O Estado do País 2015

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o teu partido é a abstenção... por isso podes criticar todos os outros.

O PS neste momento só tem uma opção viável atendendo a que não vai formar um governo de esquerda: Ir para o bloco central mas expulsando o CDS da coligação. Evitará ficar sozinho a fritar. É esse o preço dos votos do PS, expulsar o CDS do governo.
 
o teu partido é a abstenção... por isso podes criticar todos os outros.

Ideologicamente a minha forma de pensamento aproxima-se do CDS. Mas não voto no partido com o PP lá. Quanto ao criticar, qualquer pessoa, mesmo votante, pode e deve criticar. Porque senão ainda se volta aos velhos tempos do querido líder no PS.

O PS neste momento só tem uma opção viável atendendo a que não vai formar um governo de esquerda: Ir para o bloco central mas expulsando o CDS da coligação. Evitará ficar sozinho a fritar. É esse o preço dos votos do PS, expulsar o CDS do governo.

Pouco provável. O PS vai engolir o sapo e esperar que chegue a melhor altura. Não acredito que o PS queira meter uns infiltrados no governo. Primeiro porque podia ser acusado de sabotar o governo. Segundo, não pode ser grande oposição, querendo ao mesmo tempo governar, tendo alguns infiltrados no governo que se critica. Mas sim, seria irónico o PSD abandonar o CDS tendo em conta o primeiro mandado.
 
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não entendo a teoria do "esperar pelo melhor momento" para provocar eleições... A cenoura acabou, vem ai o pau de novo!

Todos no dilema do prisioneiro... ambos estão com essa na ideia mas esperam que seja o outro a provocar.
 
É esse o preço dos votos do PS, expulsar o CDS do governo.

Isso não vai acontecer, mas se acontecesse ia ter de ponderar tirar umas semanas sabáticas. De tanto rir ia ficar com os abdominais mais definidos que os do CR7.
 
O PS neste momento só tem uma opção viável atendendo a que não vai formar um governo de esquerda: Ir para o bloco central mas expulsando o CDS da coligação. Evitará ficar sozinho a fritar. É esse o preço dos votos do PS, expulsar o CDS do governo.

O PS neste momento é refém de PSD e CDS. Não vai, nem pode exigir o que quer que seja. A não ser que o novo governo tome medidas extremamente impopulares, uma crise política causada pela aprovação da moção de rejeição ao programa de governo apresentada pela extrema esquerda por parte do PS, ou um chumbo ao Orçamente de Estado, levaria a novas eleições, que o PSD e o CDS venceriam com maioria absoluta, e provavelmente com o Bloco de Esquerda como maior partido da oposição.

O PS está totalmente entalado, não pode governar com a extrema esquerda (total divergência programática), sabe que entrar num governo de bloco central causaria um enorme desgaste eleitoral (que não aconteceria ao PSD e ao CDS, uma vez que não há partidos relevantes à sua direita) e sabe que ir apoiando pontualmente o governo na AR também causará algum desgaste na ala esquerda do partido. Está entre a espada e a parede, e, se tudo correr pelo normal, pelo menos nos próximos dois anos serão o PSD e o CDS que terão a faca e o queijo na mão.
 
Está em curso um golpe de Estado constitucional, organizado para partir a espinha do poder judicial independente, aggiustando os processos Sócrates, Salgado e BES, vistos gold, Relvas, MarcoAntónioCosta, etc., etc., e evitar a limpeza do Estado. Para tanto, estoutro«compromisso» histórico integra três ações prioritárias:
  1. A formação de um governo PSD-CDS-PS.
  2. A colocação de Marcelo Rebelo de Sousa, grande amigo e colaborador de Ricardo Salgado, como presidente da República.
  3. A cooptação de Ferro Rodrigues como presidente do Parlamento.
Este golpe de Estado foi conspirado pela Maçonaria, muito preocupada com a queda do sistema corrupto que o poder judicial independente investiga. Está a ser executado pelas suas antenas no PSD, no CDS e no PS - ainda que Costa e Sócrates não tenham nenhum interesse em eleições próximas e viabilizassem os orçamentos da coligação.... E goza do apoio da alta finança e das grandes empresas, das confederações patronais e dos sindicatos, todos animados pela gula da partilha do orçamento de Estado.

O golpe de Estado obteve a colaboração de Cavaco Silva, interessado em obter o favor da opinião socialista, quando abandonar a presidência. E beneficia da resignação de Passos Coelho, iludido em que domina Costa e Sócrates como controlou o líder do CDS. Para além de ter o aprazimento de Paulo Portas e o envolvimento das fações ferrosa/costista e socratina do PS. Porém, este golpe não conta com o silêncio, nem com a conformação, do setor patriótico.

Neste jogo, a Pátria não conta. O povo não conta. Se contassem, os 2.071.376 eleitores que votaram nas legislativas de 4-10-2015, na coligação PSD-CDS não seriam traídos - e nem a maioria dos 1.740.300 eleitores do PS que com certeza não concordam com a impunidade da corrupção de Estado. Todavia, desenganem-se os conspiradores e os seus cúmplices: o povo existe e a Pátria dura!

http://doportugalprofundo.blogspot.pt/
 
A. Costa continua com a sua posição ambígua, dizendo que vai dialogar a esquerda e direita, fazendo de conta que, com tudo a seu favor, não teve o resultado miserável que se viu.

Mas para aqueles que dizem que é só a direita e que utiliza truques eleitorais, convém esclarecer os eleitores que votaram na extrema esquerda acerca de uma coisa.

