O Estado do País 2015

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http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=185517
 
A Uber foi proibida.

Que nojo de gente.

Ainda bem, porque actividades paralelas está o país cheio, era só mais uma ideia americana para fugir aos impostos, enquanto os outros que têm que pagar impostos estão sempre lixados, é este tipo de gente que mete nojo.

Amanhã, apetece-me pego no meu carro e vou buscar e levar uns turistas aos hotéis e ao aeroporto, levo menos do que os táxis e não pago impostos, porque ninguém sabe que ando no meu carro particular.

Fazer concorrência é uma coisa, agora isto é gozar com aqueles que trabalham e pagam impostos legalmente.
 
a verdade é que nunca percebi a cena dos taximetros sempre a piscar e a dar numeros manhosos, são famosos os esquemas desta gente por todo o mundo, não é por nada que já foram vários presos por darem a volta panoramica ou cobrarem ao preço do ouro o km, no entanto do que sei e posso andar enganado é proibido dar boleia em Portugal, daí que car pooling e a simples "carona" são proibidas
 
Ainda bem, porque actividades paralelas está o país cheio, era só mais uma ideia americana para fugir aos impostos, enquanto os outros que têm que pagar impostos estão sempre lixados, é este tipo de gente que mete nojo.

Amanhã, apetece-me pego no meu carro e vou buscar e levar uns turistas aos hotéis e ao aeroporto, levo menos do que os táxis e não pago impostos, porque ninguém sabe que ando no meu carro particular.

Fazer concorrência é uma coisa, agora isto é gozar com aqueles que trabalham e pagam impostos legalmente.

No ano passado houveram greves em protesto contra os reduzidos rendimentos. Alguns nem ganhavam o ordenado mínimo. Não deixa de ser engraçado. A neo-liberalização não trouxe a prosperidade prometida.

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http://www.businessinsider.com/uber-new-york-city-office-protests-2014-9

Só falta criarem um sindicato de condutores indignados da Uber para protestar contra o abuso dos patrões e dos poucos benefícios laborais :lol:

É por ciclos a economia. De extremos a extremos. Se o neo-liberalismo também funcionasse já era aplicado há muito tempo e as regulações não apareciam.
 
Em nome do camaleão, estão suspensas as demolições na Ria Formosa

A pretexto da defesa da natureza, em particular do habitat do camaleão que alegadamente se situa nas casas ilegais, o autarca olhanense, António Pina, socialista, pediu, socorrendo-se de uma providência cautelar, a suspensão das demolições ilegais da ilha do Farol - núcleo habitacional que pertence administrativamente ao concelho de Faro. Desta forma, a Sociedade Polis Litoral da Ria Formosa (SPLRF), não pôde nesta segunda-feira, como estava previsto, tomar posse administrativa de 134 casas de segunda habitação.

A acção, aceite pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, obriga a SPLRF a adicionar mais elementos para fundamentar o programa do derrube das casas, inserido no Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC). A operação decorre desde o princípio do ano e já foram abaixo cerca de três centenas de casas, situadas no cordão do dunar, em zonas consideradas de risco. O autarca, António Pina, indirectamente, é um dos visados pela ordem de demolição. O pai, antigo governador civil de Faro, possui casa ilegal na zona nascente da ilha do Farol.

O habitat dos camaleões nessas ilhas, alega o município, “localiza-se predominantemente nas árvores e nos arbustos existentes junto às edificações, plantadas para conferir frescura, sombra e alindamento do exterior dessas edificações”. Só que, contrapõe a Sociedade Polis, as construções ilegais “não constituem um habitat desta ou de qualquer outra espécie protegida”. Pelo contrário, sublinha, essas construções são “focos de destruição dos habitats naturais pré-existentes - nomeadamente das dunas com vegetação, habitat secundário desta espécie”. De resto, acrescenta a SPLRF, reside na “pressão humana um dos principais factores de ameaça da espécie”. Por conseguinte, uma vez demolidas as casas em área protegida, sublinha, “isso sim, contribuirá para a redução da perturbação desta e de outras espécies, através da reposição dos habitats naturais e substituição das espécies exóticas por espécies autóctones”.

A celebração do dia da liberdade, no passado sábado, serviu de pretexto para os proprietários das ilhas-barreira manifestarem o descontentamento em relação ao programa que está a ser levado a cabo pelo Ministério do Ambiente. Em cima do molhe poente da ilha, em sinal de protesto contra as autoridades ambientais, formou-se um cordão humano com cerca de um quilómetro. Por entre aplausos, o autarca foi recebido na ilha de forma quase apoteótica. “Este carinho com que fui recebido aqui ajuda-me a ter a força e a certeza que fiz a opção certa”, disse, referindo-se à providência cautelar, onde pede que parem as máquinas, “enquanto não existir um plano adequado de protecção dos camaleões e do seu habitat”.

