O Estado do País 2016

não era a primeira vez que se recorria a emigrantes para povoar portugal...

A meu ver seria excelente se tivesses a mesma sensibilidade para os direitos civis dos outros (porque os teus defendes agressivamente) como aparentas ter para os direitos dos trabalhadores. Forçar estrangeiros para terras que estão a ser abandonadas pelos próprios residentes por várias razões, entre as quais a falta de oportunidades laborais e de dinâmica social) é receita para o desastre a exclusão social. E, novamente, uma integração bem sucedida nunca passará por transformá-los em todos pedreiros e/ou padeiros como já defendeste. Esse tipo de planeamento central/engenharia social é digna dos estalinistas, o que não é de todo surpreendente tendo em conta a tua afiliação/preferência partidária.

Se densidade populacional equivalesse a riqueza, o Bangladesh seria dos lugares mais ricos à face da terra. Não é. Bem pelo contrário.

a ideia não é nova um tal de Afonso Henriques deu indultos a presos e prescindiu de impostos para a malta do norte ir popular as terras recém conquistadas, pulitica usada durante muito tempo ate se chegar ao algarve

Parte da resposta que ia escrever aqui já o fiz antes. Mesmo que fosse possível, porque não é de uma forma civilizada, é um disparate total povoar o interior com pessoas predominantemente (escolher os termos à descrição) árabes/muçulmanas/africanas/negras/castanhas, ficando o litoral tendencialmente cristão/ateu/europeu/branco. A riqueza e os empregos estão no litoral. No interior ficam os agricultores da Síria. Isso é má política (e realisticamente nem poderia ser aplicada sem haver uma espécie de PIDE). Ironicamente, seria 'giro' ver a reação dos bastiões comunistas quando houvesse um influxo massivo de estrangeiros. Claro que dependeria de quem estivesse no governo. Como nunca será o PCP (só mesmo num cenário completamente aberrante) nunca se saberá.

Quando os emissários portugueses precisam de convencer as pessoas para vir para Portugal penso que é mais ou menos óbvio o que é que vai acontecer se vierem pessoas obrigadas. Pudera. O mesmo acontece na Alemanha (só que internamente).

Isto não vai acabar bem. Resta saber é a que velocidade.

Por fim, atualizo as estatísticas:

fv1VDQ1.png


YD7UDrH.png
 
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Na Irlanda os votos ainda estão a ser contados:

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Contudo, é irrelevante porque já se sabe o que é preciso fazer. Já tinha realçado a confusão normal que viria depois do resultado previsto das eleições, que efetivamente se veio a confirmar (pântano político). O que eu definitivamente não esperava era o que agora se passa. Há um silêncio generalizado e desconcertante na blogosfera e na secção de opinião dos jornais. A meu ver, esta é uma boa aproximação da confusão atual:

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Algo que seria muito diferente se a coligação à frente do 'milagre económico' tivesse ganho com maioria. Aí seria um festival de acusações direita vs esquerda. Pessoalmente tenho muitas dúvidas que vá haver análises detalhadas do estado económico da Irlanda/perceber o porquê dos votos das pessoas. Até porque iria contradizer a retórica dos defensores daquele país.
 
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A meu ver seria excelente se tivesses a mesma sensibilidade para os direitos civis dos outros (porque os teus defendes agressivamente) como aparentas ter para os direitos dos trabalhadores. Forçar estrangeiros para terras que estão a ser abandonadas pelos próprios residentes por várias razões, entre as quais a falta de oportunidades laborais e de dinâmica social) é receita para o desastre a exclusão social. E, novamente, uma integração bem sucedida nunca passará por transformá-los em todos pedreiros e/ou padeiros como já defendeste. Esse tipo de planeamento central/engenharia social é digna dos estalinistas, o que não é de todo surpreendente tendo em conta a tua afiliação/preferência partidária.

Se densidade populacional equivalesse a riqueza, o Bangladesh seria dos lugares mais ricos à face da terra. Não é. Bem pelo contrário.