A extrema esquerda também utilizou truques eleitorais e tendo como bandeiras eleitorais coisas que sabem que não tem possibilidade de colocar em prática. Se não vejamos, as suas grandes bandeiras que foram as nacionalizações Coercivas e a saída de Portugal de organismos internacionais, em especial da UE estão regulamentadas pela constituição. Há um artigo que diz que as nacionalizações nunca poderão ser feitas sem a JUSTA INDEMINIZACAO e a entrada de Portugal nos organismos comunitários foi feito através de uma adenda na Constituição.

Ou seja, qualquer alteração na Constituição nunca poderá ser feita por uma maioria simples mas SEMPRE por uma maioria orgânica de 2/3 dos deputados.

Dito por outras palavras, as grandes bandeiras dos partidos da extrema esquerda NUNCA poderão ser feitas sem o AVAL do PSD ( e está, HEIN? ) , mesmo que, num acesso de loucura, tenham o apoio do PS.

Isto é só para dizer que não são só os votantes do centro direita que votam em candidatos que alegadamente dizem coisas para ganhar votos, a esquerda pelos vistos também ( como se vê, muitos milhares de pessoas que votaram na extrema esquerda foram iludidos com truques eleitorais e agora é vê -los a implorar para que, por favor, o PS lhes faca o jeitinho, pois também querem o poder pelo poder como os outros) .
 
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Caso curioso o da nossa Política: nenhum perdeu, todos ganharam; todos querem formar governo, mas nenhum chega a consensos para tal; todos continuam a agitar as bandeiras, mas nenhum se decide a fazer aquilo que deve: TRABALHAR, PARA LEVAR ESTE PAÍS A BOM PORTO!!!
Triste sina a nossa que, para chegar ao final do mês, temos de "dar o litro" e não temos a sorte de alguns (esses sim os que ganham sempre) que já tem os bolsos cheios, seja início, meio ou final do mês...
Bem dizia o meu avô: se queres realmente mudar as coisas, trabalha para isso! E ele fez sempre isso, até mesmo no dia em que adoeceu e foi para o hospital, para já não voltar de lá...
 
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não entendo a teoria do "esperar pelo melhor momento" para provocar eleições... A cenoura acabou, vem ai o pau de novo!

Todos no dilema do prisioneiro... ambos estão com essa na ideia mas esperam que seja o outro a provocar.

Até a CDU quer o pau para irem para o poleiro. Um partidozeco que está contra tudo sempre e que teve menos votos que o BE. Querem assaltar o poder, sem terem ganho as eleições será esta a democracia que a CDU reclama para Portugal.

A CDU quer é poleiro, teve menos votos do BE mas a ganância de ir para o governo é tanta que até ajoelha-se perante o Costa.

Se a cassete da CDU é a mesma em todas as eleições sair do Euro e blá blá, como é que prometem subir o ordenado mínimo para 600 € se são contra o euro, deve ser é de 600 escudos.

O melhor mesmo é o Cavaco marcar novas eleições assim a coligação ganhava com maioria absoluta e acabava-se logo com este folclore.

Se o PS não alinhar com a coligação ainda vai levar uma machadada mais forte do que aquela que teve agora.

O Tsipras também era contra a austeridade e agora os gregos é que vão levar com o pau e arrotar a bacalhau com as novas medidas de austeridade, era outro que pensava que o dinheiro nascia nas árvores. :rolleyes:
 
Hoje falei com uns amigos que votavam PS e BE e votaram na Coligação. E disseram que quando viram o PS a elogiar o Syriza e gente do BE a apelar à saída do euro perceberam que não era aquilo que queriam para o país. E agora que o Syriza está a aplicar a austeridade perceberam o engano que se tornou a Esquerda. Então perguntei-lhes se sabiam quem era o Vasco Gonçalves, o que sucedeu no PREC, o que foram as FP-25. Não sabiam, e são pessoas com licenciatura, que entraram na faculdade com boas notas. Em Portugal ninguém discute o que se passou entre 1974 e 1985, como a Esquerda estoirou o que havia de bom nos últimos anos da ditadura, que era uma economia saudável, um esboço de Estado Social sustentável, contas públicas em ordem com três frentes de guerra e um crescimento económico robusto. Tantos anos depois o discurso é o mesmo, as ideias são as mesmas, e agora pelo que se percebe o PS está fracturado, com uma ala segurista, que representa a Esquerda social-democrata e moderada, e uma ala mais radical, onde aparece um João Soares que pede um Governo com o BE e o PCP. Os jovens na casa dos 20 e dos 30 não sabem o que sucedeu depois do 25 de Abril, os media e os programas escolares omitem, mas agora com o caso grego perceberam bem o que sucede quando a Esquerda radical chega ao poder. Houve muitos licenciados, alguns até no desemprego, que votaram na Coligação, pois os mais jovens e instruídos estão a perceber a realidade negra da Esquerda portuguesa. O mesmo está a suceder em Espanha, há estudos que dizem que o eleitorado do Podemos é feito maioritariamente de aposentados, os mais jovens descontentes com a corrupção no PP vão votar no Ciudadanos, que é um partido liberal no plano económico.
 
tenham calma... não se enervem.

o que Jerónimo de Sousa disse foi que o XIX Governo PSD-CDS não vai regressar... a menos que o PS o queira.
 
em 1977 o PS estava em maioria relativa no parlamento... tinha o apoio do PCP mas preferiu o CDS.

Veremos o que vai acontecer. Conforme foi dito desde a confirmação dos resultados, o PS não será governo se não quiser.
O PCP sabe que o PS não tem as políticas que interessam mas também sabe que o anterior governo não pode regressar.

Veremos o que vai acontecer.
 
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