camrov8
Cumulonimbus
os mesmos isso é sadismo há que mudar a sério, no dia que o famoso arco central não ganhar muita gente vai tremer
e vem aí a carta por pontos, este governo é profissional em fazer coisas nas costas do povo nos ditos concelhos de ministros mais uma uma para onde o povo não pode fugir,
James, a privatização está feita, o futuro o dirá se é ou não positiva para todos nós, a minha única ressalva é para um assunto que ainda poucos falam, a dívida da empresa... o Estado continuará a garantir a mesma... ou seja a garantia apesar de privatizada somos todos nós, contribuintes! Se algo correr mal, a dívida cai-nos em cima, isto é defender o interesse do país? Os privados que assumam os riscos...
O Estado é como um fiador, se a empresa não pagar, pagamos nós!
É apenas mais um contrato vergonhoso com clausulas inacreditáveis tais como as que querem impor na privatização dos transportes e tantas outras... como sempre neste país "os cães ladram mas a caravana passa..."
Olho para o exemplo da PT, perdão Pharol e fico expectante... aqui está um belo exemplo da selvajaria da gestão privada e que aqueles que abominam a gestão pública só porque sim devem analisar com atenção, não sou fundamentalista, acho que ambas podem vingar e ter sucesso, desde que implementadas com visão de mercado e estrategias coerentes, "pecados capitais" ambas têm!

A antiga PT SGPS, agora Pharol (felizmente mudaram o nome) é apenas uma empresa que detém a participação na OI e o buraco na Rioforte, interesse para Portugal ou investidores é basicamente nulo, até admira não cair ainda mais em bolsa. A PT que nos interessa continua a existir e é uma grande empresa portuguesa, e felizmente já se descolou dessa trampa.
A TAP não foi vendida por tuta e meia, informa-te, analisa as contas da empresa, mais de 500 milhões de capital próprio negativo, está tecnicamente falida há muitos anos.
Quando referes "elites do poder", sim, essas elites estão nos últimos anos em colapso total, maioria a falir, alguns presos, outros a caminho disso.
Ninguém sabia quem é o Armando Almeida que agora é dono da PT (diferente da PT SGPS) nem do Humberto Pedrosa que agora comprou a meias a TAP com o Neeleman.
De "élites" tem pouco ou nada. Na tua profissão tens a obrigação de estar melhor informado.

Não é verdade o que ? Que a PT Portugal não é uma empresa portuguesa ? Os accionistas é que são a Altice, a PT (a da MEO, etc) que as pessoas conhecem é a mesma que até aqui, mudou foi o dono.
Sabes qual foi a primeira coisa que a Altice começou a fazer quando chegou nas últimas semanas à PT ? Correr com dezenas de assessorias, muitas ligadas às tais "elites" que referes, famílias políticas, empresariais, filhos, primos, sobrinhos, amigos...



Quanto à TAP, se quisermos podemos discutir a tua frase "vendida por tuta e meia".
A TAP tem 500 milhões capital próprio negativo, presumo que sabes o que isso significa, a dívida é de mais de mil milhões €. Tem uma frota envelhecida a precisar de renovação urgente, não há dinheiro para os 12 A350 que começam a chegar em 2016/17 para substituir a frota de longo curso, cada avião custa 250 milhões.
O médio curso começa também a envelhecer e a TAP não tem uma única encomenda dos novos A320NEO que substituem a anterior geração. A frota da Portugália precisa igualmente de renovação urgente.
E o Estado não pode injectar capital na empresa, está impedido desde 1994, altura em que o Estado salvou a TAP da falência injectando quase 1500 milhões na empresa. Foi isso que permitiu na altura a TAP comprar a frota que é propriedade da TAP que agora está envelhecida. Na altura esta injecção de dinheiro só foi aceite pela UE se a reestruturação fosse seguida da privatização gradual da empresa. Mas em 20 anos nunca ocorreu.
A alternativa à privatização possível nesta altura, já deveria ter sido há anos, é a TAP falir e reabrir de novo com o Estado a suportar a falência e os contribuintes pagarem novamente a conta, como em 1994. E de seguida seria para privatizar logo a seguir, outra coisa seria impossível de aceitar na UE. A aviação é um negócio muito competitivo que precisa de muito capital para investir continuamente. Deixaram arrastar a TAP durante anos para esta asfixia. A privatização fez parte dos programas de todos os governos desde os anos 90.
O presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, disse que o setor leiteiro está "à beira de uma grande crise" e defendeu "pro-atividade" e articulação da região e do país na sua defesa junto de Bruxelas.
O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente afirmou, na Praia da Vitória, que o preço do leite pago ao produtor “não pode continuar a descer”, considerando, por isso, que a Comissão Europeia “não pode continuar a ignorar que o mercado está inundado de leite e de produtos lácteos, sem agir”.
Luís Neto Viveiros frisou que “o boicote da Federação Russa e a retracção de importações por parte da China e de Angola – destino de 80% das exportações de produtos lácteos portugueses fora da Europa”, contrariaram “as perspectivas mais optimistas dos defensores do fim do regime de quotas leiteiras”.
A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) considerou hoje preocupantes os dados recentes relativos ao turismo nas ilhas Terceira e Graciosa, defendendo a realização de voos charter para a ilha Terceira.
"Os proveitos na ilha Terceira apresentaram quebras consideráveis no primeiro trimestre deste ano, mesmo apesar do ligeiro aumento de dormidas nesse período, traduzindo a situação angustiante do setor hoteleiro da ilha, obrigado a uma constante baixa de preços para captação de clientes", salientou, num comunicado de imprensa, a direção da CCAH, que representa os empresários das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge.
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Para contrariar estes números, a CCAH defendeu "uma política séria" do executivo regional na captação de uma "operação charter" para a ilha Terceira.
"Os indicadores reforçam a urgência de colocação de, pelo menos, três voos charter semanais a voar para a ilha Terceira, anualmente. Só com estas operações a Terceira conseguirá mitigar o efeito de sazonalidade, aumentar a estadia média e garantir uma ocupação mais próxima dos mínimos necessários para a sustentabilidade do setor do turismo", salienta a associação empresarial no comunicado.