O Estado do País 2016

Com tantos problemas na banca, parece óbvio que Portugal caminha para um novo resgate. Já começa a ser tradição...

As declarações de AC e MC de que não há plano B já começam a ser hilariantes...

Lá se vão as reversoes e as devoluções à vida ( eu e outros membros bem que avisamos que devoluções por inteiro e no imediato, sem que se verifique um crescimento da economia proporcional, vale zero. Era bom que a economia se ajustasse aos nossos desejos , mas não é assim que funciona).

Podia ser um bom aviso para governos futuros que governar conforme os interesses de lobis , a médio prazo não dá muito bom resultado.

Mas já se sabe que por cá aprende - se pouco.
 
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Eu costumo dizer que a cara do Mário Centeno é um barómetro do governo.

Apareceu-nos de sorriso rasgado, passou para uma expressão de surpresa, depois para expressões de desprezo a quem lhe coloca questões complicadas e neste momento salvo algum sorriso amarelo, a expressão é bem fechada e sombria! Nota-se que o homem não está à vontade, apenas estão a fazer gestão política dos acontecimentos.

Pesquisem "Mario Centeno" / imagens e verão como tenho razão.
 
O BPN nunca ficou muito bem explicado e merece ser recordado. O Prof. Miguel Cadilhe apresentou um plano de recuperação que foi rejeitado então pelo Governo de José Sócrates. O BPN foi nacionalizado, ficou um buraco brutal superioe a 4 mil milhões de euros MAS os activos da Sociedade Lusa de Negócios passaram para o Grupo Galilei e há quem diga que cobriam a maior parte do buraco do BPN. A Esquerda atira à cara regularmente o facto do BPN estar ligado a cavaquistas. Mas tudo indica que quem fez o buraco para o contribuinte pagar foi o último Governo PS. A opção de nacionalizar foi da Esquerda. Aliás é sempre essa a opção do BE e do PCP. Buracos? O Zé Povinho paga. Será também assim na Caixa. Aliás, será sempre assim enquanto formos governados por lunáticos radicais de extrema-esquerda.

Mas isto é novo? Não é. Andando um pouco para trás na História, poderíamos ir por exemplo à Guerra Civil entre D. Pedro e D. Miguel. A guerra deixou o país na penúria. Aliás já estava por causa das invasões francesas e da independência do Brasil. Curiosamente, os chamados Liberais eram grandes adeptos da Revolução Francesa, uma das grandes mentiras da História da Humanidade, a mesma que matou Lavoisier porque a República não precisava de cientistas. Ora os miguelistas diziam que os Liberais eram os Radicais. Mas os Liberais ficaram conhecidos como... liberais! Mas os miguelistas eram chamados de absolutistas (não o eram). E ficaram para a História não como miguelistas ou tradicionalistas mas sim como absolutistas... Adiante. O país eram maioritariamente partidário de D. Miguel, excepto facções de Lisboa ou Porto. E alguns concelhos dispersos pelo país. Então que fizeram os «Liberais»? Ora expropriaram os miguelistas. Em suma, um roubo. E venderam os bens das ordens religiosas, uma delapidação de património histórico e artístico nunca vista. Os frades velhos e doentes acabaram nas ruas sem um tecto e sem sustento. Desumano.

Mas os erros não ficaram por aqui. Era necessário um inimigo externo. E arranjou-se. Os ingleses. Ora historicamente, foram sempre os ingleses que nos ajudaram contra os dois grandes inimigos continentais. Os espanhóis e os franceses. Mas a Esquerda de então, os Radicais conhecidos como «Liberais». disseminaram a anglofobia. E fecharam os portos às importações de Inglaterra. Proteccionismo. Tal medida acabou por agravar ainda mais as condições económicas de Portugal. E quando o proteccionismo acabou, as indústrias protegidas foram as mais prejudicadas. Os ditos «Liberais» eram ainda provenientes das facções medíocres da sociedade. Descritos como mal vestidos, barba grande, sem regras de educação, diletantes que se perdiam em grandes discussões políticas.

