O Estado do País 2016

http://www.designeroutletalgarve.com/

Com isto é que o pequeno comércio vai todo para Marrocos. Com o novo centro comercial + IKEA vai ser a facada final em muitas lojas do Algarve e com milhares a irem para o desemprego. :intrigante:
 
esse centro comercial do tamanho dos que existem em lisboa vem dos 12 anos de psd em loulé.

110 lojas em loulé quando já existem 90 em faro. Lógico que vão andar sempre vazias.
 
Nos EUA há muitos anos que começaram a falir centros comerciais, agora são escolas, hospitais, igrejas, etc. Motivo? O comércio local renasceu devido a mudanças na exigência do público, que quer produtos mais personalizados, e devido também à explosão do comércio online. Em Inglaterra também já se começa a notar a morte de algum comércio graças ao online. Em Portugal esse desenvolvimento está atrasado, os portugueses são muito conservadores e desconfiados, e não compram muito online. Uma das alavancas para os centros comerciais em Portugal foi o congelamento das rendas, milhares de lojas pelo país não era sustentáveis mas aguentavam-se por pagarem rendas miseráveis, contudo «roubavam» espaço que poderia ser ocupado por projecto voltados para o presente. Não acredito na sustentabilidade futura de tantos centros comerciais, quando mudanças no comércio que já ocorreram ou estão a ocorrer nos EUA ou no Reino Unido chegarem cá será feio de se ver. Só espero que não seja o Zé Povinho a pagar os buracos que ficarão na Banca portuguesa.
 
Portanto, cuidado...

http://www.dn.pt/portugal/entrevist...comprar-casa-no-bairro-de-alfama-5106027.html

Ora em que consiste esta protecção das lojas «históricas»? Quer voltar ao congelamento das rendas? Não bastam mais de 100 anos de congelamento, com as consequências à vista? Não basta termos as cidades mais degradadas da Europa Ocidental?

As políticas do PS são as mesma do pré-crise. Não resultaram, mas voltamos ao passado? Um povo assim que bate na parede e volta a bater, sem aprender, é casmurro e burro. Não avança e está condenado à pelintrice.
 
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Muita coisa começa a cheirar mal em Portugal, agora começam a emergir cada vez mais sonantes vozes contra o Turismo e os turistas.

O país tem um dívida enorme resultante de investimentos no turismo que terão de ser rentabilizados para pagar o endividamento, o Sec. de Estado anterior, Adolfo Mesquita Nunes, frisou há uns meses que seriam necessários vários anos bons no sector para estabilizar Portugal como destino de eleição e para saldar as dívidas.

O Algarve «sofre» há muito tempo com as enchentes de Verão que não podem ser comparadas com o que se passa em Lisboa. A população aumenta 3 ou 4 vezes durante um mês. Há filas intermináveis na EN 125, nos multibancos, nos bancos, nos supermercados, em algumas zonas há barulho toda a noite e não se dorme. Os algarvios compreendem que este é um mal necessário pois o turismo cria emprego e gera riqueza.

Estas propostas de regulamentação, organização, cheiram a fascismo puro e duro. Sejamos honestos. Os turistas nunca agradaram aos tiranos. Trazem novas ideias e novos estilos de vida que põem em causa o status quo. O turismo em Lisboa criou uma nova geração de pequenos e médios empresário. Isso significa gente com independência económica. Mais. Os novos modelos de turismo com recurso às novas tecnologias implica desregulamentação. O Estado, se regulamentar, impede a actividade. Logo, cria-se um dilema para os socialistas, fascistas e comunistas portugueses no poder em Lisboa. Se estragarem demasiado a actividade, perdem popularidade e votos, mas por outro lado, existe já uma fracção cada vez maior da população activa que escapa à dependência económica do Estado e que faz concorrência ao antigo negócio dos hotéis, mais fácil de controlar pelo poder.

Portanto, Costa e os seus amigos preparam-se para empobrecer e atrasar Portugal por mais uma década. Mas não foram os portugueses que votaram na Esquerda?
 
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E os mesmos que se insurgem contra o fim das lojas de bairro são os mesmos que lá deixaram de consumir.

E os mesmos que se insurgem contra a descaracterização das cidades pelos turistas são os mesmos que foram viver para os subúrbios e praticar vida social em zonas mais " in ".
 