As ilhas-barreira, alega, “são o principal habitat de uma espécie protegida em convenções europeias, que é o camaleão”. Por isso, afirmou defender o réptil sem esconder, também, o interesse particular. Rodeado de centenas de apoiantes, Pina agradeceu os aplausos, desferindo ao mesmo tempo críticas contra o Governo e a “alguma” comunicação social. “Não é fácil tomar a posição que tomei contra as muitas opiniões de diversos partidos - até o meu [PS] - e mesmo contra alguma comunicação social que tentou envergonhar a minha posição pelo facto de ter aqui casa”.

O dirigente associativo do núcleo dos Hangares, José Lezinho, agradecido, vestiu ao autarca a camisola com a inscrição: “Je suis ilhéu”. No passado dia 10 de Abril, quando foi chumbado o diploma da oposição que visava a suspensão das demolições, o “grupo dos ilhéus”, aos gritos, foi expulso das galerias da Assembleia da República. No passado sábado, celebrando o dia da liberdade, o autarca disparou: “O senhor ministro [Jorge Moreira da Silva], nas últimas declarações, tentou reduzir a posição daquele que é o único autarca que tem estado ao vosso lado – está enganado esse ministro e essa comunicação social, não é assim que consegue combater um olhanense como eu”.

António Pina defende planos de urbanização para os núcleos habitacionais “legalizando o edificado existente” nas ilhas-barreira, à semelhança do que foi feito na ilha da Armona. Na acção judicial preconiza que as demolições que estão previstas – sem um plano de prevenção e de impedimento desse abate e destruição de habitats – poderá representar “consequências imprevisíveis” para a preservação do camaleão. Por seu turno, a Sociedade Polis garante que não há motivo para receios em relação à fauna, citando a título de exemplo, o que se passa nos ilhotes onde já ocorreram demolições. Após a renaturalização, diz, verifica-se “um aumento significativo” de ninhos de colhereiro (Platalea leucorodia) e nas posturas de borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus)..

Fonte: Publico

Chama-lhe Camaleão chama-lhe. Só fazem este alarido, porque o dito presidente da CMO tem casinha na Ilha do Farol e assim já não pode ir gozar as férias para lá.

Se esse dito Presidente da Câmara, está tão preocupado com as casas da Ilha do Farol, que nem pertence ao seu concelho, só por curiosidade, e quando fazemos um passeio na baixa de Olhão e está a maré vazia, é ver os esgotos a céu aberto correrem para a Ria Formosa. Mas, a Natureza ainda vai dar uma grande lição a esses que andam aí a pregar aos quatro ventos que as casas devem ser mantidas, até ao dia em que o mar invada as ilhas e faça o trabalho que fez na Ilha da Fuzeta e nesse dia, mais uma vez, virão estas pessoas novamente a gritar para que o Estado os apoie porque ficaram sem casa de férias.

O único ser que faz mal ao Camaleão é o Homem, as casas nas ilhas são as grandes culpadas pela destruição do ecossistema existente, pelas espécies invasoras, o único local onde o Camaleão é preservado é na Quinta de Marim, curiosamente, o antigo presidente que era do PS tal como este, aprovou um projeto PIN para essa área, aí já não estavam preocupados com o Camaleão, porque cheirava a dinheiro e ainda bem que isto estoirou para o bem do Parque Natural da Ria Formosa e da Quinta de Marim.


Para não falar, que essas ditas casas que todos sabemos são ilegais e que são alugadas a preço de ouro no Verão a pessoas que vão passar férias.
 
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[QUOTcâmaras , servio1980, post: 486749, member: 344"]

Chama-lhe Camaleão chama-lhe. Só fazem este alarido, porque o dito presidente da CMO tem casinha na Ilha do Farol e assim já não pode ir gozar as férias para lá.

Se esse dito Presidente da Câmara, está tão preocupado com as casas da Ilha do Farol, que nem pertence ao seu concelho, só por curiosidade, e quando fazemos um passeio na baixa de Olhão e está a maré vazia, é ver os esgotos a céu aberto correrem para a Ria Formosa. Mas, a Natureza ainda vai dar uma grande lição a esses que andam aí a pregar aos quatro ventos que as casas devem ser mantidas, até ao dia em que o mar invada as ilhas e faça o trabalho que fez na Ilha da Fuzeta e nesse dia, mais uma vez, virão estas pessoas novamente a gritar para que o Estado os apoie porque ficaram sem casa de férias.

