O Estado do País 2016

se os funcionários públicos querem constituir um fundo para aceder a serviços privados de saúde que o façam pagando do próprio bolso. Esse fundo chamado ADSE só faz concorrência aos seguros privados. E mesmo assim não vejo qualquer conflito.

quando o estado paga imensos, mesmo muitos serviços a privados porque já teve e não tem competências e estruturas médicas não há escândalo. Eu sei o que eles querem.
 
Já na educação é a mesma coisa, todos os dias muitos notáveis da esquerda falam do ensino público e depois vai-se a ver e tem os filhos em colégios privados.

Tinhas um ministro que fechava escolas públicas e abria colégios privados... era só pedir.
Felizmente essa política de destruição vai terminar.
 
Tinhas um ministro que fechava escolas públicas e abria colégios privados... era só pedir.
Felizmente essa política de destruição vai terminar.

Também havia o oposto. No governo PS entre 2005/2011, havia zonas bem servidas por colégios privados com contrato de associação, que prestavam um bom serviço público. E foi decidida a construção à beira, de escolas públicas, com uma despesa de milhões para o Estado. Vá lá saber - se porquê.

Eu gostava de saber onde posso fazer um seguro de saúde, pagando a ninharia que os funcionários públicos descontam para a ADSE , que dê para toda a família inclusive filhos até aos 30 anos e com tudo incluído . Digam- me onde se faz, que eu vou já a correr fazê - lo.

O PCP tem muita retórica, mas no final os pobrezinhos ficam com o aumento para o café e, com o brutal aumento do custo de vida que se avizinha, ainda vão ficar mais pobres. Pode ser que um dia fiquem mais espertos e descubram quem os anda a tramar.
 
@Paulo H , julgo que é opcional desde 2009 e pouquíssimos FP's tem desistido dela apesar do considerável aumento recente, que finalmente equilibrou as contas, tendo mesmo um superavit operacional depois de décadas a ser suportado pelos outros contribuintes.
Embora seja prematuro dizer que é agora sustentável, pois para isso é preciso fazer contas a longo prazo, simular envelhecimento da população, entradas no sistema, etc,etc.
Que o tornem também uma opção para todos os restantes cidadãos.

Mas acima de tudo, além da imoralidade de cidadãos de 1ª e de 2ª, é notável ver como a esquerda apoia um sistema fechado cuja existência é das maiores receitas do sector privado de saúde (há poucos anos, julgo que uns 70%). Já na educação é a mesma coisa, todos os dias muitos notáveis da esquerda falam do ensino público e depois vai-se a ver e tem os filhos em colégios privados.

E isto não vai ficar por aqui, ainda vamos todos pagar os lesados do BES, buracos do Novo Banco, Banif, etc.

O que eu questiono é se a adesão global (publico + privado) da ADSE, se seria bem recebida! Imagina que de um mês para o outro, toda a gente tinha um corte de 3.5% do ordenado, como reagiriam?

Há 3 tipos de funcionários públicos, com um histórico de diferentes regimes de descontos:
- Os mais antigos: (antigamente eram deficitários 10% para CGA + 1% para ADSE), (atualmente 34.75% CGA + 3.5% para a ADSE);
- Os do regime geral com ADSE: Segurança Social (34.75%) + 3.5% para a ADSE;
- Os do regime geral sem ADSE: Segurança Social (34.75%)

Ou seja, atualmente, todos os contribuintes (publico e privado) contribuem para o SNS (via impostos e contribuições).

Obrigar os trabalhadores do setor privado a ter um seguro de assistência de saúde familiar, obviamente significaria cortar no salário 3.5%.

Serei só eu que estou a interpretar as coisas assim?
 
http://24.sapo.pt/article/lusa-sapo...-ue-onde-impostos-sobre-a-gasolina-mais-pesam

É só subirem mais um pouquinho que passamos a ser os primeiros.

