino interessante”.
Sobre Fernando Pinto, atual responsável máximo da TAP, o ministro da Economia adiantou em entrevista à TVI que, por enquanto, se mantém no cargo por escolha do Executivo mas, após a privatização, essa decisão será dos novos donos da transportadora aérea nacional.
Sobre eventuais riscos de ter de ser o Estado a assumir, como garante, a dívida da transportadora aérea, Pires de Lima admitiu que, em “circunstâncias absolutamente extraordinárias”, se poderia dar o caso de ser o Estado a assumir. Ainda assim, seria apenas “uma parte muito pequena da dívida”, explicou.

Noticias ao minuto

“circunstâncias absolutamente extraordinárias” Medo!!!
 
Editado por um moderador:
Eu acho muito bem que a privatização da " TAP " tenha ocorrido, já deveria ter sido feita nos anos 90 quando o governo de Antonio Guterres ponderou essa possibilidade .

Se tivesse sido feita noutras circunstancias , e a gestão da empresa não andasse a deriva e em função das conveniências eleitorais dos sucessivos governos , com certeza que que o negocio seria melhor .

Pelo menos , não foram os contribuintes a pagar a conta , ao contrario de outros que querem que o estado baixe impostos e suba salários , mas simultaneamente , injete capital em empresas falidas . Parece uma conversa de manicômio .
 
James, a privatização está feita, o futuro o dirá se é ou não positiva para todos nós, a minha única ressalva é para um assunto que ainda poucos falam, a dívida da empresa... o Estado continuará a garantir a mesma... ou seja a garantia apesar de privatizada somos todos nós, contribuintes! Se algo correr mal, a dívida cai-nos em cima, isto é defender o interesse do país? Os privados que assumam os riscos...
O Estado é como um fiador, se a empresa não pagar, pagamos nós!
É apenas mais um contrato vergonhoso com clausulas inacreditáveis tais como as que querem impor na privatização dos transportes e tantas outras... como sempre neste país "os cães ladram mas a caravana passa..."
Olho para o exemplo da PT, perdão Pharol e fico expectante... aqui está um belo exemplo da selvajaria da gestão privada e que aqueles que abominam a gestão pública só porque sim devem analisar com atenção, não sou fundamentalista, acho que ambas podem vingar e ter sucesso, desde que implementadas com visão de mercado e estrategias coerentes, "pecados capitais" ambas têm!
 
James, a privatização está feita, o futuro o dirá se é ou não positiva para todos nós, a minha única ressalva é para um assunto que ainda poucos falam, a dívida da empresa... o Estado continuará a garantir a mesma... ou seja a garantia apesar de privatizada somos todos nós, contribuintes! Se algo correr mal, a dívida cai-nos em cima, isto é defender o interesse do país? Os privados que assumam os riscos...
O Estado é como um fiador, se a empresa não pagar, pagamos nós!
É apenas mais um contrato vergonhoso com clausulas inacreditáveis tais como as que querem impor na privatização dos transportes e tantas outras... como sempre neste país "os cães ladram mas a caravana passa..."
Olho para o exemplo da PT, perdão Pharol e fico expectante... aqui está um belo exemplo da selvajaria da gestão privada e que aqueles que abominam a gestão pública só porque sim devem analisar com atenção, não sou fundamentalista, acho que ambas podem vingar e ter sucesso, desde que implementadas com visão de mercado e estrategias coerentes, "pecados capitais" ambas têm!



Sim , neste caso , também te dou alguma razão . Qualquer privado que quisesse investir , deveria estar por sua conta e risco .
 
Afinal já se começa a falar!
Trapalhada à vista!

