O Estado do País 2015

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Então pára de ser intelectualmente desonesto e de atribuir-me coisas que eu não disse, distorcendo e manipulando as minhas palavras. Já não é a primeira vez que acontece. Inclusivamente, atribuir-me ideologias que eu não tenho e que nunca beneficiei com o minha arma: o voto. Mais do que isso, atribuir-me a defesa de ideologias que eu, expressamente, já tinha negado de forma clara. Claro que podia fazer-te o mesmo e insinuar que és defensor daquilo que o Orion atribui ao Schäuble, mas ainda assim, prefiro usar o que consideras linguagem de tasca. Não é tão baixo. Para mim, pelo menos. E menos injusto e ofensivo, também. Lamento, mas como já deixei bem claro várias vezes, não sou do género de ouvir e calar, muito menos quando se trata de mentiras ou distorções das minha palavras. Quem cala, consente. E eu só me responsabilizo pelo que digo e escrevo e não pelo que os outros lêem ou querem, a toda a força, ler.



Eu nunca te atribui nenhuma ideologia, não tenho assim tanto poder...

Mas se não consegues entrar numa discussão sem perder a cabeça, mais vale deixar de argumentar contigo.
 
Eu nunca te atribui nenhuma ideologia, não tenho assim tanto poder...

Mas se não consegues entrar numa discussão sem perder a cabeça, mais vale deixar de argumentar contigo.

Disseste, com todas as letrinhas, que achavas que eu, ao contrário do que já havia afirmado, tinha simpatia ou não tinha antipatia pelo comunismo. Ou seja, chamaste-me, sem o chamar, mentirosa, porque eu já havia dito, de várias maneiras e feitios, que nunca tinha votado no PC e que não era capaz de imaginar uma situação em que o fizesse.
Argumenta comigo ou não argumentes comigo. Isso é uma decisão tua e não tenho nada a ver com isso. Duas coisas são certas: se não tivesse o mínimo de respeito por ti, há muito que te tinha ignorado e deixado de responder depois de te dizer o que achava que devia; de todas as vezes em que distorceres e manipulares palavras minhas, chamar-te-ei a atenção, gostes ou não.
 
Disseste, com todas as letrinhas, que achavas que eu, ao contrário do que já havia afirmado, tinha simpatia ou não tinha antipatia pelo comunismo. Ou seja, chamaste-me, sem o chamar, mentirosa, porque eu já havia dito, de várias maneiras e feitios, que nunca tinha votado no PC e que não era capaz de imaginar uma situação em que o fizesse.
Argumenta comigo ou não argumentes comigo. Isso é uma decisão tua e não tenho nada a ver com isso. Duas coisas são certas: se não tivesse o mínimo de respeito por ti, há muito que te tinha ignorado e deixado de responder depois de te dizer o que achava que devia; de todas as vezes em que distorceres e manipulares palavras minhas, chamar-te-ei a atenção, gostes ou não.


Sabes o que é uma ironia, sabes? Foi o que eu fiz, se calhar para a próxima tenho que escrever que estou a ironizar. De resto, já percebi a muito que a tua visão de esquerda não é a mesma do Agreste, por exemplo.
 
Acho que é uma incoerência e , desculpa a minha sinceridade, mas acho que tu não tens assim tanta antipatia pelo comunismo.

A sério que isto é uma ironia? Hum. Acho que talvez seja hora de reveres as figuras de estilo. Mas siga.
 
António Costa, finalmente a dizer alguma coisa de jeito. A lembrar aos mais esquecidos que o PP e o seu dono, actualmente adeptos da total submissão a Bruxelas, aos mercados e a tudo e mais alguma coisa, foram, em tempos, ferozmente anti Euro e anti-europeistas convictos, sendo, portanto, campeões nos flique flaques.
 
