O Estado do País 2015

  • Thread starter Thread starter Orion
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Decerto será fácil para ti responder a esta pergunta. Há país comunista sem pobres?



esse senhor tem umas frases bonitas, como chamar o exercito se perder as eleições. efectivamente o comunismo tem-nos dado umas personagens engraçadas
maduro, fidel e hugo chavez com os seus fatos de treino
kim jong il e o fato de macaco
o filho kim il jong un com o corte de cabelo estupido
varios dictadores africanos com fardas
 
Hoje foi mais um dia em que se elogiou a pobreza através da campanha do saquinho... aleluias aos bem aventurados que compram o esparguete e o leite para dar aos pobrezinhos. A jonet enviará todos para o céu.

Humm.. Estás a falar daquela notícia do sindicato do canadá (um dos maiores do mundo) ter oferecido leite dos açores a Portugal?

De facto os sindicatos portugueses não servem para nada. Até têm comissões de serviço para decidir se o ensino público deve ter ou não aulas de religião e moral. Também vão proibir os padres de fazer missas? Afinal a maior parte das igrejas são monumentos públicos.

Vão mas é trabalhar!
 
Os comunistas não tem argumentos, pois sabem que estão do lado errado da história.


Por mim, louvo qualquer pessoa ou instituição que promova de qualquer modo o combate à fome ou a pobreza. Pode ser de direita, de esquerda, alto, baixo,gordo ou magro, feio ou bonito,a Isabel Josét ou o Zé das medalhas.

Para os comunistas, quem ajudar os pobres tem que ser militante do PCP, revolucionário, ateu e anti capitalista.
Se alguém ou alguma instituição não tiver estas características, a ajuda deles e uma treta e podem deixar morrer os pobres a vontade. A IDEOLOGIA ESTA SEMPRE EM PRIMEIRO LUGAR, mas isto é o que foi sempre o comunismo.

Felizmente, vivemos num estado democrático, moderno, europeu e LAICO. Por isso, as pessoas como o Agreste não podem proibir o ensino da religião no ensino público. Pensam que estão nos antigos países comunistas de Leste, onde queriam Estados ateus e proibir as pessoas se exercer os seus direitos cívicos.

NUM ESTADO LAICO, a religião não é proibida de ser leccionada no ensino público, como gostaria o Agreste, mas há essa possibilidade, sendo facultativo , podendo ser a religião católica ou outras. Quem não quiser, não tem legitimamente.
 
Última edição:
Isto aqui está pior que o Muro das Lamentações. Dá para relaxar depois de um longo dia.

Exames de inglês certificados, acabou...

Um dia ainda vamos saber pormenores dessa 'negociata', que chegou a fazer professores de Inglês da escola pública deixar os seus alunos sem aulas para terem formação pela Cambridge, com despesas pagas pelo estado. Um dia...
 
  • Gosto
Reactions: Gerofil
Embora a esquerda tuga mais pareça um bando de escoteiros a passear na coreia do norte, não nos deixa relaxar um pouquinho.. Arre!

Resumindo, a missão da esquerda na tugalandia é abrir casas de chuto, proibir aulas de religião, fechar associações humanitárias, acabar com exames, acabar com certificações de competências, unificar sindicatos, nacionalizar o que dá despesa, meter o pessoal do partido mais o cão, o primo e a prima na junta/câmara/governo, meter os refugiados a limpar mato no interior..

Que raio de vida a vossa! Façam mais amor e sejam felizes, não sejam assim! :-)
 
  • Gosto
Reactions: james
Boa medida o fim dos exames até ao 9º ano. Serviam apenas para as escolas privadas venderem currículos. Acabou.
Exames de inglês certificados, acabou... não serviam pra nada.
Regresso da educação física como disciplina obrigatória para todos os alunos e com peso na nota final.
Escolas públicas não têm aulas de religião. A escola é laica.

A limpeza da imensa porcaria de Crato vai começar.

A Educação Física deve ser obrigatória e com peso na nota final, já as restantes disciplinas não devem ser avaliadas. Poderíamos instituir um Exame Nacional de Educação Física, isso sim, um verdadeiro desígnio nacional. Depois, estariam todos bem preparados para as actividades físicas de uma ressurgida Mocidade Portuguesa, agora veneradora de uma foice e de um martelo no lugar da cruz.