Boa tarde,

Primeiro, desculpar o meu mau português.
Sabe, é belga e a esse respeito permito-me dar a minha opinião.
Tenho 54 anos e tenho lançar a minha empresa (muito único) quando tinha 21 anos, é por conseguinte “velho” boss. ;)
Tenho achetè a minha casa em 2008, em 2010 viemos de viver definitivamente à Portugal.
Constatamos desde a chegada do novo governo, um sentimento esquisito difícil exprimir.
Em janeiro de 2016, com a minha esposa temos criar um LDA porque trabalhamos com a Bélgica.
Em resumo:
2 meses para fazer aprovar um nome de LDA!
Seguidamente 1 mês para os diversos n° (pode-se pedir-se à qual aquilo serve)
Esperamos sempre o nosso n° de segurança social (dixit funcionário: normais é estrangeiros)
Não vou falar da maneira que financia nós têm tratar (um pequeno sentimento a ser tomado para mafiosi)
Hoje,após 4 meses tenho um LDA que fatura (por conseguinte paga impostos) mas que não pode pagar-me um salário e que não sabe encomendar materiais no estrangeiro (não cartao VISA).

Duas possibilidades:
1/ somos estrangeiros, neste caso digo-me que é um espírito de protecionismo que vai impedir o país se abrir.
2/ Ou é assim aqui à Portugal, neste caso aquilo aparenta-se uma política próxima do comunismo para guardar as pessoas que dependem.

Nos dois casos, é ao oposto de um país inovador e dinâmico.
Desculpar, se choc-os-ar: Portugal vai direito no muro e põe em perigo o futuro da juventude.
A juventude o futuro de um país (é ela que vai pagar as nossas pensões) é grande tempo que aquilo altera.

Desolado dar-vos a minha opinião de estrangeiro.
 
Os meus pais contactam com fornecedores de todo o país, todos dizem que este é o pior Inverno dos últimos anos, que as vendas caíram muito depois do Verão. Na minha zona do Algarve as pessoas notam a quebra, há quem diga que foi o pior Inverno de sempre em vendas. Nota-se o receio em muitas pessoas que estão a evitar gastar e que não pretendem investir. Antes do Verão havia uma recuperação do consumo e da confiança que se perdeu numa facção da sociedade portuguesa. Começam a surgir vários sinais que vão travar o investimento e a criação de emprego: novo congelamento das rendas, proteccionismo de alguns sectores, imposto sobre as heranças, subidas de impostos, subidas de taxas, novas regulamentações.

A Associação dos Hoteleiros já anda a pressionar o Governo para mudar a lei e «matar» com regulamentação os alojamentos locais, para não terem concorrência, entretanto já se sabe que a lei vai ser revista, conheço ex-desempregados que tinham edifícios de herança, adaptaram para serem alojamentos locais e agora vivem disso, estão com receio do que aí virá e ponderam desistir e emigrar. A lei das apostas online poderia criar algum emprego e riqueza em Portugal (há uma empresa de software do Porto que foi comprada pela Betfair e as casas ponderaram pôr call centers em Portugal, além do dinheiro que iria em patrocínios para as modalidade) mas desde que o Governo entrou ficou tudo parado, os jogos sociais são na realidade um mecanismo brutal de transferência de dinheiro de pobres para o Estado, logo são um mecanismo de empobrecimento (ao contrário dos modelos britânico, irlandês ou australiano, que geram riqueza e criam centenas de milhar de empregos, nesses modelos o mercado está totalmente aberto à concorrência e a regulação é inteligente). Entretanto os taxistas vão receber perto de 20 milhões de euros, mas diz o Governo que não há dinheiro para os passes dos estudantes! Vergonhoso! A Uber só não é proibida porque a UE não deixa!

Conclui-se que este Governo é claramente totalitário, vive nos anos 70 e vai atrasar e embrutecer Portugal por uma década ou mais! São piores que Salazar, pois esse atrasou o país em termos sociais e culturais mas não era corrupto!
 
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Os meus pais contactam com fornecedores de todo o país, todos dizem que este é o pior Inverno dos últimos anos, que as vendas caíram muito depois do Verão. Na minha zona do Algarve as pessoas notam a quebra, há quem diga que foi o pior Inverno de sempre em vendas. Nota-se o receio em muitas pessoas que estão a evitar gastar e que não pretendem investir. Antes do Verão havia uma recuperação do consumo e da confiança que se perdeu numa facção da sociedade portuguesa. Começam a surgir vários sinais que vão travar o investimento e a criação de emprego: novo congelamento das rendas, proteccionismo de alguns sectores, imposto sobre as heranças, subidas de impostos, subidas de taxas, novas regulamentações.

