O Estado do País 2015

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ou não para que valiam. o ensino não é obrigatório no 12º aí sim pois é factor para acesso a uma ingressão na universidade. Por alma de quem se justificava por crianças em stress para nada, esta nova filosofia pedagógica é uma treta e as novas regras de matemática sei eu bem onde as podem por onde o sol não não brilha

Eu fiz prova global no 9º ano, fiz exames nacionais no 12ºano e ainda estou vivo e não morri de stress. :lmao:

Uma pessoa com cerca de 60 anos, sabe mais com a 4ª classe sobre a história de Portugal do que um aluno do 12ºano, para além que tinham de saber todos os rios e todas as serras de Portugal. Perguntem a a aluno do 12º ano se sabe onde nasce os rios portugueses e depois logo vêm a inteligência que eles têm.

Coitadas das criancinhas que lá morrem de stress, em que os exames deixam traumas na infância. Que para fazerem uma conta não sabem fazer sem recurso a uma calculadora.

Mas, logo aos 6 anos, já têm o último modelo de telemóvel, já têm PC. Stress têm os putos com a tecnologia que existe agora, se vivessem a minha infância coitados até das janelas atiravam-se com o stress que era na altura. Não ter telemóvel, não ter pc, ter uma consola (Spectrum) que aquilo às vezes a cassete encravava e lá ia uma marretada em cima do Spectrum, onde as noites de Verão eram passadas na rua a brincar até à meia-noite a divertir-se com amigos, agora os putos estão em casa só agarrados a pc's e consolas.
 
Uma das primeiras medidas urgentes do PS/PAN passa por erradicar a morte nos canis/gatis, através da progressiva esterilização dos animais de rua.

Coitados dos bichos, nascem, crescem e depois cortam-lhes o direito a uma das necessidades fisiológicas básicas: sexo!

Não me venham dizer que sexo não é importante! Existem animais que vivem apenas até à reprodução.
 
Eu fiz prova global no 9º ano, fiz exames nacionais no 12ºano e ainda estou vivo e não morri de stress. :lmao:

Uma pessoa com cerca de 60 anos, sabe mais com a 4ª classe sobre a história de Portugal do que um aluno do 12ºano, para além que tinham de saber todos os rios e todas as serras de Portugal. Perguntem a a aluno do 12º ano se sabe onde nasce os rios portugueses e depois logo vêm a inteligência que eles têm. [...]

Não sei se é necessário saberem os rios (embora não faça mal a ninguém). O que sei muito bem, por experiência diária na sala de aula, é que são cada vez mais limitados no vocabulário, nas competências de leitura e de escrita. Quando apresento um termo científico e explico a sua origem latina ou grega, a reação é sempre a mesma: nunca vou saber isso! Isso é uma chatice! E riem-se... da sua própria ignorância. Isto é muito grave e causa elevada frustração em todos nós, professores. Aponto algumas causas, de forma empírica: Os alunos não leem livros por vontade própria (dizem que é chato...); Estão habituados a ter tudo sem se esforçarem por nada; Estão convencidos que a Wikipedia é a fonte de todo o saber; E o mais grave, quanto a mim, é que detestam pensar! É chocante a quantidade de vezes, numa aula, em que digo: "meus senhores, liguem a cabeça! Isto é uma Escola... é para usar a cabeça!" A resposta é sempre a mesma: "para quê, professor? Depois ficamos com cabelos brancos como o professor!"
 
Última edição:
As aulas normalmente são teóricas, práticas ou laboratoriais. Mas são demasiado viradas para o ensino, e pouco profissionalizantes.

Julgo que seria importante haver uma componente criativa. Não basta saber teoria, não basta saber calcular, não basta saber replicar experiências, é necessário saber para que servem os conhecimentos adquiridos. Só dessa forma aprendemos a investigar para criar e inovar.

Quantos engenheiros mecânicos sabem inventar um novo motor? Alguns nem montar e desmontar um motor sabem.

Todas as disciplinas têm a sua importância, algumas ajudam-nos a relativizar, abstrair, contextualizar, comunicar, argumentar, calcular, compreender os outros. No fundo, são mais do que conhecimento, elas moldam a forma de pensar e potênciam as nossas capacidades individuais e de relacionamento.

