O Estado do País 2015

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Imagino-a com a cláudia: estes homens só à vassourada!

Não cliquei no link e não li o artigo, mas se forem homens que acham que eu tenho a obrigação de levar com as suas opiniões sobre mim ou partes de mim, de forma mais ou menos ordinária, a vassourada seria uma boa opção, sim. Entre várias outras.
 
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O que vejo aqui é muito bom cavalheiro incomodado com uma lei que, à partida, não os devia aquecer nem arrefecer. Interesting, to say the least. :intrigante:
 
http://www.jornaldenegocios.pt/empr...pitalizacao_do_novo_banco_ainda_este_ano.html
http://www.jornaldenegocios.pt/empr..._1985_milhoes_aos_donos_de_divida_senior.html

O objectivo da venda do NB ainda este ano falhou e agora em 2016 seria necessário mais uma recapitalização. Não tendo sido vendido, ou seria o FR (restantes bancos) ou mais uma intervenção do Estado. Ir à dívida sénior é a menos má das opções, na altura do fecho até havia gente que achava que a essa dívida deveria ter ficado no banco mau. Que vão a todo o lado (do universo BES) que seja possível menos aos contribuintes pois já basta! Terá ondas de choque importantes porque falamos de tubarões que detém esse tipo de dívida. É a vida, o normal deveria ser sempre isso, e não os contribuintes.

E se entre os tubarões estiverem investidos alguns milhões do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS)?!

Espero que não...
 
GNR abalroa ciclista na estrada

Militar do posto de Lourosa colheu ciclista.
Um militar da GNR de Lourosa, Santa Maria da Feira, colheu um ciclista que circulava junto à berma, parou o carro e insultou o homem, acusando-o de não saber "andar na estrada". Quando percebeu que o ciclista transportava uma câmara de vídeo, que gravou o acidente, ameaçou-o com tribunal caso divulgasse as imagens. O vídeo foi parar ao YouTube e, até esta terça-feira, já tinha sido visto por duas mil pessoas. A vítima não sofreu ferimentos. Tudo aconteceu no domingo quando o Audi A4 conduzido pelo guarda Rodrigues atingiu a bicicleta de Luís Reis, emigrante na Alemanha. Confrontado pelo ciclista por não ter guardado a distância de 1,5 metros que a lei impõe para a ultrapassagem a bicicletas, o condutor identificou-se como militar da GNR: "O senhor não deve estar a ver bem o filme", avisou; "o senhor tem de andar encostado à berma. Eu ensino-lhe o Código da Estrada, se quiser. Pode brincar com os outros, mas comigo não brinca. Se estiver a gravar amanhã levo-o a tribunal", acrescentou o guarda Rodrigues. O acidente ocorreu quando Luís Reis passeava de bicicleta com a família. Confrontado com a situação, o comando da GNR de Aveiro recusou fazer qualquer comentário.

http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/gnr_abalroa_e_insulta.html
 
Este pais tem coisas curiosoas:
Esta lei dos piropos é daquelas leis tipicas esquerda, que no meu entender é uma jogada inteligente de propaganda e eficaz de ageriação de votos ao sexo feminino, foi muito bem aceite, e elogiada.
Curioso constactar que a quando a lei de referênciação de pedófilos do anterior governo, foi fortemente contestada, pela comunicação social, comentadores, esquerdas, como um ataque aos direitos fundamentais do homem.
É Portugal ao seu melhor estilo.
 