A Associação dos Hoteleiros já anda a pressionar o Governo para mudar a lei e «matar» com regulamentação os alojamentos locais, para não terem concorrência, entretanto já se sabe que a lei vai ser revista, conheço ex-desempregados que tinham edifícios de herança, adaptaram para serem alojamentos locais e agora vivem disso, estão com receio do que aí virá e ponderam desistir e emigrar. A lei das apostas online poderia criar algum emprego e riqueza em Portugal (há uma empresa de software do Porto que foi comprada pela Betfair e as casas ponderaram pôr call centers em Portugal, além do dinheiro que iria em patrocínios para as modalidade) mas desde que o Governo entrou ficou tudo parado, os jogos sociais são na realidade um mecanismo brutal de transferência de dinheiro de pobres para o Estado, logo são um mecanismo de empobrecimento (ao contrário dos modelos britânico, irlandês ou australiano, que geram riqueza e criam centenas de milhar de empregos, nesses modelos o mercado está totalmente aberto à concorrência e a regulação é inteligente). Entretanto os taxistas vão receber perto de 20 milhões de euros, mas diz o Governo que não há dinheiro para os passes dos estudantes! Vergonhoso! A Uber só não é proibida porque a UE não deixa!

Conclui-se que este Governo é claramente totalitário, vive nos anos 70 e vai atrasar e embrutecer Portugal por uma década ou mais! São piores que Salazar, pois esse atrasou o país em termos sociais e culturais mas não era corrupto!


É o regresso ao passado. E o passado, trouxe - nos sempre, no final da festa, resgates e mais pobreza.

Também, com um Governo que depende, para a sua sobrevivência, de 2 partidos da extrema esquerda, ( mal) formados por gente nascida a partir de ideologias totalitárias e que consequentemente não gostam da democracia, nada se pode esperar de bom.
 
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Tenho pena de dizer isto, mas Portugal é um país que está doente.

Quando 1/5 dos portugueses que vão votar, votam em ideologias de extrema esquerda, que nada de positivo têm para oferecer ( bem pelo contrário) , tenho forçosamente que concluir que uma parte do país não está nada bem. Assim, Portugal não tem futuro.
 
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Tenho pena de dizer isto, mas Portugal é um país que está doente.

Quando 1/5 dos portugueses que vão votar, votam em ideologias de extrema esquerda, que nada de positivo têm para oferecer ( bem pelo contrário) , tenho forçosamente que concluir que uma parte do país não está nada bem. Assim, Portugal não tem futuro.

Desde 2008 que pouco têm aumentado os ordenados, sendo que a classe média encolheu. Foram muitos anos seguidos de correções, de contenção, de subida de impostos, de perda de regalias. Compreendo que ao fim de 8 anos, a mensagem que os portugueses mais anseiam seja de esperança. Esse 1/5 dos portugueses, escolheu receber mais uns trocos ou trabalhar menos horas, mesmo que isso agrave a situação do país.

O discurso do anterior governo foi demasiado cinzento e não se vê melhoras nos lideres atuais. Para ter maioria, a mensagem teria de ser de esperança, sem populismos, mas acima de tudo, de esperança. Repara que as devoluções e o alívio dos impostos estava lá, embora gradual. O programa era positivo, sem as asneiras da "geringonça" atual.

Na verdade é apenas uma questão de escala: os aflitos escolhem uma solução imediata (uns trocos ao fim do mês), e os ricos procuraram offshores ou "socorrerem-se" de bons amigos. Tudo se resume a dinheiro fácil.
 
A comunicação social mainstream é culpada de boa parte dos nossos males.

De um dia para o outro desapareceram das notícias os emigrantes portugueses que saíram do país por causa da austeridade (a emigração já era elevadíssima quando Sócrates estava no poder), os doentes em fila de espera (Sócrates também não teve solução para o problema), os desempregados de longa duração (este Governo já está a destruir mais empregos que Passos Coelho e parte do desemprego gerado no Governo PSD deveu-se à explosão de sectores sobredimensionados, iria ocorrer fosse quem fosse para o poder).

Também quando Tsipras começou a aplicar o plano de austeridade a Grécia desapareceu da comunicação social portuguesa.

Ocultam-se factos, distorcem-se dados, dá-se antena apenas a um lado da barricada. Temos certamente das comunicações sociais mais nojentas da Europa.
 
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