Portanto quando D. Pedro venceu D. Miguel o que sucedeu? O povo mudou de dono. O Estado substituiu as grandes famílias proprietárias, os grandes comerciantes, os profissionais liberais, a Igreja. Aí começa a construção do Estado. O imposto gera a renda garantida para os novos senhores feudais: os funcionários públicos. Passa-se de uma situação de equilíbrio entre poderes para o surgimento de uma nova entidade que abre caminho mais tarde para o totalitarismo. Quem ficou mais à margem disto? O Reino Unido. O mesmo país que tradicionalmente a Esquerda odeia e cujo modelo se aproximaria mais da ideologia dos Miguelistas, perdão, Absolutistas, perdão, Tradicionalistas...

Sendo assim, se a História se repetir, sucederá isto. Um inimigo externo, ou vários, será a Alemanha, o Reino Unido, os mercados, e uma expropriação em massa dos portugueses via fiscal para pagar os erros económicos e financeiros. De resto, bate tudo certo. Políticos com grandes discursos desligados da realidade, a prometer novos mundos paradisíacos com a revolução, contra um «passado de exploração dos pobres pelos ricos», vidas de diletantismo, arrogância intelectual contra o povo tido como atrasado, vergonha do país, e um enorme problema com o dinheiro. Contas? Dizem em tom pejorativo, é coisa de merceeiro.

Dei o exemplo da Guerra Civil mas poderia recuar ainda mais. Por exemplo, a D. João III e à má gestão do comércio com o Império. Para tapar o buraco e sedimentar o poder central, usaram a Inquisição, que se dedicou até a criar judeus. Bastava haver dinheiro para extorquir...

E o resultado da fantástica vitória dos Liberais é conhecido. Chegámos a 1892 falidos e pobres. A República foi obra da mesma casta. Os ascendentes dos actuais socialistas, bloquistas e comunistas. Resultado? O mesmo. Perseguição de ideias e utopias sem qualquer fundamentação pragmática, racional. O desconcerto acabou com uma ditadura que atrasou irremediavelmente o país em termos culturais e sociais mas teve uma séries de vitórias que contrariam tudo o que foi Portugal desde a vitória de D. Pedro: em cerca de 40 anos de Estado Novo houve contas públicas sãs e o país cresceu economicamente; os impostos foram relativamente baixos e fez-se obra pública sem endividamento externo; começou a solucionar-se na prática o problema do analfabetismo e começou a colonização tardia e efectiva de África. Quarenta anos de intervalo que colocaram o país a convergir com a Europa mas atrasado em termos culturais e sociais e dividido ao meio: um Litoral Norte e Centro ou algarvio urbanos e desenvolvidos mas um interior pobre e rural. E uma guerra colonial que isolou Portugal no panorama internacional.

A Esquerda é o maior cancro que se entranhou em Portugal. São a grande fonte dos nosso males. Temos os nossos carrascos no funcionalismo público que agora dá vitórias eleitorais e votos ao PS, PCP e BE. São inimigos da Nação, representaram no passado interesses inimigos de Portugal e a máscara tem de cair. A solução que se segue virá a seguir. Proteccionismo, isolamento, expropriação via fiscal. Como no passado. É este o cancro chamado Esquerda portuguesa. Quando a nossa política se verá livre desta gente?
 
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:thumbsup:

A Assembleia da República aprovou esta quinta-feira por unanimidade uma proposta do PCP que recomenda ao Governo o prolongamento das linhas do Metro do Porto em Gaia, Gondomar e Trofa.


"Foi aprovado por unanimidade", afirmou à Lusa, no final da votação do Projeto de Resolução n.º 167, o deputado do PCP Jorge Machado, segundo o qual serão ainda apresentadas declarações de voto pelo PS e CDS. A recomendação defende o início da construção da ligação do ISMAI à Trofa, no prolongamento da Linha C, até ao final de 2017 e "que sejam tomadas as medidas necessárias para a planificação que conduza ao prolongamento da Linha D (Amarela) até Vila D'Este (Vila Nova de Gaia" e da Linha F (Laranja) até Gondomar. No documento o PCP refere que "o alargamento da linha do Metro do Porto é uma justa aspiração de muitas populações do distrito do Porto há já vários anos" e lembra que "há 14 anos a população da Trofa ficou sem o comboio e com a promessa (nunca cumprida) de, no seu lugar, ser garantida a mobilidade com o alargamento da linha do Metro do Porto". De igual forma, "há mais de 10 anos que os concelhos de Gondomar e Vila Nova de Gaia esperam que o metro chegue a Gondomar e Vila D'Este".