Parte da resposta que ia escrever aqui já o fiz antes. Mesmo que fosse possível, porque não é de uma forma civilizada, é um disparate total povoar o interior com pessoas predominantemente (escolher os termos à descrição) árabes/muçulmanas/africanas/negras/castanhas, ficando o litoral tendencialmente cristão/ateu/europeu/branco. A riqueza e os empregos estão no litoral. No interior ficam os agricultores da Síria. Isso é má política (e realisticamente nem poderia ser aplicada sem haver uma espécie de PIDE). Ironicamente, seria 'giro' ver a reação dos bastiões comunistas quando houvesse um influxo massivo de estrangeiros. Claro que dependeria de quem estivesse no governo. Como nunca será o PCP (só mesmo num cenário completamente aberrante) nunca se saberá.

Quando os emissários portugueses precisam de convencer as pessoas para vir para Portugal penso que é mais ou menos óbvio o que é que vai acontecer se vierem pessoas obrigadas. Pudera. O mesmo acontece na Alemanha (só que internamente).

Isto não vai acabar bem. Resta saber é a que velocidade.

Por fim, atualizo as estatísticas:

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Desculpem a expressão mas isso é um filme que o Poder está a fazer.
Nem o Interior nem o Litoral irão ser povoados por migrantes, por uma simples razão, estes migrantes não querem vir para Portugal, sei que isto que vou dizer sai fora da caixa do politicamente correcto, e da caixa do estereotipo do sul da Europa, mas como estamos num forum de meteorologia percebem perfeitamente o que vou dizer, 1º Portugal não tem fronteiras marítimas próximas com o Norte de África está muito distante a centenas de kms num Oceano atlântico da costa marroquina e o fluxo de Gibraltar é muito menor que do Médio Oriente pois tanto Marrocos e Argélia são países muito estáveis politicamente, com boas relações com a Penisula Ibérica onde existe um respeito mutuo no meu entender, não têm conflitos armados como acontece no Médio oriente,a cultura bebere é pacifica , e são muito menos povoados com muito menos população sem ligações terrestres a países gigantes como centenas de milhões de pessoas como o Paquistão ou o Irão, e com um serie de paises em conflitos armados como acontece no Médio oriente, logo Gibraltar nunca terá um fluxo migratório idêntico ao médio oriente, e os migrantes que vêm para Gibraltar não vêm literalmente para cá por algum motivo não existem praticamente pessoas em Portugal vindas desse fluxo migratório espanhol e 2ºd Portugal juntamente com a Irlanda são os países mais distantes das rotas destas migrações vindas essencialmente do Médio Oriente não sendo ponto de chegada, passagem nem de destino desta rota, logo existem um conjunto de circunstancias que fazem com que Portugal nem seja sequer um actor secundário nesta questão, é quase um figurante, não é ponto de chegada, nem ponto de passagem, nem de destino para estes fluxos de migrantes sejam refugiados ou migrantes económicos.
E estes migrantes simplesmente não querem vir para Portugal, porque não lhes interessa, simples. Se vierem é porque serão forçados a tal, requer uma logística, uma coordenação enorme para que isso aconteça. É lógico que o nosso poder politico não gosta de ser figurante neste assunto, gostava de ter mais protagonismo, para o marxismo cultural que domina a politica portuguesa interessa e muito que Portugal dê um grande exemplo nesta questão, que seja um actor neste tema, logo a minha convicção é que querem mais os Partidos políticos a vinda destes migrantes/refugiados para Portugal, que os próprios migrantes/refugiados, e se vierem o que tenho duvidas