O Estado do País 2016

Quando foi o cartaz de Jesus do BE já tinha piada.

Achei graça ao cartaz do BE mas apenas porque deixou os beatos e beatas de cabelos em pé e acho sempre graça a isso. Compreendo, no entanto, que outros não achassem graça nenhuma. O problema do cartaz da JSD não é ter graça ou deixar de ter. Isso é sempre uma questão subjectiva. É ter comparado um cidadão que ao que se sabe nunca atentou contra a vida/integridade física de ninguém com um assassino. É ofensivo por isso. Da mesma forma que um cartaz da JS com PPC com um bigodinho ridículo e uma suástica no lugar do pin seria ofensivo. Dito isto, eu se fosse o Mário Nogueira, reagiria de outra forma, gozando com eles. Idiotas não devem ser processados mas sim ridicularizados. E já todos sabemos o que são as jotas genericamente falando. Agremiações (obrigada, Constança!) de inúteis, normalmente filhinhos dos papás, que estão sem fazer grande coisa até aos trintas e tais, altura em que terminam os seus cursos numa qualquer privada, e depois saltitam entre os cargos políticos e os tachos que esses cargos políticos lhes vão proporcionando. Até um dia serem eleitos e passarem a ser deputados, ministros ou mesmo PMs, o que, de resto, explica muito coisa neste país.
 
o duarte marques que é o laranjinha de serviço inventou a calúnia ao ministro da educação e até mandou a coisa para a PGR... agora o ministro que quer tirar os chocolates e as batatas fritas dos hospitais (no que faz muito bem) é o mesmo que come chocolates no parlamento para enganar a fome.
 
Achei graça ao cartaz do BE mas apenas porque deixou os beatos e beatas de cabelos em pé e acho sempre graça a isso. Compreendo, no entanto, que outros não achassem graça nenhuma. O problema do cartaz da JSD não é ter graça ou deixar de ter. Isso é sempre uma questão subjectiva. É ter comparado um cidadão que ao que se sabe nunca atentou contra a vida/integridade física de ninguém com um assassino. É ofensivo por isso. Da mesma forma que um cartaz da JS com PPC com um bigodinho ridículo e uma suástica no lugar do pin seria ofensivo. Dito isto, eu se fosse o Mário Nogueira, reagiria de outra forma, gozando com eles. Idiotas não devem ser processados mas sim ridicularizados. E já todos sabemos o que são as jotas genericamente falando. Agremiações (obrigada, Constança!) de inúteis, normalmente filhinhos dos papás, que estão sem fazer grande coisa até aos trintas e tais, altura em que terminam os seus cursos numa qualquer privada, e depois saltitam entre os cargos políticos e os tachos que esses cargos políticos lhes vão proporcionando. Até um dia serem eleitos e passarem a ser deputados, ministros ou mesmo PMs, o que, de resto, explica muito coisa neste país.


Perfeitamente de acordo,as jotas não servem para nada, mas não só as de direita, as de esquerda também não.

Só uma questão: se o cartaz atinge o cidadão MN , por que razão a alegada acao será alegadamente intentada pela Fenprof?

E, já agora, bem vinda de volta.
 
Perfeitamente de acordo,as jotas não servem para nada, mas não só as de direita, as de esquerda também não.

"E já todos sabemos o que são as jotas genericamente falando."

Só uma questão: se o cartaz atinge o cidadão MN , por que razão a alegada acao será alegadamente intentada pela Fenprof?

Dado que não me chamo Mário Nogueira nem pertenço à Fenprof, não sei em que medida tal questão me pode ser dirigida. Aliás, nem sei em que nome o suposto processo será intentado e, honestamente, não me interessa grande coisa. A única coisa que me ocorre será a ideia de que Mário Nogueira não foi 'atingido' em nada relacionado com a sua vida pessoal e sim profissional. De resto, acho uma perda de tempo. Não deixo de admitir que tem todo o direito a fazê-lo se assim o entender. Qualquer cidadão que se sinta atingido na sua honra tem os mesmos direitos. Mas eu considero sempre que o humor e a ridicularização são muito mais eficazes no combate aos idiotas e inúteis.

E, já agora, bem vinda de volta.

Não estou de volta. É feriado! Mas thanks, anyway.
 
E já todos sabemos o que são as jotas genericamente falando. Agremiações (obrigada, Constança!) de inúteis, normalmente filhinhos dos papás, que estão sem fazer grande coisa até aos trintas e tais, altura em que terminam os seus cursos numa qualquer privada, e depois saltitam entre os cargos políticos e os tachos que esses cargos políticos lhes vão proporcionando. Até um dia serem eleitos e passarem a ser deputados, ministros ou mesmo PMs, o que, de resto, explica muito coisa neste país.