JN

A exigência do metro para o Porto

 
Olha que bom, a gerigonça vai baixar algumas portagens da Ex-Scuts em 15%. :huhlmao:

Também, para quê ir pagar portagens na A22, se a EN125 está uma maravilha e com tapete novo. As obras pararam e o trânsito fluiu normalmente, que maravilha, andar na EN125 com um piso excelente, está mesmo bom para a caça aos pontos, quando um gajo vê, já vai a 100 . :lol:
 
Olha que bom, a gerigonça vai baixar algumas portagens da Ex-Scuts em 15%. :huhlmao:

Também, para quê ir pagar portagens na A22, se a EN125 está uma maravilha e com tapete novo. As obras pararam e o trânsito fluiu normalmente, que maravilha, andar na EN125 com um piso excelente, está mesmo bom para a caça aos pontos, quando um gajo vê, já vai a 100 . :lol:

E o mais incrível foi ouvir hoje de manhã, no noticiário das 08:00 da Antena 1, o Ministro das Infraestruturas e do Planeamento dizer que, com esta medida, iam estimular o emprego e incentivar a fixação de casais jovens no interior! (A medida também se estende às A23, A24 e A25)

É óbvio que nenhum casal jovem vai viver para a Covilhã, para a Guarda ou para Viseu por causa das portagens! Mas agora com a redução do preço das portagens, vai ser a loucura! Interior, aqui vamos nós!!! (movidos a geringonça, está claro!):lmao:
 
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A exigência do metro para o Porto

O metro não passa aqui

O ministro do Ambiente acabou de vez com a expectativa dos moradores de Muro, na Trofa, há 14 anos à espera do metro. Não que tivessem pedido coisa alguma a alguém. Foi-lhes prometido, no dia em que houve decisão superior de suprimir o comboio até à Trofa, em troca pelo novo meio de transporte: o metro de superfície. Aconteceu em fevereiro de 2002. Fechavam as linhas da CP da Póvoa e da Trofa para permitir a construção, no mesmo espaço, das respetivas de linhas de metro. Os milhares de passageiros passaram a fazer o percurso em velhos autocarros, a partir do Viso, no Porto.
Em março de 2006, o metro começa a circular na antiga linha da Póvoa. Os moradores da Trofa continuaram a fazer o transbordo no Viso. A Trofa, é verdade, está servida pelos comboios através da linha do Minho. E é também verdade que a necessidade do metro não será tão premente como noutros concelhos do Grande Porto - como a ligação a Vila d"Este, em Gaia, e ao centro de Gondomar. Só não se percebe como a Assembleia da República vota favoravelmente a proposta do PCP de conclusão da Linha da Trofa e, na semana seguinte, o ministro da tutela dos transportes afirme, numa entrevista ao JN, que o que falta da linha 3, três quilómetros entre o Ismai e Muro, não será construído. Não há dinheiro. E os estudos indicam que a população não estaria interessada em usar esse meio de transporte. Ainda bem que o disse, com clareza. Só não se percebe o papel dos deputados do PS no Parlamento. Por que razão votaram a favor? Não há diálogo entre o Governo e o grupo que o apoia na Assembleia da República. Ou o voto foi mero oportunismo político?
Paula Ferreira

Jornal de Notícias

Vejam o vídeo que o @Paelagius publicou.
 
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Urgência em Albufeira com apenas um médico e esperas de seis horas, Ordem critica

24 | 07 | 2016 23.46H

Um único médico está hoje a atender no Serviço de Urgência Básica (SUB) de Albufeira, no Algarve, onde os doentes esperam em média seis horas, situação que já motivou críticas do bastonário da Ordem dos Médicos. José Manuel Silva disse à agência Lusa que foi informado da falta de médicos neste SUB, que tem de ter pelo menos dois clínicos ao serviço, devendo ser mais nesta época do ano numa região onde se encontram tantos turistas e ainda por cima com elevadas temperaturas que motivaram alertas das autoridades.
"Fazem-se planos para as ondas de calor, mas depois não há médicos e não há médicos porque estes serviços continuam a depender de empresas" que fornecem médicos.