em grande numero para cá, será exclusivamente pela vontade e pressão do nosso poder politico e outros lobbies que poderão lucrar de uma maneira ou de outra com esta vinda destes migrantes/refugiados. Mas lá está neste tema o BE,PS,PCP até podem sonhar com um Portugal com 100-150 mil refugiados/migrantes nas terras do Alentejo ou da Beira Interior ao lado do Ti Manel e da Senhora Joaquina, eles podem sonhar, com esse experimentalismo demografico, podem querer brincar aos Deuses utilizando Interior do pais como cobaias, mas neste aspecto acho que o querer deles não chega, os migrantes não querem vir para cá, eles caso não saibam têm vontade própria, têm dinheiro, tem familiares já na Europa e simplesmente não querem vir para cá e se vierem vêm contrariados e á mínima oportunidade piram-se.
O argumento da demografia, confesso que como adulto em inicio de vida e com formação incomoda-me solenemente, pois não vejo nenhum incentivo claro para que muitos jovens pobres do Litoral e das periferias, tenham para iniciarem vida em cidades do interior em que possam ter filhos, poderiam fazer cursos de agricultura, repoavamento de terras de jovens portugueses, não precisam de ir ao estrangeiro procurar essa força, Portugal sempre se caracterizou por taxas de natalidade elevadas principalmente o litoral norte e centro, podem começar por ai, dêem apoios a jovens casais para terem filhos e povoarem o interior e desenvolverem actividades económicas ligadas ao sector primário, não existem subsídios da UE para isso?Pois . Depois Portugal tem uma Diáspora estrondosa tenho a certeza que muitos jovens não se importariam de voltar para Portugal para o Interior de Portugal, e fazerem a sua vida cá, nem todos os jovens emigrantes portugueses estão bem ou economicamente bem, muitos estão a passar dificuldades no estrangeiro. E depois Portugal vai ter um grande fluxo migratório á vai sim senhor,não será é o que o marxismo cultural queria, não será vindos do Médio Oriente para se poder ter votos, subsídios, brilhar na UE, dar o exemplo e lições de moral na UE nada disso, será um com menos protagonismo, um mais nosso, esse fluxo migratório virá das centenas de milhares de portugueses que se encontram em Angola, pois a crise em Angola e se esperemos que não, mas com a hipótese de aquele pais ter uma crise politica e problemas de sucessão, a hipótese de assistirmos aos "retornados" Parte II, é bem possível.
Agora teorias que o Interior vira arabe e o Litoral cristão, por favor, a comunidade muçulmana em Portugal é muito mesmo muito pequena, nem sequer chega a 1% da população e concentra-se sobertudo em Lisboa e grande parte desta comunidade vêm dos Palopes já são pessoas muito identificadas com a cultura e hábitos portugueses, fala-se na comunidade muçulmana apenas por causa destes problemas do jiadismo, terrorismo, porque senão era uma comunidade que passava totalmente despercebida em Portugal, isto para dizer que será totalmente impossível esses cenários demográficos.
Agora no sul de Itália e na Grecia, se continuarmos a ter este fluxo migratório, em poucos anos o sul de Itália e da Grécia terão mais de 10%-20% da população vinda destas migrações, resta saber que economia haverá depois nestas zonas já carenciadas quando os subsídios acabarem para empregar milhões de pessoas. A Sicilia tem 5 milhões de habitantes se este fluxo migratório se manter facilmente em menos de 10 anos teremos um milhão ou mais de habitantes na Sicília vindas destas migrações, isto não é brincadeira este assunto, felizmente Portugal está afastado destes cenários que beneficie disso uma vez na vida.
 