Felizmente que eu sou ateu, não tenho nenhuma religião, nem das que acreditam em qualquer deus todo poderoso, nem das que acreditam na ditadura do proletariado. Como tal, a existência de aulas obrigatórias de religião numa escola pública está ao mesmo nível da existência de aulas obrigatórias de Educação Física.

Acredito no mérito e na igualdade de oportunidades, pelo que defendo exames nacionais em vários escalões de ensino, que permitam uma avaliação dos alunos de forma igualitária, o que não se consegue através de avaliações contínuas, sempre dependentes da subjectividade de cada docente.

Hoje foi mais um dia em que se elogiou a pobreza através da campanha do saquinho... aleluias aos bem aventurados que compram o esparguete e o leite para dar aos pobrezinhos. A jonet enviará todos para o céu.

Eu sou ateu e entreguei o saquinho. Vou para o céu ou para o inferno?
 
A Educação Física deve ser obrigatória e com peso na nota final, já as restantes disciplinas não devem ser avaliadas. Poderíamos instituir um Exame Nacional de Educação Física, isso sim, um verdadeiro desígnio nacional. Depois, estariam todos bem preparados para as actividades físicas de uma ressurgida Mocidade Portuguesa, agora veneradora de uma foice e de um martelo no lugar da cruz.

Felizmente que eu sou ateu, não tenho nenhuma religião, nem das que acreditam em qualquer deus todo poderoso, nem das que acreditam na ditadura do proletariado. Como tal, a existência de aulas obrigatórias de religião numa escola pública está ao mesmo nível da existência de aulas obrigatórias de Educação Física.

Acredito no mérito e na igualdade de oportunidades, pelo que defendo exames nacionais em vários escalões de ensino, que permitam uma avaliação dos alunos de forma igualitária, o que não se consegue através de avaliações contínuas, sempre dependentes da subjectividade de cada docente.



Eu sou ateu e entreguei o saquinho. Vou para o céu ou para o inferno?

Faço a minha declaração de interesses: sou cristão católico, não praticante. Mas considero-me mais cristão que muitos ditos praticantes. No fundo, pratico o bem no dia a dia, para com o próximo. O meu Deus não castiga nem instiga, oferece-nos o livre arbítrio e fala-nos através das leis da física (não deixa de ser por isso uma entidade). Assim O conheço, para lá dos profetas.

Relativamente às aulas, considero que educação física deve ser obrigatória (mente sã, corpo são).
Quanto às aulas religião, não devem ser obrigatórias, mas devem ser abertas a todos os credos, desde que haja inscrições suficientes. Em alternativa, para ateus e não só, aulas de cidadania (ambiente, igualdade, direitos e deveres, gestão de conflitos).

Todas as disciplinas que nos façam crescer individualmente ou na relação com a sociedade, são benéficas.
 
  • Gosto
Reactions: Gerofil e james
Relativamente às aulas, considero que educação física deve ser obrigatória (mente sã, corpo são).

Por essa ordem de ideias deve haver uma disciplina obrigatória de "Comer Vegetais". Onde os alunos fossem avaliados, e essa nota contasse para a média final, pela quantidade de vegetais ingeridos ao longo do dia. Pelo que me lembro dos meus tempos de escola, chegava mais cansado ao fim de cada intervalo (10 minutos a correr atrás de uma bola) do que depois de uma aula de Educação Física em que dava (quando o conseguia) 5 cambalhotas para a frente e três para trás.

Quanto às aulas religião, não devem ser obrigatórias, mas devem ser abertas a todos os credos, desde que haja inscrições suficientes. Em alternativa, para ateus e não só, aulas de cidadania (ambiente, igualdade, direitos e deveres, gestão de conflitos).

Todas as disciplinas que nos façam crescer individualmente ou na relação com a sociedade, são benéficas.

A educação para a cidadania, e a relação com a sociedade devem partir de casa. A Escola serve para formar, para transmitir conhecimentos, não para formatar. A transmissão de bons comportamentos na Escola deve limitar-se às regras elementares de boa educação e convivência. Formação religiosa, ética e política não pode ser transmitida nas escolas públicas.
 