Pois, pois... o país precisa é de um homem como Sá Carneiro :D
 
Pois, pois... o país precisa é de um homem como Sá Carneiro :D

Enquanto o povo vai ansiando por Dons Sebastiões, nada mudará. O que o país precisa é de um povo inteligente, responsável e responsabilizador, conhecedor, de mente aberta, culto, engajado, que deixe a passividade e o conformismo para trás. Que deixe de ser amorfo, pouco interventivo e, principalmente, umbiguista. Quando, ou melhor, se isso acontecer, então a classe política passará a ser um espelho do povo. Enquanto isso não acontece, a classe política é aquilo que tem sido.
 
Balanço dos 6 meses de governo é do melhor:

1- destruição de 48 mil postos de trabalho só no 1ºtrimestre de 2016, a continuar assim, serão perto de 200 mil no final do ano

2- PIB a crescer 1.8% ao ano, no 1º trimestre cresceu 0.8%, tem que crescer 2.1% o resto do ano, para atingir a meta faraónica do governo

3- Investimento a travar e taxas de juro a subirem enquanto na zona euro desceram

4 - dívida pública aumentou 4 mil milhões de euros só no 1º trimestre de 2016, a continuar assim será de 16 mil milhões no final do ano

:rolleyes: De facto, é só números fantásticos... :rolleyes:
 
a situação em moçambique está de facto complicada... mas os países doadores também não podem manter o corte de fundos por muito mais tempo.
 
Onde andam os defensores do Estado laico? A Câmara de Lisboa quer destruir um edifício no centro histórico com valor patrimonial, tem uma pia interna que sobreviveu ao terramoto, escadarias centenárias, azulejos. O proprietário deu 400 mil pelas ruínas, restaurou e arrendou, e agora vai receber menos de 600 mil. É óbvio que os edifícios valem mais que isso. A comunidade muçulmana não quer a mesquita. Então por que motivo a CML insiste neste projecto? Alguém vai ganhar muito dinheiro à nossa custa, onde anda o jornalismo de investigação e das causas? Nada diz, por causa do complexo de inferioridade, do provincianismo que tomou conta como nunca das elites da capital. Temos de ser multiculturais à força mesmo quando até não somos um país racista, pelo contrário, por várias razões somos dos países menos racistas e xenófobos da Europa. O que virá a seguir? Mesquitas no Porto? Em Braga? Centros multiculturais? Centros de dia para imigrantes? A revolta entretanto cresce no povo, a raiva acumula-se. Um dia virá o efeito «panela de pressão». O povo sente-se esquecido, perseguido, burro de carga. As elites ao que parece só se preocupam com causas ridículas e em taxar e perseguir pela via fiscal e reguladora. Já se ouve nas ruas, «temos menos liberdade que na ditadura». Voz do Povo é a Voz de Deus, diz o velho ditado...
 
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Achei graça ao cartaz do BE mas apenas porque deixou os beatos e beatas de cabelos em pé e acho sempre graça a isso. Compreendo, no entanto, que outros não achassem graça nenhuma. O problema do cartaz da JSD não é ter graça ou deixar de ter. Isso é sempre uma questão subjectiva. É ter comparado um cidadão que ao que se sabe nunca atentou contra a vida/integridade física de ninguém com um assassino. É ofensivo por isso. Da mesma forma que um cartaz da JS com PPC com um bigodinho ridículo e uma suástica no lugar do pin seria ofensivo. Dito isto, eu se fosse o Mário Nogueira, reagiria de outra forma, gozando com eles. Idiotas não devem ser processados mas sim ridicularizados. E já todos sabemos o que são as jotas genericamente falando. Agremiações (obrigada, Constança!) de inúteis, normalmente filhinhos dos papás, que estão sem fazer grande coisa até aos trintas e tais, altura em que terminam os seus cursos numa qualquer privada, e depois saltitam entre os cargos políticos e os tachos que esses cargos políticos lhes vão proporcionando. Até um dia serem eleitos e passarem a ser deputados, ministros ou mesmo PMs, o que, de resto, explica muito coisa neste país.


Que me dizes de um Governo de Esquerda estar em funções numa autarquia de Esquerda quando se pretende gastar o nosso dinheiro para construir uma mesquita? Edifício aliás para uma religião que mima muito mulheres, cientistas, intelectuais ou gays por esse mundo fora.