"Segundo o jornal i, o parecer jurídico de Calvão da Silva foi encomendado por Ricardo Salgado para convencer Carlos Costa a não lhe retirar a idoneidade, condição necessária para se manter à frente do BES. Em causa estava o dinheiro recebido pelo então líder do BES através de uma offshore e que depois beneficiou da amnistia fiscal do Regime Excecional de Regularização Tributária (RERT).
O parecer assinado pelo dirigente laranja diz que a oferta do construtor José Guilherme “foi por conselho dado [por Salgado] a título pessoal, fora do exercício das funções e por causa das funções de administrador bancário”. Mas Calvão da Silva foi mais longe e justificou a prenda milionária com o “bom princípio geral de uma sociedade que quer ser uma comunidade – comum unidade –, com espírito de entreajuda e solidariedade”.
Calvão da Silva ministro da Administração Interna, Polícias e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras...
http://cdibes.pt/index.php/pareceres-de-calvao-da-silva-e-pedro-maia/
O parecer assinado pelo dirigente laranja diz que a oferta do construtor José Guilherme “foi por conselho dado [por Salgado] a título pessoal, fora do exercício das funções e por causa das funções de administrador bancário”. Mas Calvão da Silva foi mais longe e justificou a prenda milionária com o “bom princípio geral de uma sociedade que quer ser uma comunidade – comum unidade –, com espírito de entreajuda e solidariedade”.
Calvão da Silva ministro da Administração Interna, Polícias e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras...
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