Ainda hoje, deu uma reportagem no Jornal da Tarde na RTP1, em que os algarvios fazem fila para abastecer o carro, comprar gás e ir às compras, em Ayamonte, voltámos aos velhos tempos, no tempo do Sócrates era igual.

Enquanto, a Gasolina 95 em Ayamonte custa 1,01 € na bomba da Galp, aqui está a 1,329 €, ou seja, em Ayamonte está 32 cêntimos mais barato..

Se eu morasse mais perto da fronteira preferia ajudar a economia espanhola e comprar lá tudo, do que dar dinheiro a ladrões.
 
Relativamente ao preço dos combustíveis e "fuga" de impostos para Espanha:

Se os governantes quisessem, não seria muito difícil produzir legislação de forma a beneficiar os concelhos raianos. Dessa forma, os impostos ficavam cá, podendo até "roubar" alguns de Espanha. Beneficiava-se também com discriminação positiva, o interior.

Por exemplo, no iva e no isp não dá para discriminar por regiões, mas podiam baixar o isp e somar uma taxa variável consoante a região.

Infelizmente gasta-se balurdios com escritórios de advogados, que só produzem leis ineficazes cheias de buracos.
 
se os funcionários públicos querem constituir um fundo para aceder a serviços privados de saúde que o façam pagando do próprio bolso. Esse fundo chamado ADSE só faz concorrência aos seguros privados. E mesmo assim não vejo qualquer conflito.

quando o estado paga imensos, mesmo muitos serviços a privados porque já teve e não tem competências e estruturas médicas não há escândalo. Eu sei o que eles querem.

Vê o meu caso, não é único, deverão ser alguns milhares com as mesmas motivações.

Eu asufruo de um subsistema semelhante ao ADSE, que desejo sair mas por lei sou obrigado a usufruir e descontar.

Esse subsistema tem as vantagens reveladas na ADSE mas os acordos são apenas aplicados nas grandes cidades.

Existem seguros de saúde que têm acordos com grande parte das instituições de cuidados de saúde minha cidade.

Que me dizes?
 
Passos Coelho defende “liberalização” no transporte marítimo nos Açores

http://www.correiodosacores.info/in...beralizacao-no-transporte-maritimo-nos-acores

Com o atual modelo, qualquer operador marítimo de mercadorias pode operar entre o Continente e os Açores, mas está sujeito a alguma exigências, como a de fazer escala em todas as ilhas (menos no Corvo), e a de praticar o mesmo preço em toda a Região..

O transporte de carga não é subsidiado.


Graça Silveira, deputada do CDS, propõe que o Parlamento elabora um estudo independente, para avaliar se é viável algum modelo alternativo.

Uma das soluções, no seu entender, seria liberalizar quase totalmente o transporte de carga, deixando de impor regras aos operadores.

Desta forma, o preço do transporte dos contentores poderia diminuir, mas apenas no caso das ilhas com maior movimento.

Diz o CDS que em relação ás restantes ilhas, o Governo teria de se chegar à frente e subsidiar o transporte, para que o preço no frete não aumentasse.

http://www.rtp.pt/acores/economia/l...nde-entusiasmo-na-comissao-de-economia-_49375

Vai dar muito certo, está-se mesmo a ver :lol:

QgHz7bT.png


http://www.apdr.pt/siterper/numeros/RPER34/34.3.pdf

E olhando para a quantidade de cargas movimentada, que no geral tem diminuído brutalmente, o cenário não é muito melhor:

JODW52V.png


http://estatistica.azores.gov.pt:81/ReportServer/Pages/ReportViewer.aspx?/RelatoriosVarios/14.TransportesDeMercadorias&rs:Command=Render

Duvido que esse esquema vá resultar em custos mais baixos para o contribuinte. Os contentores vão continuar vazios. Liberalização nem sempre significa prosperidade para todos.
 
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EU sneaks in bleak economic report

https://euobserver.com/economic/132480

Entretanto, hoje é dia de eleições na Irlanda. Ao que parece vai ser mais um pântano político. Algo que deverá surpreender muita gente.