Estado pode desfazer negócio da TAP se tiver de pagar dívida bancária
13:30 Lígia Simões
[email protected]
Possibilidade está prevista no contrato de venda de 61% da companhia.
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O negócio de venda da TAP pode ser desfeito se o Estado tiver, no futuro, de pagar a dívida bancária da transportadora. A possibilidade está prevista no contrato de venda da companhia e será accionada se a Parpública (detentora das acções da TAP) não for reembolsada pelo comprador.
O Económico sabe que no âmbito deste processo de venda foram introduzidos "mecanismos de controlo de monotorização prévia" para saber se o Estado vai correr o risco de ter de pagar a dívida bancária da TAP, que ascende a cerca de 800 milhões de euros (de curto e médio e longo prazo) e onde pontuam como bancos financiadores o Novo Banco, CGD, BCP-2.05%, o Deutshe Bank e o BIC.
O mecanismo funciona como uma espécie de blindagem para o vencedor da privatização ontem anunciado, o consórcio da Gateway do empresário norte-americano David Neeleman da Azul e de Humberto Pedrosa, da Barraqueiro.
A renegociação de parte da dívida da empresa estava à espera da escolha do vencedor. Cerca de 400 milhões de euros vencem até ao final do ano e a renegociação só começa depois de assinado o contrato promessa de compra e venda.
Depois desta renegociação com os actuais credores da TAP, o Económico sabe que é de admitir que o Estado venha a manter responsabilidade solidária de parte da totalidade dos 800 milhões de euros de dívida bancária.
Mas, no contrato de venda da TAP foram introduzidos "complexos mecanismos" - implicam, por exemplo, a obrigatoriedade de circulação de fluxos financeiros e cumprimento de rácios - que permitem ao Estado antecipar se corre o risco no futuro de vir a pagar a dívida que ficará nas suas mãos.
Caso tal aconteça e não venha a ser reembolsado, o Económico sabe que o negócio pode ser desfeito. A este respeito, recorde-se que, ontem, na entrevista à TVI, o ministro da Economia, Pires de Lima, deixava já o alerta: "Só em condições absolutamente excepcionais - se a propriedade da empresa fosse revertida - é que o Estado poderia funcionar como garante de uma parte da dívida".
Recorde-se que os contratos de financiamento prevêem que os bancos possam accionar a cláusula de controlo accionista que lhes permite exigir a amortização imediata do financiamento com a privatização. Por isso, os bancos são agora chamados ao processo de renegociação da dívida para que a operação de privatização possa ser concretizada mediante o acordo dos credores, podendo alguns não estar disponíveis para renegociar o que exigirá que o comprador da TAP substituam esses financiamentos por outros bancos.
A dívida total da transportadora no final de 2014 era de 1.062 milhões de euros, além de que vai ser necessário capitalizar o fundo de pensões em quase 200 milhões.

Económico

Muita tinta vai correr... a privatizar que se privatize tudo! Dívidas também!
 
Li entretanto que o Estado pode resolver o contrato caso tenha que pagar a dívida bancária .

Também li que alguém do partido que quer subir ao poder comparou a venda da " TAP " com a contratação de Jesus .

Como se não bastasse a comparação ridícula , de duas coisas que não têm relação , tentam fazer crer que na venda de uma empresa só interessa o preço de venda , não interessa o ativo , o passivo corrente ou não corrente , dívida total acumulada , etc . ,populismo puro e duro , mas num país de analfabetos funcionais pode ser que cole .

Com o país a atravessar o deserto , com os candidatos que pululam por aí , vão ser mais 4 anos perdidos .:facepalm:
 
Não prestei muita atenção ao processo mas lendo esta notícia parece-me muita complicação (o que é normal tendo em conta o estado da empresa e as elevadas quantidades de capital inerentes à aviação - a última recessão geral foi há 7 anos, a próxima não está muito longe). Neste momento, não me parece que vá dar muito certo. Para mim, a TAP será alvo de uma reestruturação muito penosa. O segmento low-cost - que se aplicará a tudo dado os níveis excessivos de dívida mundial - está para ficar e florescer. Os bons tempos já passaram:

---//---

O total do encaixe financeiro da TAP para o estado deverá chegar só daqui a cinco anos, em 2020. Esta receita para os cofres públicos, de cerca de 130 milhões de euros, será conseguida com a dispersão em bolsa dos restantes 34% da empresa. A TVI teve acesso à proposta do consórcio vencedor do processo de privatização, que prevê ainda um apoio do Estado no que toca à renegociação da dívida.

No plano, está prevista a venda de aviões para conseguir dinheiro de imediato e ainda a contração de um empréstimo de mil milhões de euros para os primeiros 14 novos aviões. É o plano com que a Gateway pretende levantar as contas da companhia aérea.

Para além além dos 338 milhões de euros de injeção de dinheiro, no imediato, quer vender aviões da TAP para encaixar pelo menos 100 milhões de euros, como liquidez adicional, isto é, uma forma de melhorar o balanço negativo das contas da empresa.

Esta venda seria feita, no máximo, até 90 dias após a TAP passar para as mãos de privados e permitiria ter dinheiro em caixa durante 18 meses.

(...)

No capítulo da dívida, a proposta é clara: é preciso renegociar. E quem vai fazê-lo é o Estado.

A ideia é estender os prazos de pagamento entre 7 a 10 anos e ainda não ter de fazer reembolsos num período entre dois a 5 anos, dependendo da capacidade financeira da empresa.

Esta é uma forma de dar uma balão de oxigénio à TAP, mas que não excluiu a necessidade de contrair novos empréstimos antes de concluída da privatização. Se isso acontecer, é o estado o responsável.