DESTAK
 
Os problemas do país mantém - se, mas agora já não há grandoladas e tretas do género.
A partir do momento que a esquerda radical também recebeu o seu tacho, os problemas do país ( que eram horríveis diziam eles, antes da geringonça assaltar o poder) desapareceram misteriosamente.
 
a uber dos manuais não produz nada de novo, tal como a outra dos taxis piratas.

há concentração do mercado em 2 editoras, promova-se a venda de partes dessas empresas.
 
tu compras um livro por 10 euros...
eu compro um livro que é teu por zero euros...
vendo o livro a outro por 4 euros e dou-te metade a ti.
tu ficas com a ideia que ganhaste 2 euros, quando já pagaste 10.
eu que nada tinha, ganhei 2 euros.

isto do empreendedorismo é fantástico.

quando as pessoas perceberem estas contas, o empreendedorismo acaba e vão pedir muito mais que os 2 euros de prémio, o preço dos manuais usados vai subir e o negócio desaparece.
 
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isto é uma espeteza saloia.
Os grupos económicos concentrados, dividem-se por decreto, pela lei, à força.

Se eu quiser que a Porto Editora não possa ter mais que 35% do mercado de livros, publico uma lei e passa a ser obrigada a vender as participações que tem em vários editoras.

os livros escolares não utilizados são passados gratuitamente para outros alunos. Não são necessários intermediários.
 
Há grandes negociatas da China em Portugal. Uma delas são os livros escolares, acho estranho este Governo que se diz de Esquerda não pôr a Imprensa Nacional a fazer serviço público. Convido os caros leitores do fórum a entrar em lojas da Imprensa Nacional e a ver os preços dos livros. Tudo caríssimo, há colecções que ficam acima dos 400 euros quando deveriam custar um terço desse valor! Sendo a Imprensa Nacional uma entidade pública, que deveria publicar os que os editores não publicam por vender pouco, mas que deve ser publicado pois interessa a estudantes da área das Humanidades ou leitores de nicho. é escandaloso que se pratiquem aqueles preços! Parece que os livros são feitos para uma «minoria selecta» e não para o «povo» que paga aquilo com impostos! Mas para a Esquerda é mais importantes falar de gatos, cães ou mudanças de sexo, que nojo (e eu sou grande defensor do ambiente e dos animais, mas... a Instrução é mais prioritária).
 
Há grandes negociatas da China em Portugal. Uma delas são os livros escolares, acho estranho este Governo que se diz de Esquerda não pôr a Imprensa Nacional a fazer serviço público. Convido os caros leitores do fórum a entrar em lojas da Imprensa Nacional e a ver os preços dos livros. Tudo caríssimo, há colecções que ficam acima dos 400 euros quando deveriam custar um terço desse valor! Sendo a Imprensa Nacional uma entidade pública, que deveria publicar os que os editores não publicam por vender pouco, mas que deve ser publicado pois interessa a estudantes da área das Humanidades ou leitores de nicho. é escandaloso que se pratiquem aqueles preços! Parece que os livros são feitos para uma «minoria selecta» e não para o «povo» que paga aquilo com impostos! Mas para a Esquerda é mais importantes falar de gatos, cães ou mudanças de sexo, que nojo (e eu sou grande defensor do ambiente e dos animais, mas... a Instrução é mais prioritária).

Este Governo diz - se de esquerda, por isso é que quer muitos pobres. Toda a gente sabe que a esquerda é a maior patrocinadora de pobreza por esse mundo fora. Muitos pobres a receber a respectiva sopa é garantia de muitos votos e de alimentação dos vícios das elites de esquerda.

Em relação à suposta via ambientalista da geringonça é tudo uma enorme treta, treta....

Vejo muita preocupação com as carroças e porcarias do género, mas não os vejo preocupados em suspender o absurdo plano nacional de barragens, que vai destruir ecossistemas inteiros.
 
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