Eu não disse que era melhor para o PS. Disse que era melhor para o país.
Nem isso é. As negociações vão, tendencialmente, arrastar-se. Cada partido a tentar puxar a corda para o seu lado. Isto não se vai refletir necessariamente em melhorias para o país. A postura de distanciamento parcial do BE e do PCP não augura coisas boas.
A ida do BE e do PCP iria comprometê-los mais com o governo. Isso faria com que fosse mais fácil para eles 'fecharem os olhos'.
Ou então pareceriam um bocadinho mais responsáveis. Claro que o objetivo é não se comprometer com o governo. E não, a sua posição não determina a abertura dos olhos. É um joguinho. Há os jogadores receosos (BE e PCP) e o que fez
all-in (PS). Às vezes ganha-se tudo, outras perde-se espectacularmente.
Prefiro um governo escrutinado, que tenha de negociar tudo e mais alguma coisa, do que um governo que faz tudo o que quer e lhe apetece. Porquê? Muito simples. Desses já tivemos muitos e o resultado está à vista. Quero experimentar outra coisa. Depois logo vejo.
Volto à pouca flexibilidade em adaptar as utopias à realidade. É que o BE e PCP não se comprometem com nada.
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Pelo que sei começou como um projecto piloto e, por ter corrido bem, vai ser alargado gradualmente. É um outro mundo.
The concept of six hour days is not entirely new in Sweden, although 2015 has seen something of a revival in the idea.
At Toyota's service centre on the country's west coast, shifts were cut for mechanics more than a decade ago, and with the company reporting a swift increase in profit, it's stuck with the idea ever since.
There were also a handful of trials in the public sector in the 1990s and early 2000s, including one in the northern mining town of Kiruna that ran for 16 years, but was scrapped amid a political row and a lack of raw data to measure its success.
http://www.bbc.com/news/business-34677949
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Não fui eu que disse que me repetia muito. Quer dizer, até disse. Ontem. A ti. Quando, pela milésima vez, tive de explicar que ser de esquerda não é incompatível com não ter partido. E talvez ainda não tenha sido a última vez.
Uma coisa é ser apartidário e analisar as políticas dos partidos sem qualquer enviesamento ideológico. Outra é ser de esquerda e esse preconceito toldar os juízos. Eu também escrevi que a ideologia, a meu ver, é a mais difícil para se escolher. O partido político vem, ou pode vir, naturalmente. A tua explicação foi desnecessária. As frases anteriores foram escritas antes da tua explicação e novamente agora. A minha referência à relação entre a falta de partido e a ideologia tem a ver com as tuas repetidas inconsistências, mais concretamente à falta de objetividade. Por exemplo no início das tuas intervenções neste fórum exaltaste a tua
tolerância. Na realidade isso não é bem assim. Nem é só contra as pessoas de direita. Noto uma certa
impulsividade, cujos contornos não se coadunam com aquilo que referiste. Tolerância não é intolerância para com intolerantes. E não é só isso. Tens que ter sempre a última palavra mesmo que isso implique repetir a mesma coisa vezes sem conta. Nem sempre há relação entre a tua vontade e/ou necessidade por ti percecionada de repetir uma qualquer coisa e as capacidades interpretativas da pessoa com quem interages. Insinuações insultosas (como
aqui - o devagarinho - e
aqui - o desenho), novamente, não se coadunam com a imagem que expressas. A forma como às vezes te diriges às pessoas seria entendida como muito insultuosa se te fizessem o mesmo (e ainda te queixas das atitudes dos homens para com as mulheres). Mas a existência de dois pesos e duas medidas já é hábito daí que aborde isso de uma forma extremamente branda. Há outras coisas mas este não é o lugar apropriado.