Então pára de ser intelectualmente desonesto e de atribuir-me coisas que eu não disse, distorcendo e manipulando as minhas palavras. Já não é a primeira vez que acontece. Inclusivamente, atribuir-me ideologias que eu não tenho e que nunca beneficiei com o minha arma: o voto. Mais do que isso, atribuir-me a defesa de ideologias que eu, expressamente, já tinha negado de forma clara. Claro que podia fazer-te o mesmo e insinuar que és defensor daquilo que o Orion atribui ao Schäuble, mas ainda assim, prefiro usar o que consideras linguagem de tasca.

O @james não foi nada disso (intelectualmente desonesto), longe disso até. Fez uma pergunta válida. Por outras palavras, se os que estão lá são maus, ladrões, mentirosos, etc. (generalizações minhas com base no que escreves), os outros não se têm mostrado muito melhores (desde ações contrárias às palavras ao quererem aliar-se com o PS) até entrando num joguinho mesquinho de palavras (querem ser parte da solução mas só permitindo um governo minoritário do PS que é facilmente derrubável - visão do BE. Mais um estratagema para PCP e BE não terem nenhuma culpa de nada).

O teu discurso, na sua maioria, é tangencial e vago. Vou agora fazer uma insinuação provocadora. É bem parecido com o discurso atual do BE e do PCP (tudo está mal e sabem melhor que os outros. Quando chega a hora de fazerem algo de útil como discutir com a Troika ou participar no governo fogem e culpam os outros). Quanto ao AC, eu acredito no programa anti-austeridade dele como acredito na utilidade de um congelador no pólo-norte (o Natal aproxima-se).

Quanto aos insultos, já escrevi umas coisas anteriormente (impulsividade e teimosia). As minhas restantes considerações pessoais não têm lugar aqui. Nem acho que te interessem muito (o inverso também se aplica). Quanto à linguagem de 'tasca' não vejo a utilidade da mesma, ainda para mais de uma pessoa que odeia a intolerância (e assumo eu as conversas vazias de conteúdo útil).

Quanto ao fascista alemão, relembro (e nunca me canso) que antes de mim outros já lhe chamaram isso por motivos ligeiramente diferentes. Curiosamente, se o Stasi 2.0 e o Varoufakis não tivessem visões económicas opostas (o Schäuble não é economista), até seriam grandes aliados políticos e quem sabe amigos. Os dois que enumerei são federalistas ferrenhos. Quem sabe se algum dia a vida não reserva uma curva irónica?
 
O José do Porta da Loja já explicou bem a sua posição sobre o Estado Novo e tem feito duras críticas a Salazar, especialmente à Censura e ao Ultramar. É um excelente autor que acompanho há anos e é de Centro Direita.
 
@Orion , desculpa. Não percebeste patavina do que eu disse. Num comentário em que eu digo expressamente que considero que a solução para o fim da pouca vergonha crónica instituída está no povo, vêm-me com o BE e o PCP? O que diabo tem o dito a ver com as calças, quando eu disse precisamente o oposto: esta mudança nunca partirá dos políticos que são os beneficiados, se o povo não o exigir. Vir com o BE e o PCP é, obviamente, uma tentativa de me colar a um ou a outro. Num nunca votei nem nunca votarei, noutro só votei uma vez e não foi desta. O problema de muito boa gente é que é incapaz de ver as coisas sem os óculos do partidarismo. Como não o conseguem fazer, vêem sempre nos outros inclinações partidárias. Já votei PSD, já votei PS, já votei BE e já votei em partidos mais pequenos e em movimentos de cidadãos. O partido que poderia eventualmente prender-me a atenção (sem que isso implicasse nunca uma filiação), não existe. Seria um partido mais à esquerda do PS quando ele se encosta à direita e mais à direita do BE. Dos partidos em que já votei, não excluo voltar a votar em nenhum. Mas pontualmente, dependendo das circunstâncias, dependendo dos projectos e das caras que os defendem. Amor incondicional só aos meus e ao meu clube. Mas nem mesmo esse amor me inibe de fazer críticas a uns e a outros, quando acho que se justifica. Defesas cegas só de valores e direitos.
 
Vir com o BE e o PCP é, obviamente, uma tentativa de me colar a um ou a outro.