No entanto, fonte do governo garante à TVI que não será dada qualquer garantia pública caso esse cenário se confirme. Será apenas dada uma ajuda na negociação das condições de um eventual empréstimo.

(...)

Sobre os problemas no brasil, no negócio da manutenção, a Gateway assume que vai resolvê-lo, mas isso com o "apoio significativo" do Estado em processos laborais, fiscais e legais.

(...)

Até 2020, a proposta promete resultados claros: de um capital próprio negativo de cerca de 500 milhões, a Gateway garante que em 2020 a TAP vai passar a ter 2.300 milhões de euros.

A nível estratégico, "a aposta é numa mudança radical da noção de aeronaves próprias para aeronaves alugadas".

Pode estar fora do horizonte voar para o oriente. A intenção é trocar os A350, mais indicados para longo curso, para os A330 de médio e longo curso que permitem, pro exemplo, viagens para o Brasil.

http://www.tvi24.iol.pt/economia/pr...io-do-estado-e-encaixe-total-chega-so-em-2020

---//---

Minha opinião: Uma TAP mais flexível, mais ajustada aos ciclos económicos (de certa forma adotando o modelo das low-cost. A contratação dos aviões dependerá das necessidades). Protestos serão inevitáveis tendo em conta que esta mudança de estratégia será inevitavelmente aplicada às contratações/condições de trabalho. Uma opção é a TAP tornar-se a companhia de aviação de referência que faz a ligação Europa - América do Sul em... low-cost. Também acredito que o contribuinte, num futuro não muito longíquo, será forçado a depositar algum. O socialismo nunca deixa de existir, apenas muda de figura. E como já escrevi, as virtudes e defeitos do socialismo dependem de quem usufrui. Ver-se-á o quão errado estou.
 
A antiga PT SGPS, agora Pharol (felizmente mudaram o nome) é apenas uma empresa que detém a participação na OI e o buraco na Rioforte, interesse para Portugal ou investidores é basicamente nulo, até admira não cair ainda mais em bolsa. A PT que nos interessa continua a existir e é uma grande empresa portuguesa, e felizmente já se descolou dessa trampa.
A TAP não foi vendida por tuta e meia, informa-te, analisa as contas da empresa, mais de 500 milhões de capital próprio negativo, está tecnicamente falida há muitos anos.
Quando referes "elites do poder", sim, essas elites estão nos últimos anos em colapso total, maioria a falir, alguns presos, outros a caminho disso.
Ninguém sabia quem é o Armando Almeida que agora é dono da PT (diferente da PT SGPS) nem do Humberto Pedrosa que agora comprou a meias a TAP com o Neeleman.
De "élites" tem pouco ou nada. Na tua profissão tens a obrigação de estar melhor informado.

Obviamente referia-me à antiga PT SGPS!
Quanto à PT Portugal a grande empresa PORTUGUESA que referes, basta ires ao site deles e verás que tal não é verdade, já foi, neste momento não é...

"Desde 2 de junho de 2015, a PT Portugal é uma subsidiária integral da Altice Group, uma multinacional líder no fornecimento de serviços de telecomunicações com presença em França, Israel, Bélgica e Luxemburgo, Portugal, Antilhas Francesas / Área do Oceano Índico e República Dominicana ("Territórios Ultramarinos") e Suíça."

http://www.portugaltelecom.pt/InternetResource/PTSite/PT/Canais/SobreaPT/

Quanto à TAP nada a acrecentar, como disse atrás não sou fundamentalista, espero para ver. :)
Quanto a esta afirmação: "Na tua profissão tens a obrigação de estar melhor informado", não me merece qualquer comentário.
 
Não é verdade o que ? Que a PT Portugal não é uma empresa portuguesa ? Os accionistas é que são a Altice, a PT (a da MEO, etc) que as pessoas conhecem é a mesma que até aqui, mudou foi o dono.

Lá está é tudo uma questão de ponto de vista...

Sabes qual foi a primeira coisa que a Altice começou a fazer quando chegou nas últimas semanas à PT ? Correr com dezenas de assessorias, muitas ligadas às tais "elites" que referes, famílias políticas, empresariais, filhos, primos, sobrinhos, amigos...

:palmas::palmas::palmas:


Quanto à TAP, se quisermos podemos discutir a tua frase "vendida por tuta e meia".

