O Estado do País 2015

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Era de esperar que te focasses apenas nisso. É triste.

Não podia concordar mais. É tristíssimo. De uma pobreza que não há aumento de rendimento que resolva, na verdade.

P.S: Quanto ao resto, só quem não sabe se vive a política neste país, é que pode admirar-se. Ainda há dois dias, a coligação anunciou mais de 3 mil pessoas numa sala com capacidade para pouco mais de 1200. Política à boa maneira Portuguesa. :buh:
 
Tudo normal:

http://www.noticiasaominuto.com/eco...rce=gekko&utm_medium=email&utm_campaign=daily

Executivo mandou alterar contas da Parvalorem para reduzir prejuízos

O Governo terá mandado alterar as contas da Parvalorem para que os prejuízos fossem menores que do aquilo que eram na realidade, baixando em 150 milhões de euros, revela hoje a Antena 1.

Numa investigação, a rádio estatal avança que a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, enquanto secretária de Estado do Tesouro, pediu para a administração da Parvalorem, empresa pública que ficou a gerir os ativos de má qualidade do ex-Banco Português de Negócios (BPN), que mexesse nas contas de forma a que estas revelassem um cenário de perdas mais otimista do que o real, reduzindo os prejuízos reconhecidos em 2012.
Revela a investigação da Antena 1 que, quando Maria Luís Albuquerque soube, em fevereiro de 2013, que as contas da Parvalorem apresentavam perdas de 577 milhões de euros com créditos em riscos de incumprimento, o que iria engordar o défice orçamental, fez o pedido à administração da empresa pública.

Tal pedido é admitido à Antena 1 pela administradora da Parvalorem Paula Poças, recordando a pergunta da então secretária de Estado: "qual é melhor expetativa quanto à informação que tínhamos às garantias no momento. Nós considerámos que não fazia sentido estrar a agravar no momento as imparidades".

No entanto, e de acordo com declarações à Antena 1 de uma fonte que refez o relatório da Parvalorem, a empresa pública fez uma operação contabilística para baixar os prejuízos em 150 milhões de euros, sendo o impacto adiado para exercícios futuros.

Para responder positivamente a Maria Luís Albuquerque, a administração da Parvalorem mudou as contas já auditadas, entregando-as três dias após o pedido, adianta a Antena 1.

"Foi uma martelada que demos nas contas, eu nem questionei, as ordens vinham de cima, para recalcular as imparidades de forma a baixar o valor, atuámos dentro da margem que tínhamos", revela à Antena 1 uma das fontes que refez o relatório.

Segundo um documento enviado à tutela, a Parvalorem anuncia: "após o trabalho cirúrgico conseguimos reduzir o valor das imparidades de 577 milhões de euros para 420 milhões de euros".

De acordo com a investigação, no mesmo dia, a empresa recebeu um agradecimento de Maria Luís Albuquerque, referindo que queria uma redução ainda superior, mas a admitir que talvez "não fosse possível melhor".

Na sua peça, a Antena 1 diz que pediu segunda-feira esclarecimentos à ministra das Finanças sobre esta questão, mas ainda não recebeu resposta.
 
O desmentido.

http://www.tvi24.iol.pt/economia/pa...-do-bpn?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

O Governo rejeita que tenha manipulado ou ocultado as contas da Parvalorem, empresa pública que ficou a gerir os ativos de má qualidade do antigo Banco Português de Negócios (BPN). Num esclarecimento à imprensa, o Ministério das Finanças reage assim à notícia avançada esta manhã pela Antena 1, de que o Governo teria mandado alterar as contas da entidade para reduzir os seus prejuízos.

“O registo contabilístico de imparidades é função de estimativas de perdas futuras em créditos existentes. As imparidades são avaliadas e validadas pelos auditores das empresas de acordo com os critérios definidos para o efeito e adequadamente refletidas nas contas. Refira-se que qualquer materialização ou não dessas perdas é sempre registada nas contas da Parvalorem no momento em que se verificam, com o correspondente impacto nas contas públicas, pelo que não há qualquer manipulação ou ocultação de contas”, refere a nota do ministério de Maria Luís Albuquerque.


Numa investigação, a rádio estatal avança que a ministra das Finanças, Maria Luis Albuquerque, enquanto secretária de Estado do Tesouro, pediu para a administração da Parvalorem que mexesse nas contas de forma a que estas revelassem um cenário de perdas mais otimista do que o real, reduzindo os prejuízos reconhecidos em 2012.

Revela ainda a investigação da Antena 1 que, quando Maria Luis Albuquerque soube, em fevereiro de 2013, que as contas da Parvalorem apresentavam perdas de 577 milhões de euros com créditos em riscos de incumprimento, o que iria engordar o défice orçamental, fez o pedido à administração da empresa pública.

Tal pedido é admitido à Antena 1 pela administradora da Parvalorem Paula Poças, recordando a pergunta da então secretária de Estado: “qual é melhor expetativa quanto à informação que tínhamos às garantias no momento. Nós considerámos que não fazia sentido estrar a agravar no momento as imparidades”.