Não. Vir com o BE e o PCP é a pergunta inevitável tendo em conta que são os dois partidos que querem indigitar outro partido mas ao mesmo tempo ter o mínimo de intervenções políticas controversas possíveis. Para ministro das notícias boas já há o PP. Não é preciso o Jerónimo nem a Catarina.
 
Não. Vir com o BE e o PCP é a pergunta inevitável tendo em conta que são os dois partidos que querem indigitar outro partido mas ao mesmo tempo ter o mínimo de intervenções políticas controversas possíveis. Para ministro das notícias boas já há o PP. Não é preciso o Jerónimo nem a Catarina.

A pergunta inevitável? Quando nem sequer se falava de governação, de partidos nem de coisa semelhante? Falava-se na corrupção e no tachismo crónico, transversal e endémico neste país e eu dizia que, na minha opinião, isso só mudará quando o povo quiser porque, como é óbvio, não é quem beneficia que vai acabar com isso de livre vontade? Tu achas que é inevitável porque, mais uma vez, não consegues perceber que há assuntos que ultrapassam em muito o partidarismo. Que são muito mais profundos e, por isso mesmo, mais difíceis de resolver. Os partidos e os governos são o nosso reflexo. Fazem aquilo que lhes permitirmos que façam. Um pouco à semelhança das crianças. Apalpam o pulso e se os educadores deixarem, vão por ali fora. Num caso e no outro, Portugueses e educadores, cabe-lhes fazer perceber a quem pertence o poder.
 
"O voto é a arma do povo. Vota e serás desarmado!"

Assim fomos traídos para esta encruzilhada!

Mas não permitiremos que a revolução dos cravos seja calada pela direitalha socialista, pelos sociais fascistas revisionistas do pcp e pelos oportunistas do bloco urbano.

Contra a revolução dos Cravas, contra os novos servos da troika, do grande capital alemão e dos agiotas, lutaremos sem descanso pela defesa dos trabalhadores do proletariado português, pelos assalariados e explorados sem dignidade.

Calmex.. Pipocas já tenho, estou ainda a finalizar a CASSETE para os próximos tempos que se avizinham!

Então que tal me saí? Acham que tenho hipóteses de ser a verdadeira esquerda?

O Agreste que se cuide.. Estou a brincar! :)
 
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Se é para falar, dizias tudo em vez de dares a dica. Os Portugueses merecem saber a verdade.

O líder socialista disse que nas negociações com a coligação teve conhecimento de questões de grande gravidade económica. António Costa revelou que nas reuniões foram caindo surpresas desagradáveis, sem especificar.
"Já não estamos em campanha eleitoral", disse, afirmando que não é possível continuar a esconder a realidade. Instado pelo jornalista Pedro Pinto a dar um exemplo, e questionado directamente se se tratava de um problema no sistema financeiro, António Costa escusou-se a responder. À pergunta sobre se era algo de "grande gravidade económica", Costa limitou-se a responder: "sim".

http://www.jornaldenegocios.pt/econ..._ps_surpresas_desagradaveis_nas_reunioes.html
 
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Isto é o que interessa saber. Como cliente da CP durante anos sempre constatei a péssima gestão da empresa pública. Na TAP também eram notórias falhas graves e não é de admirar o sucesso da Ryanair. Quanto à SATA...

Não são de admirar as supresas desagradáveis. Tudo foi muito mal gerido nos últimos 20 anos. E continua a festa...

O comandante da SATA Internacional Luís Miguel Sancho afirmou hoje que os aviões A310 com que a companhia açoriana opera estão “absolutamente obsoletos” e criticou o planeamento que é feito das tripulações, com prejuízos financeiros para a empresa.

“Os aviões [A310] estão absolutamente obsoletos. Eu como passageiro não entrava num avião da SATA. O que é dado a ver ao passageiro não tem condições nem conforto em comparação com o que a nossa concorrência oferece”, afirmou Luís Miguel Sancho, acrescentando, porém: “Não desaconselho os passageiros a voar na SATA”.