A oferta da religião moral (ou lá como se chama agora) só devia existir nas escolas públicas se existisse uma alternativa para as religiões dos outros alunos não Católicos. Então os Evangélicos? E as Testemunhas de Jeová? E os Judeus? E os Muçulmanos? Ou há para todos ou não há para ninguém. Eu cá acho que não deve haver para ninguém. A religião deve estar nos templos e nos lares das pessoas que as praticam. Ou então, em escolas religiosas. A escola pública não deve contribuir para isso. Já se fala de religião/religiões na disciplina de História, chega.
 
Ricardo Araújo Pereira: :lol:

A CARTA

«Exmo. Sr. Presidente da República,

Após a leitura atenta das seis condições que colocou para a minha indigitação como primeiro-ministro, posso garantir-lhe o seguinte:

a) Quanto à aprovação das moções de confiança, pode ficar descansado. Não lhe escondo que os meus acordos com os outros partidos são frágeis. Há, sem dúvida, divergências bastante profundas, e por vezes é complicado divisar um único ponto de encontro. Mas, nas alturas mais difíceis, PS, PCP, BE e PEV lembram-se sempre da única questão na qual estão cem por cento de acordo: que V. Exa. é tragicamente incapaz. Ninguém nos tira essa sólida base de entendimento, sobre a qual pretendemos edificar lindas convergências.

b) Quanto à aprovação de orçamentos de Estado que ainda não são conhecidos, os três partidos comunicaram-me que desejam tomar como inspiração o seu exemplo de aprovar cegamente orçamentos de Estado, inclusivamente inconstitucionais. Dizem que gostavam de ler os documentos antes de os aprovarem, se V. Exa. não se importa. Por outro lado, ficamos à espera que se submeta à mesma obrigação, em nome da estabilidade: que aprovará sem questionar qualquer orçamento que lhe apresentarmos. Aquele que estamos a preparar contém uma alínea muito gira sobre a reforma do Presidente da República. Acreditamos que apreciará a poupança que ali propomos;

c) Acerca do cumprimento das regras de disciplina orçamental, estamos em condições de garantir o seguinte: o meu governo respeitará tanto os tratados europeus quanto o governo anterior respeitou a Constituição. Sendo V. Exa. um admirador da governação de Passos Coelho, cremos que também apreciará a minha;

d) Em relação ao respeito pelo nosso compromisso com a NATO, e após conversa telefónica com o deputado Jerónimo de Sousa, posso dar-lhe a seguinte garantia: a consideração do PCP pela NATO é tão grande que os comunistas portugueses vão propor aos seus velhos camaradas do leste europeu a reactivação do Pacto de Varsóvia, só para que a NATO tenha o prazer de voltar a extingui-lo. Esta extinção do Pacto de Varsóvia pela NATO terá periodicidade semanal;

e) No que diz respeito ao papel do Conselho Permanente de Concertação Social, deixo-lhe outra promessa: o meu governo não tratará qualquer interlocutor como "força de bloqueio". Esses tempos negros de falta de diálogo já passaram;

f) Por último, quero sossegar V. Exa. acerca das medidas que o meu governo vai tomar no sentido de garantir a estabilidade do sistema financeiro. São elas: impedir que qualquer amigo de V. Exa. funde ou administre bancos; propor um aditamento à Constituição que impeça V. Exa. de fazer considerações acerca dos bancos nos quais os portugueses podem ou não confiar.

Creio que estas garantias satisfarão V. Exa. Agora, e como dizia o outro, deixem-me trabalhar.

Atentamente, António Costa»
 
Em relacao a suposta inconstitucionalidade de qualquer orçamento, convém referir um pormenor importante: se considerarem que há motivos para tal, 21 deputados da AR podem enviar para o TC a fiscalização de um orçamento ou lei. Na anterior legislatura, apesar de muito ruído, o PS ( quer sob liderança de Seguro quer sob a liderança de Costa) nunca se deram ao trabalho de juntar 21 deputados e enviar o orçamento ( cheio de inconstitucionalidades segundo eles) para o TC.


Também vou fazer um declaracao de interesses. Sou minhoto e, como quase todos os minhotos, tive uma educação católica.

Mas considero - me um católico não praticante ( não vou a missa regularmente nem rezo o terco) , pois discordo de muitas posições da Igreja, nomeadamente as mulheres não poderem ser ordenadas, os padres não se poder casar, a posição da igreja acerca do planeamento familiar ou uma certa subalternizacao da mulher que a Igreja defende.

