Paulo H
Cumulonimbus
Vamos aprendendo o vocabulário dos políticos:
promessa > compromisso > desejo > ...
Penso que ninguém dúvida, de que a ação do governo foi a menos popular de sempre, a mais austera.
Mas valerá a pena julgar o governo condicionado pelo programa da troika e por uns buracos aqui ali descobertos, ou valerá a pena dar mais uma oportunidade, agora sem a troika?
Este é o cerne da questão. Esta é a razão pela qual, apesar de tudo, a oposição não atinge melhores resultados nas sondagens.
Caramba.. Parece impossível, então reformados são milhões, funcionários públicos quase 1 milhão, desempregados e emigrados quase outros tantos..
Penso que não há margem para dúvidas, não adianta negar a realidade:
A única razão que encontro é que os portugueses estão mais maduros, na hora de decidir, perante promessas, compromissos ou desejos.
Reconhecem nos erros de governação do passado, a causa do seu sacrifício.
A cultura do medo e da desconfiança pode influenciar a decisão, mas será que não é hora de reconhecer que hoje somos um povo mais bem informado, mais racional, com os pés assentes na terra?
promessa > compromisso > desejo > ...
Penso que ninguém dúvida, de que a ação do governo foi a menos popular de sempre, a mais austera.
Mas valerá a pena julgar o governo condicionado pelo programa da troika e por uns buracos aqui ali descobertos, ou valerá a pena dar mais uma oportunidade, agora sem a troika?
Este é o cerne da questão. Esta é a razão pela qual, apesar de tudo, a oposição não atinge melhores resultados nas sondagens.
Caramba.. Parece impossível, então reformados são milhões, funcionários públicos quase 1 milhão, desempregados e emigrados quase outros tantos..
Penso que não há margem para dúvidas, não adianta negar a realidade:
A única razão que encontro é que os portugueses estão mais maduros, na hora de decidir, perante promessas, compromissos ou desejos.
Reconhecem nos erros de governação do passado, a causa do seu sacrifício.
A cultura do medo e da desconfiança pode influenciar a decisão, mas será que não é hora de reconhecer que hoje somos um povo mais bem informado, mais racional, com os pés assentes na terra?
