O Estado do País 2015

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Mas a A29 tem muito tráfego... a questão é que deveria haver uma boa alternativa gratuita a ligar Coimbra ao Porto e não existe! E por isso a EN 1 está esgotada.
 
EN-1 não é alternativa e é um perigo alterna entre perfil de via rápida e estrada urbana so quem nunca passou nas rotundas da Mealhada pode dizer que sim e é óbvio que os nossos politicos nunca la passaram,
 
A EN 125 não tem tantos pesados mas há os turistas que estão a passear e circulam a velocidade reduzida. Como não há faixas de ultrapassagem alguns condutores fartam-se de circular a menos de 50 km/h em zonas onde a velocidade máxima é de 90 km/h, daí resultam ultrapassagens perigosas e por vezes acidentes. É também uma situação que tende a agravar-se. Conheço casos de turistas holandeses e espanhóis que juraram nunca mais vir a Portugal por causa do sistema de portagens.

A Via do Infante não deveria ter portagens, a A28 não deveria ter portagens, nem a A29 e a A25.

Aquilo, que sublinhei a negrito, só me dá vontade de rir. :lol: Ainda, no domingo apanhei com um espanhol a fazer uma ultrapassagem com traço contínuo, se eu não travasse e não fosse para a berma, a esta hora, se calhar estava no céu. :rolleyes: Mas, esse mesmo espanhol, teve tanta sorte que vinha a BT atrás de mim e lá foi caçar o espanhol. Garanto se a 125 fosse mais patrulhada havia muito menos acidentes, os acidentes acontecem porque pensam que a 125 é uma auto-estrada para andarem a mais de 120 km/h e então, se fores de Olhão para VRSA, apanhas muito mais situações dessas e com espanhóis. A 125, quando estiver concluído o nó de Faro vai ser uma maravilha e desaparece logo as filas de trânsito para entrar em Faro. Eu ando na 125, todos os dias e não vejo assim tantas asneiras, mas vejo ultrapassagens em muitos locais onde é proibido.
 
A EN 125 foi estragada pelos autarcas nos últimos 25 anos.

A EN 125 «antiga» passava dentro das localidades e cidades, há 30 ou 40 anos renovaram-na para ser desviada do centro de Tavira ou Cacela, mas entretanto já é uma rua entre a Retur e VRSA, entre o antigo Eurotel de Tavira e o cemitério da cidade, entre Olhão e Faro...

Ainda sou do tempo em que se podia ir de VRSA a Faro em menos de 40 minutos, sempre a 90 km/h (havia o centro de Olhão com os semáforos).

A nacional que liga a ponte a Huelva está estragada? Não está, pois em Espanha há efectivamente um Ordenamento de país civilizado.
 
Estado e concessionárias assinam contrato para poupança de 2.000 M€ em seis PPP rodoviárias

O Estado e as concessionárias Ascendi e NorScut assinaram hoje os contratos de renegociação de seis parcerias público-privadas (PPP), que permitirá uma poupança aos cofres do Estado de cerca de 2.000 milhões de euros, disse o ministro da Economia.

Os seis contratos de renegociação -- com mais de 6.000 páginas -- dizem respeito às PPP do Norte, Grande Lisboa, Costa da Prata, Grande Porto, Beira Litoral e Beira Alta (da concessionária Ascendi) e do Interior Norte (da concessionária NorScut), que, assim, diminuem o seu valor de 11.400 milhões de euros para menos de 9.500 milhões de euros.

"Nos contratos hoje celebrados está assegurada uma poupança de cerca de 2.000 milhões de euros ao bolso dos contribuintes portugueses" reiterou o ministro da Economia, Pires de Lima, na cerimónia de assinatura dos documentos.

O governante lembrou que o processo total de renegociação das PPP rodoviárias permite uma redução de encargos futuros estimada pelo Governo de 7.200 milhões de euros ao longo do prazo remanescente dos contratos, sendo que os contratos hoje celebrados representam cerca de um terço desse total.

"O processo de renegociação das PPP rodoviárias ainda não terminou", afirmou o ministro, afirmando que pretende concluir as "restantes negociações muito brevemente".

Pires de Lima sublinhou que o foco das renegociações "esteve sempre apontado para concretizar a melhor poupança para os contribuintes portugueses", assegurando que estes novos contratos envolvem "renegociações e acompanhamento constantes", que o Governo pretende "promover até ao último dia do seu mandato".

Na quinta-feira, o Governo aprovou em Conselho de Ministros as alterações aos contratos das concessões rodoviárias Norte Litoral e Beira Interior, que representam uma poupança de cerca de 594 milhões de euros para o erário público.

Dinheiro Digital com Lusa

http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=234343

É preciso continuar a limpar a trampa deixada pelo Socrates e seu muchachos.:thumbsup:
 
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Sem dúvida , contratos verdadeiramente incompreensíveis , que , pasme - se , não foram feitos por este governo ( pelo contrário , está a resolver o problema ) .