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lei chumbada no tempo ppc agora para acalmar os camaradas do be pois só pode vir de lá. Mas é bem uma lei à portuguesa ainda esta em vigor uma lei do tempo da outra senhora que legisla sobre a aparência dos condutores de transportes públicos basta um dia sem fazer a barba e um agente mal disposto e lá vai multa este tipo de leis roça a sharia islâmica mais um bocado e um olhar mais atento para um peito feminino e somos presos
 
Idealmente deveria ser um novo renascimento, não só nas gestões bancárias, na regulação, e também nos clientes, em que finalmente as pessoas quando vão investir ou colocar as suas poupanças em algo pelo menos percam algum tempo a estudar o assunto. Mas não tenho grandes ilusões sobre isso :D

Não é fácil constatar contas marteladas para o comum depositante. Quando se pede um empréstimo no banco geralmente tem que se dar colateral. Inversamente, o colateral que se tem do banco nos depósitos é a (pseudo-)garantia que abaixo dos 100.000 euros está seguro.

Ainda na banca portuguesa:

A opção de venda surge devido às exigências do Banco Central Europeu, que impõe a redução da exposição do BPI a Angola. O banco tem de resolver o problema até março do ano que vem.

A venda do BFA é a alternativa menos desejada pela equipa de Fernando Ulrich, que não quis comentar. No final de junho, os lucros de angola representaram 88% do lucro do BPI.

No final de 2014, o excesso de exposição do BPI às obrigações do tesouro angolano era de 2.979 milhões de euros. A necessidade de redução de exposição advém do facto de a supervisão do país ter perdido o estatuto de equivalência face à fiscalização europeia, em janeiro.

http://www.tvi24.iol.pt/economia/banca/bpi-quer-vender-operacao-angolana

O BPI tem em cima da mesa várias "soluções para acomodar o limite de exposição a grandes riscos" decorrente da presença em Angola, onde o controla o Banco de Fomento de Angola (BFA). Esta quarta-feira, o banco liderado por Fernando Ulrich veio garantir que “até ao momento” ainda não tomou “qualquer decisão”, mas já contratou assessoria financeiro para ultrapassar os obstáculos regulatórios impostos pelo BCE.

http://www.publico.pt/economia/noti...para-o-problema-da-exposicao-a-angola-1705428
 
Em relação aos piropos ...

O problema não está na lei mas na falta de educação que ainda grassa em Portugal ... Se os cidadãos fossem mais educados certamente não se teria de legislar acerca deste assunto ... É a mesma coisa que cuspir para o chão e atirar lixo para a estrada ... Toda a gente condena mas provavelmente atiram a sua beata para o chão ... É por isso que considero na minha opinião pessoal que somente proibir uma prática como o piropo sem enquadrar esta legislação em outras medidas mais profundas só vai dar publicidade ao mesmo ... No meu entender deveria se reflectir acerca da razão do mesmo existir ... E isso tem a ver com falta de civismo ...
 
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Diretora-geral do FMI prevê crescimento “dececionante e desigual” em 2016

http://observador.pt/2015/12/30/diretora-geral-do-fmi-preve-crescimento-dececionante-desigual-2016/

HCEk72J.jpg


http://www.telegraph.co.uk/finance/...ain-in-2016-warns-IMFs-Christine-Lagarde.html
 
É tão mas tão isto:

O que mais me chateia nesta resistência à consagração legislativa do crime de importunação sexual não são os neandertais a grunhir que lhes estão a coarctar a liberdade de expressão, nem as mulheres que, pasme-se, se colocam do outro lado da barricada como se, pelo facto de serem mulheres, pudessem ter algo a dizer sobre a forma como EU me sinto em relação aos comentários que me fazem na rua. O que mais me chateia é que esta resistência, como dizia a Fernanda Câncio, tem tudo a ver com o domínio masculino do espaço público. A primeira vez que eu ouvi um velho com idade para ser meu avô a dizer-me algo demasiado nojento para reproduzir aqui devia ter os meus 7/8 anos. Uma criança, ainda nem com idade para perceber aquela linguagem, e logo senti que embora não fosse aceite, é socialmente tolerado que pelo facto de eu existir e estar num espaço público tenho de me sujeitar a ver o meu corpo e o meu potencial sexual comentado por homens estranhos. Com 7 anos. Noutros contextos, isto é pedofilia. Neste, deixa-se passar. Eu lamento, e de certeza que haverá quem me chame feminazi por isto, mas nenhum homem poderá perceber o que é este fenómeno. Só uma mulher, seja ela feia, gira, magra, gorda. Seja como for. Qualquer mulher quando passa na rua se sujeita a isto, pelo simples facto de existir, de ser. E a razão pela qual os homens nunca vão perceber isto na totalidade é porque provavelmente nunca ouviram, e isso também tem tudo a ver precisamente com o domínio masculino. Os homens nunca ouviram as mulheres da sua vida a serem importunadas, porque quando seguimos na rua acompanhadas de homens, seja o namorado, o pai, o avô, um colega de trabalho, um amigo - ninguém nos dirige nenhum comentário. Porque aquela ali vai com dono. Ninguém que finja que isto é um exagero ou uma efabulação minha - qualquer mulher saberá que isto é verdade. Quando vão com homem, aquelas mulheres já estão ocupadas. É por esta mesma razão que quando saímos à noite e nos abordam, e demonstramos resistência, pedem desculpa ao nosso namorado em vez de nos pedirem a nós. Caros homens - foi o meu espaço, a minha liberdade, o meu consentimento que ignoraste. Não foi o domínio do homem que me acompanha. E as mulheres saberão do que falo, também neste ponto.
Isto trata-se de consentimento - não é a minha existência, nem a minha apresentação em público, que presume o meu consentimento para ser abordada por estranhos. Não fui eu que pedi, qualquer que seja a roupa que uso ou a forma como me apresento. Eu não quero ser abordada. Não gosto. Ponto final. Não chega isto? Temos de argumentar pela inocência dos comentários, pelo facto de ser tradição, por ser impossível de controlar na rua e de provar em tribunal? Basta que eu não queira. Consentimento, sim? Nós precisamos deste artigo no Código Penal, porque desde pequenas que somos ensinadas que "mulher honesta não tem ouvidos". Desde pequenas que somos ensinadas a ir pelo caminho mais iluminado, a não deixar as nossas bebidas no balcão sozinhas quando estamos num bar, a pedir a um amigo que nos acompanhe a casa de noite, a não responder quando um homem da construção civil diz que nos comia todas, porque nos habilitamos a ser violentadas. E no meio disto ainda há comediantes da nossa praça que acham milhões de piada a fazer humor com este ponto em específico. Nunca um homem compreenderá que nos digam para ignorarmos, passarmos ao lado, nem sequer fazer contacto visual, porque isso será pior. O medo, a sensação que temos entranhada que nos diz para termos cuidado, olharmos para trás, acelerarmos o passo, é real. Não nos apercebemos disso no dia-a-dia, mas isso acompanha-nos, sempre. Ontem - não foi no outro dia, foi ontem - saí tarde do escritório e tinha estacionado o carro num parque mais isolado e escuro. E só quando me sentei no carro, tranquei a porta e vi que não estava ninguém à minha volta é que pude racionalizar - nós precisamos disto. Eu precisava.

 
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Esta lei dos piropos é daquelas leis tipicas esquerda

Lei, ao que li, da iniciativa de duas deputadas do PSD e aprovada durante a vigência do governo de coligação. Ao que parece, os grunhos antes de gritarem obscenidades na direcção das mulheres, não têm por costume perguntar-lhes qual a ideologia política.
 
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Em relação aos piropos ...

O problema não está na lei mas na falta de educação que ainda grassa em Portugal ... Se os cidadãos fossem mais educados certamente não se teria de legislar acerca deste assunto ... É a mesma coisa que cuspir para o chão e atirar lixo para a estrada ... Toda a gente condena mas provavelmente atiram a sua beata para o chão ... É por isso que considero na minha opinião pessoal que somente proibir uma prática como o piropo sem enquadrar esta legislação em outras medidas mais profundas só vai dar publicidade ao mesmo ... No meu entender deveria se reflectir acerca da razão do mesmo existir ... E isso tem a ver com falta de civismo ...

