O Estado do País 2016

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Já agora, a nacionalidade portuguesa também não defende os direitos dos homens. :facepalm: Anda esta malta a gozar com os portugueses, quando a economia está em queda livre. Vá lá, que a gerigonça já diz que a culpa é da conjectura internacional e não deste governo moribundo.

Este BE é de uma enormidade tal, que me ultrapassa a imaginação. Só com muita droga, me lembraria de uma medida tão relevante para o país. Se houverem 10milhões de cartões do cidadão e cada um custar 10eur, a medida vai-nos custar 100milhões! No fundo substituem taxas moderadoras por novos cartões, na falta de idéias onde gastar dinheiro.. É de arrepiar!

Já agora deixo aqui uma sugestão para o novo cartão, em vez de cartão da cidadania, proponho:
BILHETE DE IDENTIDADE!
 
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É típico de quem não tem uma única solução para os problemas do país.
Esses sujeitos do bloco agora também não se preocupam com as nomeações partidárias nem nada.

Mas também quem tem mais culpa é quem votou neles...

Mas também neste país já nada me admira quando se dão nomes de rotundas a ditadores de esquerda.
 
Desculpa, mas neste ponto, não concordo contigo.

As empresas de trabalho temporário vendem grupos de " prestadores de serviços " em áreas diferenciadas.
Não há mal nenhum nisso em absoluto. Aumentam a taxa de emprego e se derem lucro, melhor ( menos hipótese haverá de depois de pedir o subsidiozinho ao Estado, que muitas empresas em Portugal, algumas delas chamadas de modelo, são férteis) .
Apenas a esquerda radical, retrógrada e sem vergonha é que é Contra por sistema.

Outra coisa completamente diferente são as empresas que atuam à margem da lei, algumas , é verdade, sem escrúpulos. Mas isso são casos de polícia, não são casos de legislação. A atual legislação já regulamenta bem a atividade não é por aí.

Também, é verdade, que muitas vezes, os trabalhadores são cúmplices. Não denunciam as situações e usufruem muitas vezes de pagamentos por baixo da mesa. E depois os patrões são uns malandros e os trabalhadores uns Santos, quando estes também usufruiram de rendimentos livres de impostos.

São opiniões caro James, o problema é que na minha opinião a precariedade e o trabalho temporário( permanente, pessoas a trabalhar á mais de 7,8 anos em regime de trabalho temporário) está dentro da lei e aqui a questão não é ah e tal mas é melhor assim que não ter emprego... Não isto são postos de trabalho permanentes, transformados em trabalhos temporários, não sou nada contra o trabalho temporário quando ele é temporário, sou contra o trabalho temporário que se transforma em precário, quando temos a aldrabice de se andar a mudar empresas de recursos humanos encerrando umas e abrindo outras, cessar contratos,etc,etc. Os empregados coitados é o que disse no outro post, nós em Portugal temos uma série de perversões, temos, classes de esquerda que têm muito, muito, muito Poder em todo o lado, em autarquias, sindicatos, nos Media, em Lisboa na capital, que utilizam sempre um discurso de vitimização e que têm direitos, condições muito superiores a muitos empresários, a muitos trabalhadores liberais, a muitos outros portugueses, mas numa chica espertice fazem o numero dos indignados, das manifes, dos cravos ao peito e conseguem sempre mais, não interessa se depois dão 2 ou 3 horas de aulas por dia e recebem 2,3 vezes mais que o ordenado minimo têm sub-sistemas de saude,etc,etc isso depois esquecem-se e depois temos o Novo trabalho o Novo emprego temporário onde abunda quase um sistema esclavagista, onde o cidadão trabalhador é sujeito a tudo e mais alguma coisa, onde não existem sindicatos, logo não existem votos, logo não existe revindicação, temos 2 paises, 2 realidades a nivel laboral .
 
Este BE é de uma enormidade tal, que me ultrapassa a imaginação. Só com muita droga, me lembraria de uma medida tão relevante para o país. Se houverem 10milhões de cartões do cidadão e cada um custar 10eur, a medida vai-nos custar 100milhões! No fundo substituem taxas moderadoras por novos cartões, na falta de idéias onde gastar dinheiro.. É de arrepiar!

Já agora deixo aqui uma sugestão para o novo cartão, em vez de cartão da cidadania, proponho:
BILHETE DE IDENTIDADE!


Partido em certas matérias extremamente fanático e perigoso e intransigente.
 
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uiiiiiiii As coisas entre o 1º ministro António Costa e a deputada Catarina Martins estão acesas no parlamento.
Este governo apesar de andar a tentar disfarçar tem de facto grandes fragilidades e tem poucos alicerces, á medida que o tempo vai passando e o sentimento anti- governo anterior vai-se diluindo os problemas vão começando a surgir.
Começa a pesar o facto aquilo que o PS tenta desesperadamente disfarçar que é o facto de o Antonio Costa não ter mesmo vencido as eleições e ter menos votos que o PSD/CDS.
 