Eu sempre gostei de matemática, física, química, geografia, programação e filosofia. Não gostava de línguas, de história, de economia nem de sociologia.
Nunca fui de ler livros, exceto livros técnicos de ciências. Hoje gosto de tudo, já consigo compreender um filme sem legendas, e até lá gosto de documentários sobre história.

Afinal os nossos cérebros têm potencial para se moldar com o tempo! Sabem de onde vem esse potencial? Vem de cada uma das disciplinas, de cada um dos professores, que não só nos transmitiram conhecimentos, mas também novas capacidades.
 
A memorização na infância, ao contrário do que dizem os teóricos da pedagogia, é importantíssima, e está aí a neurobiologia para o provar. Decorar os nomes dos rios e das serras não é nenhum sacrifício, eu decorei por autodidactismo lendo os livros dos meus avós quando tinha 8 e 9 anos, e vendo livros do Círculo de Leitores, decorei também datas da nossa História, e ninguém me obrigou a tal. Quem diz que isto é um sacrifício deveria olhar para os chineses que logo na infância aprendem milhares de caracteres.
 
Começou a destruição na Educação :(. Hoje foi o fim das Provas Finais do 1.º Ciclo (e não Exames, como lhes chamam...). Entretanto, o PCP já apresentou uma medida para acabar com as provas finais de 6.º e 9.º... Isto para a esquerda basta o aluno existir para passar de ano! Aprender e provar que aprendeu é muito Salazarento! E a seguir? Vão acabar com as metas curriculares? Deve haver muitos professores a esfregar as mão à espera disso... Mas que é verdadeiramente Professor sabe a importância desse instrumento. Com as metas sei exatamente o que se pretende que o aluno saiba e, muito importante, com grande liberdade em termos de método pedagógico. A esquerda gosta de impor métodos pedagógicos (impor, pois, que a esquerda é muito democrática!)... aniquilando assim a individualidade de cada professor. O método pedagógico que resulta com o professor A pode não resultar com o professor B porque são diferentes pessoas, com visões diferentes do ensino. Um não é melhor do que o outro! Aliás, é dessa diversidade que, a meu ver, o aluno sai enriquecido!
Mas estou seriamente preocupado com a destruição de tudo o que de bom foi feito (embora reconheça que muito de mau também foi feito, mas não só com Nuno Crato! Para mim, Mª de Lurdes Rodrigues fez bem pior). Desculpem o desabafo...
É uma palhaçada.
 
O PCP sempre quis nivelar a sociedade por baixo.
Desde negar a diferenciação dos trabalhadores pelo mérito, recusar o diálogo empresas/ trabalhadores, recusa da diferenciação pelo mérito na educação, etc.

Apoio à regimes como a Coreia do Norte.

Eu já aqui disse várias vezes. Como é possível em Portugal no século 21, 40 anos após nos termos tornado uma democracia ocidental, continuar a existir um partido como o PCP e com as votações significativas que tem?

Acho que parte da explicação reside precisamente na educação. Falta uma cultura cívica educacional nas escolas, em casa, não existindo a percecao da realidade política e social. E depois, não há capacidade para distinguir partidos que não são democráticos nem respeitam o ser humano é a sua auto - determinação ( embora digam precisamente o contrário, mas isso faz parte da sua estratégia de camaleão) .
Ou se é democrata ou se é comunista.



P. S. - O que se diria ( e Seria censurável sem dúvida) , se o PSD fosse apoiado pelo PNR?


Mas se o PS, sendo apoiado pelo PCP, já não há problema?

Sinceramente, as vezes, tenho a sensação que estamos num país de loucos.
 
[...]
Acho que parte da explicação reside precisamente na educação. Falta uma cultura cívica educacional nas escolas, em casa, não existindo a percecao da realidade política e social. E depois, não há capacidade para distinguir partidos que não são democráticos nem respeitam o ser humano é a sua auto - determinação ( embora digam precisamente o contrário, mas isso faz parte da sua estratégia de camaleão) .
Ou se é democrata ou se é comunista. [...]