O único ser que faz mal ao Camaleão é o Homem, as casas nas ilhas são as grandes culpadas pela destruição do ecossistema existente, pelas espécies invasoras, o único local onde o Camaleão é preservado é na Quinta de Marim, curiosamente, o antigo presidente que era do PS tal como este, aprovou um projeto PIN para essa área, aí já não estavam preocupados com o Camaleão, porque cheirava a dinheiro e ainda bem que isto estoirou para o bem do Parque Natural da Ria Formosa e da Quinta de Marim.


Para não falar, que essas ditas casas que todos sabemos são ilegais e que são alugadas a preço de ouro no Verão a pessoas que vão passar férias. [/QUOTE]

As câmaras , se fossem entidades de bem e um órgão de governação a serio , ponderavam o equibrio de relações entre o patrimônio e as pessoas e depois tomavam uma posição .

O problema e que atuam meramente pela caca ao voto . E depois querem ser levados a serio .
 
Uma página no Facebook e uma petição pública. É assim que milhares de apoiantes da Uber em Portugal pretendem fazer frente à proibição da plataforma que liga utilizadores e motoristas através de uma aplicação para smartphone. A decisão foi determinada pelo Tribunal da Relação, que aceitou a providência cautelar interposta pela ANTRAL – Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros.

No Facebook, a página “Queremos a Uber em Portugal” conta já com mais de 3.000 seguidores e tem como slogan “Contra o monopólio dos táxis! Pelo direito de escolha, contra os lóbis instalados!”. Por ali vão sendo colocadas notícias relativas à Uber, assim como comentários e trocas de ideias ou updates da situação. Já depois das 23h00, por exemplo, a administração da página dava conta de que “os serviços da Uber continuam ativos no Porto e Lisboa até que a suspensão seja oficialmente comunicada à empresa”, apelando depois aos seguidores para mostrarem “desagrado com esta decisão”.


Na mesma página foi dada a conhecer também uma petição pública, que visa chegar à Assembleia da República para que se legalize a empresa em Portugal. “A Uber é uma empresa tecnológica que nasceu, em 2009, em São Francisco, nos EUA, e veio dar resposta aos principais desafios que enfrentam as cidades atuais e ocidentais: estradas sobre-lotadas com carros sub-lotados, excesso de consumo de combustíveis fósseis e exposição indevida a riscos como o da condução sob efeito do álcool”, assim começa o texto da petição.

E, no terceiro parágrafo, prossegue: “É um serviço competitivo, com um preço justo, muitas vezes inferior ao custo de um táxi, que paga impostos nos países onde opera, cria oportunidades de emprego, promove o empreendedorismo e a criação do próprio emprego. Combate a economia paralela e o branqueamento de capitais porque todos os pagamentos são feitos através de cartão de crédito e, dessa forma, deixam um rasto que é detectável, e facilmente escrutinável.”

Este texto agarra ainda o caráter político da situação, sugerindo que “as empresas de Transportes Públicos estão endividadas” e que a recente legislatura deveria dar continuidade à eliminação de monopólios, criando “mercados regulados competitivos”. E dão exemplos: “Do jogo online, à reciclagem de embalagens, da energia à gestão das águas, passando pelas empresas de transportes.” Até ao fecho deste texto, a petição fora assinada por 336 pessoas.

Rui Bento, responsável pela Uber em Portugal, disse ao Observador durante esta terça-feira que foi apanhado de surpresa pela decisão do Tribunal da Relação. “Ainda não recebemos nenhuma notificação por parte de nenhum tribunal. Não sabíamos absolutamente de nada. Estou completamente surpreendido.” Foi Rui Bento quem alertou os advogados da Uber para o que se estava a passar.

http://observador.pt/2015/04/28/uber-milhares-juntam-no-facebook-proibicao/
 
a uber pretende pagar tantos impostos em portugal como a microsoft ou a google... que estão sediadas na muito competitiva irlanda onde não se paga nada.
 
Portugal ainda continua a sofrer de um preocupante provincianismo , com o Estado e os tribunais a meter - se onde não devem e a exigir e proibir o que não tem direito .

Deixem a economia e a livre iniciativa privada funcionar , vamos deixar de ser um estado retrógrado e entrar no seculo 21 .
 
Portugal ainda continua a sofrer de um preocupante provincianismo , com o Estado e os tribunais a meter - se onde não devem e a exigir e proibir o que não tem direito .

Deixem a economia e a livre iniciativa privada funcionar , vamos deixar de ser um estado retrógrado e entrar no seculo 21 .