Um assunto pertinente e que gostava de ouvir mais opiniões tem a ver com o facto da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa ser a instituição que detém a exclusividade da exploração das lotarias em território nacional. Sabendo-se que de misericórdia pouco diz (parece ser a única misericórdia do país que não é gerida internamente pelos irmãos que a integram mas antes estar sob a alçada dos governos), qual a sua legitimidade da exploração daqueles jogos em todo o território nacional, tendo em conta que as suas acções de caridade pouco ou quase nenhum impacto têm para além da área geográfica de Lisboa onde se encontra implantada.
 
Infelizmente os portugueses têm muito pouca cultura financeira, está provado até por um estudo recente e a nossa História também está recheada de exemplos, não só temos pouca cultura financeira como confiamos demasiado na sorte.

O PS está em plena campanha eleitoral, está literalmente a brincar com o fogo para ir a eleições na hora certa e fazer-se de vítima, obviamente que o país será altamente prejudicado mas o PS e quem tem comido do Sistema está-se nas tintas.

Portugal com um índice de fertilidade dos mais baixos do mundo, sem renovação de gerações, com tão elevada emigração, com um aumento brutal das doenças crónicas derivadas dos estilos de vida e com esta esperança média de vida só tem um caminho, a estagnação e o empobrecimento. Só podermos ter crescimento sustentável se a população aumentar e/ou se aumentar a produtividade.

Não é possível aumentar a produtividade sem capital, e isso as nossas empresas não têm, na realidade têm dívida ou pouco dinheiro pronto para investir. O nosso esforço fiscal é provavelmente o mais alto da Europa, ou dos mais altos, assim é impossível que as empresas invistam.

Existem muitos bloqueios ao investimento, durante décadas os nossos centros urbanos estiveram ao abandono por causa da especulação imobiliária e devido ao congelamento das rendas que começou na Primeira República. É incrível que uma lei que se mostrou logo tão perniciosa tenha demorado 100 anos a ter uma mexida profunda! E vem agora este Governo usurpador fazer alterações que se traduzem em adiar a solução do problema.

O que está a ser feito vai no sentido contrário ao que a realidade do país exige. Mas o que interessa ao PS é manter a campanha eleitoral para ganhar eleições com maioria absoluta ou para Governar apenas com um partido, provavelmente o BE. O país que se lixe.
 
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Falou-se nas empresas de trabalho temporário.

É o Estado que alimenta em parte este sector e seria útil que se divulgassem o nomes e ligações partidárias.

Como o Estado não pode contratar mais pessoal surgiu a ideia de contratar a estas empresas e pagar pelo serviço. Sucede que, por exemplo, na área médica, há dívidas enormes a médicos, pagamentos atrasados que se calhar nunca serão feitos.

Uma vez que ninguém tem coragem de mudar radicalmente as leis laborais no Estado português, vão-se tapando os buracos com estas soluções temporárias. Se o Estado pudesse despedir quem está a mais em alguns sectores já sobrariam recursos materiais para contratar onde há carência. Se acabasse o tabu da Saúde gratuita ou da Educação gratuita já haveria mais recursos materiais para contratar e pagar melhores salários. Que quero dizer com isto? Seria de bom senso que em algumas situações de claro abuso dos serviços do Estado se pagassem taxas pela utilização desses mesmos serviços, numa lógica de utilizador-pagador.
 
G20 repeats currency pledge, warns of 'Brexit' shock: Bloomberg

"We reaffirm our previous exchange-rate commitments, including that we will refrain from competitive devaluations and we will not target our exchange rates for competitive purposes," Bloomberg quoted the draft communique as saying.

http://www.reuters.com/article/us-imf-g20-communique-bloomberg-idUSKCN0XC256?il=0

ECB not aiming to weaken euro against dollar: sources

But with many big central banks easing monetary policy to stimulate sluggish economies, policymakers risk getting into costly currency wars, one ECB official said on condition of anonymity.

"We have to accept that the exchange rate channel is not working like it sed to," said an ECB insider who asked not to be named. "With the Fed's lowered rate path comes a weaker dollar and we need to avoid even the impression that we're targeting the exchange rate."

http://www.reuters.com/article/us-imf-g20-currency-ecb-idUSKCN0XC2RS?il=0

Japan finance minister: Acting on excess yen moves in line with G20 agreement

http://www.reuters.com/article/us-imf-g20-japan-idUSKCN0XC2SY?il=0

Estas notícias deviam ter mais atenção. Basicamente, é a confirmação de que a economia global está no limite e os banqueiros centrais têm que - e estão a - agir em conjunto para impedir desequilíbrios perigosos. Os governos não fazem as reformas 'milagrosas' porque implicará muito distúrbio. Veja-se o caso francês:



Mas não é só na França socialista. As pessoas revoltam-se sempre que a sua vida piora bastante:



E nem a Germânia escapa:

Nearly one-third of Germany's Turks, the largest group of immigrants other than ethnic Germans, have no secondary-school diploma, and just 14% qualify to go to university. Some 16% are dependent on welfare, twice the share of native Germans. In 2005, the last year for which data are available, the unemployment rate among Turks was 23%, compared with 10% for native Germans.

http://www.economist.com/node/15641057

Em 1945 a população mundial estava nos 2.5/3 mil milhões. Em 2016 supera os 7 mil milhões. Mais do dobro em 70 anos. Os governos, por razões óbvias, não cortam nos custos e dão cada vez mais programas sociais. Portanto, chutam a lata para outros. Os bancos centrais, sem o quererem, arcam com a responsabilidade de promoverem o crescimento económico. Na realidade, as suas políticas beneficiam os já de si ricos (para ser justo, têm uma intervenção muito limitada).

Na internet vejo pessoas (a mais) a dizerem que são tempos interessantes. Não creio. Os bancos centrais farão de tudo para não perderem credibilidade (que é que o está a acontecer nos EUA porque os juros não sobem). O caso é ainda mais grave porque estende-se à política. Quando os moderados falham, os chanfrados surgem. E quanto pior estiver, melhor. A UE não se desintegrará. Nem que seja precisa a implementação da lei marcial na Europa Ocidental. Já na Europa do leste, o caso será 'interessante'.
 
Última edição:
É assustador ver ruas inteiras na minha freguesia que estarão despovoadas dentro de poucos anos.

Falo de uma vila do litoral algarvio. Não há crianças.

Casas vazias não faltam e cada vez serão mais.

Sem natalidade não há futuro e quem der uma volta pelo país verá o quão assustador é constatar que não falta muito para centenas de aldeias desaparecerem.
 
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Infelizmente os portugueses têm muito pouca cultura financeira, está provado até por um estudo recente e a nossa História também está recheada de exemplos, não só temos pouca cultura financeira como confiamos demasiado na sorte.

O PS está em plena campanha eleitoral, está literalmente a brincar com o fogo para ir a eleições na hora certa e fazer-se de vítima, obviamente que o país será altamente prejudicado mas o PS e quem tem comido do Sistema está-se nas tintas.

Portugal com um índice de fertilidade dos mais baixos do mundo, sem renovação de gerações, com tão elevada emigração, com um aumento brutal das doenças crónicas derivadas dos estilos de vida e com esta esperança média de vida só tem um caminho, a estagnação e o empobrecimento. Só podermos ter crescimento sustentável se a população aumentar e/ou se aumentar a produtividade.

Não é possível aumentar a produtividade sem capital, e isso as nossas empresas não têm, na realidade têm dívida ou pouco dinheiro pronto para investir. O nosso esforço fiscal é provavelmente o mais alto da Europa, ou dos mais altos, assim é impossível que as empresas invistam.

Existem muitos bloqueios ao investimento, durante décadas os nossos centros urbanos estiveram ao abandono por causa da especulação imobiliária e devido ao congelamento das rendas que começou na Primeira República. É incrível que uma lei que se mostrou logo tão perniciosa tenha demorado 100 anos a ter uma mexida profunda! E vem agora este Governo usurpador fazer alterações que se traduzem em adiar a solução do problema.

O que está a ser feito vai no sentido contrário ao que a realidade do país exige. Mas o que interessa ao PS é manter a campanha eleitoral para ganhar eleições com maioria absoluta ou para Governar apenas com um partido, provavelmente o BE. O país que se lixe.

Sim a estratégia do PS é mesmo essa ir a eleições e conseguir a maioria, mas parece que não está a resultar as sondagens da sic/expresso mantém o PSD e CDS com uma votação elevada.
Relativo ao BE está em alta, e logicamente que o BE tem uma agenda que passa por uma revolução económica sociológica e silenciosa de costumes. A missão está lá ir mirrando as instituições tradicionais, forças armadas, igreja, tornar as minorias em minorias privilegiadas, saída da UE e do Euro, e parece-me como têm o governo refém que conseguirão aos poucos de forma subversiva levar agua ao seu moinho.
Para mim o BE é um partido mais radical e intransigente e revolucionário que o PCP, o PCP tem uma maturidade institucional e acaba por ter um bom senso que o BE não tem, o PCP não ataca a igreja, as forças armadas e defende politicas loucas de mudança quase da própria natureza das nossas sociedades, como faz o BE

É assustador ver ruas inteiras na minha freguesia que estarão despovoadas dentro de poucos anos.

Falo de uma vila do litoral algarvio. Não há crianças.

Casas vazias não faltam e cada vez serão mais.

Sem natalidade não há futuro e quem der uma volta pelo país verá o quão assustador é constatar que não falta muito para centenas de aldeias desaparecerem.

A situação actual de Portugal assusta-me, este começa a não ser o pais onde cresci e vivi sempre.
 
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