Percebo perfeitamente o que dizes! Mas se vivesses no Alentejo profundo, como é o meu caso, entendia melhor esse facto curioso que é o PCP ter as votações que tem em pleno Séc. XXI. Aqui há um culto a esse partido (e culto é mesmo a palavra...) que pouco se diferencia de uma religião. As pessoas referem-se a ele como "O Partido". E vão às reuniões "do Partido", veneram os camaradas "do Partido" e por aí fora. Quando cheguei ao Alentejo, em especial aqui ao Baixo Alentejo profundo, fiquei muito surpreendido com este fenómeno. E senti várias vezes "no pelo" o facto de não ser comunista. Chamam-me não raras vezes de reacionário! E quando tento (já não tento, a bem dizer...) argumentar com números (por exemplo, factos económicos), dizem-me logo que são números da direita (é o tal ódio visceral que a esquerda tem aos números). Aumentos salariais, baixa de impostos, TAP, SNS, etc, etc, etc... há dinheiro para tudo, dizem-me! A direita é que o roubou!
Não vale a pena tentar. Como diz o @james não existe mesmo a perceção da realidade! Aqui anda tudo contente, dizem que a austeridade chegou ao fim! Há até algumas opiniões mais radicais que sugerem a prisão de PPC e PP...
A bandeira do PCP encontra-se em qualquer aldeia, bem hasteada nas famosas "casas de trabalho"! Aqui em Moura, numa das ruas centrais, onde se localiza a sede do PCP local, além da bandeira na montra, há um grande placard na rua com o "Avante" bem escarrapachado!
Todo este caldeirão ideológico acaba por passar para as gerações mais novas. Há dias, numa aula de 9.º ano sobre promoção da saúde (nomeadamente a quem compete), a maioria dos alunos defende que é apenas ao estado e dizem mesmo mais: é um crime pagar taxas moderadoras (mas, curiosamente, não sabem bem o que isso é!). Isto é muito difícil de desmontar. E enquanto assim for, lá continuará o PCP com as suas votações expressivas, em especial nesta zona do país!
 
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O PCP sempre quis nivelar a sociedade por baixo.
Desde negar a diferenciação dos trabalhadores pelo mérito, recusar o diálogo empresas/ trabalhadores, recusa da diferenciação pelo mérito na educação, etc.

O papel do PCP na educação é basicamente lutar contra qualquer forma de meritocracia. Se pudessem, escreveriam de novo os livros de história, e nas bibliotecas existiriam apenas literatura aceite pelo comunismo. Tudo o que fazem é formar revolucionários, nem que seja pela imposição da ignorância.
 
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ui que medo dos comunistas. sabem o que fazem os reformados nos paises do antigo bloco de leste nos parques, jogam xadrez por cá é sueca. e o sistema de transportes de países como Hungria e Eslovénia e Eslováquia são um sonho comparado com o nosso
 
ui que medo dos comunistas. sabem o que fazem os reformados nos paises do antigo bloco de leste nos parques, jogam xadrez por cá é sueca. e o sistema de transportes de países como Hungria e Eslovénia e Eslováquia são um sonho comparado com o nosso
E então porque é que não implementam esse sonho em Portugal? Ou será que era apenas para lisboa e porto? Se isso acontece nesses países, é porque pagam os impostos necessários para usufruir desse serviço de transportes "gratuito"!Qual o espanto?

A pergunta que te coloco é: quanto queres pagar mais de impostos para usufruir desse mesmo serviço em portugal inteiro?

Hoje em dia, o comer as criancinhas ao pequeno almoço, é precisamente formata-las para o espírito revolucionário contra a meritocracia!
 
Tens o alentejo profundo como exemplo. O "partido" não é mais que o garante do emprego. Não podem haver caranguejos mais espertos, há que puxa-los para baixo, para a classe a que pertencem. Lutam pela dependência do estado, contra a lógica do mérito.
 
não não me importava de pagar mais impostos para ter transportes em condições seja na minha terra ou Algarve onde se calhar nunca andarei ou pagar uma taxa anual para andar nas autoestradas para ficarem livres de portagens, como acontece na Suiça, agora temos taxas a dar com pau que ninguém sabe onde vão parar e não fales do costa pois este governo foi campeão nesse aspecto e diz-me onde vai parar a taxa dos sacos. é por isso que somo um país em coço as tuas costas e tu coças as minhas e não esta treta de cada um para seu lado
 
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