Tudo verdade, mas a sociedade não pode esperar pela mudança de mentalidades pelo que a lei tem de se meter mesmo onde não devia ser chamada. Não devíamos precisar de leis para punir o excesso de velocidade, a poluição, os cocós dos cães nas ruas, a violência doméstica, etc. Mas precisamos.
 
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Lei, ao que li, da iniciativa de duas deputadas do PSD e aprovada durante a vigência do governo de coligação. Ao que parece, os grunhos antes de gritarem obscenidades na direcção das mulheres, não têm por costume perguntar-lhes qual a ideologia política.

Se todos os problemas ClaudiaRM fossem os "piropos" dos machistas :lol: ás mulheres, estávamos nós muito bem.
Só reflicto num aspecto, as nossas sociedades contemporâneas foram educadas, moldadas e bem ao total respeito de genero, minorias, opções sexuais, religiosas,étnicas, etc.
As mulheres, como os homossexuais, tiveram que ultrapassar barreiras, comer como se costume dizer o pão que o diabo amassou para conquistarem muitos direitos, mas essas conquistas estão lá atrás, do que conheço da sociedade portuguesa actual, tirando uma ou outra excepção, não me parece que haja, já muito para que mulheres, ou africanos, ou gays se possam eternamente assumir uma posição de vitaminação, ou que lhes devem sempre alguma coisa, no que respeita á vida civil, porque a espécie humana tem uma característica é insasiavel e nunca está satisfeita, sendo que actualmente com a excepção da comunidade cigana que de facto é descriminada e é mesmo, não vejo nenhuma minoria, grupo etnico, na sociedade portuguesa poder se queixar seja do que for, têm razões pontuais como eu tenho ou qualquer outro tem as suas.
O flagelo da violência doméstica esse sim tem de ser combatido e eficazmente, quanto a vida social, penso que nem os homossexuais, nem as mulheres, os descendentes de africanos possam se colocar sempre numa postura de vitimização, se algo corre mal a um homossexual, ou a uma mulher num emprego, num bar, seja onde for, não é necessariamente por serem mulheres ou gays é porque a "shit happens" a todos.
Em relação aos piropos, sinceramente, acho isto para o ridículo, pode-se processar cidadãos por ofensas, difamações não entendo porque tem-se de especificar o piropo.
 
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Se todos os problemas ClaudiaRM fossem os "piropos" dos machistas :lol: ás mulheres, estávamos nós muito bem.

Não admito esse argumento. É um argumento de quem nunca sofreu na pele aquilo a que se refere. Ou seja, porque nunca sofri violência doméstica ou fui violada, devo é dar graças a Deus e pensar, cada vez que porco me diz nojeiras que podia ser pior? Por essa ordem de ideias, ninguém neste país devia queixar-se do que quer que seja. Afinal de contas há sítios no mundo em que tudo é pior. Conversa da treta. Da treta machista.
 
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Tudo verdade, mas a sociedade não pode esperar pela mudança de mentalidades pelo que a lei tem de se meter mesmo onde não devia ser chamada. Não devíamos precisar de leis para punir o excesso de velocidade, a poluição, os cocós dos cães nas ruas, a violência doméstica, etc. Mas precisamos.


Tendo a concordar consigo ClaudiaRM ... O único ponto que pus aqui em discussão é que legislar apenas não é suficiente ... é necessário um enorme trabalho na mudança de mentalidades e isso só se consegue com melhor educação no berço e na escola ... Esse ponto muitas vezes parece que passa ao lado das pessoas ... Em várias áreas no país trata-se as coisas superficialmente e não se vai ao âmago das questões ... Talvez por isso continuemos com tantos atrasos estruturais e tenhamos de legislar ao invés de eliminar de vez ...

Um bom 2016 para si e que Portugal seja um cantinho um pouco mais evoluído ... é o que todos nós queremos ... Mulheres e Homens ...
 
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