A TAP tem 500 milhões capital próprio negativo, presumo que sabes o que isso significa, a dívida é de mais de mil milhões €. Tem uma frota envelhecida a precisar de renovação urgente, não há dinheiro para os 12 A350 que começam a chegar em 2016/17 para substituir a frota de longo curso, cada avião custa 250 milhões.
O médio curso começa também a envelhecer e a TAP não tem uma única encomenda dos novos A320NEO que substituem a anterior geração. A frota da Portugália precisa igualmente de renovação urgente.

E o Estado não pode injectar capital na empresa, está impedido desde 1994, altura em que o Estado salvou a TAP da falência injectando quase 1500 milhões na empresa. Foi isso que permitiu na altura a TAP comprar a frota que é propriedade da TAP que agora está envelhecida. Na altura esta injecção de dinheiro só foi aceite pela UE se a reestruturação fosse seguida da privatização gradual da empresa. Mas em 20 anos nunca ocorreu.

A alternativa à privatização possível nesta altura, já deveria ter sido há anos, é a TAP falir e reabrir de novo com o Estado a suportar a falência e os contribuintes pagarem novamente a conta, como em 1994. E de seguida seria para privatizar logo a seguir, outra coisa seria impossível de aceitar na UE. A aviação é um negócio muito competitivo que precisa de muito capital para investir continuamente. Deixaram arrastar a TAP durante anos para esta asfixia. A privatização fez parte dos programas de todos os governos desde os anos 90.

TAP: trocar o Estado português pelo Estado brasileiro

Um dos principais financiadores e futuro acionista da TAP será o BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento do Brasil, instituição financeira pública e a principal fonte de financiamento para o crescimento de indústrias estrategicamente importantes daquele país e para a sua internacionalização. Por outras palavras, enquanto o Governo português vende a sua companhia de bandeira, o Governo brasileiro apoia uma empresa privada a comprá-la.

http://expresso.sapo.pt/blogues/blo...car-o-Estado-portugues-pelo-Estado-brasileiro
 
E o inevitável começa a acontecer:

O presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, disse que o setor leiteiro está "à beira de uma grande crise" e defendeu "pro-atividade" e articulação da região e do país na sua defesa junto de Bruxelas.

http://www.acorianooriental.pt/noticia/setor-leiteiro-esta-a-beira-de-uma-grande-crise

O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente afirmou, na Praia da Vitória, que o preço do leite pago ao produtor “não pode continuar a descer”, considerando, por isso, que a Comissão Europeia “não pode continuar a ignorar que o mercado está inundado de leite e de produtos lácteos, sem agir”.

Luís Neto Viveiros frisou que “o boicote da Federação Russa e a retracção de importações por parte da China e de Angola – destino de 80% das exportações de produtos lácteos portugueses fora da Europa”, contrariaram “as perspectivas mais optimistas dos defensores do fim do regime de quotas leiteiras”.

http://www.correiodosacores.info/in...-no-sector-do-leite-afirma-luis-neto-viveiros

E voltando à liberalização das viagens...

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) considerou hoje preocupantes os dados recentes relativos ao turismo nas ilhas Terceira e Graciosa, defendendo a realização de voos charter para a ilha Terceira.

"Os proveitos na ilha Terceira apresentaram quebras consideráveis no primeiro trimestre deste ano, mesmo apesar do ligeiro aumento de dormidas nesse período, traduzindo a situação angustiante do setor hoteleiro da ilha, obrigado a uma constante baixa de preços para captação de clientes", salientou, num comunicado de imprensa, a direção da CCAH, que representa os empresários das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge.

(...)

Para contrariar estes números, a CCAH defendeu "uma política séria" do executivo regional na captação de uma "operação charter" para a ilha Terceira.

"Os indicadores reforçam a urgência de colocação de, pelo menos, três voos charter semanais a voar para a ilha Terceira, anualmente. Só com estas operações a Terceira conseguirá mitigar o efeito de sazonalidade, aumentar a estadia média e garantir uma ocupação mais próxima dos mínimos necessários para a sustentabilidade do setor do turismo", salienta a associação empresarial no comunicado.

http://www.acorianooriental.pt/noti...om-evolucao-do-turismo-na-terceira-e-graciosa
 
A maior valorização das qualificações trazida pelo progresso tecnológico, os sistemas fiscais menos progressivos e a maior flexibilidade dos mercados laborais são alguns dos motivos para o agravamento da desigualdade na distribuição do rendimento nos países avançados registado nos últimos anos, defende o FMI que alerta para o facto de mais desigualdade significar em média menos crescimento económico.

...

http://www.publico.pt/economia/noti...rogressivo-para-combater-desigualdade-1699042

Na teoria neoliberal a desigualdade é algo estranho. Supostamente quanto mais ricos forem os ricos mais trickle-down haverá. Decerto algum dia isso acontecerá.
 
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