Não é bem assim. Ou liberalizas tudo ou regulas todos. Taxistas têm taxas e taxinhas. Os da Uber nada têm. Também não pode haver duas medidas para serviços semelhantes.

Quanto à concorrência, quem gosta dela são apenas os consumidores e os académicos (aqui incluo comentadores e jornalistas/pensadores). Claro está porque ela só se aplica aos outros. Portanto, as queixas são apenas naturais de quem se sente ameaçado (e isso aplica-se tanto a profissões em geral como no ambiente de trabalho individual de cada um).
 
Não é bem assim. Ou liberalizas tudo ou regulas todos. Taxistas têm taxas e taxinhas. Os da Uber nada têm. Também não pode haver duas medidas para serviços semelhantes.

Quanto à concorrência, quem gosta dela são apenas os consumidores e os académicos (aqui incluo comentadores e jornalistas/pensadores). Claro está porque ela só se aplica aos outros. Portanto, as queixas são apenas naturais de quem se sente ameaçado (e isso aplica-se tanto a profissões em geral como no ambiente de trabalho individual de cada um).


Eu não digo que todas as empresas não tenham , de igual modo , pagar as suas taxas ou contribuições ( até porque se isso não acontecer , não existe uma verdadeira concorrência ) . No entanto , esta situação parece mais uma tentativa de eliminar concorrência , até porque o serviço de aluguer tradicional deixa muito a desejar .
 
Eu não digo que todas as empresas não tenham , de igual modo , pagar as suas taxas ou contribuições ( até porque se isso não acontecer , não existe uma verdadeira concorrência ) . No entanto , esta situação parece mais uma tentativa de eliminar concorrência , até porque o serviço de aluguer tradicional deixa muito a desejar .

Não é só os impostos. No site do IMTT e como mero exemplo:

Para o exercício da profissão de motorista de táxi é obrigatória a posse do Certificado de Aptidão Profissional (CAP), sendo o IMT a entidade competente para a respetiva emissão, bem como para homologar os correspondentes cursos de formação profissional.

O pedido de emissão do Certificado de Aptidão Profissional é instruído com os seguintes elementos:

  • Formulário Modelo 8 IMT;
  • Bilhete de Identidade ou Passaporte;
  • Indicação da Carta de Condução;
  • Autorização de residência/permanência válida, no caso de se tratar de cidadão de país terceiro;
  • Documento de identificação fiscal;
  • Certificado de formação profissional (“Tipo I” ou “Tipo II”) no caso de acesso ao CAP inicial;
  • Certificado de Habilitações Literárias e Titulo profissional estrangeiro (apenas no caso de equivalência de titulo profissional);
  • Relatório de inspeção médica normal relativo à avaliação da aptidão física e mental (Só no caso de renovação do CAP);
  • Certificado de formação de frequência com aproveitamento de curso de formação contínua de 20 h (e de aperfeiçoamento de 30h consoante o tempo de exercício da profissão) (Só no caso de renovação do CAP);
  • Declaração emitida pela Segurança Social atestando a carreira contributiva, complementada por declaração da respetiva entidade patronal ou sindical relativa à categoria profissional e ao tempo de exercício na profissão de motorista de táxi (Só no caso de renovação do CAP);
  • 2 Fotografias atualizadas, tipo passe, a cores.

Taxa: € 30,00

http://www.imtt.pt/sites/imtt/Portu...oMotorista/Paginas/CertificacaoMotorista.aspx

Ou regulas tudo ou liberalizas tudo imediatamente. Não se pode sobrecarregar uns e dar benesses a outros.

Relativamente ao abafar a concorrência isso toda a gente tenta fazer de uma forma ou outra. Uns apostam na qualidade do serviço outros através de meios mais cinzentos. Qual é a empresa que não tenta abusar da sua posição dominante? Nas tecnológicas as maiores compram as mais pequenas para eliminar a concorrência.
 
Este é o tipo de situações que o Estado deve regular a economia .
O Estado não deve escolher os prestadores bons e os prestadores maus , deve zelar pela existência de uma concorrência leal .
As instituições do Estado não devem ir atrás de lóbis , devem simplesmente fazer cumprir a lei . Porque senão o Estado não serve para nada , apenas para perseguir as empresas com taxinhas .
E a esquerda , que anda sempre com o Estado na lapela , devia exigir que o Estado regulasse devidamente a economia e não regozijar - se com proibições de empresas que podem dinamizar a economia e a concorrência .
 
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porque é que o metro, os autocarros e os barcos não são gratuitos para as populações? Precisamos de taxis? e de ubers, precisamos mesmo delas?
 
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