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A integração dos que não eram cristãos foi sempre um fracasso.

O Alto Alentejo foi povoado com francos. Por isso os nomes de muitas terras derivam de nomes de terras francesas. Caso de Tolosa, Nisa ou Monforte. Também houve ingleses a povoar Portugal. Mas tanto francos como galegos ou ingleses eram cristãos. Os mouros acabaram expulsos. A população cristã nunca foi muito tolerante, Com os judeus sempre houve enormes tensões mas aguentavam-se por terem protecção real. Mas isso acabou com D. Manuel I. Um repovoamento do interior com muçulmanos será um fracasso por diversos motivos.

Aqui a questão demográfica é importante, pois a população portuguesa concentrava-se muito a Norte, região que teve elites e estururas monárquicas cristãs vindas nomeadamente no Reino Suevo, muito solidas o que explica logo a criação de Reinos tão sólidos com estruturas como os Reinos Galaico-Leoneses (caso contrário a Historia poderia ter sido diferente), na período árabe, a região Interior entre Douro e Minho era uma região deserta a nivel populacional, chamavam-lhe um Deserto quase um campo de batalha, sendo que Litoral nortenho foi sempre caracterizado por uma região onde o conflito imperou entre avanços e recuos durante Califado Omíada, logo não houve realmente uma implementação da cultura moçárabe ou árabe na região, o próprio Afonso I das Astúrias logo uns anos depois do domínio árabe nessa região já estava a responder e a tentar conquistar praticamente todo o alto Minho e esse período árabe nessa região foi sempre assim de constantes conflitos entre cristãos e árabes, não havendo tempo para uma real implementação cultural deste caso dos exércitos Invasores. Isto fez com que a reconquista fosse mais fácil de praticar bem como o povoamento, do Alentejo, pouco habitado, ao contrário do lado espanhol onde os árabes tinham cidades mais populosas e presenças mais significativas isso nota-se muito bem na zona raiana, em Elvas sente-se bem a cultura galaico-portuguesa, em Badajoz nota-se que a presença árabe citadina foi mais marcante, a nível de vestígios históricos e arquitectónicos.
Mas para todos os efeitos, o período da presença muçulmana em Portugal e mesmo em Espanha são muito distantes, falamos na baixa idade média, são mais de 700 anos, em Espanha um pouco menos a sul,é difícil falar com exactidão num período tão distante.Sendo que o cristianismo medieval em Portugal foi basicamente o alicerce para a criação de um Reino/pais tão bem sucedido e que dura á tantos e tantos séculos com uma incrível estabilidade e unidade nacional como o nosso. Ao contrário da presença otomana na Europa Oriental e até central é toda ela bem mais fresca e presente naqueles países.
 
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Aliás, Os árabes abandonaram ( ou não ocuparam) parcialmente o Norte da PI ( Norte de Portugal incluído) e concentraram a sua sociedade no centro e sul da PI , onde existia um clima mais propício às culturas que eles estavam habituados e conheciam. Pelayo foi por lá abaixo à vontade, as primeiras batalhas a sério só ocorreram no Centro da PI. A influência árabe é praticamente inexistente no Norte da PI. Os nortenhos têm influência direta dos Celtas ( que foram romanizados, mas continuaram por cá) e dos Suevos.
 
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Aliás, Os árabes abandonaram ( ou não ocuparam) parcialmente o Norte da PI ( Norte de Portugal incluído) e concentraram a sua sociedade no centro e sul da PI , onde existia um clima mais propício às culturas que eles estavam habituados e conheciam. Pelayo foi por lá abaixo à vontade, as primeiras batalhas a sério só ocorreram no Centro da PI. A influência árabe é praticamente inexistente no Norte da PI. Os nortenhos têm influência direta dos Celtas ( que foram romanizados, mas continuaram por cá) e dos Suevos.

sim mas o reino de Portugal tem a particularidade ao contrário do lado espanhol que tinha grandes centros urbanos para a altura , cá não tinhas grandes concentrações urbanas arabes nesse periodo, o Alentejo simplesmente não era povoado praticamente. O que permitiu uma reconquista bem mais facil, a prova disso é que não existem diferenças etnicas, revoltas, enclaves, não existe nada, o Reino de Portugal é um caso de grande sucesso, que deve deixar muitos europeus invejosos principalmente da Europa Oriental.
 
As yelds a 10 anos em mercado secundário ja corrigiram bastante nos últimos dias, neste momento rondam os 2.91% estando em níveis de Outubro de 2015.
6ª feira teremos revisão da nota da República... tudo indica que vamos voltar a ter Outlook negativo...
 
os próprios árabes que chegaram em 711 não eram os mesmos de 1249. Politicamente existiram várias transformações.

mas se o tesoureiro do afonso henriques era judeu como é que não existiam diferença etnicas profundas no pais? mas pronto esse debate não tem importância.
 
Havia tensões sempre houve. Os reis de uma forma geral foram sempre árbitros entre interesses diversos e protegiam os judeus. Essa tradição quebrou-se com D. Manuel I. A própria Igreja tinha facções culturalmente distintas. A Ordem de Cristo não era a mesma coisa que os Franciscanos. Os primeiros reis acabaram excomungados. Havia grandes tensões com Roma. Os reis defendiam o interesse nacional. Resta dizer que as tensões com os judeus eram normalmente atiçadas por clérigos mais fanáticos e não partiam propriamente do povo.
 