By lunchtime turnout in many areas was between 15 and 20% and by 5pm turnout exceeded the mid-30s in most areas with reports of 47% in one area of Cork’s South Central and 50% in a station in Donegal.

In Dublin, turnout was estimated to be in the high 30s. In the capital, the largest turnout by 3pm was Walkinstown in Dublin South Central with 31%. In the Dublin county area, the largest voter turnout was in Ballinteer, Dublin Rathdown at 34%.

These estimates are slightly lower than at this stage in the 2011 General Election.

http://www.rte.ie/news/election-2016/2016/0226/770900-election-turnout/

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Assim, no curto prazo, a Comissão espera que o "rácio dívida pública bruta/PIB [Produto Interno Bruto] venha a diminuir de forma moderada, estabilizando-se a médio prazo", considerando que uma diminuição abaixo dos 125% do PIB só "deverá agora materializar-se mais próximo de 2024".

A redução do rácio para este valor estava prevista para 2015, mas tal não foi possível, "na sequência do adiamento da venda do Novo Banco e de outras revisões estatísticas".

"Dado o seu muito elevado valor de partida e o excedente primário estrutural relativamente modesto, prevê-se que o rácio da dívida se mantenha nos 125% do PIB por muitos anos, situando-se nos 125,3% do PIB em 2026, o último das projeções", estima Bruxelas.

Dívida pública pode ficar "fora de controlo" com choques adversos, avisa Bruxelas

http://economico.sapo.pt/noticias/d...m-choques-adversos-avisa-bruxelas_243747.html
 
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Portugal wants more refugees to help revive dwindling population

http://www.euractiv.com/section/glo...refugees-to-help-revive-dwindling-population/

Portugal is little known and “needs to make its voice heard to migrants arriving in Europe”, head of the Portuguese Refugee Council (CPR) Teresa Tito Morais, said.

“The arrival of refugees will benefit the regions in the country that have become deserted,” Tito Morais said.

“A large number of Portuguese have emigrated and certain regions need to regain some life.”

8 pessoas a menos por dia no Alentejo e querem mandar estrangeiros para lá. Depois fica tudo admirado com os 130 mil desaparecidos na Alemanha. Boa sorte em encontrá-los.
 
Duvido que esse imigrantes fiquem Agreste. Mal tenham passaporte português marcham para a França, Suíça, Alemanha, Holanda ou Reino Unido (se ainda fizer parte da UE). Aqui só costumam aguentar-se os imigrantes dos PALOPs por causa da questão da língua e alguns chineses enquanto as lojas e os restaurantes foram «dando».
 
Portugal wants more refugees to help revive dwindling population

http://www.euractiv.com/section/glo...refugees-to-help-revive-dwindling-population/



8 pessoas a menos por dia no Alentejo e querem mandar estrangeiros para lá. Depois fica tudo admirado com os 130 mil desaparecidos na Alemanha. Boa sorte em encontrá-los.
a ideia não é nova um tal de Afonso Henriques deu indultos a presos e prescindiu de impostos para a malta do norte ir popular as terras recém conquistadas, pulitica usada durante muito tempo ate se chegar ao algarve
 
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a ideia não é nova um tal de Afonso Henriques deu indultos a presos e prescindiu de impostos para a malta do norte ir popular as terras recém conquistadas, pulitica usada durante muito tempo ate se chegar ao algarve

A integração dos que não eram cristãos foi sempre um fracasso.

O Alto Alentejo foi povoado com francos. Por isso os nomes de muitas terras derivam de nomes de terras francesas. Caso de Tolosa, Nisa ou Monforte. Também houve ingleses a povoar Portugal. Mas tanto francos como galegos ou ingleses eram cristãos. Os mouros acabaram expulsos. A população cristã nunca foi muito tolerante, Com os judeus sempre houve enormes tensões mas aguentavam-se por terem protecção real. Mas isso acabou com D. Manuel I. Um repovoamento do interior com muçulmanos será um fracasso por diversos motivos.