Só podes estar a brincar. Não houve qualquer política cultural nos últimos 4 anos. Zero. Foi tido como desperdício de dinheiro. O que até pode ser compreensível e aceitável, perante as circunstâncias, atenção. Mas o mínimo que se podia exigir, então, seria coerência. Governam 4 anos desta forma e depois, num governo que se prevê que dure entre dias e meses (e a julgar pelo elenco governativo eles próprios têm isso como muito provável), criam um ministério que entenderam inútil durante 4 anos? Mas acham que somos todos acéfalos? Mas lá está, não deixa de ser divertido.
Cláudia, nos meus posts abordei, apenas e só, a igualdade de gêneros, com alguns links ilustrativos. Portanto não abordei a cultura!
Quanto ao papel da cultura, acho muito bem, mas deve ser auto-sustentável como qualquer outra profissão. Os atores têm benefícios especiais em termos de impostos ou contribuições à Seg Social. De resto, é uma área com demasiada oferta. Sujeitam-se ao desemprego como todos os outros setores, se não souberem fazer mais nada na vida.
Devia haver mais dinheiro para a cultura, podemos questionar. Seria uma questão de roubar de um lado para dispor no outro. Olha, como diz o Costa: "com o dinheiro das portagens, podemos financiar.." (serve para tudo) Boa sorte!
Quanto à questão do lucro.. Uma esquerda à séria, como a china ou a coreia do norte, nunca iria permitir que um militante do partido ganhe dinheiro com discursos políticos e que fique com ele no bolso! (posso estar enganado)
Quanto ao outro tal de calvão do ricardo salgado, que dizer?! Estarás a cair vertiginosamente na extrema esquerda?
Então pela tua lógica, se eu for professor de um serial killer, ou se eu for contratado como advogado de defesa de um perigoso banqueiro, e efetivamente o defender, vou ser um criminoso até ao fim dos meus dias? Então o advogado do sócras, por essa ordem de idéias, jamais poderá ser ministro da justiça, certo?!
Vê lá melhor essas definições de democracia..