Porém, sou totalmente a favor de um estado laico. Que deve fazer muita confusão aos ateus e agnósticos, quem não o seja, que seja a favor da laicidade do Estado.

Também considero que um estado laico deve acompanhar a sociedade e não ir pelas proibições, pelo que considero que o ensino da religião ( numa perspetiva de cidadania apenas) pode ser ensinado no ensino público. Mas desde que seja totalmente facultativo e alargado a todas as religiões professadas em Portugal.
 
Pelo que me lembro dos meus tempos de escola, chegava mais cansado ao fim de cada intervalo (10 minutos a correr atrás de uma bola) do que depois de uma aula de Educação Física em que dava (quando o conseguia) 5 cambalhotas para a frente e três para trás.

Já vi de tudo. Professores extremamente exigentes com o saltos de trampolim (não conheço ninguém que tenha ido para ginasta) e com as cambalhotas (de longe o que mais odiava) até sessões de futebol quase todas as aulas (na turma em questão só havia 1 rapariga). Pelo meio tive um professor que dava 18's e 19's aos alunos avaliando-os pelo esforço e não pelo desempenho. Tal como referiste, o objetivo não é educar a juventude comuno-fascista, portanto, para mim, é preferível que não conte para a nota final e que, sempre que possível e quando as condições escolares o permitam, que sejam aulas tendencialmente livres. A EF devia ser um espaço lúdico (não é assim que se fica em forma?). Não foi o facto de me terem obrigado a andar de patins que me tornei grande patinador (que continuo a não ser). Nem as inúmeras quedas ajudaram.
 
Última edição:
Bem, parece-me que há aqui muita opinião emitida sem conhecimento da realidade das escolas Portuguesas. Vou tentar mostrar, dentro do possível, algumas realidades. A disciplina de Educação Física não conta para o cálculo da média final (só interessa no ensino secundário) porque há escolas sem pavilhão que permita a prática da disciplina todo o ano, independentemente das condições atmosféricas. A escola onde estou este ano é uma dessas escolas sem pavilhão. Apesar disso, os alunos costumam ter as aulas no pavilhão municipal. Sucede que este ano o dito pavilhão municipal está em obras e, portanto, os alunos só podem fazer Educação Física ao ar livre e, no fim, não podem tomar banho, pois a escola não tem balneário (funciona também no dito pavilhão municipal). Como o tempo tem estado seco, os moços lá vão tendo as aulas mas ficam sem banhito no fim... e, curiosamente, a higiene é um dos temas abordados no currículo de Educação Física. De resto, Educação Física não é uma disciplina facultativa (como acontece com EMRC - Educação Moral e Religiosa Católica). O que diz a legislação é que, desde que a escola tenha condições para a sua prática, a disciplina é obrigatória. Não pode é, obviamente, entrar no cálculo da média final pois nem todos os alunos do país estão em condições de a praticar.
Quanto à disciplina de EMRC: de facto, a lei prevê outras confissões. Contudo, tal oferta está dependente da existência de um número suficiente de alunos, regra geral 20. Tal como acontece com a oferta de disciplinas de opção, no ensino secundário. Um exemplo: no 12.º ano, para que possa funcionar a disciplina de Biologia ou Física ou Química ou Economia... tem que haver um mínimo, se não estou em erro, de 20 alunos. Se isto não é problemático em Lisboa ou Viseu, imaginem o que se passa em Moura, em que o número de alunos é muito menor. Resultado: quando chegam ao 12.º ano, alguns alunos vão para Beja ou Évora para poderem ter as disciplinas que desejam e que lhes interessam para o futuro, com o consequente agravar da falta de alunos nestas escolas do interior profundo... Eis uma faceta do grave problema demográfico do nosso país.
Daqui resulta que a oferta de EMRC (já bastante residual) não chega a existir em outras confissões. Nesta zona do país, o professor de EMRC está colocado em várias escolas pois, em cada uma delas, o número de alunos é muito reduzido e não permite ter "horário completo". E não se pense que não se abordam outras religiões. Já vi trabalhos feitos em EMRC muito bons sobre, por exemplo, o Islamismo. E já vi visitas de estudo de EMRC a Mesquitas em Lisboa.
 
Estado
Fechado para novas mensagens.