Contratos completamente ruinosos para o País, apenas serviram para encher os bolsos de uns quantos amigalhaços!
 
De acordo com uma notícia publicada pelo jornal espanhol "Cinco Días", a concessionária TP Ferro, controlada pelo grupo espanhol ACS, de Florentino Pérez, e pela francesa Eiffage, pediu a intervenção de assembleia de credores no julgado mercantil de Girona.

A concessionária TP Ferro gere a travessia em túnel dos comboios de alta velocidade entre Espanha e França, entre Figueras e Perpignan, cobrando uma taxa a cada comboio de passageiros ou de mercadorias que ali passa.

No entanto, as receitas têm-se revelado muito inferiores às estimativas iniciais, tendo a concessionária TP Ferro acumulado uma dívida de 400 milhões de euros.

A concessionária controlada pela ACS e pela Eiffage explicou, em comunicado, que adoptou esta decisão de solicitar a falência por não ter sido possível alcançar um acordo nos últimos quatro meses para a reestruturação da dívida com os respectivos credores e com os Governos de Espanha e de França

O objectivo agora é estabelecer um novo prazo para refinanciar a dívida, embora se não se conseguir acordo seja necessário que os Estados intervenham com um resgate.

A concessionária garante que os níveis de segurança e de fluidez nesta travessia em túnel se vão manter enquanto a situação financeira não for solucionada.

http://economico.sapo.pt/noticias/c...franca-e-espanha-declara-falencia_224048.html
 
Mas a A29 tem muito tráfego... a questão é que deveria haver uma boa alternativa gratuita a ligar Coimbra ao Porto e não existe! E por isso a EN 1 está esgotada.

Até pode ter trafego, mas não se justifica haver 2 autoestradas tão próximas uma da outra quando temos regiões mal servidas de transportes, já para não falar no abandono da ferrovia...
 
Lá, faliu o TGV. Ufa, ainda bem que este governo não foi em loucuras. :rolleyes: Senão, o TGV era mais um elefante branco em Portugal. :unsure:
 
O vice-primeiro-ministro e presidente do CDS-PP mostrou-se orgulhoso com o que os portugueses conseguiram nos últimos quatros anos, mas alertou que “é preciso proteger” o que foi feito e “não voltar a cometer os mesmos erros”.

“É como se Portugal tivesse estado na unidade de cuidados intensivos e saímos, conseguimos sair, tivemos alta, caminhamos pelo nosso pé, mas não queremos lá voltar e, portanto, não podemos cometer os mesmos erros”, afirmou Paulo Portas.

O líder centrista discursava, na sexta-feira à noite, em Évora, no final de um jantar comemorativo dos 40 anos do CDS-PP no Alentejo, com a participação de militantes do partido dos três distritos da região.

Para o vice-primeiro-ministro e presidente do CDS-PP, “é preciso proteger a confiança” do país, porque “aquilo que portugueses conseguiram é um exemplo de esforço pelo bem comum” e “não deve ser desperdiçado com aventuras”.

“Temos que ter uma garantir que há responsabilidade, porque é essa responsabilidade que nos permite que os próximos quatro anos já não sejam com a troika, nem com restrições. São quatro anos com a nossa soberania e em que, progressivamente, as pessoas vão recuperar rendimento”, realçou.

Num discurso de quase uma hora, em que destacou a melhoria dos principais indicadores económicos, Paulo Portas afirmou que se o país tivesse “seguido a opinião do PS”, a troika ainda estava em Portugal “a coordenador as políticas de um país soberano há nove séculos”.

“Quem é que, ao longo destes anos, foi dizendo que Portugal não era capaz de terminar o contrato com a troika, que íamos precisar de um segundo resgate, que Portugal tinha de pedir mais tempo e mais dinheiro?”, questionou, acusando os socialistas de errarem “no início, no meio e no fim” do processo do ajustamento.

Portas salientou que “Portugal livrou-se da troika quando foi contratualmente possível, não pediu mais dinheiro, não pediu mais tempo, não teve segundo resgate e não teve programa cautelar”, além de registar “crescimento da economia, investimento a disparar, exportações a crescer e criação de emprego a melhorar progressivamente”.

Sobre a situação da Grécia, o líder do CDS-PP disse respeitar “a soberania alheia”, mas aconselhou os gregos para que “tirem a ideologia da economia”, questionando “o que é serviram seis meses com tanto radicalismo e com tanta ideologia?”.

Entre outros dados, Paulo Portas referiu que “a Grécia, há seis meses, tinha crescimento económico previsto para 2015, neste momento, tem previsão de recessão” e que “estava a negociar um programa cautelar para sair do ajustamento, agora acaba de pedir o terceiro resgate”.