Luís Miguel Sancho falava, em Ponta Delgada, numa audição da comissão parlamentar de inquérito ao Grupo SATA, proposta pelo PSD e subscrita pela restante oposição com o objetivo de apurar responsabilidades pela situação financeira em que se encontra a companhia aérea açoriana, que em 2014 teve prejuízos de 35 milhões de euros.

Aos deputados, o comandante Luís Miguel Sancho, na SATA desde 2001 e que em seis meses teve dois processos disciplinares, considerou que os A310 deveriam ser rentabilizados “mais alguns anos”, mas a companhia aérea já decidiu passar a voar com os A330.
“Os aviões não têm idade, podem voar praticamente para sempre se formos tomando bem conta deles. A questão aqui é sempre a apresentação do avião”, referiu o comandante e auditor na SATA, acrescentando que sempre transmitiu às chefias as “questões relativas à segurança do voo para serem corrigidas e foram sempre desvalorizadas”.


Segundo Luís Miguel Sancho, “não há aqui nenhuma cabala contra a administração, mas as pessoas têm de ser responsabilizadas, porque os problemas foram dados a conhecer de várias formas”.

O comandante com experiência nacional e internacional no meio aeronáutico deu também conta do que considerou serem incumprimentos do departamento de escalas da SATA, que “acarretam custos para a empresa e desmotivam trabalhadores”.
“Sou pago para fazer 900 horas por ano, mas a empresa só me dá 300 horas por ano e pagam-me o mesmo ordenado. É uma empresa muito boa para mim, mas é incomportável manter-se as coisas nesses moldes”, afirmou Luís Miguel Sancho, acrescentando que, por outro lado, “há colegas que têm muitas horas extra”, pelo que “a empresa não está a rentabilizar os seus trabalhadores”.


Questionado sobre se há intimidações e medo dentro da empresa, o comandante reconheceu que existem.

Luís Miguel Sancho é o segundo comandante da SATA, depois do comandante Abel Coelho, a ser ouvido nesta comissão parlamentar de inquérito, tendo dito que vê a empresa a afundar-se”, apesar de “ter todas as condições para singrar”.

“Não percebo porque é que a empresa não singra no mercado. Quem escolhe o conselho de administração de uma empresa é o acionista. Já algum olhou para o currículo das pessoas antes de elas entrarem para lá. Não sei se conta ter experiência em aviação ou não”, sustentou o comandante, lamentando que “na SATA não haja uma identidade”.

Esta manhã os deputados ouviram à porta fechada o ex-diretor de manutenção da SATA, o engenheiro José Carlos Laia Roque.

O mandato desta comissão parlamentar de inquérito termina a 27 de dezembro.

http://www.tvi24.iol.pt/economia/acores/eu-como-passageiro-nao-entrava-num-aviao-da-sata
 
Outra... há mais de 15 anos que, todos os anos, centenas de alunos da escola pública não conseguem ingressar em Medicina por causa das notas compradas nos colégios privados...

A inflação de notas por parte das escolas privadas está a provocar uma "distorção" no acesso ao Ensino Superior, prejudicando sobretudo as escolas e os alunos do ensino público, revela o mais recente relatório do Conselho Nacional de Educação.

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NACIONAL
Uma "tremenda fonte de injustiça" que leva os autores a concluírem que até um sorteio se revelaria "mais justo" do que o atual sistema de colocação. O Ministério da Educação não escapa às críticas: ao mostrar-se incapaz de corrigir a situação, está a "oferecer publicidade às escolas que inflacionam", contribuindo para aprofundar as desigualdades.

O problema da inflação de notas internas (as que são atribuídas pelos professores no final do ano) já tinha sido levantado no relatório sobre o "Estado da Educação" do ano passado. E o alarme foi suficiente para o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, anunciar, em julho passado, que tinham sido feitas averiguações em dez estabelecimentos de ensino, e abertos inquéritos em quatro deles. O governante não especificou na altura se eram escolas públicas ou privadas, nem se sabe ainda qual a conclusão desses inquéritos. O JN tentou ontem obter esse esclarecimento junto do Ministério da Educação, que limitou-se a responder que o processo está fase de conclusão.


http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Educacao/Interior.aspx?content_id=4839365
 
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