No entanto, e de acordo com declarações à Antena 1 de uma fonte que refez o relatório da Parvalorem, a empresa pública fez uma operação contabilística para baixar os prejuízos em 150 milhões de euros, sendo o impacto adiado para exercícios futuros.

Para responder positivamente a Maria Luis Albuquerque, a administração da Parvalorem mudou as contas já auditadas, entregando-as três dias depois após o pedido, adianta a Antena 1.
“Foi uma martelada que demos nas contas, eu nem questionei, as ordens vinham de cima, para recalcular as imparidades de forma a baixar o valor, atuámos dentro da margem que tínhamos”, revela à Antena 1 uma das fontes que refez o relatório.


Segundo um documento enviado à tutela, a Parvalorem anuncia: "após o trabalho cirúrgico conseguimos reduzir o valor das imparidades de 577 milhões de euros para 420 milhões de euros”.

De acordo com a investigação, no mesmo dia, a empresa recebeu um agradecimento de Maria Luís Albuquerque, referindo que queria uma redução ainda superior, mas a admitir que talvez “não fosse possível melhor”.
 
vamos chegar à conclusão que a Alemanha faz regulamentos ambientais europeus de acordo com os seus interesses...

Nunca! Essas coisas só em países minados de corrupção, como a Grécia...
 
Estes despesistas, irresponsáveis eleitoralistas de esquerda não têm emenda!

A poucos dias das eleições, o ministro da Saúde chega a acordo com o sindicato dos enfermeiros para que os salários dos contratados sejam equiparados aos dos profissionais que estão nos quadros da Função Pública.

Em causa estão "mais de 11 mil enfermeiros" que, a partir de dia 1 de Outubro - a três dias da ida às urnas -, vão ter um aumento de cerca de 200 euros mensais, passando dos 1.020,06 euros para os 1.201,48 euros, o mesmo valor que um enfermeiro dos quadros em início de carreira (1º escalão).

http://economico.sapo.pt/noticias/p...81.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter
 
Congratulo-me com a aposta do PS na Cultura. Não só prometeu ontem mundos e fundos a figuras proeminentes da cultura lusitana (e a outras completamente desconhecidas) como hoje lança para a ribalta uma (não muito) jovem actriz amadora, dando-lhe a oportunidade de encenar o seu número de mãe de um pobre emigrante. Infelizmente, o argumento da encenação foi fraco (um pobre emigrante que casa numa quinta em Azeitão, onde se paga 100€ por convidado), não chegando ao país real, onde a simples ideia de se pagar essa exorbitância por um casamento gera alguma repulsa. Jorge Coelho fraquinho como actor secundário.
 
Orgulho!

“A perspetiva era que em 2014 a emigração tivesse baixado, porque o número de pessoas com disponibilidade para emigrar também se esgota. Fiquei surpreendido que ainda se tenha mantido em 2014”, afirmou à agência Lusa o sociólogo Rui Pena Pires, do Observatório da Emigração.

Segundo o também professor universitário, o “mais provável é que em 2015 comece a descer”.

O professor destacou que, apesar de a tendência de 2013 e 2014 ser de estabilização, o número de portugueses que emigraram só tem “paralelo com finais dos anos de 1960 e princípios dos anos de 1970”.

http://www.tvi24.iol.pt/economia/em...por-ano?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter
 
Mais um spin plantado na imprensa e respectivas mentirinhas desmontadas:

Campanha vista à lupa: As imparidades da Parvalorem afectam o défice de 2012? Não!
http://www.jornaldenegocios.pt/econ...s_da_parvalorem_afectam_o_defice_de_2012.html


O que nós ficamos a saber é que as contas da Parvalorem foram marteladas para disfarçar o impacto do buraco do BPN no défice e que Maria Luís Albuquerque é tão de fiar nas suas contas como a contagem das emissões de gases da Volkswagen.
Catarina Martins

claro que não... o défice já está pago.
 
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A Marktest divulgou esta quarta-feira a sondagem com a maior amostra das legislativas, 1.607 pessoas. De acordo com a empresa de estudos de mercado, a coligação obtém 41% dos votos, enquanto o PS se fica pelos 29%.

A coligação Portugal à Frente poderá estar perto da maioria absoluta. De acordo com o barómetro político da Marktest, realizado nos dias 22, 23 e 29 de Setembro (??????) e que a empresa qualifica como a "maior sondagem das legislativas", a candidatura que junta Passos Coelho e Paulo Portas recolhe 41% dos votos. O PS fica-se pelos 28,6% dos votos, ao passo que a CDU recolhe 9,3% dos votos e o Bloco de Esquerda alcança 8,7%.

Apresenta uma amostra de 1.607 entrevistas que se encontram distribuídas da seguinte forma:

Grande Lisboa - 350 entrevistas
Grande Porto - 188 entrevistas ????
Litoral Norte - 303 entrevistas
Litoral Centro - 243 entrevistas
Interior Norte - 336 entrevistas ????
Sul - 187 entrevistas ????


http://www.jornaldenegocios.pt/econ...chobox&utm_term=Autofeed#link_time=1443635158
 
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