“Vejam bem as consequências dos erros, das opções ou das ilusões. Cada um chame o que entender, eu respeito a soberania alheia, mas a atitude que os portugueses tiveram dá-lhes direito a pensar no futuro de uma forma completamente diferente”, concluiu.

http://www.publico.pt/politica/noti...ortugueses-nos-ultimos-anos-1702425#/comments

Diz o tipo que se demitiu irrevogavelmente para depois voltar quando lhe deram um cargo mais elevado. Na altura não pareceu muito preocupado com as consequências e os aventurismos :rolleyes:. Este indivíduo é tão (ou mais) inconstante, perigoso e pouco confiável como o Syriza.
 
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Esta manhã, houve uma forte fiscalização por parte da GNR/AT no mercado do peixe em Olhão, que muitos levaram uma razia. Muitos vendem peixe e nem passam recibo, pela 1ª vez em todas as bancas deram recibo, a fuga aos impostos continua no país, só quando apertam os calos é que são elas. Há que combater todas as ilegalidades existentes no país.
 
Confrontada com o risco de um ‘Grexit’, desejado pelo seu ministro das Finanças, Angela Merkel recorreu aos três países do resgate — Portugal, Irlanda e Espanha — para ajudarem a não complicar em excesso a negociação com a Grécia e, sobretudo, a travar a saída de Atenas do euro.

Os três países não tiveram uma real importância na negociação em si (apesar da contribuição que Pedro Passos Coelho disse ter dado para a solução final e a que António Costa, líder da oposição, chamou “uma tecnicidade”) mas facilitaram ou, como resume fonte próxima do processo, “contribuíram para manter uma posição construtiva”.

A validar esta utilização dos países do resgate também estiveram, com um papel diplomaticamente ativo, os Estados Unidos. Ao que o Expresso apurou, as respetivas embaixadas em Lisboa, Madrid e Dublin passaram a devida mensagem: os três países “deviam deixar muito claro que queriam a Grécia no euro”. E se esta posição fraquejou no Eurogrupo, onde segundo o ministro das Finanças italiano relatou numa entrevista, ele terá ficado sozinho com os colegas francês e cipriota a baterem-se contra a saída da Grécia do euro, a verdade é que à mesa do Conselho Europeu essa posição vingou. Ainda que com um programa duríssimo para Atenas.

“Esta ideia foi canalizada muito cedo nas reuniões: não ceder nas regras que são válidas para todos os membros do clube, mas evitar a rutura”, confirma fonte oficial, referindo-se às sucessivas maratonas negociais que antecederam o acordo. Para Angela Merkel, que percebeu o risco de ficar como a chanceler alemã que permitiu a destruição da zona euro, caso as posições do senhor Schäuble vingassem, o grande aliado para forçar um acordo foi o primeiro-ministro francês, François Hollande. Mas todas as ajudas foram mobilizadas.

Dos três países do resgate, a Irlanda terá sido o mais flexível, Portugal o menos flexível, e Espanha o mais moderado. Mas todos acabaram por convergir num sentido que ajudou a levar a bom porto o objetivo da chanceler e do Presidente Obama: segurar a Grécia, sem dar a vitória a Alexis Tsipras.

Nas reuniões privadas do PPE, as posições contra Tsipras foram sempre muito duras, com os países resgatados a insistirem ser impossível deixar que o líder do Syriza saísse deste processo com uma vitória política. Mas na frente negocial que contava, Lisboa, Madrid e Dublin perceberam não serem bem vistos do lado dos ‘falcões’.

No final, após o acordo que vergou de forma brutal a agenda do Syriza, São Bento registou “uma vitória” do Governo português. Na semana anterior, a máxima que pairava nos bastidores do Executivo de Lisboa já era, como o Expresso escreveu, conseguir que a Grécia “amochasse e ficasse”.

http://expresso.sapo.pt/internacion...u-Lisboa-e-Madrid-para-manter--Grecia-no-euro

Três aspetos. Primeiro, se a UE tivesse sido construída para ser o grande opositor dos EUA no plano económico não faz sentido que o Obama seja contra as saídas do Euro (publicamente não poderia dizer outra coisa. Mas em privado duvido que a opinião seja outra. A UE está ligada à OTAN). Segundo e terceiro, os periféricos foram irrelevantes nas negociações e não são bem vistos pela Europa do Norte. Quem diria? :rolleyes::lol:

PS: O governo e povo portugueses devem ser alvo de permanente desprezo e chacota no Eurogrupo. Somos, enfim, os "bons alunos". Não será com integração política na Europa que sairemos da mediocridade.

(Texto original do Expresso corrigido)
 
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se poupar é não construir e deixar de substituir o piso em tempo útil se este se degradar... sim, vamos poupar 2 mil milhões de euros.
 
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