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O interior ficará povoado no dia que recuperar as indústrias tradicionais e a agricultura, agora renovadas e modernizadas.

Para isso, ou saímos do euro ou mudamos radicalmente a nossa carga fiscal.

Não é com imigrantes que não vão ter emprego nem conhecem nada da nossa cultura e das nossas potencialidades. Esses imigrantes só se integrariam em grandes centros como Lisboa e nos dias que correm nem aí há empregos suficientes para os nativos.
 
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É verdade que os árabes que chegaram em 711 eram oriundos da região do Médio Oriente e eram até culturalmente avançados. Nos primeiros tempos, reza a história que até viviam de forma mais ou menos pacífica com as populações locais. Depois, quando chegaram os Berberes, oriundos do Norte de África, mais rudes e radicais, tudo se alterou.

Os Judeus sempre estiveram perfeitamente integrados na nossa sociedade, muito antes até dá nossa fundação. A sua expulsão foi contra natura, de uma moda que vinha de fora ( é o que dá deixar a Europa orientar em tudo as nossas políticas) e foi um erro grave, com graves consequências económicas e culturais para o país.

A sangria do interior, que ocorreu devido à vida rude que muitos não estavam dispostos a ter, em grande parte já ocorreu e terminou. A emigração que ocorre atualmente relaciona - se quase na íntegra com a emigração geral do país ( com a devida proporção populacional, como é evidente) .
De resto, já era altura de deixar de pensar um pouco na ocupação do território e pensar na renaturalização. O interior tem grandes e selvagens áreas, que deveriam ser renaturalizadas e não reocupadas. E isso seria muito importante do ponto de vista ambiental,em primeiro lugar e também do ponto de vista económico e turístico.
É esse, na minha opinião, o caminho que o interior " desocupado " deve seguir.
 
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Por o que conheço do pais e da Historia de Portugal. Na minha opinião conhecendo bem o Alto Alentejo e a zona de Tomar,etc,etc. Noto que a presença e herança sefardita é muito mais verificável e presente em Portugal sendo que nota-se que ainda estão presentes no imaginário das populações em em muitas famílias e tradições, que a árabe já é tão mas tão distante que sinceramente não se faz notar além dos nomes de algumas terras e alguns vestígios arquitectónicos, visíveis mais a sul, principalmente no Algarve e Baixo Alentejo .
 
os próprios árabes que chegaram em 711 não eram os mesmos de 1249. Politicamente existiram várias transformações.

mas se o tesoureiro do afonso henriques era judeu como é que não existiam diferença etnicas profundas no pais? mas pronto esse debate não tem importância.

Atenção que á muito que se sabe que o judaísmo não é um grupo étnico mas basicamente uma religião, uma opção,escolha religiosa e cultural.
Portugal não teve grandes fracturas étnicas, porque caso tivesse tinham existido enclaves, conflitos, minorias étnicas, diferenças linguísticas, como acontece por exemplo nos Balcãs, nós não temos um gene especial imune a essas coisas. Se tivesse existido assim uma presença demográfica tão intensa árabe, esses árabes teriam-se refugiado em algum territorio e teriam resistido e transmitido a sua cultura e religião as gerações vindoiras, isso não aconteceu porque na minha opinião nesta parte do territorio não eram em grande numero, logo o fenómeno de aculturação foi simples. A historia e os factos respondem a essas duvidas.
 
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Governo admite que o custo da redução para as 35 horas na função pública poderá chegar aos 40 milhões de euros.

Ainda bem que somos um país rico , onde o dinheiro abunda.

Eu pergunto: até quando vamos ter um Governo a governar ao reboque de duas forcas políticas radicais de extrema esquerda e de uma organização sindical que ainda navega algures em 1917?

Com o país ainda em risco de insolvência, convém não esquecer, vão debitando medidas despesistas e totalmente inútil. Repito, esta redução das 40 horas é totalmente inútil , é uma afronta a parte dos portugueses e é muito boa para quem gosta de trabalhar pouco.

Quem se sentir incomodado com as minhas palavras, que tome uma rennie, que isso passa.